Percabeth e... escrita por G a b i


Capítulo 31
Epílogo


Notas iniciais do capítulo

OLHA A SURPRESA AQUI, GENTEEEEE :)
Olá, pessoas lindas que fazem a G a b i feliz mais do que quando ela dorme até o meio dia no domingo!
Diretamente de Valhalla, porque eu estou morta: YASMIM, MUITO OBRIGADA POR RECOMENDAR A FANFIC! Recomendação de número 11, eu tô bem morta mesmooooo ksdodjekdsl
Esse epílogo nunca esteve nos meus planos. O que vai acontecer aqui nunca esteve nos meus planos. O que eu tinha em mente (desde o ano passado quando comecei a escrever essa fic) era acabar tudo no capítulo 30. Porém, a voz dos leitores é a voz de Zeus. E... Sim, eu fiz o que vocês tanto pediram ao longo dos comentários! Me amem, porque eu já amo todos vocês jsodjekeç
APROVEITEM ESSE CAPÍTULO, AMORES DA MINHA LIFE! Nos vemos nas notas finais :)



 

Percy's POV 

Nós estávamos casados há quase sete meses quando ela me deu a notícia.  

O lugar escolhido foi o mesmo para o qual nós havíamos ido depois da festa do nosso casamento.  

Sheep Meadow. 

Ela disse que tinha uma surpresa para mim. Uma novidade para me contar. 

Então me arrastou para o Central Park às 21 horas de um sábado. 

A noite estava clara devido a lua cheia que brilhava no céu. 

Ela pediu para que eu me sentasse sobre o gramado de Sheep Meadow como quando fizemos naquela madrugada depois que nos casamos. 

Eu estava ansioso. E curioso, para dizer a verdade. 

Nos sentamos um de frente para o outro sobre o gramado. E então ela pediu para que eu segurasse as mãos dela. 

Depois, sorrindo, ela fez com que minhas mãos tocassem a barriga dela. 

E foi exatamente nesse momento que eu agradeci aos deuses por estar sentado, senão eu provavelmente teria desmaiado com a notícia. 

Quando ela disse que estava esperando um bebê e que estava feliz de poder realizar o meu sonho de ser pai, tudo o que eu consegui dizer foi que eu a amava. 

Eu a agradeci por aquela ser a melhor notícia que eu já havia recebido em toda a minha vida. E... eu lembro que depois eu não consegui conter o meu choro. Ela estava grávida. E eu poderia jurar que eu era o cara mais feliz do mundo. 

— Você chorou, pai? — Ele deu uma risadinha enquanto anotava algumas coisas em seu caderno da escola. 

— É, eu chorei porque fiquei muito feliz com a notícia. Mas essa parte você não precisa escrever aí. 

— Tarde demais. Eu já escrevi. — Gargalhou. — Agora eu preciso saber o que o meu nome significa e por que você e a mamãe escolheram esse nome pra mim. — Explicou enquanto virava a folha do caderno. 

— Que tipo de tarefa de casa é essa? — Questionei. 

— Na verdade é um trabalho de história. E eu preciso fazer uma apresentação sobre isso na segunda-feira na frente da sala toda. 

— Ah, entendi. Bom, sobre o seu nome... — fiz uma pausa tentando me lembrar — Ele vem do... Como é que é mesmo?  

— Pai... 

— Espera, eu sei! 

— Você não está com cara de quem sabe. — Ele riu. — Melhor eu chamar a mamãe pra me explicar. 

— Chamar a mamãe para quê? — Annabeth apareceu na sala segurando uma bacia cheia de pipocas e sentou-se ao meu lado no sofá. 

— Papai não sabe o que significa o meu nome e eu preciso saber para escrever aqui. — Ele apontou para o caderno. — Tenho uma apresentação na próxima aula. — Explicou. 

— Hey, eu sei o que seu nome significa! — Protestei. — Eu só estou meio esquecido nesse momento. 

Annabeth gargalhou. 

— Dê um desconto para o seu pai. Afinal escolhemos o seu nome faz dez anos atrás. 

— Obrigado, Annie. — Sorri. — Espera, você não quer dizer que eu estou ficando velho, quer? 

Ela revirou os olhos e jogou algumas pipocas na boca. 

— Pare de ser dramático! — Riu. — Então, filho... — Annie começou — Posso começar a explicar e você vai anotando? 

— Sim, mãe. — Assentiu. 

— Benjamin vem do hebraico. E significa "o filho da felicidade". — Annabeth disse. 

— Ah, eu sabia que tinha algo a ver com ser feliz! Só não lembrava que vinha do arábico. 

Ben gargalhou acompanhado de sua mãe. 

— O que foi? — Perguntei. 

— É hebraico, pai. Não arábico! 

— Você é igualzinho a sua mãe. Adora ficar me corrigindo. — Fingi estar ofendido. 

— Admita que você precisa das nossas correções. — Annabeth riu e voltou a comer mais pipocas. 

— É, talvez seja bom ter dois intelectuais em casa. — Ri. 

— Ah! — Benjamin exclamou. — Agora falta a última parte. — Voltou a virar a folha do caderno para ler. — Como escolheram esse nome e por quê? 

— Ah, essa eu sei! — Disse. 

— Ok, vamos deixar essa com o seu pai, Ben. — Annabeth sorriu. 

Nosso filho pegou o lápis e se preparou para começar a anotar as últimas informações para o trabalho da escola. 

— Nós procuramos as opções de nomes na Internet. Quando descobrimos que você seria um menino logo já começamos a pesquisa. A única coisa que tínhamos certeza era de que estávamos muito felizes com a sua chegada. Então sua mãe deu a ideia de procurarmos nomes que tivessem algo relacionado à felicidade. 

Benjamin prestava atenção em cada palavra que eu dizia e anotava tudo muito rápido. Nessas horas eu ficava grato por ele ter puxado esse lado inteligente e aplicado de Annabeth. 

— Benjamin foi um dos primeiros nomes que apareceram na nossa pesquisa. — Annie completou. — E como nós dois achamos o nome bonito e o significado era exatamente o que seu pai e eu sentíamos em relação a você, acabamos optando por lhe dar esse nome. 

— Gostei! — Ele exclamou. — Benjamin Jackson soa bem pra mim. 

Annabeth e eu rimos do jeito dele. 

— O filho da felicidade. — Disse Annabeth. 

— É, isso soa bem para mim também. — Sorri e baguncei os cabelos loiros de Ben. 

Depois de guardar seus materiais na mochila, ele levantou-se do tapete da sala e começou a andar em direção a seu quarto. 

— Ben, espera. — Annabeth o chamou. — Por que está fazendo todas as tarefas hoje se o sábado ainda nem começou? 

Ele me olhou e sorriu. 

Soltei uma piscadela em resposta. 

— Amanhã papai vai me levar para treinar no parque. E domingo vamos ao jogo. — Sorriu, animado. 

— Ah, bem que eu deveria ter desconfiado que o baseball estava envolvido nisso tudo. — Annie riu. 

— Vou tomar banho. — Ben avisou. — Depois podemos assistir Bob Esponja juntos? 

— Claro. — Concordei. — Qualquer problema com o chuveiro pode me chamar. 

— Acho melhor não, pai! — E assim, dando risada, Ben seguiu pelo corredor, deixando Annie e eu a sós na sala de estar. 

*** 

— Não vai fazer mal se você comer essa pipoca toda?  

— Eu estava com desejo, Percy! Faria mal se eu não comesse. — Annabeth riu. Depois largou a bacia de pipocas quase vazia sobre a mesinha de centro. 

— Quando vamos contar a ele? 

— Vocês irão ao Central Park amanhã, certo? 

— Sim, de manhã. — Confirmei. 

— O que acha de contarmos a ele da mesma maneira que eu contei a você há 10 anos? 

— Ótima ideia. — Acariciei a barriga dela. — Mal posso esperar para ver a reação dele. 

— Aposto que aqueles olhinhos verdes vão brilhar de entusiasmo assim como os seus brilharam. — Annabeth sorriu e me puxou para um beijo. 

*** 

Annabeth's POV 

Às 9 horas da manhã Ben já estava acordado e devidamente vestido para seu dia de treino com Percy.  

Nem ao menos havia tomado o café da manhã, mas o antigo taco de baseball do pai já estava em suas mãos. 

— Benjamin, largue esse taco e venha comer. — O chamei. 

— Tô ansioso pra treinar, mãe. Desculpe.  

Ele deixou o taco em cima do sofá e se encaminhou até a bancada da cozinha, onde sentou-se em um dos banquinhos altos. 

— Está desculpado. — Sorri. — Vai querer o quê? 

— Cereal com leite. 

Revirei os olhos. Ben tinha a mesma mania de Percy. 

— Não sei por que eu ainda pergunto. — Ri. — Em qual tigela? 

— Na azul-claro, aquela da última coleção. — Percy respondeu, adentrando a cozinha e sentando-se ao lado de Ben. 

— Eu estava falando com o Benjamin. 

— É, e eu ia escolher essa tigela! — Nosso filho exclamou. 

— Tudo bem, tudo bem... — Percy levantou as mãos em forma de rendição. — Annie, você pode me servir na tigela verde-escuro. Aquela da... 

— Segunda coleção! — Ben completou a frase do pai. 

— Ótimo, agora eu tenho dois malucos por cereais e tigelas vivendo na mesma casa que eu! 

Eles riram e fizeram um aperto de mão maluco que eles sempre faziam. 

— Aqui está. — Disse, colocando as tigelas sobre a bancada. — Cereal com leite na tigela azul para o Ben. — Ele sorriu. — E cereal com leite na tigela verde para o Percy. 

— Nós te amamos, mamãe. Obrigado. — Benjamin riu. 

— É, nós te amamos, Annie. Obrigado. — Percy repetiu. 

— Vocês são uns interesseiros, isso sim! — Gargalhei. — Agora comam logo, estou animada para esse passeio no parque! — Pisquei para Percy, que assentiu. 

— Você vai adorar a surpresa que temos pra você, Ben! — Disse Percy. 

*** 

Era difícil dizer qual dos dois estava mais suado ou com as bochechas mais rosadas.  

Benjamin tinha os cabelos loiros encharcados de suor grudados na testa; Percy não estava muito diferente. Os cabelos escuros molhados de suor e totalmente desgrenhados. 

Aqueles dois realmente levavam os treinamentos muito a sério. 

Ofegantes e completamente exaustos, Percy e Ben sentaram-se ao meu lado sobre a grama. 

— Você pode segurar, mãe? — Ben perguntou, se referindo ao taco de baseball e a bola. 

Assenti, guardando as coisas na bolsa esportiva que havíamos levado. 

— Aqui, beba um pouco d'água. — Entreguei a garrafa para ele. — Deuses, vocês dois estão encharcados de suor! 

— O treinamento foi intenso, amor. — Percy riu.  

Joguei outra garrafa de água para ele. 

— Cansados demais para andar até Sheep Meadow? — Questionei. 

Ben negou com a cabeça enquanto bebia sua água. 

— Nós aguentamos qualquer coisa, não é, filho? — Percy perguntou após beber quase toda sua água. 

— Já descansei, mãe! — Benjamin se pôs de pé, animado. — Pega! — Atirou a garrafa em minha direção.  

— Ok, vamos lá, então! — Levantei-me também. — Vamos, Percy. Ben parece estar animado para saber sobre a novidade que temos. 

*** 

— Por que temos que sentar assim, mãe? Tem gente olhando. — Ben sussurrou parecendo um pouco envergonhado. 

— Sentar bem pertinho uns dos outros e de pernas cruzadas faz parte do ritual, filho. — Percy explicou. 

— Vocês estão me assustando.  

Percy e eu nos olhamos e rimos. 

— Pronto pra ouvir a novidade, Ben? — Perguntei. 

— Sim. — Balançou a cabeça, afirmando. 

— Percy, me dê sua mão direita. — Pedi, e assim ele o fez. — Agora você, Benjamin. Me dê sua mão direita também.  

Com as mãos de Ben e Percy sobre as minhas eu as direcionei sobre a minha barriga. 

Ben arregalou os olhos e começou a olhar a sua volta. Ele parecia estar se dando conta de que aquela cena estava ficando muito parecida com a que Percy havia descrito para ele no dia anterior, quando ele fazia seu trabalho da escola. 

Percy sorria enquanto observava o filho. 

— Hm, o nome desse lugar é... — Ben começou. 

Sheep Meadow. — Disse Percy, rindo. 

— Mamãe, você está... 

Assenti e fiz com que as mãos de Percy e Ben acariciassem minha barriga. 

— Grávida, Ben. — Sorri. — Benjamin Jackson vai ganhar uma irmãzinha. 

— Você contou igual como contou para o papai! — Ele sorriu e levantou do seu lugar chegando mais perto de mim. — Eu sempre quis ter uma irmã pra eu cuidar. Vou ser como o  super-herói dela. Ela vai me adorar! — Percy e eu rimos enquanto Ben se pendurava em meu pescoço e me dava um beijo estalado na bochecha. 

— Hey, calma aí, cara! — Percy se manifestou. — Quem disse que o herói aqui é você? — Perguntou, rindo. 

— Eu sou, porque aprendi com o melhor. Você. — Ben me soltou e depois foi a vez de Percy tê-lo pendurado em seu pescoço. 

— Precisamos ir! — Ele exclamou, levantando-se. 

— Aonde, meu filho? Se acalme. Por que você tem que ser assim tão agitado? — Percy questionou. 

— Eu tô feliz! Precisamos ir pesquisar alguns nomes de meninas! — Ben começou a me puxar pela mão para que eu levantasse e assim eu o fiz. 

— E quais os nomes que você pensou? — Perguntei. 

— Não sei. Mas agora eu entendo o que o papai quis dizer! 

— O que você entende? — Percy perguntou, já de pé e entrelaçando sua mão a minha. 

— A felicidade de ter um bebê vindo!  

Percy e eu rimos. 

— Você gostou da notícia, não é? — Perguntei. 

— Eu adorei, mãe! — Exclamou com um sorriso no rosto. — Já sei! 

— O quê? — Percy e eu perguntamos em uníssono.  

— O nome da minha irmã tem que ter algo a ver com isso de felicidade. Porque é o que nós somos, não é? Felizes. — Os olhinhos verdes dele brilhavam iguais aos de Percy. 

— Sim, nós somos muito felizes, Ben. — Sorri. 

— E você e a sua irmãzinha que está aqui dentro são a prova disso. — Percy acariciou minha barriga e depois me deu um beijo rápido. 

Então Benjamin saiu correndo pelo parque comigo e Percy o seguindo. 

Os cabelos loiros balançando com o vento e ele gritando algo sobre "eu vou ter uma irmãzinha!" 

E se tinha uma coisa de que eu tinha certeza naquele momento era que a felicidade fazia mesmo parte de nós.



Notas finais do capítulo

Gostaram da surpresa? Vocês foram tão insistentes que eu fui obrigada a escrever sobre os filhos de Percabeth haha
Não esqueçam de deixar o comentário de vocês, hein? Último capítulo da fanfic... Eu PRECISO de todo mundo comentando, gente. PRECISO saber o que vocês acharam da fanfic de um modo geral. Dá até tempo dos fantasminhas se manifestarem pelo menos uma vezinha só. Ainda da tempo de favoritar a fic e/ou recomendar... Enfim, eu vou ficar aqui esperando ansiosamente a opinião de vocês sobre o meu "trabalho final".

Agora eis aqui os meus agradecimentos *carinha chorosa*
— Obrigada a quem comentou. Desde quem comentou uma única vez, até quem comentou em todos os capítulos.
— Obrigada a quem adicionou aos acompanhamentos (114 até agora), a quem favoritou, a quem recomendou.
— Obrigada a quem leu a fanfic mesmo não tendo conta no site. E obrigada até mesmo aos fantasminhas.
— Obrigada pelas mais de 15.000 vizualizações no geral (até agora).
Mas, principalmente, MUITO OBRIGADA POR SEREM VOCÊS! MUITO OBRIGADA POR EXISTIREM!
Eu vou ser eternamente grata por TUDO o que vocês fizeram por mim e pela minha fanfic. Se eu cheguei até aqui, se a fanfic teve todo esse reconhecimento, eu devo tudo isso a vocês. MUITO OBRIGADA ainda é pouco diante de todo o carinho que eu recebi ao longo dessa história. Tenham certeza de que vocês me fizeram a pessoa mais feliz do mundo. Cada elogio, cada demonstração de afeto, todas as vezes que vocês me apoiaram... Gente, isso não tem preço. Vocês fizeram o meu trabalho valer a pena.
Vocês me fizeram ter orgulho de mim mesma e da minha história. Vocês fizeram de mim uma pessoa mais feliz.
MUITÍSSIMO OBRIGADA, DO FUNDO DO MEU CORAÇÃO. Essa história só foi o que foi porque vocês são os melhores leitores do mundo e deram uma chance para a minha escrita.
Uma palavra, ou melhor, duas: ORGULHO E GRATIDÃO. Orgulho de nós que conseguimos levar essa fanfic até aqui. Gratidão a vocês, por terem perdido tempo das suas vidas lendo o que eu escrevo e por terem me incentivado desde o primeiro capítulo postado.
Sintam-se TODOS abraçados. Vocês, de uma forma ou outra, já fazem parte da minha vidinha-de-escritora-de-fanfics.
Eu amo todos vocês!
Nos vemos nos comentários. Sim, eu não vou cansar de repetir que a opinião de vocês é o que realmente importa. E cada comentário significa o mundo pra mim.
Mais uma vez: Muitíssimo obrigada por tudo!
Nos vemos por aí. Numa fanfic ou outra. Ou nas Mensagens Privadas da vida.
Com todo o meu amor, lágrimas e um sorriso de gratidão e orgulho na cara...
Xoxo,
G a b i.

(De 17/12/2015 à 13/04/2016)