Collide escrita por Allie Próvier


Capítulo 33
33. Erros


Notas iniciais do capítulo

Dessa vez eu demorei, hein? hahahaha. É que meu aniversário foi ontem (19 anos, socorro) e nessa semana fui viajar, então o tempo foi corrido.
Mas espero que gostem desse capítulo. Para algumas leitoras, um momento muito esperado finalmente vai acontecer, hahaha. ♥




CAPÍTULO 33

 

Oh, eu sei como sentir. Eu sei que o amor existe.

Mas ele está dormindo com os peixes lá em Atlântida.

Oh, meu Senhor, onde está a minha alma?

Como nós terminamos assim?

Bridgit Mendler - Atlantis

 

   Falei para Eve e Jack que já voltava e levantei automaticamente, cruzando o estabelecimento e indo na direção de Benjamin. Ele não notou minha presença até eu parar ao seu lado. Ele olhou para cima e flagrou-me.

— Allison Jones. – ele disse devagar, sorrindo de canto. – Que prazer vê-la.

— O prazer é todo meu, Sr. Punhos de Aço. – falei, sentando no outro lado da mesa, de frente para ele.

   Benjamin riu, deixando o cardápio de lado e apoiando os cotovelos sobre a mesa, me olhando carinhosamente. Aos poucos seu sorriso enfraqueceu.

— Eu sinto muito por aquilo. – ele disse. – Quero dizer, sinto muito por você. Não pelo olho dele.

   Dei de ombros, sorrindo um pouco para tranquiliza-lo. Eu realmente não queria falar disso.

— O que faz aqui sozinho? – perguntei fugindo do assunto e ele pareceu perceber. – É o último dia de aula, imaginei que Benjamin O’Neil já estaria se preparando para uma super festa para comemorar.

— É... – ele balançou levemente a cabeça de um lado para o outro, parecendo desanimado. – Não estou tão animado quanto deveria. Não sei, as coisas parecem meio...

   Sua frase ficou no ar, enquanto seu olhar fixava na rua do lado de fora, através da janela. Mordi o lábio inferior. Ele parecia chateado com algo. Realmente chateado.

— Onde está Mia? – perguntei. – Eu não a vi no colégio hoje.

— Ela foi ver o pai. – ele respondeu. – Foi ajeitar algumas coisas para a mudança. Voltará apenas para a formatura.

— Oh.

   Benjamin suspirou, passando as mãos no rosto. Pela primeira vez, eu percebi o quanto ele se importava com ela e toda essa situação. Eles eram um casal lindo, de qualquer forma. Mesmo eu, que passei tanto tempo apaixonada por ele, admitia isso. Mas não havia nada que eu pudesse falar que resolvesse a situação, então permaneci calada.

— Quer ir à uma festa comigo hoje à noite? – ele perguntou de repente e eu o olhei surpresa. – A maioria do pessoal do colégio vai, é em comemoração ao fim das aulas... Vai ser legal. O que acha?

— Quer me usar como substituta, O’Neil? – brinquei e ele riu comigo, balançando a cabeça negativamente.

— Não, não é isso. – ele disse, ainda sorrindo levemente. – Seria legal ir com você. Só nos tornamos amigos agora, no último minuto. Uma forma de repor o tempo perdido, talvez?

   Assenti, aceitando o convite. O pedido dele chegou na hora e eu resolvi deixa-lo comer em paz. Nos despedimos e voltei para minha mesa. Eve e Jack me olhavam curiosos e desconfiados.

— Temos uma festa para ir hoje. – falei.

— A do Joseph? – Jack perguntou.

   Eu fiquei olhando-o por 3 segundos e por fim dei de ombros.

— Não sei, só sei que é uma festa. – respondi, fazendo-o rir da minha lerdeza. – Parece que o colégio inteiro vai. Vamos?

— Vamos. – Eve decretou, batendo na mesa. – Hoje eu quero ficar bem bêbada para comemorar.

   Revirei os olhos, mas sorri diante de sua animação. E logo nossos hambúrgueres chegaram e não tivemos mais tempo para conversa.

   Eu só esperava que essa festa fosse divertida. Se todos do colégio iriam, talvez fosse legal. Mas isso logo me fez lembrar que se todos do colégio iriam, obviamente Daniel também estaria lá. Limpei o canto dos lábios com um guardanapo, enquanto olhava para a rua distraída. Seria estranho se eu aparecesse com Benjamin e ele estivesse lá. Ele poderia entender errado, ou...

   Mas o que isso importa? Não éramos nada um do outro. Eu consegui estragar o que tinha, afinal. Nós conseguimos.

   Suspirei, largando o hambúrguer na mesa e passando as mãos no rosto. Eu não posso pensar, não posso pensar, não posso pensar. Sempre que penso, vem tudo de novo e eu me sinto uma tremenda idiota.

— Vai começar mais uma sessão de martírio, arrependimento e choro? – Eve perguntou, arregalando um pouco os olhos para mim, realmente atenta e preocupada. – Se sim, me avise, por favor.

   Sorri fracamente, balançando a cabeça negativamente. Só Deus sabe o que Eve teve que aguentar nesses últimos dias. Em um minuto eu estava rindo, e no outro começava a chorar descontroladamente e falava coisas sem sentido. Eu não queria me arrepender; eu terminei tudo justamente para não me arrepender mais a frente. Eu e Daniel nos aprofundamos demais, fomos longe demais. Eu estava prestes a cair num abismo e não sabia como seria a queda. Eu me sentia tão exposta com ele, tão vulnerável. Mas é irônico olhar para mim agora – aparentemente bem por fora, mas quebrada por dentro – e ver que estou pior do que antes.

   Porque antes, os momentos bons superavam os ruins e eu tinha sua presença. Agora não há mais nada. E a vergonha é maior por saber que foi escolha minha. Mas foi a melhor escolha, certo?

   De qualquer forma, não importava mais. Eu ia tocar a minha vida e é isso.

(...)

   A casa estava abarrotada de gente.

   Eu não sei a quem ela pertencia, não fazia ideia de quem era o dono da festa, mas ele sabia como dar uma. Quando chegamos, Benjamin estava na entrada. Percebi que ele já estava levemente alcoolizado, mas apenas o suficiente para ficar risonho. Ele abriu os braços ao me ver, sorridente e receptivo. O abracei rapidamente e logo ele cumprimentou Eve e Jack, que estavam atrás de mim.

— Venham, vou mostrar pra vocês onde estão as bebidas! – ele disse alto, devido ao volume da música que tocava.

    Nós o seguimos e no caminho cumprimentamos algumas pessoas. Avistei Yui e Jane sentadas em um grande sofá com outras pessoas e elas acenaram rapidamente para mim. Acenei de volta e logo Benjamin colocava garrafas em nossas mãos.

— Eu vi alguns amigos meus perto da piscina. – Jack disse para mim. – Vou dar um pulo lá, ok?

   Assenti e Eve o acompanhou. Não sei se era impressão minha, mas eles pareciam querer me deixar sozinha com Benjamin. Estranhei, já que Eve nunca gostou dele.

— Vamos jogar alguma coisa. – Ben disse, segurando meu pulso delicadamente e me puxando em direção a área externa. – Aposto que você é boa em ping-pong.

   Fiz uma careta para ele, fazendo-o rir.

— Sinto lhe desapontar, Benjamin, mas... – fingi estremecer. – Minha coordenação é péssima.

— Não deve ser tão ruim. – ele duvidou.

— Quer que eu prove? – sorri. – Só não vale filmar.

   Não sei por quanto tempo fiquei jogando com ele e um grupo de pessoas que estavam rodeando a mesa, mas foi divertido. Perdi em todas, obviamente, mas me diverti. Benjamin já estava mais alcoolizado do que eu e diversas vezes se apoiava em mim, e eu percebi que já estava na hora de ele parar. Ninguém parecia ligar.

   Deixei meu copo quase vazio em cima de uma mesa e rodeei meu braço na cintura de Benjamin, já que ele já havia jogado um braço sobre os meus ombros e eu tinha que aguentar um pouco do seu peso.

— Benjamin, não acha que está na hora de largar essa garrafa? – perguntei, tentando me manter equilibrada para conseguir mantê-lo de pé.

— Não, eu tô bem. – ele disse, levantando as mãos e se soltando de mim, mas tropeçando miseravelmente nos próprios pés. Consegui puxá-lo a tempo e ele voltou a se apoiar em mim. – Ou não.

— Acho melhor você parar. – falei, tirando a garrafa de sua mão e deixando-a em um canto qualquer, ignorando a cara de insatisfação dele. – Vem, vamos procurar água para você.

— Não... – ele gemeu, frustrado. – Me leva pra algum lugar calmo. Essa música tá fazendo um eco fodido na minha cabeça.

   Sua voz ia diminuindo de tom ao fim, e eu percebi que ele realmente não estava bem. Olhei ao redor, tentando encontrar um lugar “calmo”. O interior da casa parecia ainda mais lotado e eu nem queria imaginar no que os quartos haviam sido transformados, então resolvi leva-lo para o jardim que havia em frente à casa. O local estava com algumas pessoas sentadas, mas não muitas. A música chegava bem fraca lá, então estava mais calmo. Benjamin se jogou na grama e deitou, abrindo os braços e respirando fundo.

   Sorri, pasma. Nunca na minha vida eu imaginaria que estaria em uma festa com Benjamin O’Neil totalmente bêbado. Céus, no que minha vida se tornou.

   Senti meu celular vibrar na bolsa e vi que se tratava de mensagens de Eve.

   “Aonde você se meteu, garota? Num minuto você estava passando vergonha no ping-pong e no outro evaporou.”

   “Estou no jardim da frente. Benjamin está passando mal.”

   “Wow. Qualquer coisa me avise que iremos ir pra aí.”

   “Ok.”

   Benjamin gemeu e eu guardei o celular na bolsa, voltando minha atenção para ele enquanto sentava ao seu lado na grama úmida de sereno.

— Desculpe por isso, Ally. – ele disse com a voz embolada. – Pode ir curtir a festa, logo eu ficarei bem.

— Não, está tudo bem. – eu o tranquilizei. – Eu também estou cansada daquele barulho.

— Você é bem divertida. – ele disse aleatoriamente, com um sorriso lento se formando nos lábios enquanto me observava ainda deitado. – Onde esteve escondendo esse seu lado?

— Em lugar algum. – sorri. – E eu não chego a ser divertida. Engraçadinha, talvez.

— Não, você é divertida. – ele deu um tapinha leve em meu joelho, como se sua observação fosse definitiva. – Não é à toa que o idiota do meu primo se apaixonou por você.

   Senti a fisgada leve no peito, mas tentei disfarçar. Desviei o olhar de Benjamin e, de repente, ele começou a sentar com dificuldade.

— Essa cara novamente. – ele resmungou. – Me desculpe por falar disso de novo.

— Tudo bem. – dei de ombros. – É melhor você deitar, ainda está tonto.

— Você merece alguém que não te faça ficar com essa expressão. – ele me ignorou, tocando minha testa com o dedo indicador. Arqueei as sobrancelhas, surpresa. – Alguém que te faça sorrir e todas essas coisas.

   Sorri levemente, sem ter o que dizer. Voltei a olhar para frente, desconcertada com a proximidade de Benjamin. Não era ruim tê-lo próximo, mas também não era confortável tê-lo tão próximo assim. Eu podia sentir sua respiração em meu ombro e seu olhar sobre mim.

Bridgit Mendler - Atlantis

— Ally, eu... – ele murmurou, com a voz embolada e a expressão confusa. – Eu admito que eu sempre senti algo por você, mas não sei exatamente o que é.

— Oi? – eu ri, olhando-o desacreditada. – Você bebeu demais, Benjamin.

— Não, é sério. – ele disse, tentando parecer sóbrio, enquanto segurava minhas duas mãos entre as suas. Eu sentia que se eu assoprasse em seu rosto, ele cairia para trás na hora. – Tem algo em você que sempre me atraiu, mas eu nunca soube o que era. E agora que nós meio que nos aproximamos, eu...

   Fiquei olhando-o embasbacada, com uma sobrancelha levantada e querendo fugir daquela situação. Ter Benjamin bêbado me dizendo aquelas coisas não era a coisa mais romântica do mundo. Tampouco fazia sentido. Mas até um tempo atrás eu sonhava com algo do tipo, e agora... O que mudou?

— Eu posso tentar uma coisa? – ele perguntou com a voz rouca. – Será rápido.

— Benjamin, do que você est...

   E ele me beijou.

   Na boca.

   Deixa eu dizer uma coisa para vocês: ele beija bem. Seus lábios tinham um gosto de menta misturado com um leve amargo da cerveja, mas não era ruim. E tinha sua mão em minha nuca e todas essas coisas. Ele também cheira bem, seu perfume tem um leve tom amadeirado, mas algo bem comum. E no meio disso, eu me peguei imaginando que era exatamente isso que eu queria. Era isso que eu queria esconder que desejava com todas as minhas forças, era disso que eu falava com Eve, esse era o momento que eu acreditava que me traria felicidade plena e toda aquela história de adolescente boba que é apaixonada pelo cara maravilhoso e inacessível do colégio. Era isso que eu fantasiava quando via Benjamin correndo pela quadra. Era isso que ele fazia com Mia e eu desejava que fizesse comigo.

   Eu esperei tanto, tanto, tanto por isso. Mas, apesar disso, tudo o que eu senti nesse momento foi...

   Nada.

   Um grande e oco nada.

   Porque faltava tudo. E apesar de tentar empurrar isso para o fundo da minha mente e ignorar o que sentia, me fazer de cega e estúpida, eu sabia o que era esse tudo. E isso não incluía Benjamin e sua mão que agora descia para a minha cintura e eu senti uma vontade absurda de empurrá-la para longe. Não o fiz, mas coloquei uma mão em seu peito e o empurrei um pouco para trás, separando-o de mim. Ele me olhou confuso, com os olhos semicerrados como se estivesse acabado de acordar.

— O que foi? – ele perguntou.

— É que isso foi... – minha voz morreu aos poucos, eu não sabia como explicar.

   Eu não fazia ideia de que situação era aquela. Era a coisa mais improvável e sem sentido que aconteceu comigo até agora. Suspirei, voltando meu corpo para frente. E foi aí que eu paralisei.

   Daniel estava na calçada da casa, com as mãos nos bolsos da jaqueta e os olhos cravados em nós dois, sem piscar. Arregalei os olhos, sentindo meu coração quase sair pela boca. Ele piscou rapidamente e desviou o olhar de nós, parecendo desnorteado. Fiquei de pé num átimo e dei três passos em sua direção. Seu olhar cravou nos meus e eu parei no meio do caminho.

— Não. – ele disse, duro.

— Daniel...

   Ele engoliu em seco e me deu as costas. Senti uma vontade absurda de chorar. Eu era mesmo uma idiota, meu Deus. Voltei a andar até ele a passos rápidos, vendo-o ir em direção ao seu carro, no outro lado da rua.

— Daniel, espera...! – puxei-o pelo pulso, mas ele se desvencilhou com força.

— Não precisa me dar explicações, Allison. – ele sorriu amargo, tirando as chaves do bolso do jeans. – Você sabe o que faz, não é?

— Na verdade, não. – falei rapidamente. – Para falar a verdade eu não faço ideia do que eu estou fazendo, eu... Eu... Eu acho que...

— Eu não quero saber. – ele abriu a porta do carro e minhas mãos agarraram a barra de sua jaqueta automaticamente.

— Deixa eu explicar!

— Não, Allison! – ele praticamente gritou, puxando sua roupa para si. – Resolva suas merdas sozinha! Do que adianta eu ouvir suas dúvidas se você nunca resolve nada?!

   Engoli em seco, sentindo minha respiração ficar presa. Eu nunca o havia visto tão irritado antes, não comigo. Eu sentia que estava tudo escapando das minhas mãos e eu não fazia ideia do que fazer com tudo isso.

— Conversamos quando você souber o que dizer. – ele disse, desviando o olhar do meu e mirando em algo atrás de mim, provavelmente Benjamin. – Mas parece que você já sabe o que quer.

   Não tive forças para falar absolutamente nada quando ele entrou em seu carro e deu partida. Abracei a mim mesma, tentando controlar minha respiração. Meu coração batia descompassado. Olhei para trás e vi Benjamin no meio da calçada, observando tudo. E quando ele abriu a boca para falar algo, rapidamente virou-se para os arbustos e vomitou.

   Eu sou uma idiota.

(...)

   O dia seguinte amanheceu com um sol escaldante.

   Virei meu corpo na cama e encarei o teto, sentindo minha cabeça pulsar de dor. Meu celular vibrou pela décima vez naquele minuto e eu decidi que era hora de olhar o que era, antes que enlouquecesse com o barulho de notificações.

   Eram mensagens de Eve e Benjamin.

   Eve: “Como você está? Tomou os remédios que comprei pra você? Me responde assim que der.”

   “E precisamos conversar sobre ontem. Mas quando você estiver melhor, é claro.”

   Benjamin: “Ally, me desculpe por tudo aquilo. Eu não sei o que deu em mim. Espero que não esteja me odiando ou algo do tipo.”

   Joguei o celular para o lado e afundei o rosto no travesseiro, desejando que ele me engolisse. Respirei fundo, sentindo-me ainda pior do que nos dias anteriores. Talvez fosse a bebida. Álcool nos deixa bem mais sensíveis a tudo. Ou talvez seja aquela velha coisa chamada ARREPENDIMENTO. E também VERGONHA.

   Eu não queria falar com nenhum deles. Não queria dar explicações à Eve, não queria ter que lidar com Benjamin. Eu queria sumir e esquecer de toda a merda dos últimos dias. E quando meu celular vibrou novamente eu já me preparava para joga-lo pela janela, até que vi de quem era a mensagem. Era do meu pai.

   “Como está, querida? Sentimos sua falta. Quando poderá vir nos ver novamente?”

   Fiquei olhando para a tela do celular por alguns segundos antes de responde-lo. Suspirei, enquanto digitava a mensagem.

   “Hoje. Devo chegar depois do almoço.”

   Deixei o celular de lado e fiquei de pé, tentando ignorar a dor de cabeça e o enjoo absurdos que me abateram. Lavei o rosto e prendi o cabelo, indo arrumar minha bolsa de viagem antes que desistisse. Eu sentia cada molécula do meu corpo implorar pela cama, mas eu não aguentaria ficar ali. Não aguentaria ficar enfurnada no apartamento, sozinha com meus pensamentos confusos e as mensagens de todo me cobrando respostas.

   E quando meu pai me mandou uma resposta animada dizendo que estava arrumando tudo e me esperando, eu soube que talvez aquela fosse a melhor escolha que eu fiz nos últimos dias.



Notas finais do capítulo

AHHHHHH. Cadê as shippers de Bally? hahahaha.
O que acharam do capítulo? Muitas acharam que a Ally foi uma insensível com o Dan no último capítulo, outras acham que eles tinham mesmo que dar um tempo... Eu concordo com as duas coisas, hahahaha. Mas coisas ainda irão acontecer, então vamos ver.
Ah, e faltam cerca de 4 ou 5 capítulos para acabar essa 1ª temporada, gente. Quem aí já tá nervouso(a)? Tô me tremendo toda de ansiedade, hahahaha. ♥
Logo trarei o próximo capítulo! (e prometo que o "logo" será logo mesmo, hahaha)
Bjbjbjbjbjbjbj



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