Trilha Sonora escrita por LEvans


Capítulo 2
Capítulo 01- With or without you


Notas iniciais do capítulo

Olááá!! Finalmente, o capítlo 1!! Ele é bem introdutório, mas já dá pra perceber que o ritmo dessa fic é um pouco diferente das que eu já escrevi. Espero que vocês gostem.
Mais detalhes, acesse meu grupo fechado no facebook, Cantinho Literário (https://www.facebook.com/groups/1779275052355810/)
Boa leitura e a gente se vê lá em baixo! ♥



A primeira vez em que eu o vi, eu tinha apenas 15 anos e, para a primeira lembrança do primeiro amor, a minha era bem traumática. Nenhuma adolescente quer encontrar com aquele carinha da escola logo após acordar, ainda mais se seus cabelos estiverem dignos de inveja da Medusa e se sua camisola ser a mais velha do seu guarda-roupa. Pois bem, aconteceu comigo.

E eu nunca amaldiçoei tanto o meu irmão por isso.

Na noite anterior, Rony havia saído para uma festa na casa de uma de suas colegas novas da escola. Eu, sendo um ano mais nova, não pude ir, e tive que aguentar calada enquanto ele fazia questão de me lembrar do principal assunto da escola durante a semana inteira: a festa que todo mundo iria, exceto eu. Assim, não tive outra escolha a não ser ver séries na minha TV e, claro, esconder seu jogo preferido do vídeo game, porque eu não iria deixar as provocações dele saírem ilesas.

Mesmo tendo ido dormir tarde, eu não o vi chegar. Pensar num Rony desesperado em busca do seu jogo preferido me fez dormir com um sorriso vitorioso nos lábios. No outro dia, no entanto, ele sumiu assim que eu desci as escadas e notei a presença de um desconhecido na mesa para o café da manhã. Ao ver olhos verdes olharem para mim e inspecionarem minha camisola ridícula, de estampa de sapinhos, meu rosto esquentou, e eu não precisava me olhar num espelho para saber que minhas bochechas haviam assumido uma coloração mais vermelha que o normal.

—Gin! Ajude o seu irmão a colocar as xícaras na mesa. Hoje temos um convidado especial conosco, não é mesmo, Harry? - disse minha mãe, acabando com qualquer possibilidade de uma fuga iminente.

—Não precisa se incomodar, Sra. Weasley - falou ele, desviando os olhos de mim.

—Ora, é claro que preciso. E me desculpe por não ter preparado nada antes, querido. Se eu soubesse que o Ronald traria um coleguinha para se juntar a nós no café, eu teria feito um bolo!

Vi Rony, o maldito, revirando os olhos frente a menção da palavra “coleguinha”.

—Vai ficar aí parada feito uma estátua ou vai me ajudar a arrumar isso aqui? - perguntou ele, me olhando raivoso enquanto esticava uma toalha em cima da mesa. Harry o ajudou, pegando as pontas do outro lado do móvel. Ele me lançou um olhar simpático, mas sua postura demonstrava que ele estava sem graça pela situação.

—Oi! - disse ele, correndo os olhos novamente pelas calças largas e gastas de minha camisola enquanto eu me aproximava calada do armário em que guardávamos as xícaras.

—Oi - respondi, embora muito rápido. Me amaldiçoei por isso. Mas, mais ainda, amaldiçoei Rony.

—Você ainda tem essa camisola ridícula? - indagou meu irmão, e fechei os olhos tentando controlar a raiva que crescia em meu interior.

Por sorte -de Rony-, mamãe me mandou fazer outra coisa e me mantive longe dele, mas não distraída o suficiente para esquecer da presença de Harry na cozinha. Eu já tinha o visto antes quando passávamos na escola de Rony para buscá-lo, e sempre havia o achado bonito com seus olhos verdes e seus óculos redondos. Ele já havia, inclusive, sido assunto da minha conversa com Luna, minha melhor amiga, mas nunca havia passado pela minha cabeça que ele pudesse ser amigo do meu irmão.

Pelo resto da manhã, em que ele ficou com a gente até seus pais passarem para buscá-lo, não proferi muitas palavras. Eu era suficientemente tímida naquela época para falar mais do que o necessário, de modo que a única palavra que troquei com ele foi um rápido e quase inaldível “claro”, quando ele me pediu para passar o pote de manteiga, o mesmo pote em que eu havia afundado meu cotovelo depois que eu me distraí ouvindo o relatório da festa a qual ele e meu irmão haviam ido. Rony me lembraria para sempre disso.

Pelo resto do ano, as únicas palavras que eu e Harry trocamos não passaram de cumprimentos. Esporadicamente ele aparecia em minha casa para jogar com Rony ou para discutir tarefas da escola, mas não tivemos conversas que durassem mais do que 2 ou 3 minutos. Eu sempre tinha desculpas para me manter longe, além disso, eu tinha a impressão que ele lembrava da minha camisola ridícula - e que eu nunca mais vesti- toda vez que me via.

Foram quase dois anos convivendo com ele para que eu finalmente me acostumasse com a sua presença sem que me rosto ficasse vermelho, ou sem que eu fizesse movimentos bruscos que pudessem resultar em piadinhas por parte de meu irmão. Ele e Rony haviam ido para a faculdade e eu já estava no último ano da escola, então era difícil tentar algo a mais com nossos horários tão incompatíveis.

É claro que, com 17, eu já havia superado minha paixonite pelo melhor amigo do meu irmão, mas Harry sempre fora bonito demais para que eu deixasse de admirá-lo, ainda que de longe. É incrível como algo deixa de ser significante para se tornar surpreendetemente banal depois de alguns anos, e o modo como eu agia na frente do melhor amigo do meu irmão se encaixa nisso. Depois de um namorado, dois breves casos de escola e um maior número de responsabilidades, eu finalmente superei qualquer tipo de vergonha que eu tinha na frente de Harry. Ele sempre me tratava da mesma maneira, parecendo não ligar para a minha timidez súbita. Além do mais, sempre gostei do fato dele nunca se meter nas minhas brigas com o Rony, mesmo que, por vezes, a errada fosse eu.

Nossa primeira conversa decente aconteceu dias antes do feriado o qual ele passaria com a gente naquele mesmo ano. Eu voltava a pé da escola quando um carro parou rente a calçada em que eu caminhava e buzinou pra mim. Reconheci o veículo de primeira, ainda mais quando Harry abaixou o vidro e acenou em minha direção.

—Que tal uma carona? - perguntou ele, descansando o braço esquerdo na janela do carro.

Sorri, me aproximando do veículo.

—Não precisa se incomodar. Não é nem caminho pra você, posso ir andando - respondi, refreando o impulso de dar a volta pelo carro e sentar no banco vago ao seu lado.  

—Não é incômodo nenhum, Gin. Entra, eu te levo.

Dei de ombros e dei a volta pelo veículo, tendo o cuidado de não bater a porta muito forte assim que me acomodei ao seu lado. Ele fechou a janela da sua porta e sorriu pra mim enquanto me ajudava a colocar o cinto de segurança.

—Você passa por aqui todos os dias? - perguntei, ao mesmo tempo em que ele acelerava o carro.

—Não, mas a outra rua está fechada. Parece que resolveram trocar o encanamento. - explicou.

Tentei manter meus olhos longe dele, mas, estranhamente, Harry dirigindo era uma visão extremamente sexy. Eu nunca havia tido a oportunidade de vê-lo no controle de um carro. Sendo filho único, ele havia ganhado o veículo assim que entrara na faculdade de engenharia, então não era como se ele dirigisse há muito tempo.

—Você se importa se a gente passar num lugar antes? - perguntou ele, depois de um minuto de silêncio durante o qual aproveitei para arrumar as mechas teimosas de meu cabelo rubro num coque frouxo. -É só para entregar o caderno de um amigo.

—Tudo bem.

—Ele esqueceu na última aula e hoje ele não pôde ir.

—Não é como se eu estivesse com pressa. - eu disse, descansando os braços em cima de minha mochila sobre minhas coxas.

—Querendo passar mais tempo longe do Rony? -quis saber, olhando pra mim quando paramos em um semáforo.

—É tão óbvio assim? - fiz careta, e ele riu.

O sinal abriu e um silêncio perdurou, mas não de uma forma incômoda. Harry parecia muito concentrado nas ruas, seguindo o endereço que constava no seu celular conectado ao console do carro, de modo que eu não me importei em apenas reparar em como ele dirigia bem. Quando finalmente chegamos em frente ao prédio que seu amigo morava, ele desafivelou o cinto que passava por seu corpo e me assegurou de que voltaria em poucos segundos.

—Por que não escolhe uma música? - ele apontou para o seu celular antes de abrir a porta e caminhar em direção a portaria do prédio.

Olhei para o aparelho considerando a oferta e pensei em não mexer em nada. No entanto, a curiosidade de saber as músicas em sua playlist me assolou, assumindo o controle da minha mão direita que, em poucos segundos, já clicava no aparelho, rolando a tela a fim de ver suas músicas. O que encontrei ali me surpreendeu. Eu não era uma garota musical, mas adorava navegar pela internet e ler as letras de canções que no outro dia eu escreveria nas últimas folhas do meu caderno nas aulas de física. Eu não sabia, no entanto, que algumas músicas presentes em meu caderno faziam também parte da playlist de Harry.

Cliquei na primeira que reconheci e aumentei o volume que antes estava baixo demais. Harry voltou no refrão.

—Pronto, agora posso levar a senhorita para casa. - brincou, voltando a afivelar o cinto de segurança. Ele olhou para o celular e sorriu ao ouvir a música que tocava - conhece U2?

—Só algumas músicas. E você? - perguntei. O ritmo da música mudou e ele começou a batucar com os dedos no volante.

—Tá brincando? É só a melhor banda de todos os tempos. -respondeu, animado. -Ainda irei num show deles. Já ouviu with or without you?

—Já. - respondi, adorando saber que tínhamos gostos parecidos -  é uma das minhas preferidas. É bem romântica, não sabia que fazia parte do seu estilo.

—Eu sou um cara romântico -disse ele, num tom zombateiro que me fez rir. - não espalha, preciso manter minha imagem de cara durão.

—Seu segredo está seguro comigo, pode deixar. -respondi, e ele me acompanhou na risada. Sua postura relaxada fez-me sentir muito mais confortável com a sua presença, de modo que não vi problemas em entrar na brincadeira também - mas Rony adoraria saber que você gosta da Taylor Swift.

Ele me olhou como se estivesse analisando a seriedade daquelas palavras antes de dobrar na próxima rua que nos levaria direto à minha casa.

—Se ele contar pra alguém, eu espalho que ele tem todos os albúns do Justin Bieber no Ipod. -brincou, e dessa vez não refreei o impulso de jogar a cabeça pra trás quando minha risada soou pelo espaço pequeno do veículo.

Nos minutos que se passaram até que ele parasse em frente a minha casa, discutimos diversas músicas. Descobri que sua playlist não era muito diferente da minha, e engatamos numa conversa na qual me rendeu diversas indicações que ocuparam o resto do meu dia. Repeti para mim mesma que o motivo de eu ter gostado de todas as músicas não era pelo fato dele ter me indicado, mas não pude conter o sorriso que teimava em permanecer em meu rosto até eu finalmente cair no sono.

O feriado que marcava o inicío do próximo mês logo chegou. Íamos viajar para uma cidade praiana e Harry viria com a gente. Tentei não parecer muito feliz quando ele me convidou para ir no seu carro junto com o Rony, e tive a chance de mostrar outras músicas para ele. Meu irmão lançou olhares estranhos na minha direção pelo retovisor, certamente estranhando aquela nossa conversa, mas ignorei todos, não querendo iniciar uma briga que provavelmente faria Harry revirar os olhos.

Passamos a maioria dos dias juntos, e me surpreendi em como Harry havia mudado comigo. Não que ele me tratasse mal antes, mas depois da nossa conversa no carro parecia que ele finalmente havia me notado, não como a menininha tímida que ficava vermelha toda vez que ele cumprimentava, mas como a Gin de 17 anos muito mais madura e, para minha completa satisfação, com o gosto musical muito parecido com o seu.

Na penultima noite do feriado, Rony e Harry resolveram que seria uma ótima ideia conhecer um dos pubs na orla da praia muito requisitados pelos turistas. Durante os últimos dias, haviamos discutido muito sobre música e bandas, mas eu não esperava que ele fosse me convidar para seu passeio nortuno junto com meu irmão, pois não éramos exatamende amigos.

—Quer ir, Gin? -perguntou ele, enquanto voltávamos a pé da praia. A casa dos parentes do meu pai não ficava muito longe da orla.

—Parece legal -respondi, tentando não parecer muito animada.

—Boa sorte tentando convencer a mamãe -disse Rony, caminhando ao nosso lado, e revirei os olhos.

—Se a um ano atrás você já podia, então eu também posso -respondi, convicta. - além do mais, a mamãe confia muito mais em mim do que em você, ninguém mandou nascer tapado.

—Mas você é uma garota, Gin!

—E você um grande bundão, o que é uma grande diferença. -Harry não segurou o riso com a minha resposta e Rony lhe lançou um olhar nada amigável.

—Ótimo, mas eu não vou carregar ninguém bêbado! -disse ele.

—Larga de ser exagerado, cara -se pronunciou Harry, e não pude conter o sorrisinho presunçoso que brotou em meus lábios. -Fala com a tia Molly, Gin. A gente sai as nove.

No fim, eu estava certa. Mamãe apenas disse para tomarmos cuidado e para eu ficar de olho em Rony. Harry fingiu sofrer de uma crise de tosse frente ao olhar de meu irmão que refletia toda a sua revolta, enquanto eu não me preocuva nem um pouco em sorrir vitoriosa em sua direção.

Passei o resto da tarde tentando escolher uma roupa. Hidratei meus cabelos e os penteei, tentando reparar o estrago causado pela água do mar. Como o pub ficava na beira da praia, resolvi deixá-los soltos, e prendi apenas uma mexa com um grampo em um dos lados da minha cabeça, de modo que meu ombro esquerdo ficasse descoberto. Quando eu finalmente revirei toda a minha mala e deixei o quarto em que eu estava num estado que beirava o lamentável, me decidi por uma saia jeans curta e uma blusinha tomara que caia. Como eu havia pegado sol mais cedo, eu estava suficientemente bronzeada para que a marquinha do biquini se sobresaisse em meu busto até minha nuca, e eu não iria deixar passar a oportunidade de mostrá-las.

Passei uma maquiagem leve no rosto, destacando meus olhos com rímel e meus lábios com um rosa suave. No pé, calcei uma rasteirinha e desci as escadas da casa, encontrando com Harry lá fora, encostado em seu carro e lindo em sua bermuda jeans e camiseta verde-água que combinava perfeitamente com a cor de seus olhos.

—Onde está o Rony? -perguntei, chamando sua atenção que, até então, era de seu celular.

Ele não me respondeu de imediato. Embora tenha tentado disfarçar e tenha sido rápido demais, notei quando suas íris me olharam dos pés a cabeça, me analisando, e tentei agir o mais naturalmente possível, feliz quando completei o caminho da varanda até seu carro sem tropeçar.

—A noiva, você quer dizer? -brincou ele, enquanto eu me apoiava ao seu lado no veículo às nossas costas. -deve estar cuidando do penteado ou, você sabe, depilando a bunda. Ele está com esperanças de mostrá-la hoje.

Não contive um riso com a sua piada, e notei seus olhos caírem em meu busto.

—Uau, parece que você finalmente conseguiu ficar bronzeada.

Coloquei uma mexa de meu cabelo para trás da orelha e dei de ombros, feliz por ele ter reparado.

—Vou aproveitar enquanto a vermelhidão não volta. Em uma semana isso aqui some. -falei, passando os dedos pelas linhas claras em minha pele.

—Você tá bonita, Gin. -o elogio me pegou completamente de surpresa, mas, apesar disso, o sorriso carinhoso em seus lábios era uma demonstração de que ele estava apenas sendo gentil e de que não havia nada além daquilo, embora estivesse dizendo a verdade. Seus olhos verdes nunca mentiam pra mim.

—Obrigada, Harry. Você também não está nada mal. Por acaso você quer conquistar alguém?

Ele fez uma careta, mas deu de ombros, como se a ideia não fosse completamente abominável. Bem, não era. Ninguém disse que Harry Potter era santo. Na verdade, ele passava bem longe disso nas noites em que ele e Rony saíam; não era como se meu irmão soubesse disfarçar o sorrisinho cínico que me fazia revirar os olhos no outro dia, e eu não era inocente o suficiente para não deduzir o motivo.

—Eu poderia te fazer a mesma pergunta. Você quer conquistar alguém, Gin? -ele me olhou, e embora seu semblante não demonstrasse seriedade, seu olhar me prendeu, como se a minha única saída fosse responder aquele questionamento.

—Bem, se eu conhecer alguém interessante… -respondi, sentindo meu rosto esquentar. - mas não estou saindo com esse propósito, se quer saber. Quero apenas me divertir.

—Uns beijos me parece muito divertido, você não acha? -por que ele estava falando de beijos? -Se você quiser, eu posso distrair seu irmão caso esse alguém interessante apareça.

—Seria muito gentil da sua parte, Harry, obrigada.

—Você está muito sugestiva, Gin. -continuou ele, e franzi o cenho frente a sua observação.

—Como assim? Por que “sugestiva”? -quis saber, bastante curiosa com o que aquilo poderia significar.

—Porque este aqui -ele esticou a mão direita e, com o indicador, tocou levemente um pouco abaixo de minha clavícula, bem em cima de uma das minhas marquinhas. -é o caminho do beijo.

Senti um arrepio com aquele toque e, inesperadamente, me senti excitada. Será que ele estava fazendo aquilo de propósito falando tão próximo a mim e tocando naquele local que eu nunca notara tão sensível até então? Meus olhos encararam os seus, mas ele sorriu, relaxado, voltando se apoiar em seu carro e consultando as horas na tela de seu celular.

Eu, no entanto, continuei calada, minha cabeça correndo atrás de uma resposta que nunca veio, pois Rony apareceu logo depois, e fui obrigada a ir no banco de trás enquanto ele se acomodava no banco dianteiro ao lado do amigo.

O ponto em minha pele que Harry havia tocado só parou de formigar quando chegamos ao nosso destino.



Notas finais do capítulo

Heeey!! Eu queria dizer, primeiramente, que o Rony ama a Gin e a Gin ama o Rony, ok? Eles só tem um modo engraçado de exteriorizar isso xD.
O que acharam da música nome do cap? Se ainda não conhece, abre já o youtube/spotify!! Essa música é linda, e vai ser muuito importante para a fic.
Bem, esse capítulo deu início a interação entre o Harry e a Gin e eu sei que pode ter parecido tudo muito rápido, mas TS nasceu como uma one e agora já tem mais de 10 capítulos prontos huahauahua.
É isso, pessoinhas. Aguardo ansiosa o comentário de vocês. Muito curiosa para saber o que vocês acharam!
Um beijo,
Giks!



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