Diário de Guerra escrita por Princesa Winchester


Capítulo 24
Capítulo 24 - O preço da culpa


Notas iniciais do capítulo

Olá pessoas lindas e maravilhosas, aqui estou agora mais calma para pode me justificar com vocês algumas coisas...
Esses três últimos dias foram os piores da minha vida, eu como qualquer garota sensível, passei o findi chorando porque o idiota do meu ex namorado saiu com a garota que fez ele terminar comigo (EBA! Que felicidade), tentei postar o capítulo mas o site não colaborou comigo, eu tive que reescrever tudo pelo celular, por isso houveram alguns errinhos que eu já concertei, peço desculpas por isso, não pensei que meus problemas afetariam meu desenvolvimento no desafio, mas realmente tá foda e eu to tentando ao máximo concluir essa história mesmo estando com a cabeça longe :/

Quanto a fic em si.
Muita coisa eu não consigo abordar em 200 palavras, então sim, eu vou ter que prolongar algumas situações para que a ideia principal da reflexão seja passada, prometo que irei fazer a versão estendida da história e eu garanto que será ainda mais emocionante, dramática e horrenda, palavra de escoteira que nunca foi escoteira! Mas sou futura advogada criminalista então dá na mesma (eu acho!)

Palavra do dia: SOPESA.
Boa Leitura!



24 de Outubro, Polônia, 1942.

A culpa ainda sopesa em minhas mãos me deixava desconcertado. Não era a primeira vez que eu assistia um ato de covardia como aquela, mas quando eu vi aquela garotinha, meus pensamentos se voltaram para a seguinte questão: E se fosse minha filha?

Encarar aquele fardo deveria ser algo normal para mim naquela altura das coisas, mas porque não estava sendo? Porque eu ainda insistia em sentir repulsa, em pegar uma arma e tirar vidas?

A garota morrera em minhas mãos, nas minhas próprias mãos e eu não fiz nada para impedir aquilo, apenas vinguei sua morte achando que aquela atitude amenizaria as coisas, mas não amenizou.

Naquele mesmo dia, nos infiltramos em um dos campos de concentração nazista. Nos deparamos com mais horror e desumanidade. Câmaras de gás, pessoas nuas expostas ao frio cortante, crianças sendo surradas, dentre outras atrocidades.

Eliminamos o máximo de inimigos possíveis e, quando fomos descobertos, evacuamos com destreza para o nosso acampamento impecavelmente camuflado. Lá, após tratar de meus ferimentos e tomar uma sopa rala e sem sal, sentei-me em minha tenda e escrevi para Nádia.

A promessa estava de pé, se eu não escrevesse na certa estaria morto.



Notas finais do capítulo

No próximo capítulo é provável que aconteça desencontros...apostas?



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