MELLORY — entre Deuses e Reis escrita por Lunally, Artanis


Capítulo 18
O reino da luxuria


Notas iniciais do capítulo

Eu sei....
*foge das pedras jogadas*
Demorei um pouco, mas foi um pouco mais de um mês!
Poderia até falar aquele discurso que é culpa da faculdade/escola/trabalho/vida social (que não temos), POREM admito que foi um pouco, pouquinho, bem pequena, muito pouco por preguiça.
E também estamos sentindo saudades de vcs♥
Conversem mais com a gente, mordemos, mas não arrancamos pedaço *-*




Deuses

Não se sabe onde, nem quando, mas depois de muito tempo lá estava. Quatro Deuses emburrados, meio sem paciência juntos. Dois dragões, um leão e um cervo. Nenhum falou nada, só se encaravam com olhares rudes e inóspitos. Estavam com raiva, com carência, com esperança. Coisas não muito boas para Deuses sentirem.

Tudo estava escuro, somente a luz que irradiava do corpo das entidades se fazia presente, todos em sua forma animal, elegante e destemida. Os dragões estavam grandes, como na época medieval.

— Acho que deveríamos fazer um acordo. — propôs Caius, o cervo, meio nervoso, com medo, mas disposto a fazer o bem para seus humanos queridos, e pela sua recém-escolhida, que era adorável e tinha coragem, por mais estranho que fosse de um cidadão de Golty, um protegido dele.

—Acordo? Beneficiando quem? — Amom, o leão todo cheio de si, não aceitaria nada que o deixasse por baixo, era egocêntrico, não seria rebaixado. Ele acha que devia algo para seu povo que sofria, e pela sua dama do sol que se mostrou uma verdadeira líder, uma rainha digna de ser sua escolhida. Ele sabia que ela traria vitoria para ele.

—A todos. — respondeu Caius. — Seria um absurdo disputarmos poder agora leão.

— Esse imbecil só pensa em si, já nos — Helias falou, apontando para si e seu irmão Dhiren. — sabemos que devemos priorizar outras coisas. — sorriu todo cheio de orgulho.

O leão iria avançar em ataque no dragão, mas Dhiren entrou na frente dele. — Não vamos nos subestimar, querem acabar como depois da reunião de Kalisse? Não vamos ser ingênuos e burros outra vez. — Dhiren sabia que a geração que estava presente era promissora de confiança. Seu escolhido era bem inteligente e muito sensato, e este poderia enxergar um meio de achar a paz. Tinha confiança em seu povo, lembra-se muito bem que foi traído, porem tinha consciência de que já era passado.

— O que querem fazer então? — Amom cedeu para proposta.

— Vamos reunir eles. Fazer com que formem uma aliança. — sugeriu Caius.

— Onde vamos reunir? — Amom indagou. Achava que esse plano nem se quer teria futuro.

— Premin está e ditadura. Golty é frágil. A Mellory está perigosa, por criaturas e selvagens que nos não dominamos. — esclareceu Helias o obvio. — O meu lugar seria meu reino: Draken.

O Leão e o Cervo riram em deboche. — Acha mesmo que deixaremos você no controle? — zombou o leão.

Dhiren ficou pasmo. — Então onde? — perguntou cético.

O leão era o melhor estrategista, pensou em mil possibilidades, e 890 estavam concentradas em Draken e eram mais favoráveis de vitoria. Virou para o cervo. — Sabemos que a natureza te ama. Você pode ter controle pela Mellory. — tentou achar outra saída.

— Oh, por favor, não é tão simples assim. — contou Caius. A natureza o amava, pois ele nunca casou morte, e preservava a fauna e a flora, a natureza odiava os outros, por fazerem o contrario. Usar a natureza era a arma secreta de Caius, mas nem sempre funcionava, ele dependia da mãe natureza, e está era muito temperamental. — Posso controlar por pouco tempo, e por razões diversas. Mas quer que eles passem a morar em Mellory? Por mais que eu acalme as criaturas, tem os selvagens.

— Alguns selvagens são meus subordinados. — sussurrou Amom. — Mas nem todos.

Depois de discutirem mais sobre diversas maneiras, aceitaram reunir todos em Draken, com uma condição, não iriam interferir diretamente para causar mal ao outro. Era como uma trégua. Iriam unir ele e sugerir a paz, mas depois os seus protegidos deveriam escolher seus caminhos.

O reino da Raposa

Arthur navegava entre as fontes das ruas de seu reino que eram conectadas por pontes. Sua cidade estava melhorando, depois que invadiram reinos pequenos com a ajuda de Premin, a economia subiu, e as pessoas estavam mais contentes. O que era perfeito, a felicidade era uma coisa boa para sua Deusa, à raposa: Kalisse.

Ao seu lado tinha varias damas de seu hárem, ele era um homem luxuoso e era a favor do prazer. Desfrutava de um vinho doce com algumas comidas típicas de Findoram. Amava ficar ocioso, seu pai estava doente, e não lhe enchia o saco, sua mãe era morta então ele fazia o que quisesse. E era contente por isso.

O barco foi entrando em uma construção larga e feita de ouro, com jardins imensos. O lugar era o símbolo da ostentação. O templo de sua Deusa.

— Arthur. — falou em tom de surpresa a Deusa que estava esparramada em seu divã. Seus cabelos ruivos cacheados e jogados de forma sensual tampado seu seio direito. Seus olhos verdes penetrantes, que encantavam qualquer um. Ela era linda, o símbolo da beleza, sua pele macia e revelada, pela pouca roupa de usava, um roupão vermelho mal vestido, ela estava com as pernas cruzadas e a mostra.

— Kalisse, eu tenho informações valiosas para você. Nossos espiões estão fazendo um bom trabalho.  — atiçou a curiosidade da Deusa que esperava seu alfa vir até ela.

— Então revele logo para mim, sabe que não gosto de suspense.         

Arthur foi vagarosamente até a raposa. Ele era um homem muito sensual e bonito, seus cabelos pretos claros bem cortados de lado, seu corpo definido e os olhos verdes como os da Deusa. Era uma verdadeira disputa de beleza entre os dois.

— Premin disse que os Draken estão querendo acabar com o nosso joguinho. — Arthur brincou querendo se referir ao fato de invadirem reinos pequenos. — Estão com ciúmes e não aceitam ter alguém mais forte do que eles — sussurrou no ouvido da Deusa, ele deitou na frente dela e a olhava de forma maliciosa. Arthur queria poder, então adorava as malucas ideias de Kalisse.

— Aqueles inúteis. Não vão conseguir nada. — bracejou Kalisse. Colocou a mão na face do alfa. — Precisamos de mais poder. Invadir pequenos países não é o suficiente. — sorriu de forma travessa.

— Quer invadir um reino grande? — gargalhou Arthur, ele estava bêbado, sentia o álcool lhe dar tontura, mas nunca pararia de beber. — Não pode ser qualquer um, tem que ser um que marque. Que tal Golty?

—Magnífico! — concordou com a ideia. — Mas como, eles têm uma muralha de arvores e muitas armadilhas. Ninguém conseguiu invadir lá. — fez bico com os lábios cheios de batom rosa claro.

—Bem, Premin deve saber como. Eles são fortes, e também, toda fortaleza tem uma falha. — Arthur e Kalisse eram perfeitos uma para o outro, ambos tinham as mesmas ideias e pensamento. União mais perfeita não há.



Notas finais do capítulo

Será que mesmo com tanto poder e gloria os deuses sabem o que estão fazendo? Será que estão buscando o caminho certo? Será que os humanos vão deixar suas origens desobedientes e seguiram as entidades em seus propósitos e causas?
Todo Deus, Todo humano é bom? Mal? Certo? Errado?
Ou tudo isso depende apenas de um ponto de vista?
"depende"



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