Agora e para Sempre escrita por Light and Darkness


Capítulo 45
2 Temp - Luau e Sonhos...


Notas iniciais do capítulo

CAPITULO HOT!
Quem não gostar deste tipo de conteudo fiquem a vontade em pular para o proximo. Nada vai mudar.
Quem continuar aqui, Boa Leitura. E quem pular, atê o proximo. ; )



Me encaro no espelho, olhando de todos os angulos. 

  —Estou bonita?

 —Esta linda. - me abraça. - mas espero que saiba que em uma praia tem areia e que não combina muito com salto alto. 

 —Eu nunca desço do salto, Baby! — dou uma piscadela o fazendo rir. - pode me ajudar aqui?

 Me viro e suas mãos desengonçadas tentam abotoar a parte de tràs do vestido.

 —Como se fecha isso?

 —Não se preocupe. Depois te ensino a abrir. 

 Ele me olha pelo espelho e ri enquanto balança a cabeça em desaprovação.

 _você não tem jeito... 

 Batem na porta e Deb entra. 

 —Oi. Arthur, os garotos estão là fora. 

 —Você esta me expulsando do meu quarto?

 —Exatamente. Vaza que quero conversar com a Helena. 

 Revira os olhos e sai. 

 Debotah fica um tempo calada, abotoando meu vestido. 

 —Voltei com Miguel. 

 —Que legal! - a olho, mas em vez de encontra-la feliz, a encontro me encarando seria. 

 —Ele me contou que se beijaram. 

 —Deb eu... 

 —Você jà sabe porque terminamos. Sempre foi você, Helena. Ele ainda gosta da patricinha.

 —Eu disse a ele que eu amo o Arthur. Não tem mais volta. 

 —Perdoei porque o amo. E ele disse que aprenderia a sentir o mesmo. E confio porque sei que você nunca deixaria meu irmão. Espero que eu esteja certa, Helena. 

 —Tivemos nossas desavenças, do passado. Mas não agora. Não quero te fazer nenhum mal e sei que você tambem não. 

 Abaixa a cabeça e concorda. 

 —Esta certo. Desculpe. 

 A abraço. Saimos do quarto e todos me encaram. 

 —Você esta na praia Helena. - avisa Bruno. 

 —Eu sei. 

 —Então por que esta assim?

 —Porque eu sou linda. - todos ri. 

 Saimos da casa e meus saltos automaticamente afundam na areia. 

 Gabi e meu irmão riem da cena. 

 —Tire o salto, amor. - pede Arthur. 

 —Não. Nunca!

 Levanto a cabeça, arrumo a postura e empino o nariz. 

 Ando com dificuldade atê cair de bunda, o que faz todo mundo cair na gargalhada. 

 —Me ajudem agora, e não riam de mim! 

 Arthur me oferece a mão, enquanto segura o riso. 

 Me levanta. 

 Tiro meus sapatos e meus pés tão delicados tocam a areia. Solto um grito e pulo no colo do meu namorado. 

 —Que nojo! 

 —Parece que a patricinha voltou! - o solto e respiro fundo. 

 —Vocês são otimos

 

amigos! - falo sarcastica, andando atê a fogueira. 

 Miguel e Guilherme a montaram para passarmos a noite aqui fora. 

 —Hey! - Gabi me chama ejoga areia em mim. Solto um grito, toda suja.

 Ela apenas ri. 

 —Você não fez isso! - sai correndo e eu faço mesmo. 

 Rimos enquanto corremos em circulos atê caimos, rindo. 

 —Você é uma imbecil!

 —Tambem te amo, amiga. - rimos mais uma vez e nos juntamos ao pessoal em volta da fogueira.

 —Com licença? - fala um homem de um grupo. - podemos nos juntar a vocês?. Temos um violão.

 ----

 

Sabe já faz tempo que eu queria te falar Das coisas que trago no peito Saudade, já não sei se a palavra certa para usar Ainda lembro do seu jeito

 

 Miguel e Deborah se levantam e começam a dançar ao som da voz de Micael, o cantor. 

 Arthur se levanta me oferencendo a mão.

 —Isto é serio?

 —Eu não sei dançar mas posso me esforçar um pouco. - sorrio e ele me ajuda a levantar.

 Suas mãos seguram em minha cintura e as minhas abraçam seu pescoço.

Não te trago ouro, Porque ele não entra no céu E nenhuma riqueza deste mundo Não te trago flores Porque elas secam e caem ao chão Te trago os meus versos simples Mas que fiz de coração

 

 —Eu nada para te dar... - sussurra em meu ouvido. - Mas posso te fazer feliz.

 —É muito mais do que eu preciso. - sussurro de volta. 

 

 Sabe já faz tempo que eu queria te falar Das coisas que trago no peito Saudade, já não sei se a palavra certa para usar Ainda lembro do seu jeito

 

Nossos corpos se mexem em cincronia com o ritmo.

 —Quero ficar com você assim para sempre. 

 —Vai ficar. 

 Não te trago ouro Porque ele não entra no céu E nenhuma riqueza deste mundo Não te trago flores Porque elas secam e caem ao chão Te trago os meus versos simples Mas que fiz de coração

 

A musica acaba e o pessoal aplaude. 

 Arthur me beija delicadamente. 

 —Vem comigo? - assente e o puxo pela mão de volta a casa de praia.

 Entramos no quarto e nos olhamos por um tempo. Olho no olho.

 Pego sua mão e guio para minha bunda. 

 —Eu sou apenas sua. - seu peito desce e sobe. 

 Beijo seus labios calmamente. 

 —Tire minha roupa, Arthur. - peço com a voz mais sensual que posso.

 Suas mãos tremulas tocam o tecido do vestido sem saber o que fazer. 

 O instruo a descer as alças do vestido e a peça escorrega pelo meu corpo. 

 Me  observa e suas mãos gelidas tocam minha barriga nua.

 —Faça o que quiser. 

 O guio atê a cama e me deito. Fica por cima apenas me olhando. 

 —Tem certeza?

 —Sim. Toda a certeza.

 Sorrio e o beijo com ternura.

 Tiro meu sutiã e ele prende a respiração.

 Sua enorme mão se encaixa em meu seio direito e o massageia.

 —É bom? - pergunto sorrindo, ao ver sua expressão.

 —Sim. É. 

 Solto um riso o que o faz corar.

 Faço mensão de levantar sua camisa mas ele me para. 

 —Não, por favor...

 —O que foi?. Esta tudo bem. Não precisa ficar assim. 

 Acariscio sua buchecha. 

 Me deixa levantar sua camisa e eu encaro seu corpo. Abdomem e peitoral definidos, braços fortes. 

 —Uau...

 Passo a mão sentindo os musculos enquanto ele beija e deixa mordidas em meu pescoço. 

 Meus dedos chegam atê sua calça. 

 —Helena eu não...

 —Você confia em mim? - balança a cabeça. - então me deixa te fazer homem. Meu homem. E me faça sua mulher. - em vez de responder, me beija. 

 Abaixo sua calça atê a coxa. Sua cueca é simples mas o deixa sexy. 

 —Posso? - assente com os olhos fechados. 

 Minha mão adentra e finalmente toca seu orgão. O estimulo, o que faz com que Arthur solte um gemido baixo.

 Tira algo do bolso. 

 —Você tem um preservativo? - pergunto ao ver o plastico cinza. 

 —Miguel. Ele me deu. 

 —O que? Como assim?

 —E me disse o que fazer. 

 Ele sorri sem graça.

 —Parece que você esta me ensinando melhor que ele. - rimos e nos beijando. 

 Colocamos com facilidade o preservativo. Guio seu pênis atê minha entrada. 

 —Só relaxe. 

 —Eu... Eu não sei o que fazer. 

 —Amor faça o que sente vontade. - entra devagar me fazendo gemer baixo. 

 Seus olhos se fecham e ele abre a boca gemendo de um jeito sexy e rouco. 

 Fica um tempo parado mas começa a se mexer nos fazendo gemer em cincronia. 

 Mordo seu queixo e ele aperts minha cintura. 

 Seu corpo entra em modo selvagem e ele começa chupar meus seios como se soubesse o que fazer a muito tempo. 

 —Eu te amo... - diz entre beijos e gemidos. - eu te amo tanto.

 Sorrio.

 Minhas unhas arranham suas costas e seu abdomem o que com certeza vai deixar marcas.

 Minutos depois chegamos ao nosso litimite e Arthur cai ao meu lado, ofegante. 

 Deito a cabeça em seu peito e ele me abraça, beijando minha testa. 

 Dormimos assim. Sem dizer nada, pois as atitudes jà dizem tudo.

 



Notas finais do capítulo

O que acharam?



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