Precisamos Falar Sobre James escrita por Clenery Aingremont, Clenery Aingremont


Capítulo 7
6. Precisamos falar sobre decepções


Notas iniciais do capítulo

Eu postaria ontem, mas pessoal daqui de casa não colabora. Depois, eu ainda fiquei em dúvida se o capítulo terminaria aí ou não, mas a Lary me ajudou muito com o planejamento do próximo capítulo (embora ela não tenha muita noção de o quanto que me ajudou haha)
Peço desculpas pela demora, e espero que gostem ♥



[Quarta de noite]

Devia ser a décima vez que Lily tirava o celular do bolso, conferindo se tinha recebido alguma mensagem no WhatsApp. Naqueles momentos, o que mais sentia vontade era de ativar as notificações e verificações de mensagem, mas já era tarde demais. Mensagens já enviadas não poderiam ser verificadas depois.

Sentada ao sofá, os olhos fixos no celular, ela viu apenas um chinelo voando, em direção à parede.

— Mira perfeita! — Lily debochou.

— Não enche! — retrucou Petúnia, olhando enojada para a direção na qual tinha jogado o calçado.

— Ei! Pegou o chinelo de quem? — perguntou a ruiva, desconfiada.

— O primeiro que vi.

O som de inseticida silenciou-as, e Lily agradeceu por não estar dentro da cozinha com sua mãe, que gostava de exagerar na dose, e asfixiar a todos os presentes.

— Frango com molho a la inseticida — disse a mais nova, chutando o chinelo virado para um canto — Que delícia!

— Eu escutei, Petúnia Agnes Evans!

Lily apertou os lábios uns contra os outros, para conter a risada que ameaçava sair, como em todas as vezes em que escutava o nome completo da irmã ser dito.

— Mamãe! — reclamou Tuney, cruzando os braços.

— Não tem jeito, essa casa está infestada! — Doralice surgiu na porta da sala para a cozinha, passando um pano de prato por sua testa suada.

— Concordo! — Petúnia apressou-se a dizer — Posso dormir na casa do Vernon?

— Claro que não! — sua mãe respondeu.

A garota não demorou a começar a reclamar, mas ninguém presente deu ouvidos. Não precisava levantar o olhar para Lily percebesse que sua mãe começava a preocupar-se com a demora de seu pai a chegar.

 

James Potter

 

Vou deixar um lance para você no armário (09:08) ✓✓

É para o trabalho de inglês (09:08) ✓✓

James? (16:59) ✓

 

Moveu o dedo pela tela, verificando o horário, o que só a frustrou mais ainda.

— Que droga! — ela resmungou para si mesma.

Um som de vozes desconhecidas preencheu a sala, assim como luzes coloridas, e Lily não demorou a perceber que Petúnia tinha ligado a TV, e começava a ver alguma de suas séries.

Encolheu os seus pés, não tendo a escolha de mantê-los retos, quando a sua irmã sentou-se no canto do sofá.

 

Marlene McKinnon

Online

 

Não consigo ver quando ele esteve online pela última vez (18:35) ✓✓

E a minha última mensagem, de umas duas horas, consta como não entregue (18:35) ✓✓

 

Sério? (18:36)

Mas ele está online agora! (18:36)

Acho que ele me bloqueou (18:37) ✓✓

Eu vou falar com ele (18:38)

Não (18:38) ✓✓

Não quero (18:38) ✓✓

Bata na sua cara antes que eu bata (18:40)

 

Lily revirou os olhos, ao mesmo instante em que a porta de entrada foi destrancada, anunciando a chegada de seu pai.

— Guardem os celulares! — disse Doralice às filhas, antes de ir receber o marido.

A ruiva suspirou, bloqueando a tela, e deixando o celular em cima da mesa, descontente com o desfecho do dia, que esperava ser bem diferente.

 

[Quinta de manhã]

No dia seguinte, Lily viu perfeitamente a hora em que Dorcas Meadowes desceu do carro de James, e só pôde pensar que, talvez, o arranhão do carro não tenha sido tão bom assim, no final das contas.

— Eu ainda acho que deveria falar com ele — disse Marlene, tomando um gole de seu milkshake de morango.

— Para quê? Para ele confirmar que me bloqueou mesmo? — Lily negou com a cabeça — Não preciso de mais isso.

— Ele nunca faria isso — defendeu-o a amiga.

— James está fazendo muitas coisas que o meu melhor amigo não seria capaz de fazer.

Marlene franziu o cenho, ao mesmo instante em que Alice encostava-se à parede ao lado delas, um pouco mais pálida que o normal.

— Você está com a voz rouca — ela observou, amassando um pouco o copo do líquido, para tentar sugar o restante.

— É o efeito do inseticida — Lily fechou os olhos, sentindo a garganta arranhar com o esforço de falar — Acho que minha mãe vai contratar algum dedetizador.

— Vão ficar na casa de quem? — perguntou Marlene.

— Uma amiga da minha mãe.

Foi só então, quando este assunto já tinha se finalizado, que notaram o estado silencioso de Alice.

— E você está pálida — observou Marlene, olhando para ela — Como será que Tonks chegará? Desmaiada? Com uma tipóia?

— O que houve? — perguntou Lily, ao vê-la divagar.

— Frank quer que eu conheça a mãe dele — disse Alice.

— Vocês estão namorando, e não nos contaram? — protestou Marlene.

— Não! E esse é o problema! — retrucou Alice — Eu tenho certeza de que ele está fazendo isso para ver como... Eu sei lá!

— Aprovação da mãe? Ele não tem dezoito anos?

Lily deu uma cotovelada no braço de Marlene, que apenas revirou os olhos. Como o copo já estava vazio, ao envolver o canudo com os lábios mais uma vez, fez apenas um barulho de sucção, que serviu para ocupar o silêncio.

— Sábado na casa de quem? — perguntou Marlene, olhando desinteressada para a tampa do copo.

— Na minha não será tão cedo — disse Lily.

— A minha foi na semana passada — Alice deu de ombros — Sobrou para a Tonks.

— Quando será o programa com Frank? — perguntou Marlene.

— Ah! Eu duvido que seja sábado — ela respondeu — Se não for sexta, será domingo.

— Ou seja, ou amanhã, ou daqui a dois dias.

Alice olhou-a irritada.

— Você não precisa ficar me lembrando que está perto!

Marlene abriu a boca, ofendida, antes que a sineta a interrompesse, junto com a chegada de Tonks.

— Atrasada? — a garota de cabelos azuis perguntou.

— Quase — respondeu Lily, sorrindo levemente.

— Essa foi por pouco! Mamãe queria me enlouquecer...

Antes que ela pudesse continuar contando o que houve, Marlene interrompeu-a:

— Sábado na sua casa, falou? — deu uma piscadela, antes de entrar no prédio, sem dar-lhe oportunidades de responder.

— Nunca é na casa dela — reclamou Tonks.

— Releve, ela não para quieta — disse Alice, fazendo uma careta.

— Bem, você mora com os seus avós, e nós fomos lá semana passada — ela respondeu.

— É, isso é verdade — interrompeu Lily, já desanimada, ao lembrar-se dos primeiros tempos.

Porque ela não fazia aula com Dorcas apenas em inglês.

A diferença era que, naquela aula, eram só elas duas, nada de James.

Naquele dia, Dorcas estava bem irritada mesmo. Aparentemente, pegar carona com o namorado para ir ao colégio era a morte, considerando que ela tinha um carro próprio. Sentou-se atrás de Lily e, durante toda a aula de biologia, com a professora Aurora Sinistra, pôs-se a murmurar, e atrapalhar a concentração da ruiva.

— Azul não combina com você, querida!

Lily fechou a mão em punho, ao escutar essa frase.

Era incrível como, tantos anos depois, a traição de Dorcas ainda doía, e ela gostava de usar todas as suas armas para incomodá-la, inclusive uma confissão pré-adolescente de como as ruivas não conseguiam ficar bem em todas as cores.

— Cor de roupa? Sério? Esse é o melhor que você pode fazer? — perguntou Lily, debochada — Quantos anos você tem? Sete?

— As pessoas deveriam saber, pelo menos, usar roupas direitas — disse Dorcas, olhando propositalmente para o seu suéter azul claro.

— Irônico, vindo de uma líder de torcida que nem calcinha usa por baixo da saia.

Uma risada baixinha ao lado de Lily fez com que ela se sentisse vitoriosa, embora odiasse discutir. Voltou a concentrar-se no quadro, anotando cada uma das palavras ali escritas.

A sua resposta poderia ter calado Dorcas, por alguns instantes. Quando o sinal tocou, indicando a mudança de aula, ela esbarrou propositalmente em seu ombro.

— E essa palha de cabelo, Evans? Nem a Nymphadora tem um cabelo tão ressecado, e olhe o quanto que ela pinta aquilo!

Uma das amigas de Dorcas aproximou-se, rindo frescamente.

— Falou a garota que usa aplique. Sério, Dorcas? Você se olha no espelho, ou fala as coisas sem pensar? — retrucou Lily, sentindo-se irritada pelo deboche direcionado à sua amiga, que nem naquela aula estava.

— Senhorita Evans!

Dorcas sorriu debochadamente, ao ver Lily dirigindo-se à mesa da professora.

— Aqui está o seu trabalho — Aurora ergueu a folha, sem nem levantar o olhar — Maior nota, parabéns!

— Obrigada, professora — Lily não pôde evitar olhar por cima do ombro, antes de sair da sala de aula.

 

[Sexta de tarde]

James Potter

Online

 

Desculpe, Lils (15:40)

Eu não sei o que aconteceu (15:40)

Alguns contatos meus foram meio que bloqueados (15:41)

Deve ser vírus no celular (15:41)

Vou levar para a revisão no fim de semana (15:41)

Ah! (15:45) ✔✔

A Lene falou contigo (15:45) ✔✔

Eu pedi para ela não fazer isso (15:45) ✔✔

Na verdade, não (15:46)

É que eu ia te enviar uma mensagem mesmo (15:46)

É sobre amanhã (15:46)

Eu não vou poder ir ao nosso programa de sábado (15:47)

Espero que não se importe (15:47)

Tranquilo (15:49) ✔✔

Ei! (15:51)

Você ativou a verificação de mensagem? (15:51)

Ah! Deve ter sido Tuney! (15:52) ✔✔

Ela gosta de me enlouquecer (15:52) ✔✔

Bem, até semana que vem, então (15:53)

Até (15:53) ✔✔

 

Enquanto fechava a conversa, Lily tinha a ligeira sensação de que a “semana que vem” não chegaria tão cedo para eles.

E pensar que eles se aproximaram de uma forma tão inusual...

O primeiro celular de Lily não era muito evoluído e cheio de funções, mas também não se tratava daqueles de puxar a antena para pegar o sinal. Um simples e pequeno, mas que tinha a função de Bluetooth, que era o suficiente para as suas necessidades de comunicação pré-adolescente.

Um vídeo enviado por acidente. Era direcionado a Sirius, mas acabou sendo mandado para ela, e foi assim. Poderia ter sido um acidente isolado, mas James foi pedir desculpas a elas e tudo o mais. Ela não lembrava-se de qual vídeo era, mas lembrava que era algo relacionado à música.

Doralice bateu na porta do quarto de Lily, abrindo-a e entrando antes de receber uma resposta, levava Petúnia à tiracolo.

— Preciso conversar com vocês — ela sentou-se à cadeira do computador, ao mesmo tempo em que Petúnia jogava-se ao lado de Lily, na cama.

— O que foi? — perguntou Lily, ainda deslizando o dedo sobre a tela do celular.

— É sobre a dedetização — disse Doralice — Eu vou aproveitar essa oportunidade para contratar também uma faxineira para a casa toda, pois sem chances de termos que lidar com as baratas mortas.

— Quanto tempo isso vai durar? — perguntou Petúnia.

— A dedetização é um dia, mas capaz de a faxineira precisar também desse tempo.

 

Marlene McKinnon

Online

 

Ele disse que era vírus do celular (16:12) ✓✓

Que não fui o único contato bloqueado (16:12) ✓✓

 

Deve estar acobertando Dorcas (16:12)

Ou ela bloqueou outras pessoas mesmo (16:13)

Duvido nada (16:13)

 

— Lily, eu estou falando!

Ela levantou o olhar do celular, corando, ao perceber que tinha se afastado da conversa, sem perceber que tinha se desligado da conversa.

— Mãe, vamos direto ao que interessa — interrompeu Petúnia, tão interessada quanto ela — Vamos ficar na casa de quem?

— É o que quero saber — disse Doralice — Uma amiga minha vai me ajudar, e eu levarei você, Tuney. Não adianta discutir comigo!

— Se eu ficar com a Lene, terei que ficar mudando entre a casa da mãe e do pai dela. Sinceramente, acho que o senhor McKinnon não gostaria muito de duas garotas em casa — respondeu Lily — Alice mora com os avós. E Tonks... Eu não sei!

— E James?

Petúnia soltou a almofada, que estava colocada ao seu colo, olhando incrédula para a mãe.

— Espere aí! — ela gritou, sem importar-se se sua mãe iria se irritar com isso — Lily pode dormir na casa do James, e eu não posso dormir na casa do Vernon?

— São duas situações completamente diferentes, Agnes! — disse Doralice, impaciente.

— E por quê? Posso saber?

— Porque James está namorando, nós conhecemos a ele e sua família há anos!

Petúnia cruzou os braços, sem convencer-se. Ela sempre teve uma fantasia maluca de que Lily acabaria aos beijos com James, todas as vezes em que ficavam estudando em seu quarto.

— Talvez eu possa ficar com Tonks — Lily deu de ombros — Não vamos incomodar a sua amiga, mãe. Ela também não deve ter tanto espaço para três pessoas.

— Bem, não mesmo — disse Doralice, torcendo os dedos, constrangida — Eu queria que passássemos esse tempo em um hotel, mas o seu pai acha que não vai dar o dinheiro.

— Eu já ia ficar na casa dela para o final de semana mesmo — Lily deu de ombros — Noite de garotas, lembra?

— Eu vou falar com Andrômeda, então.

Doralice saiu, antes que Petúnia pudesse voltar a reclamar.

— Por que eu não posso dormir na casa de uma amiga? — ela resmungou.

— E você tem uma?

 

[Sábado de noite]

— Acha que cabe todo mundo no sótão?

Tonks parecia realmente preocupada em como fariam para se organizar naquela noite, mas Andrômeda sempre parecia ter as respostas na ponta da língua. A ideia de espalhar os colchonetes pelo chão da sala de estar facilitaria para que pudessem ver algum filme, durante a noite, desde que mantivessem em um volume baixo. Era perto do banheiro e da cozinha.

Diferente do fim de semana passado, onde foram à casa de Alice após o jantar, Marlene reuniu-se à Lily e Tonks no horário, enquanto que Alice devia estar na tal reunião com os Longbottom. Ela tinha dito que deveria ser sexta ou domingo, mas, aparentemente, Augusta Longbottom era o tipo de mulher que gostava de contrariar as expectativas iniciais das pessoas.

— Ela nem deve ter levado o celular — comentou Marlene, ao perceber que ela não enviava qualquer mensagem que fosse no grupo.

— Ela deve avisar quando estiver vindo — disse Andrômeda, tranquila.

Tonks parecia impaciente para que a sua mãe sumisse, e ela pudesse conversar mais à vontade com as amigas, embora Lily não tivesse certeza de que tinham tanto para falar.

— Acho que Alice e Frank me lembram um pouco a mim e a Ted... — ela murmurou.

— Como assim? — perguntou Marlene, interessada.

— Você não vai contar de novo, certo? — disse Tonks, mas não parecia incomodada por isso.

— Conte! — completou Lily.

Andrômeda sorriu, olhando para Tonks, que deu de ombros.

— As minhas irmãs sempre tiveram gostos duvidosos — ela começou a dizer.

— Você tem irmãs? — perguntou Marlene, surpresa — Mas...

— Não temos contato — explicou Tonks.

— Sendo irmã do meio, acho que queria me espelhar na minha irmã mais velha, Bellatrix, sabem — disse Andrômeda — Então, eu nunca me permiti conversar muito com Ted, ou qualquer outra pessoa como ele.

— Como ele? — perguntou Lily.

— Classe média baixa — respondeu Tonks, revirando os olhos.

— Ele sempre gostou de mim — Andrômeda sorriu levemente — Sentava-se perto, tentava tirar dúvida das aulas...

Lily esperava um comentário divertido de Marlene, mas ela estava anormalmente séria.

— E... Você o ignorava. O que mudou? — ela perguntou.

— Acho que cresci — respondeu Andrômeda — Você não pode fugir dos seus sentimentos, e as pessoas não podem decidir por você.

A campainha tocou, e Tonks logo levantou-se, para atender à Alice.

Assim que ela aproximou-se, Andrômeda sorriu, cumprimentando-a, e deu alguma desculpa qualquer para subir.

— Horrível — foi só o que Alice disse, sentando-se — Ela me odiou.

— E isso é possível? — perguntou Marlene, chocada.

— Relaxe, ela deve estar te testando, ou qualquer coisa assim — disse Tonks, com uma careta.

— A pergunta é: isso muda algo? — perguntou Lily, simplesmente.

Alice deu de ombros, constrangida.

— Frank não pareceu se importar — respondeu, em um murmúrio.

— Excelente! — Marlene bateu uma palma na outra, antes de lembrar-se da regra estabelecida do barulho — A gente podia ver uma comédia romântica para te animar.

— Porque a gente não vê outro gênero — brincou Tonks.

Enquanto Tonks e Marlene tentavam decidir-se entre as caixas de CD’s, ao lado da televisão, Alice foi mais prática, ligando a TV e zapeando por entre os canais.

— Ei! Está passando “A namorada do meu melhor amigo” — comentou.

— Existe esse filme? — perguntou Lily, rindo.

Ela parou de rir, ao notar o olhar incrédulo de Marlene.

E assim foi decidido o filme que veriam.

Talvez pelo cansaço, ou por não ter gostado do filme mesmo, na metade, Lily já estava completamente dispersa, e não demorou a cair no sono, caída logo atrás de Alice.

Na manhã seguinte, não lembrou-se direito do sonho que teve, mas sabia o final...

— Está tudo bem, Lily? — perguntou Marlene, franzindo o cenho para a sua expressão estranha.

— Estou apaixonada por James.

...em que ela o beijava.



Notas finais do capítulo

Observações do capítulo:
• Como os personagens são trouxas, tive que adaptar o romance Andrômeda e Ted haha
• Eu sei que as irmãs Black estudaram junto com os marauders, mas como a Tonks tem a mesma idade deles, nessa fanfic, tive que readaptar. Não planejo que Narcisa ou Bellatrix façam uma aparição, mas pode ser que possa acontecer.
• "Agnes", claramente, foi o segundo nome que eu inventei. Não sei se eu usei algum outro para ela, em outra fanfic. Se usei, não me lembro, então coloquei esse.
• Quando eu decidi colocar "A namorada do meu melhor amigo" como o filme da vez, pensava que o protagonista era mulher, e aí descobri que o enredo era completamente diferente do que eu imaginava ser, mas deixei mesmo assim. A sinopse parece legal, mesmo que não combine muito com a fanfic.

Nesse meio tempo em que estive sem atualizar, fiz uma maratona de one-shots com plots baseados em tweets do Twitter @Fanctions (o que foi um dos motivos para a minha demora INICIAL, depois vieram outros motivos).
https://fanfiction.com.br/historia/724536/The_Deer_and_the_Doe/ (livre)
https://fanfiction.com.br/historia/724752/Dont/ (livre)
https://fanfiction.com.br/historia/725005/Stalker/ (+13)
https://fanfiction.com.br/historia/725247/Needy_Puppy/ (+16)
https://fanfiction.com.br/historia/725356/Are_you_sniffing_me/ (livre)

É tudo Jily. Inclusive, o @Fanctions só tweeta plots para fanfics Jily. A maioria são +18, mas tem algumas ideias, como as que postei (exceto NP, de certa forma), que tem classificação mais suave e tal. Se escrever alguma fanfic baseada em um tweet de lá, não se esqueça de tweetar para eles, assim você ganha uma divulgação para os seguidores do @, e deixa todos — que se empolgaram com a ideia, mas não se atreveram a escrever — felizes pela oportunidade de lerem o desenvolvimento ;)

Agora, falando do capítulo, Lily finalmente percebeu que está apaixonada pelo James, mas a batalha não será fácil. Inclusive, no próximo capítulo, terá um acontecimento que eu considero o final de uma primeira fase. Mentalmente, dividi a fanfic em duas fases. Essa fase de agora, que vai terminar no próximo capítulo, e a nova acontecerá a partir do capítulo 8. Então, muito provavelmente, o capítulo 7 (o próximo) será um pouco mais curto. O mais curto que tivemos aqui, exceto o prólogo, foi de 2200 e poucas palavras, então não estranhem se esse bater recordes, mas farei o melhor que posso para que não caia muito. Também farei o melhor para não atrasar — voltei ao colégio essa semana, e foi um baque muito grande.
Beijos, e até o próximo capítulo ♥



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