Marota escrita por Lilypad, Natalia Wolfgang


Capítulo 12
Capitulo 12 - Dancing with myself


Notas iniciais do capítulo

Oiee!! Esse capitulo eu escrevi ouvindo dancing with myself do Billie Idol, daí o título do capitulo shaushaus. Espero que gostem!!



James

 

— Sabe que ninguém vai te levar carregada, certo? — Pergunto a Dana quando ela termina mais uma dose de cerveja amanteigada. Estamos todos no Três Vassouras na primeira visita a Hogsmeade do ano.

— Eu sou mais forte do que você pensa irmãozinho. — Ela piscou um olho e eu dou risada balançando a cabeça, porque sei que ela não é.

— Vamos Lene, por favor, na Dedos de Mel. — Lily pedia para a amiga que estava em uma conversa com Dorcas. — Vamos nós três.

— Tenho uma ideia, Lily, por que não chama o James? — sugeriu Marlene.

— Claro! Você quer ir? — Ela se virou para mim e entrelaçou o braço no meu. Que boba, como se tivesse algum lugar onde eu não quisesse ir com ela.

— Claro.

— Já vai, Prongs? — perguntou Sirius com um sorriso malicioso, Lily rolou os olhos e nós saímos do Três Vassouras.

— Quer saber eu estava mesmo te devendo um encontro de verdade. — Lily comenta distraidamente depois que saímos do bar e fica vermelha assim que percebe as palavras que saíram de sua boca.

— Quer dizer que isso é um encontro? — pergunto e sorrio, empolgado que ela esteja considerando a ideia de um encontro e paro para olhá-la, ela está vermelha e com a boca entreaberta.

— Ér... Eu... Acho que sim.

Nós dois fomos a Dedos de Mel, comemos todos os tipos de doces, andamos pelo vilarejo e dançamos sem musica ensaiando para a formatura.

— As pessoas estão nos olhando como se fossemos estranhos, James — disse Lily rindo enquanto dançávamos.

— Deixe que olhem. A professora Minerva vai ficar satisfeita, já ensaiamos para o baile de fim de ano.

— Espera. — Ela me parou e se abaixou, não tive tempo de ver o que ela estava aprontando até que ela se levantou, me jogou uma bola de neve e correu.

— Ah, você quer guerra, Evans! — Ela corria e gargalhava e eu fazia o mesmo, correndo atrás dela com uma bola de neve nas mãos. Eu estava quase a alcançando quando ela se virou com uma bola de neve nas mãos que se espatifou entre nós.

As bochechas e a ponta do nariz de Lily estavam vermelhos como seu cabelo, mas nós dois não estávamos mais rindo, o frio congelava o ar que saía de sua boca entreaberta e meus olhos se fixaram nela antes de beijá-la.

— James... — ela sussurrou.

— Lily, aceita ser minha namorada? — Acho que prendi a respiração por um momento até um sorriso se abrir nos lábios dela e ela respondeu voltando a me beijar.

 

Jordana

 

— Sabe que ninguém vai te levar carregada, certo? – Pergunta James quando estou tomando minha quinta dose de cerveja amanteigada. Estamos todos no Três Vassouras na primeira visita a Hogsmeade do ano.

— Eu sou mais forte do que você pensa irmãozinho. — Pisquei um olho. Não, eu não sou.

Quando percebo que Sirius está olhando, eu cruzo a perna e faço o olhar sexy que a Lene me ensinou, passando o dedo sobre os lábios.

— Ahm, mais pra cima Dana, está um pouco sujo. — Remus me avisa e eu limpo o bigode de espuma de cerveja amanteigada que estava em minha boca.

— O que diabos você estava fazendo? — perguntou Peter confuso.

— Passando vergonha — sussurro tentando disfarçar.

Aos poucos os nossos amigos vão saindo, em casaizinhos, James e Lily foram os primeiros, Frank e Alice, até Dorcas e Lene e Remus e Emme, até ficarmos apenas Sirius e eu no Três Vassouras, ele está dando cantadas na madame Rosmerta e as coisas estão meio turvas e duplicadas.

— Vem Black, para de ser um cachorro — digo indo até o balcão e caio na gargalhada, achando hilária aquela comparação, afinal ele é um cachorro mesmo na forma animaga e na forma humana também.

Faço um esforço tremendo para parar de rir da piada mais sem graça e ultrapassada do século. Acho que estou um pouco alterada.

— Leva sua amiga e cuida dela garoto.

— Eu tô bem, madame bonitona.

— Você está bêbada, sabe que eu vou te zoar eternamente por isso, não sabe? — diz Sirius.

— Que?! Não! Eu estou ótima, Six — eu digo alto e com a voz arrastada e passo o braço pelo pescoço dele, eu ando meio torta enquanto vamos para o castelo.

Na carruagem acho que eu cochilo um pouco no ombro dele, pois quando chegamos no castelo estou um pouco melhor.

— Espera! Como é que você estava falando para o James no Três Vassouras? — Ele caçoou e fez uma imitação boba de mim. — Eu sou mais forte pra bebida do que vocês pensam.

— Mas eu não estava... — Rebati, segurando em seu braço e antes que pudesse terminar a frase, um grupo de sonserinos vem em nossa direção, entre eles seu irmão Régulus e ele esbarra no ombro de Six com força, propositalmente. Sirius virou irritado.

— O que é? — perguntou pronto para arrumar briga.

— Ahm... Sirius. — Eu o chamo, mas ele não dá a mínima.

— Você não consegue fazer nada certo, não é? Idiota. Nós ficamos sabendo que você protegeu uma sangue ruim no Beco Diagonal. — disse Regulus sério, sem alterar o tom de voz. Sirius cerrou o punho.

— É, é isso mesmo, protegi, algum problema com isso?

— Se Mamãe soubesse estaria morrendo de vergonha.

— É mesmo? Adivinha? Eu não estou nem aí, você é o filho perfeito, não eu.

Eu, meio bêbada do jeito que estava não ia conseguir parar Sirius e ele parecia prestes a fazer uma besteira, então corri para a sala comunal procurando alguém. Encontrei James e Lily se beijando na frente da lareira.

— Eu lamento atrapalhar, lamento mesmo, mas acho que Sirius vai arrumar confusão — digo e James vai atrás dele, eu fico para explicar para Lily o que houve, eles voltam pouco tempo depois para a sala comunal, Sirius foi para o dormitório, mas James se sentou conosco.

— E então o que houve? — perguntou Lily.

— Consegui chegar antes que Sirius brigasse com o irmão, Regulus foi embora assim que me viu, eu adoro ser monitor chefe.

— É monitor chefe, mas você também tem que fazer alguns relatórios, sabia?

— Pelo menos agora eu vou ter ajuda, não é, monitora? — Ele beijou a bochecha de Lily com um sorriso malicioso e eu me levanto para ir ao meu dormitório e deixá-los sozinhos. Desvio o caminho e acabo entrando no dormitório dos garotos. Sirius está deitado, emburrado na cama dele e olhando para o teto.

— Me deixa em paz, Prongs — ele diz assim que ouve o barulho da porta.

— Não é o Prongs ou talvez seja se eu estiver fazendo o papel dele agora — digo. Não gosto de vê-lo desse jeito, apesar de saber que vai passar logo, eu quero fazer algo por ele, assim como ele fez me levando para jogar os balaços ano passado. — Tenho uma surpresa para você. Pega o mapa e me encontra daqui a meia hora, ok?

 

Sirius

 

Estou furioso, só queria quebrar a cara do Régulus, o filho melhor. E não estava a fim de sair do dormitório, provavelmente eu seria grosso com a Dana e ela ficaria chateada, mesmo assim estava curioso com o que ela estava fazendo e peguei o mapa do maroto. Encontrei o nome dela no corredor do 7º Andar, mas ela não estava lá.

A porta da Sala Precisa se abriu, então suspeitei que ela estava embaixo da capa, afinal o mapa não mente, tenho certeza disso. Entro na sala e encontro uma sala circular com chão de madeira, um rádio toca rock trouxa que eu não conheço, mas a música é muito boa.

Dana tira a capa da invisibilidade e está segurando uma garrafa de cerveja amanteigada e outra de whisky de fogo.

— Ah! Você não mudou só as roupas, virou cachaceira também — comentei irônico, sentindo meu humor melhorar pouco a pouco.

Ela se aproximou dançando e me ofereceu uma garrafa, por incrível que pareça, ela me ofereceu a garrafa de cerveja amanteigada, acho que a garota endoidou se acha que vai conseguir tomar um gole de whisky de fogo, isso é muito forte. Fico atônito quando a vejo tomar um gole direto do gargalo e dançar sozinha.

Paro de pensar e pego a garrafa dela tomando um longo gole também e danço balançando o cabelo e fazendo de conta que estou tocando guitarra.

Quando decidimos dançar juntos, ela pisa tanto no meu pé que eu agradeço por ela ser leve e não estar usando salto, ela está tão trilouca que consegue me fazer cair no chão e cai em cima de mim.

— Ops. — Ela ri.

— Tudo bem — digo e me sento, mas ela ainda está sentada em meu colo, uma perna de cada lado do meu corpo.

— Você está melhor? Eu não gosto de te ver chateado, Six. — Ela diz manhosa, abaixando o rosto, com aquelas roupas ela é algo entre fofa e sexy. Como resposta, não me contenho e a beijo, esquecendo que ela é a nossa marota, que é irmã do Prongs, uma das minhas melhores amigas.

As mãos delicadas dela estão em meu pescoço e minhas mãos em sua cintura deslizam para suas coxas, as dela em meu pescoço deslizam para meu peitoral abrindo os botões da minha camisa. Merlin! Quando Dana se tornou tão intensa? Ela não faz mais nada, porque não deixo, prendo as mãos dela em suas costas o que só deixa a situação mais sexy, mas continuo a beijá-la, provar seus lábios macios, o seu pescoço e ouvir seus suspiros. Não estou tão alcoolizado quanto ela e depois de algum tempo assim me levanto para voltarmos a dançar, me perguntando se ela vai se lembrar disso amanhã.



Notas finais do capítulo

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Desculpem qualquer errinho, espero que tenham gostado
Bjs ♥



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