Beije-me! escrita por Missy Saxon


Capítulo 1
Beije-me!


Notas iniciais do capítulo

Quando eu escrevi essa história eu senti vergonha, agr não sinto mais – #mentira hihi

[Fanfic revisada e editada]
Boa leitura!



Mestre

Parece errado isso que sinto, mas por que ela faz isso comigo?

— O que foi? Porque me olha tanto? – Missy me pergunta.

— Estou tentando entender... – Lhe respondo

— Entender o que? – Ela parecia meio confusa com a situação.

— Porque você me provoca assim?

— Como é que? Você ficou louco de vez?

— Talvez. – Encurralo ela contra a parede - Isso seria errado? – Ela me olha de cima a baixo.

— O que pretende?

— Imagino que você saiba o que pretendo.

— Definitivamente, isso é completamente errado. Imagine as consequências disso.

— É com isso que você se preocupa?

— Não vamos fazer isso.

— Então pare de me provocar! – Oh céus, porque isso? Me sinto atraído por mim mesmo.

— Pare você de agir como humano no cio!

— Humano no cio? Isso foi ofensivo. – Como ela ousa me chamar daquilo?!

— É o que você está parecendo.

— Beije-me!

— Obrigue-me!

— Porque faz isso?

— Porque me diverte!

— Não brinque com fogo, Missy...

— Se não o que? Você vai me possuir? Logo eu? Logo o seu futuro?

— Não seria má ideia. Isso se chama amor próprio.

— Você teria coragem?

— Dúvida?! – Oh céus! Porque esse desejo insano? Isso não está certo.

— E as consequências? Não tem medo?

— Sabe que nunca tive.

— Ok, agora chega de joguinhos. Vou falar com o Doutor...

— Não estrague o momento falando dele.

— Você pirou de v... – Coloco um do meus dedos sobre os lábios dela a impedindo de falar.

— Shiii. Não vê? Esse será um momento único, momento onde enfim poderemos desfrutar de nós mesmos... – Eu a beijo com um selinho, e então vejo sua expressão, parecia tão surpresa.

♥♥

Missy

O que foi aquilo com o Mestre? Foi definitivamente estranho. Aquele beijo... Como poderiamos estarmos juntos? Somos a mesma pessoa. Não podemos ter tanto amor próprio assim. O que poderia acontecer se nós... Porque estou pensando nisso? Não posso querer algo tão louco.

Fiquei surpresa e tentei sair dali.

— Está fugindo de mim, Missy?

— Porque eu estaria fugindo de você?

— Por medo talvez.

— Não tenho medo, só não quero me submeter aos seus caprichos. Se está no cio, arrume quem queira te satisfazer.

— Ok. – Ele se afasta de mim.

O que ele estaria pensando?

— Sim. – Ele disse.

— O que? – Perguntei confusa.

— Eu teria coragem... De te ter em meus braços... – Aquela revelação me deixou mais surpresa. – Sei que você também.

— De novo isso? Acho que vou ver se acho um salgadinho pra comer. Até Mestre!

— Vê se acha um vinho também pra gente.

Eu sai de lá. Mas coincidentemente estavam fazendo uma festa ali perto. O que raios estavam comemorando? Tinham Cybermens os ameaçando horas atrás.

Ótimo! Tinha salgadinhos. Mas de onde tiraram tanto vinho? Só podia ser coisa do Mestre. Mas ele não estava ali. Então relaxei. Tomei uns dois copos... Nossa! Aquilo era vinho? Fiquei muito tonta. Nem sei como fui parar na cama.

— Aproveitou os salgadinhos, querida? – Parecia ser a voz do mestre.

— O que fez?

— Eu tomei um pouco de vinho. Com você. Mas relaxa, não vou te fazer nada. Te quero por sua própria vontade.

— Você está tão humano... – Eu digo a ele.

— Eu já te disse que isso é ofensivo.

Eu estava tonta, mas conseguia me levantar, bem achei que podia. Eu caí no chão. Droga de vinho!

— Eu te ajudo. – Ele parecia tão grogue quanto eu, mas ainda estava de pé. Que maldição!

Me colocou na cama onde os dois caímos.

— Foi difícil tentar parecer não estar tonto. – Ele riu. Então rimos juntos.

Sei lá, eu o olhei, e... o desejei. Então eu o beijei. Me joguei em cima dele e decidi ser dele. Ele tinha razão. Aquele era um momento único, nem iriamos nos lembrar depois. Bem, eu iria, mas valeria a pena.

Ele nos despiu. Senti sua pele na minha, suas mãos passando pelo meu corpo. Quando enfim o senti dentro de mim me deixei levar pelo prazer que eu sentia ali. Só nós dois. Sem testemunhas de nosso ato desastroso.

Naquele momento, me esqueci das consequências. Bem, eu esperava que não houvesse consequências.

 

♥♥

Mestre

Nossa! Foi sublime. Ter a Missy em meus braços. Meu futuro, ali, inerte as minhas carícias. Eu definitivamente estava louco, e arrastei a Missy para minhas loucuras. Talvez ela estivesse certa de temer as consequências de nosso ato libidinoso. Bem, eu a seduzi. Seduzi a mim mesmo. Eu devia ter vergonha disso, mas não tive.

Aquele momento foi maravilhoso, não queria que acabasse nunca mais. Então despejei todo meu prazer dentro dela.

Terminamos nossa loucura e ela não me olhava. Seus olhos estavam fixos no teto.

— Isso foi loucura. – Ela me disse.

— E agora? O que acontece? – Eu lhe pergunto com medo da resposta.

— Eu espero que nada... Porque me pergunta isso?

— Missy, olha pra mim. – Lhe pedi calmamente. – O que fizemos foi sublime, não precisamos ter medo das conseqüências.

— Preste atenção, Mestre. Eu sou você no seu futuro. Isso jamais poderia acontecer. Estrelas podem estar queimando por nossa culpa.

— E desde quando você se importa com isso?

— Não sei. Mas pode acontecer algo pior... 

— O que de tão ruim pode acontecer...?

O silêncio paira...

Se passaram duas semanas e ela nem sequer se aproxima. Só fica do lado do Doutor. Que droga meu futuro está perdido nas mãos do Doutor.

 

♥♥

Missy

As lembranças daquela noite ainda seguem vivas na minha memória. Foi muita loucura. Isso poderia causar grandes desastres em nossa linha temporal ou no universo. Me afastei dele para evitar esses danos.

Então vejo Mestre então se aproximar. Me levanto rapidamente e logo sinto todo o universo girar ao meu redor. Então sinto meu corpo começar a cair, mas algo me segurou. Ainda com a sensação de universo girando escuto uma voz perguntar.

— Missy, você está bem? – Era a voz do Doutor que me segurou, me impedindo de ir ao chão.

— Acho que sim. Não sei o que houve. De repente vi o universo girar e meu estômago...

— O que tem seu estômago? – Ele perguntou, mas não respondi.

— Talvez você devesse comer algo, Missy. Ou tomar um suco. Vai passar a tontura. – Mestre disse.

Só de imaginar o que Mestre havia me sugerido comer, senti meu estômago piorar. Isso não estava certo. Talvez fosse uma consequência da noite de luxúria inapropriada...



Notas finais do capítulo

Bem, por enquanto foi isso...

Não me xinguem, por favor...



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