Harry Potter e o Orbe dos Universos escrita por RedHead


Capítulo 19
Lottie, Ronald e Hermione


Notas iniciais do capítulo

Gente, TERÇA FEIRA! Mas nem deu tempo de criar expectativas né? :D

Mas antes de qualquer coisa queria agradecer de todo meu coração pra Dalila Evans (antiga Catherine :)~ ) que me presenteou com uma recomendação maravilhosa e cheia de emoção! Muito obrigada, gata, significa o mundo pra mim!

Mas sem enrolações hoje, vamos ao capítulo. Boa leitura!

LEIAM AS NOTAS FINAIS!!! :3



Harry descobriu que estava completamente incomunicável com seu universo de origem. Ele pensou em usar os espelhos gêmeos que ele usava com Gina, mas eles só mostravam uma superfície leitosa. Ele só esperava que não ficassem desesperados e que Gina entendesse que dessa vez foi o problema que veio até ele, e ele não pode fazer nada para dizer não.

Hogwarts, embora estivesse muito diferente, mantinha a mesma aura que possuía em todo fim de ano. Aparentemente o tempo corria igual nesses dois universos, e em poucos dias seria natal. As aulas estavam obviamente suspensas devido ao feriado, pois a maioria dos estudantes havia voltado para casa. Harry descobriu que o corpo docente era muito diferente do que em seu universo. As aulas de Poções eram dadas por Lily; Tonks e Sirius ajudavam a professora McGonagall nas aulas de Transfiguração; até mesmo James era um dos professores de DCAT, e ainda dava aulas de vôo para os que queriam aprender, embora os torneios de quadribol não acontecessem há muitos anos. Muitos alunos que se formavam e queriam ajudar acabavam tomando Hogsmeade como lar, já que a proteção do castelo passou a envolver o vilarejo também.

Harry foi instalado em um dos quartos perto do caminho para a cozinha, que estava desocupado havia décadas, mas os elfos o deixaram muito confortável. Ele estava ansioso para conhecer Ron e Mione desse universo, mas não os encontrou em lugar nenhum no passeio que deu com Dumbledore para que se familiarizasse com a nova realidade do castelo. Ele havia planejado tomar um banho e descer para jantar com os outros e quem sabe encontrar os amigos, mas estava tão cansado que deitou na cama e só acordou no outro dia, suado e ofegante, como sempre acordava após o sonho com o orbe negro.

Ainda era cedo quando ele saiu de seus novos aposentos, e isso se refletia no salão principal quase vazio. Apenas alguns alunos desconhecidos já estavam tomando café, mas ele reconheceu Lottie na extremidade da mesa da Grifinória, e seguiu até o seu encontro.

— Parece que gostou da cama, Harry. – Lottie o comprimentou sorridente, mas teve que completar ao ver a expressão confusa de Harry – O seu cabelo... Está como se você tivesse acabado de acordar.

— Oh, ele é sempre assim, nunca consegui coloca-lo no lugar. – Harry riu sem graça, não sabendo bem como agir nessa situação. Havia tanto que ele queria saber.

— Eu sei que não podemos te perguntar coisas do tipo quem você é, certo? – Harry acenou a cabeça positivamente – Mas será que posso te perguntar sobre de onde você veio? A idéia de um mundo que não esteja nas garras de Voldemort parece tão surreal!

Harry sorriu antes de começar a falar. Ele descobriu que conversar com Lottie era muito fácil, e que eles se entendiam bem. Imaginou que deveria ser alguma coisa a ver com o fato de serem irmãos, mas a verdade é que ele não poderia realmente saber. Depois de muitas perguntas respondidas por ele, foi Harry quem começou a fazê-las. Ele perguntou sobre essa realidade, sobre os pais e Sirius, e da vida dela. Lottie contou que também era ótima em quadribol, por mais que não houvesse times oficiais na escola, e que ela e Tonks eram melhores amigas, embora a metamorfomaga passasse muito tempo em missões. As horas passaram sem que Harry percebesse, e quando o salão começou a encher, Lottie o chamou para andarem pelo castelo, assim poderiam conversar melhor. Ela respondia com detalhes todas as perguntas que ele fazia sobre os pais, e Harry desconfiava que ela suspeitasse de sua real identidade, mas estava grato que ela não forçou a barra em momento nenhum para descobrir mais sobre seu passado.

Eles estavam passando pela tapeçaria das bruxas desdentadas do terceiro andar quando Harry quase foi atropelado por um enorme quadrúpede que veio trotando na direção dos dois. Ele teve que olhar duas vezes para ter certeza, mas ele realmente tinha visto um cervo de nariz vermelho passando.

— Pa... Senhor Potter? – Harry se amaldiçoou internamente pelo deslize, ele viu Lottie o olhar de canto de olho, desconfiada. – O cervo saltitante parou assim que ouviu a voz de Harry e se transformou em bruxo de novo, vindo em direção dos jovens com um sorriso esperançoso no rosto.

— Olá Harry, vi que a Lottie está te explicando sobre nosso mundo. – Harry viu James olhar para um ponto acima de seu ombro antes de se dirigir novamente a ele – Estou aqui, Lils! Como... como você soube?

— Bom dia, crianças. Soube o que James? – Harry sentiu seu peito afundar quando viu a mãe dar um beijo em Lottie e parar no meio do caminho até ele. Ele sentia que ela segurou o instinto de repetir o gesto nele, mas não sabia se estava satisfeito ou triste que ela tivesse desistido. – Soube o que James?

— Harry me reconheceu em minha forma animaga. – James olhava esperançoso para Harry, como uma criança prestes a abrir um presente.

— Eu... É que... – Harry passou as mãos instintivamente nos cabelos bagunçando-os, e o pulo que o coração de James deu foi visível. Pela segunda vez em menos de cinco minutos, Harry se amaldiçoou – No meu universo é conhecido por alguns que você é um animago.

— E não é qualquer veado que tem nariz vermelho pai. – Lottie veio em ajuda de Harry, que sentiu uma grande onda de afeição pela menina. – Além disso, o nariz vermelho era muito mais legal quando eu era pequena, e por último... seu nariz continua vermelho e redondo.

— Cervo, Lottie, cervo! Você tem conversado muito com o Sirius! – O olhar de Harry encontrou com o de Lily por alguns segundos, ela o observava com intensidade, mas assim que eles se encararam, ela mudou a expressão para um pedido de desculpas mudo pela atitude do marido – E você não quer que eu acabe com uma tradição dessas, não é? Todo ano...

— Você transfigura seu nariz e anda por Hogwarts como Rodolfo, a rena do nariz vermelho, nós sabemos. – Lily pegou a própria varinha e desfez o feitiço, deixando o rosto do marido como deveria ser - Mas acho que dessa vez você poderia fazer uma exceção e almoçar conosco como um pai de família normal. Espero que nos acompanhe, Harry. – Lily o olhou cautelosamente, como se tivesse medo que ele saísse correndo dali a qualquer segundo.

Aquele foi um dos almoços mais memoráveis que Harry já teve. Não pela comida, mas por poder compartilhá-lo com seus pais. Lily e James estavam se esforçando muito para não cruzarem a linha, e Harry sentia-se mal por coloca-los nessa situação, mas se eles soubessem quem ele era, tudo ficaria mais difícil. Sirius chegou no meio da refeição e se sentou com eles, o que deixou a atmosfera um pouco mais leve, ele e Lottie quase se engasgaram de tanto rir com as piadas e músicas obcenas que James e Sirius interpretavam. Eles foram os últimos a se levantar da mesa, e só o fizeram por um chamado de Dumbledore.

James, Lily e Sirius se separaram de Harry e Lottie no meio do caminho, pois precisariam levar para a reunião alguns mapas e papeis que deveriam ser separados, com isso os dois jovens seguiram lado a lado pelos corredores, ainda sorridentes discutindo técnicas de Quadribol. Quando viraram em um corredor do quarto andar, o coração de Harry começou a bater mais rápido ao reconhecer o casal que vinha em direção a eles.

Ronald e Hermione desse universo eram muito diferentes dos que Harry considerava como melhores amigos. Ronald vestia calças e jaqueta de couro de dragão, enquanto seu cabelo e barba eram tão curtos que mais pareciam uma penuguem. Já Hermione estava quase irreconhecível sem seu característico cabelo desgrenhado, os cachos dela eram brilhantes e controlados, caindo como uma cascata castanha e encaracolada pelas suas costas. Mas o que mais deixou Harry irrequieto, era o olhar dos dois, metódico e calculista, o estudando de longe.

— E aí, galera. – Lottie pegou Harry pelo braço e o arrastou até Ronald e Hermione, alheia do olhar desconfiado que eles dirigiam à Harry. – Como vocês não estavam aqui ontem não sabem da novidade, esse é o Harry, o cara do Dumbledore.

— Ah, sim. – a expressão de Hermione suavizou na hora, e ela se adiantou para cumprimenta-lo. Harry nunca havia vivido algo tão estranho antes, ser apresentado a alguém que “era” sua melhor amiga, mas que ao mesmo tempo, não era. – Seja bem vindo, Harry! Espero que não esteja muito bravo conosco...

— Tem certeza que Dumbledore fez o feitiço certo? – Os três jovens se viraram para ouvir Ronald, que ainda estava parado a alguns passos atrás – Duvido que dure vinte segundos em um duelo contra Voldemort.

Harry ficou olhando incrédulo para Ronald enquanto ele falava. O Ronald desse universo era brusco, desconfiado e muito arrogante. Se não fosse o choque, Harry já teria mandado ele mudar a expressão de desprezo no rosto sardento, mas Lottie foi mais rápida.

— Ah, Ronald, não comece com esse seu mau humor. Meu dia estava ótimo até você abrir a boca. – Harry reparou surpreso que Ronald realmente se calou e parecia até levemente envergonhado, por mais que tentasse esconder isso. – Você é um cara legal, não sei porque precisa agir como um panaca às vezes! – Tendo dito isso, Lottie pegou o braço de Harry e Hermione e seguiu com eles até a sala do diretor, deixando Ronald para trás.

— Por favor não julgue Ronald pela primeira impressão – Hermione se dirigiu a Harry com um pedido de desculpas. – Ele é muito desconfiado, e só a Lottie consegue colocar ele no lugar.

Harry somente assentiu, observando a expressão raivosa no rosto delicado de Lottie. Ele mal reparou no caminho que fizeram, e Hermione precisou chama-lo para que ele percebesse que já haviam chegado até a gárgula que guardava a entrada do escritório do professor. Ele conseguiu digerir muitas coisas nessas horas desde que chegou, mas ele nunca poderia imaginar que um dia ele sentiria essa enorme antipatia pelo melhor amigo. Se bem que, pensou Harry, ele não era o Ron, seu melhor amigo. Não realmente.

***

— Voldemort tem um enorme complexo de grandeza. – Harry falava para os membros da Ordem que se amontoaram na sala circular do diretor – Ele sempre procura apagar os vestígios de seu passado próprio, e destacar seus antepassados. Os objetos onde ele depositou sua alma não são coisas simples ou que poderiam passar despercebidas, eles precisam ser objetos mágicos de grande valor e significado, para que os que olhem saibam do seu poder. – Ele sentia os olhos de todos em si, e ficou um pouco curioso ao ver que era Ronald, e não Hermione, quem estava fazendo anotações do que ele falava. – Voldemort nasceu Tom Riddle, mestiço filho de pai trouxa e mãe bruxa. Ele despreza suas raízes trouxas, mas também não possui nenhum respeito pela mãe, já que ela morreu em seu parto. Sua história pessoal é longa, mas acho melhor começarmos pelas horcruxes. – Harry se virou para o quadro negro que Dumbledore colocou na sala e passou a escrever. – Enquanto ele ainda estava em Hogwarts, Riddle escreveu em um diário. Em algum momento de sua vida escolar, ele abriu a Câmara Secreta...

— Impossível, ela não existe. – Ronald interrompeu Harry, chamando a atenção de todos. – Embora essa câmara seja citada em Hogwarts, uma história – Harry manteve o rosto impassível, mas essa era a prova concreta que ele precisava para se convencer de que aquele ruivo alto e forte na sua frente não era o seu melhor amigo Ron – os maiores bruxos e bruxas da história procuraram por ela, sem sucesso!

— Eu já estive nela, sua entrada é pelo banheiro feminino do segundo andar. – Harry falou calmamente, por mais que sua vontade fosse de tirar o olhar arrogante do rosto de Ronald a base de murros.

— O banheiro da Murta-que-Geme? – Lottie falou horrorizada, olhando incrédula para Harry.

— Sim, inclusive, ela foi a primeira vítima de Riddle, e sua morte transformou um diário na primeira horcrux. Ele a matou com um basilisco, o monstro que vive dentro da câmara. – Uma chuva de perguntas caiu sobre Harry, que decidiu que o sistema de levantar mãos pouparia muito o tempo e a paciência de todos.

— Se você esteve mesmo na câmara, como diz... Como escapou do basislisco? – Novamente Harry lutou contra a vontade de bater em Ronald. – Você tinha, como disse, doze anos.

— Eu o matei com a espada de Gryffindor. Ela apareceu para mim por meio do chapéu seletor. – Quase todos os presentes o olharam como se ele estivesse enlouquecido, até que Mcgonagall confirmou a história.

— ...Fico orgulhosa de ver que o herói que derrotará o Lord das Trevas é um verdadeiro grifinório.- Ela sorria levemente para ele enquanto falava. – Me surpreende, senhor Weasley, que não se lembre dessa passagem de Hogwarts, uma história.

— Continuando... – Harry se virou para que não vissem sua expressão de satisfação com o olhar de vergonha que Ronald deu à professora. – Primeiro, o caderno, com a morte da Murta-que-Geme. Alguns anos depois, ele achou sua família por parte de pai, os Gaunt. Foi com a morte do avô, Marvolo Gaunt, que Harry transformou o anel da família em mais uma Horcrux. – Ele escreveu isso no quadro também, enumerando os objetos. – Em seus últimos anos de estudante, Riddle pôs mãos no Diadema de Rowena Ravenclaw.

— Mas... ele está perdido. Como isso foi possível? – Lily perguntou com a testa franzida, obviamente impressionada.

— O fantasma conhecido como Dama Cinzenta se chamava em vida Helena Ravenclaw. – o espanto foi geral, até mesmo Moody soltou um palavrão – Ela roubou o diadema da mãe e o escondeu em uma floresta na Albânia antes de ser assassinada. Tom Riddle a manipulou friamente para descobrir onde ela o escondeu. – Harry deixou que todos digerissem a história contada antes de continuar. – Depois de formado, Riddle foi trabalhar em uma loja de penhores, surpreendendo a todos, já que ele era um aluno genial. Mas seu objetivo nunca foi dinheiro, ou uma carreira, e nessa loja ele tinha contato com pessoas que vendiam e compravam os artefatos que ele procurava. Tanto que foi assim que ele conheceu sua quarta vítima, uma herdeira de Helga Hufflepuff, que possuía uma taça da fundadora, que viria a se tornar sua quarta horcrux. Para sua felicidade, essa senhora também havia posse do Medalhão de Slytherin, que um dia pertenceu a sua família. Como não havia mais ninguém na casa para matar, Riddle matou um mendigo que encontrou na rua e fez sua quinta horcrux.

— Isso é doentio. – Sirius estava pálido, e olhava para Harry com os olhos duros. – Como é possível que ele ainda esteja vivo?

— O corpo dele vive como deveria, Sirius – Dumbledore pediu a palavra – Mas não sua alma. Quando se faz uma horcrux, a alma se divide ao meio para que metade dela se prenda a um objeto. No caso de Voldemort, ele foi dividindo o que lhe restava metade a metade, exponencialmente, tornando a parcela de alma que ainda reside em si fina, quebradiça. É um jeito de se encarar a imortalidade, sim, mas não acredito que ainda haja muita humanidade nele. – Todos os presentes se entreolharam em silêncio, absortos na explicação de Dumbledore, inclusive Harry, tanto que o diretor teve que pigarrear para que ele continuasse.

— Sim, claro. – Harry limpou a garganta e escreveu mais umas palavras no quadro – Aí entra a parte complicada... – Harry suspirou enquanto se virava para os pais e os encarava nos olhos sem saber direito como falar. – Voldemort ficou sabendo de uma profecia...

— Por isso nos escondemos. – James passou o braço pelos ombros da esposa, que já tinha os olhos marejados.

— A morte do filho de vocês era destinada para a sexta e última horcrux. – Harry fechou os olhos para não ver o rosto da mãe enquanto falava essas palavras, mas seus ouvidos não puderam deixar de ouvir o suspiro de dor e choro que ela soltou. Harry sentia o coração pesado de dor ao ver a mãe em tamanho desespero e não contar-lhe a verdade, mas ainda assim foi até ela, tomando suas mãos finas nas suas – Por favor... Entendo a dor que deve estar sentindo. Mas... – Ele mordeu a língua para não falar mais do que deveria – Eu sinto muito. – Lily fixou seus olhos verdes no de Harry antes de acenar minimamente e envolve-lo em um abraço. Harry quase desabou nessa hora, mas Dumbledore os interrompeu polidamente, e pediu que Harry terminasse seu relato.

— A história fica complicada a partir daí – Harry voltou ao quadro negro com muita dificuldade – Porque nessa noite, em que os Potter morreram, Voldemort desapareceu por muitos anos em meu universo. – Harry se forçou a dar entender que todos os Potter morreram naquela noite, na esperança que seus pais e Lottie não investigassem sobre seu passado – Portanto ele só conseguiu fazer sua sexta horcrux anos depois, quando voltou ao poder com ajuda de seus antigos aliados. – Harry não viu mal em distorcer um pouco a história. Como o bebê Harry estava morto, o pedaço de alma de Voldemort nunca entrou nele. – No meu universo, a sexta horcrux, feita após seu retorno foi sua cobra de estimação, que mostrava sua ligação com Slytherin. Agora... Como ele foi bem sucedido no atentado ao pequeno Harry – ele se virou e desenhou um grande ponto de interrogação mesmo que não houvesse necessidade, apenas para não ter que olhar nos olhos da sua família enquanto falava. – Ele também deve ter sido bem sucedido em criar sua sexta horcrux aquela noite, e não sabemos nada sobre o objeto que ele possa ter usado.

O silêncio e a tensão que caíram no ambiente estavam tão densos que poderiam ser cortados com uma faca. Todos estavam cabisbaixos, assustados com a verdadeira história do assassinato do pequeno bebê Potter. Havia medo na expressão de todos, e até mesmo Moody perdeu a fala por algum tempo, antes de se levantar e seguir até Harry e o quadro negro.

— Um diário, um anel, uma tiara, uma taça, um medalhão, e sabe-se lá o que um maníaco homicida possa ter escolhido como brinquedinho extra. – Tanto seu olho comum quanto o mágico encaravam Harry – Você deve ter vivido o suficiente para dez vidas, rapaz.

— Mas ainda não sabemos onde eles possam estar. – Hermione chamou a atenção de Harry com a mão levantada, o que a deixou levemente parecida com a Mione que Harry conhecia. – Por onde vamos começar?

— Assim como Dumbledore – Harry se recostou na escrivaninha do diretor, permitindo que um sorriso tímido tomasse seus lábios – Eu também tenho meus palpites.



Notas finais do capítulo

EIIIITA!!! Pra quem perguntava onde estariam os outros componentes do trio de ouro... Eles chegaram! Quero só chamar atenção pra uma coisa: Repararam que eu os chamei de Ronald e Hermione, ao contrário de Ron e Mione? É intencional, pra gente saber distinguir quem é quem.

Eeeee mais uma coisa: VOCÊS SÃO MARAVILHOSOS, SEMPRE COMENTANDO E LENDO!!!! Mas gente, vocês estão me alcançando :O

Queria propor o seguinte:
1- Capítulo novo toda terça
2- NOVE comentários no último capítulo postado, posto um novo.
3- DOZE comentários nesse segundo capítulo da semana posto um novo.
4- QUINZE comentários nesse terceiro, um novo... e assim por diante ;)

Espero suas respostas



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