Precisamos Falar Sobre James escrita por Clenery Aingremont, Clenery Aingremont


Capítulo 22
21. Precisamos falar sobre descansos


Notas iniciais do capítulo

Atualização dois dias seguidos? Pois é, minha gente! Espero que isso recompense o tempo que ficaram sem capítulos ♥
Estava inspirada, então aproveitei.




[Sábado à noite]

— Idade Média?

Tonks avaliou o post it colado em sua testa, trocando um olhar com Marlene e Alice, antes de responder:

— Não!

— Então Rei Arthur descartado — resmungou Lily.

— Renascença? — perguntou Marlene, dessa vez.

Lily leu o que estava escrito “William Caxton”. Trocou um olhar com Tonks e Alice, tentando lembrar-se daquele nome.

— Sim — respondeu Alice por ela — Romantismo?

Tonks soltou uma risadinha, sem poder evitar. Tinha escolhido especialmente para ela.

— Sim. Era georgiana?

Lily fez uma careta.

— Acho que não — Tonks respondeu por ela, desanimada.

— Está bem, eu não sou da idade média, então... Modernista?

Depois de duas tentativas, Marlene desistiu, tirando o post it da testa. Caxton era realmente difícil de lembrar, era mais fácil mencionar rainha Isabel I ou rei Jaime I.

— Você estão de sacanagem comigo! — ela reclamou.

— Sou da segunda geração romântica? — perguntou Alice — Sou Lord Byron?

— Sim! — responderam Lily e Tonks.

Então permaneceram apenas elas.

— Sou da era pós-modernista? — perguntou Tonks.

— Sim. Sou da era vitoriana?

— Sim. Eu sou Neil Gaiman?

— Não. Eu sou Lewis Carroll?

— Não. Eu sou John Fowles?

Lily suspirou, negando com a cabeça.

— Alguém me dá uma dica, pelo amor — ela resmungou.

— Você ama os livros — respondeu Alice.

— Sir Arthur Conan Doyle?

Tonks reclamou.

— Só eu ainda estou nessa?

Marlene perdeu a paciência.

— Não seja por isso! JK Rowling!

— Lene! — repreendeu Lily.

Tonks tirou o post it de sua testa para certificar-se de que era verdade.

— Não é justo falar de pós-modernismo! — ela reclamou — Vocês poderiam pegar John Green e dizer que é pós-modernismo!

— JK Rowling não é John Green — retrucou Lily, indignada pela comparação — Não pode comparar “A Culpa é das Estrelas” com Cormoran Strike!

— Ninguém colocou Jane Austen? Cadê o feminismo de época nessa bagaça? — reclamou Marlene.

— Chega de estudar, pelo amor — pediu Alice — Eu juro que vou ter pesadelos com JK Rowling matando John Green a facadas se continuarmos com esse assunto.

Lily riu, imaginando a cena nem um pouco realista.

— Concordo — disse Marlene, jogando o seu post it no chão sem cuidado — Ideia sem graça.

— Eu não acho! — defendeu Lily.

— Ninguém merece ficar tentando adivinhar autores de livros, né, Lils. Pelo amor! Eu quero mais é descansar.

Tonks tirou um caderno de dentro da sua mochila, fingindo solenidade.

— Adedanha? — sugeriu.

Marlene estendeu a mão para puxar o caderno de suas mãos.

— Sem mais jogos! — ela ameaçou jogá-lo nelas — Eu quero falar de macho!

Lily lançou um olhar para ela, que não devolveu, como se estivesse evitando-a em frente às outras.

— Não, macho não — disse Alice, rapidamente — Sempre que entramos nesse assunto, você nos constrange...

— Quer falar de fêmeas então? — debochou Marlene — Não tenho distinção de gêneros! Emmeline tem uma raba admirável.

Tonks revirou os olhos.

— Lene, por favor! — pediu — Você nos entendeu! Você me desconcerta em relação ao Remus, faz insinuações sobre Frank e Alice... A gente quer conversar, não sermos pressionadas!

Ficou um silêncio constrangedor.

— Calma, gente! Também não precisam falar assim! — Lily defendeu-a.

Marlene levantou-se do colchonete, lentamente.

— Não precisam se preocupar mais comigo, podem conversar à vontade.

Ela calçou os chinelos, jogou um casaco longo por cima do pijama e pegou sua mochila, abrindo a porta do quarto e saindo tempestivamente.

Lily prontamente seguiu-a, quase esbarrando e derrubando a bandeja que sua mãe, parada ao meio do corredor, segurava.

— O que houve? — escutou-a perguntar.

Desceu as escadas, vendo Marlene já abrindo a porta da frente.

— Lene, espera!

Ela nem olhou-a, apenas fechou a porta, apressada. Quando alcançou a maçaneta, não viu sua sombra por nenhum dos dois lados da rua.

— Droga — Lily encostou-se ao batente.

Escutou um assobio de um garoto que passava e olhava descaradamente para suas pernas.

— Vai pro inferno! — ela disse, batendo a porta.

Voltou para o quarto, subindo as escadas pesarosamente.

— Precisavam falar daquele jeito com ela? — reclamou com as outras duas.

— Ela já falou várias vezes assim com a gente e nunca teve problema — retrucou Tonks — Como a gente saberia que ela estava toda sensível justo hoje?

— Aconteceu alguma coisa? — perguntou Alice, parecendo preocupada.

— Não, nada — mentiu.

Não podia trair a confiança dela. Todas saberiam se ela quisesse que fosse assim.

Suspirando, tirou o celular que estava preso ao seu quadril pelo short do pijama.

Sirius Black

Última vez hoje às 21h40

 

Sirius, por favor (22:10) ✓✓

Você precisa ir atrás da Lene (22:10) ✓✓

Ela saiu de pijama daqui de casa sozinha a pé agora (22:11) ✓✓

 

A última vez que mandou mensagem para ele, foi porque não estava falando com James e precisava resolver sobre um trabalho. No fim, ele estava tão ocupado com Dorcas que Lily acabou fazendo o trabalho sozinha com Remus e Sirius. Isso fazia bastante tempo, mas esperava que ele não estivesse dormindo e visualizasse suas mensagens.

 

Sirius Black

Online

 

Ela enlouqueceu??? (22:13)

Estou indo agora (22:13)

 

Respirou fundo, bloqueando a tela do celular para não pensar mais nisso, mas sentia-se completamente sem clima para continuar a noite com as garotas.

— Eu vou dormir. Se vocês quiserem fazer alguma coisa, fiquem à vontade — ela disse, indo para a sua cama.

Apagou a luz do abajur, e viu Alice e Tonks saírem do quarto, fechando a porta.

 

[Domingo de manhã]

Lily procurou por alguma reportagem na BBC sobre “londrina é estuprada na madrugada deste sábado”, “londrina vagando de pijama assusta moradores” ou mesmo “londrina morta a facadas”. Os jornais da manhã e da tarde nada mencionavam sobre algum incidente do tipo, nem mesmo sobre “assassinato de jovem que tenta ajudar morena na estrada”.

Assim que acordou, Alice e Tonks já tinham ido embora, e ela não podia culpá-las por isso. Não sabia decidir se sentia mais culpa ou frustração pela forma como falaram com Marlene. Nunca tinha sido assim e resolveram justo naquele dia reclamar? Confrontar? Mas era muito azar!

Definitivamente não estava sabendo lidar com aquela faceta da melhor amiga, e não terminava de digerir completamente a notícia de um relacionamento entre ela e Sirius. Não era daquele jeito que desejava que as coisas acontecessem entre os dois, não mesmo.

Acessava ao WhatsApp a todo o momento, mas eram sempre os mesmos status. Sirius tinha sido visto “última vez ontem às 22h14”, enquanto que o de Marlene era “última vez ontem às 20h45”, já que não tinha entrado nos curtos momentos em sua casa, se é que tinha levado celular.

Nenhuma mensagem de “estou viva”, “ela está bem” ou qualquer coisa do gênero. Considerou ligar para a mãe de Marlene, até lembrar que não sabia se aquela era semana dela com sua mãe ou com seu pai, ou mesmo se algum dos dois estava viajando a negócios. E talvez domingo não fosse um dia em que ficavam em casa, como qualquer outra família normal.

Assim que seus pés pisaram no chão frio da sala de estar, ela espirrou.

Que maravilha...

Como mágica, ao espirrar, sentiu o seu nariz completamente entupido.

— Parece que alguém está resfriada — comentou Doralice, ao escutá-la — Também não é para menos, pegou chuva e está descalça no piso frio. Vá colocar um chinelo!

Resmungando, Lily voltou a subir as escadas, sem acreditar no seu azar.

 

Alice Piperwood

Online

 

Oi (12:15)

Eu sei que não conseguiu dormir a noite inteira (12:15)

Então eu queria te aconselhar a ver uns vídeos de ASMR (12:16)

Eu ia mostrar ontem (12:16)

Ia ser um desafio para ver quem dormia mais rápido  (12:16)

Mas com tudo o que aconteceu, não teve mais clima (12:17)

Pesquisa no YouTube e tenta recuperar algumas horas de sono (12:17)

 

Apesar de tudo, Lily sorriu. Alice sempre tão preocupada com os outros. Decidiu seguir o seu conselho, tomando um gole do chocolate quente que sua mãe lhe deu, encolhida embaixo das cobertas. Apareceu uma mulher falando em um tom baixo e sussurrado, fazendo alguns sons com taças de cristal com água que fizeram todos os pelos de seu pescoço arrepiarem. Ajeitou-se na cama, tentando manter-se acordada.

“Eu seria a primeira a dormir, Alice” ela pensou, os olhos fechados.

Mas ela estava resfriada, oras.

Sua resistência estava menor.

Acordou com o som de plástico se mexendo e perguntou-se se aquele era para ser um som relaxante, já que estava incomodando-a. Abriu os olhos preguiçosamente vendo James colocar algumas coisas em cima de sua mesa.

— O que você está fazendo aqui? — perguntou com a voz fanha.

— Vinha para que fôssemos à biblioteca estudar de novo, mas sua mãe me contou que pegou gripe de ontem — James explicou.

— Peguei — disse desnecessariamente.

— Então vim ficar contigo.

Lily deu uma olhada para a mesa e riu.

— Contrabandeando fast food?

— Você não quis almoçar e não vai negar um frango empanado — disse James, seguro.

— Ah! Eu vou sim — ela virou-se de costas, enroscando-se mais às cobertas.

Então escutou o barulho de isopor e James abriu a tampa do pote. Assim que sentiu o cheiro da comida, seu estômago respondeu.

— Não é justo, eu não vou sentir o gosto — reclamou Lily.

— Seu estômago vai.

— Se você sujar o quarto, mamãe vai te matar.

— Ela vai dar graças a Deus que você comeu.

— Estou sem blusa.

— Eu já te vi pelada antes.

Lily corou. Ele não precisava lembrá-la desse detalhe.

— Foi só por um segundo — ela protestou, olhando-o por cima do ombro.

— Vem, para de enrolar — disse James, pegando os talheres de dentro do plástico.

— O quê? Você vai me dar na boca? — ela riu, os olhos fechando-se contra sua vontade.

— Você está pirada.

Talvez aquele vídeo de ASMR a tivesse dopado completamente.

Sentou-se na cama do jeito que pôde, querendo comer o mais rápido possível apenas para voltar a dormir.

— Come o frango que é principal — instruiu James — Proteína.

— Amanhã é literatura, não biologia.

Sentia que não estava dizendo coisa com coisa.

Voltou a dormir por mais algumas horas, sabendo que em alguns momentos James colocava a mão na sua testa para medir sua temperatura. É, talvez ela estivesse com um pouco de febre.

Quando acordou novamente, estava bem melhor. Já conseguia raciocinar com clareza, embora seu nariz ainda incomodasse. O pior já tinha passado. Fungou, olhando para o seu quarto que estava vazio.

Sentou-se, ainda enrolada aos cobertores. Decidiu que não tinha nada de errado em descer assim até o sofá da sala. Colocou os pés dentro das pantufas — não encontrava seus chinelos, e sabia que tinha dedo de sua mãe nessa troca. Passou pelo corredor estreito esbarrando nas paredes, como quando criança, sentindo os esbarrões amortecidos pelos tecidos que a envolviam.

— O que está fazendo fora da cama? — perguntou seu pai, ao escutar o som da televisão sendo ligada.

— Tentando não morrer de tédio — ela respondeu, tentando ajeitar-se — E mamãe?

— Deu uma saída para comprar algumas coisas, levou Petúnia junto.

O que explicava o silêncio todo da casa. Sempre que sua irmã saía, tudo ia inexplicavelmente para o seu lugar, como se fosse magia.

— Somos só nós, então — disse Lily, fungando — Nós e a televisão.

— Uma televisão entre nós.

— Um Hollyoaks entre nós.

Lily riu, fazendo uma careta.

— Credo! Não, eu não sou a Petúnia!

A campainha tocou e ele levantou-se da cadeira.

— Não mais sozinhos, pelo visto.

Assim que sentiu o vento frio, Lily espirrou.

— Melhor procurarmos algumas botas.

Ela fez uma careta para o pai, que fechou a porta, após deixar James entrar.

— Sai daqui — resmungou Lily.

— Ouviu minha filha, pode sair — Carver voltou a abrir a porta.

— Pai — ela exclamou, finalmente rindo.

— Só obedecendo ordens.

Ele deu um último olhar para os dois, antes de voltar para a mesa da cozinha, que tinha vista para a sala de estar sem dificuldades. Fingia dar uma olhada no seu jornal, bebericando um pouco de café, que cheirava forte.

— Dá para saber de onde você puxou o gosto por café — comentou James, decidindo sentar-se em uma das poltronas, em vez de no sofá com ela.

— O que é isso? — perguntou Lily, vendo que ele carregava uma sacola.

Ele estendeu para ela que, com dificuldades por estar com as mãos escondidas por baixo do edredom, abriu-o vendo alguns pacotes de jujuba.

— Você é o melhor namorado do mundo — ela disse, deitando a cabeça no braço do sofá, manhosamente.

Comendo as jujubas, começaram a passar os comerciais.

— Eu aposto que a Heineken está 10 euros por unidade — disse James.

— 10 euros é muito caro! — retrucou Lily.

— Mas é Heineken!

O comercial informou que custava 9 euros.

— Eu errei só por um! — James defendeu-se diante do olhar dela.

— Mas errou — ela disse, convencida.

— Então diz quanto que está custando esse sorvete aí! — ele apontou para a televisão.

— Eu virei dona de casa agora? Sei lá! 5 euros?

— Errou!

Lily pegou uma das almofadas e lançou na direção dele, que desviou.

— É divertido isso — comentou James — A gente nunca presta atenção, mas dá um bom passatempo...

— Sim, para quem quer morrer porque não tem o que fazer — ela retrucou.

Ele ameaçou pegar o saco de jujubas da sua mão e ela encolheu-se com as cobertas para evitar que ele conseguisse, colocando mais de uma na boca.

Não demorou muito para que sua mãe chegasse com Petúnia, e James foi para ajudá-las a carregar as sacolas até a cozinha.

— Ele vai ficar o dia inteiro aqui agora? — escutou seu pai reclamar.

— Carver! Ele está cuidando de Lily! — retrucou Doralice.

— Nós cuidamos dela muito bem!

Vendo que Petúnia já se apossava do controle sem represálias, Lily resolveu levar seu corpo molenga e o resto das jujubas direto para o seu quarto.

James seguiu-a, aproveitando que o casal ainda discutia, e não notariam onde ele estava indo. Era difícil saber como agir perto do pai de Lily, tão super protetor.

— Quer ajuda para amanhã? — ele perguntou.

— Por favor, James, não me fale de prova — pediu Lily — Eu não quero lembrar disso, só quero que essa porcaria acabe logo de uma vez.

— Eu vou trazer um chá para você.

Ela resmungou audivelmente, enquanto ele saía do quarto.

— Eu odeio chá!

Sentiu a garganta arranhar-se e tossiu com força, secamente.

Odiava ficar doente, como odiava!

— Se seu pai souber que eu te deixei entrar em casa com toda a chuva de ontem, nunca mais vai me deixar sair contigo — disse James, rindo.

Ele deu uma última mexida na xícara, antes de entregá-la. Lily sentou-se na cama, desejando que o chá tivesse gosto de jujubas, seria bem melhor.

Se triturasse as jujubas no liquidificador daria um bom suco?

Pensando nisso, tentou engolir aquele líquido tragável.

— Eu realmente não sei como você gosta disso — ela reclamou, precisando conter-se para não vomitar.

— Sua mãe disse para eu te dar esse remédio — disse James, olhando no frasco todo enrolado.

Lily encostou-se no encosto da cama, rindo da cena.

— O que foi? — ele perguntou, perdido.

— Você é um péssimo enfermeiro!

Mas era fofo, apenas não diria para não deixá-lo mais convencido.

— Prometo que isso tem um gosto melhor — ele jogou um pouco do líquido arroxeado na colher — Bem, pelo menos para você.

Ela mostrou a língua, antes de tomar o remédio.

Lily pegou o celular, que ainda mostrava a interface do YouTube, no último vídeo que tinha visto antes de dormir. Olhou o horário e espantou-se.

— Você deveria ir para casa, já são nove horas — ela disse — Ou planeja dormir aqui?

Ao olhar novamente o horário, lembrou-se do que sua mente esforçou-se para esquecer durante todo o dia: Marlene.

— Talvez, quem sabe — James brincou — Mas como saber que seu pai não é o Jason ou um simpatizante?

Lily riu, mas não conseguiu ser muito espontânea.

— O que houve? — ele perguntou.

— Estou preocupada com Marlene — ela confessou.

— O que tem Marlene?

Lily olhou-o espantada.

— Espere! Sirius não te contou?

James sentou-se em um pufe perto da cama dela.

— Ele saiu tarde de casa ontem, não disse onde iria e não voltou até eu chegar aqui — ele disse, pensativo — Mas ele já fez isso outras vezes, então não nos preocupamos tanto.

— Eu mandei uma mensagem para ele ir atrás dela — contou Lily — Ela se desentendeu com Tonks e Alice ontem, saiu daqui de casa bem tarde, de pijama e à pé.

James olhou-a desacreditado.

— Eu acho melhor procurar por eles, então. Isso é preocupante.

Ela viu-o pegar a xícara e caixa de remédio de cima da mesa de cabeceira.

— Me mande notícias.

Ele sorriu carinhosamente para ela.

— Durma.



Notas finais do capítulo

Observações do capítulo:
• Não estou brincando quando digo que vi "JK Rowling" escrito na página do Wikipedia sobre literatura inglesa. Tive que colocar, né, gente kkkkkk
• Hollyoaks é uma novela britânica. Diferente do Brasil, as novelas de lá duram por anos. Hollyoaks é uma novela estilo Malhação, polêmica, que já completa cerca de 4000 capítulos. Sim, ela ainda está passando na TV inglesa.

Já vi alguns segundos de ASMR e dei uma relaxada, mas dormir, não cheguei a esse nível. Vocês já viram algum vídeo assim?
A ideia do post it tirei de umas colegas de classe, mas elas não usam para estudar.
James todo carinhoso com a Lily. Que homão, né não? ♥



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