Strannyye Veshchi escrita por Matheus Stories


Capítulo 3
Terceiro Episodio: Krasnaya Trevoga


Notas iniciais do capítulo

Boa leitura



Dia 25 de abril de 1986, 2:27h antes explosão da usina nuclear de Chernobyl

Já era tarde da noite, estava pronto, todos em seus devidos lugares, os cientistas já haviam começado as análises, espalhados na área isolada coletando amostras e tirando fotos da anomalia, os restantes estavam nas salas fazendo teste é analisando as amostras.

Afanasy estava excepcionado tudo, sempre de perto atento a tudo e a todos.

Já era quase 11:00h, o cansaço já começava a afeta-lo e suas costas começavam a doer, não se importava, não havia tempo de se queixar.

Um jovem cientista que estava junto do grupo de coletores de amostras se aproxima de Afanasy, tirando ele de seus pensamentos.

— Senhor Afanasy.

— Sim?- perguntou enquanto se virava.

— O senhor pode me acompanhar? Preciso mostrar algo para o senhor.

Afanasy foi entrando junto com o cientista na área restrita até a fenda.

—Certo, o que você quer me mostra?

— Esta fenda, ela é idêntica à que apareceu a três anos atrás - falou o jovem se virando de frente para Afanasy - Isso e incri...

... agh...

Inesperadamente, Afanasy estava completamente sujo com o sangue do rapaz, o jovem cientista foi transpassado no peito por uma espécie de lamina gigante, a mesma foi retirada bruscamente do peito do jovem que já caiu morto.

 Afanasy ainda sem reação viu a criatura que havia feito essa atrocidade, era uma espécie de homem forte de aproximadamente uns três metros de altura totalmente negro com uma lamina gigante no braço direito, a criatura não tinha boca e nem nariz, mas tinha olhos grandes e totalmente brancos.

Afanasy tremia de medo e suava  frio, não conseguia sair do lugar, até que conseguiu sair do estado de choque e começou a correr.

Chegando até a porta ele consegue abri-la, mas é golpeado pela costa pelo monstro deixando as paredes e o vidro da porta manchados de sangue, os cientistas ao verem a cena acionarão o alarme e começarão a pegar as amostras e a corre desesperadamente em direção a saída. Logo em seguida vários soldados com armas pesadas e lança chamas chegarão com o oficial Darkhan, todos se posicionarão no corredor, a criatura saiu da área isolada partindo a porta ao meio com sua lamina.

— FOGO!!!- gritou Darkhan erguendo sua metralhadora.

Todos estavam atirando e lançando fogo no monstro, ele levantou sua lamina formando uma espécie de escudo que protegia de todos os projéteis, soldados começarão a ser lançados com uma forca desumana contra as paredes, tetos e chão com tanta forca que era possível ouvir os ossos partirem. Outros eram esquartejados com muita facilidade com sua lamina e facilmente o corredor branco ganhou uma nova cor avermelhada.

...

Dimitri estava sentado em uma cadeira na cozinha com roupas novas e bem confortáveis. Ivan lhe deu dizendo que eram de seu filho quando serviam nele, mas agora eram de Dimitri.

 Ivan estava preparando um café para o garoto.

— Aqui está - disse Ivan segurando uma xicara lhe oferece.

Dimitri o pega estranhando um pouco.

— Beba... O que foi? Você nunca tomou café?

O garoto concordou com um aceno, mesmo assim tomou um gole do café preto e fez uma careta de que não gostou muito. Ivan deu uma gargalhada, o garoto ficou olhando para o Ivan com um olhar de dúvida.

Ivan pergunta.

— O que foi? Você não tem senso de humor?

— O que é senso de humor?

— É o que torna a vida mais engraçada.

Ivan arrasta uma cadeira e se senta junto a mesa.

— Até agora você não falou da onde você veio garoto.

Ele abaixou a cabeça e ficou em silêncio.

— Ei, me diga da onde você é, onde estão seus pais...

— Coisas ruins-  interrompeu o garoto sussurrando.

— O que?

— Coisas ruins.... Querem que eu faça...

  Dia 25 de abril de 1986, 00:52h antes explosão da usina nuclear de Chernobyl

Borys estava no estacionamento fumando seu cigarro, era dia de seu turno da meia noite. Estava tudo tranquilo até ouvir os tiros e vê os cientistas saírem desesperados da área das turbinas. Borys sem pensar duas vezes correu em direção a confusão.

Ao chegar ele esbara com um cientista em pânico.

—EI!EI!. O que tá acontecendo ali dentro- perguntou Borys segurando o cientista que não prestava atenção na pergunta, o sacudindo perguntou mais uma vez – O que tá acontecendo lá?

 - Mo... Monstro... - disse o cientista gaguejando em estado de choque.

— Monstro? Que monstro? Do que você é tá falando - perguntou confuso.

O cientista consegui se soltar de Borys e sai correndo desesperado.

— Mas que merda - falou Borys correndo para dentro do prédio da onde veio a confusão.  

Chegando lá Borys se depara com um imagen aterrorizante, vários soldados e cientistas mortos, um rastro de sangue se destacava no chão e levava até uma das salas a onde estava o oficial Darkhan encostado no canto, sem um braço e com sua metralhadora sobre sua perna.

Borys corre em sua direção, lá percebeu que Darkhan ainda está vivo e começa a chama-lo.

—Senhor Darkhan! Acorde! Vamos acorde! - Borys falava dando-lhe leves tapas no rosto.

— Argh...

— Senhor! Eu vou levar o Senhor daqui.

— Não.... - Sussurrou Darkhan - Você tem que sair da aqui agora - o homem gemia de dor e botava sangue pela boca - Vá antes que ele volte.

—Quem? - Perguntou Borys que estava ajoelhado na frente o oficial.

Mas já era tarde, Darkhan já estava morto.

Borys fico e silêncio por alguns minutos em forma de respeito, até que começa a ouvir um som estranho se aproximando. Borys assim decide pegar a metralhadora do oficial e se esconde atrás de um armário onde os funcionários colocavam suas coisas.

O som se aproximava cada vez mais de Borys, até sentir que quem seja lá o for estar na mesma sala que ele.

— ELE ESTA AQUI! FOGO!! - gritou o soldado que começou a atira com os outros soldados que vinham junto com ele.

A criatura saiu em direção a eles e começou a ataca-los. Borys decide aproveitar o momento para fugir. Saindo da sala ele foi correndo em direção ao corredor coberto de sangue.

Dia 25 de abril de 1986, 00:11h antes explosão da usina nuclear de Chernobyl

Enquanto isso, do lado de fora vários soldados se concentravam o estacionamento com suas armas pesadas, lança chamas e granas de mão, todos esperavam o oficial Aleksandrs.

— Soldados, dentro dessa usina em alguma parte está a criatura que matou nossos irmãos e até mesmo o oficial Darkhan, então vamos entrar lá em grupos separados, vamos acabar com esse mostro em memória de nossos IRMÃOS!! - gritou Aleksandrs levantando punho para cima.

. sandrs levantraando o ps cabar com esse mostro em memoria de nossos irmaos Os soldados se dividirão em vários grupos e entraram na usina, o oficial Aleksandrs foi junto com o primeiro agrupamento em direção ao complexo nuclear V.I. LENIN, chegando na área de controle do reator 4 se deparam com os funcionários mortos que deveriam tomar conta do reator, havia cortes grandes nas paredes e nos painéis de controle.

— Ele passou por aqui - disse um soldado.

— Ou ele ainda está aqui - falou Aleksandrs.

Um som de batidas fortes vindo de fora da sala de controles quebrou o silencio os soldados se posicionaram apontando suas armas para a saída, as batidas pararam e o estranho silencio ecoou mais uma vez.

O silencio durou alguns minutos, mas eles foram os minutos mais longos e atordoantes de toda a vida de Aleksandrs. Mas o mais estranho que fosse nada aconteceu.

—Nada?- perguntou um dos soldado - eu pensava que.....

Estalo.

Um som audível veio do pescoço do soldado que caiu morto na sala, todos se assustarão recuando do corpo do soldado.

E sem perceber a presença tenebrosa da criatura que já estava atrás de todos, um soldado que estava mais afastado do grupo sente a presença da criatura atrás de si, e olhando por cima do seu ombro se depara com a criatura, apena um só golpe partiu o soldado ao meio, chamando a atenção do restante.

— DROGA. FOGO!!!- gritou Aleksandrs erguendo a sua arma e recuando junto com os soldados.

A criatura golpeava os soldados com muita facilidade, um por um Aleksandrs vendo que não tinha outra escolha mandou todos correrem para se salva, todos seguiram o oficial que sem para onde ir correram para dentro da área do reator 4, e mais uma vez ficarão em posição de combate.

— POSIÇÃO - disse Aleksandrs.

A porta que dá acesso ao reator e quebrada e mais uma vez a criatura aparece, e mais uma vez Aleksandrs dá a ordem para atirar, todos começam a atira mas nada parecia afetar a criatura que cada vez mais se aproximava do grupo, até mais uma vez começa seu massacre, matando um por um com sua lamina até sobrar somente Aleksandrs.

 Sua balas acabaram e vendo que iria morre de qualquer forma ele pega uma granada que estava presa em seu cinto, retira o pino de segurança e joga dentro do reator.

— Você não vai sai dessa MOSTRO.

E o mundo mudou.   



Notas finais do capítulo

espero que tenha gostado Obrigado por ler



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