Como Fazer Nossos Pais se Apaixonarem? escrita por Influenza


Capítulo 2
Beijo de amor verdadeiro???


Notas iniciais do capítulo

Oi genteeeeeee!!! ^^ Me desculpem a demora. Olha, eu estou muito feliz! Tanto pelos comentários, quanto pelo número de acompanhamentos,já tenho mais de 50 acompanhamentos! Obrigada, gente, vocês me deixam muito feliz ^^
Vamos aos outros agradecimentos? Quero agradecer a sarinha, rya uzumaki, Elinor Sinclair, Shinobi Uzumaki, th4y4n3, DaniiHyuuga, Lumos Glow, Emiko Nekokayo e Kurara por comentarem no anterior, eu adorei mesmo ^^ (Desculpem se eu escrevi o nome de alguém errado)
Esse capítulo é quando eles descobrem como é que eles vão voltar, então espero que gostem e boa leitura! ^^



Boruto e Himawari estavam seguindo para a biblioteca, com cautela,claro, afinal não queriam ser notados pois isso poderia alterar drasticamente o futuro. Porém... Estavam um pouco perdidos.

– Onii-chan, a biblioteca é por ali, certo? – Pergunta Himawari para seu irmão, e o mesmo estava com uma cara emburrada.

– Não sei, Hima! Eu nunca entrei em uma biblioteca na minha vida, sabe por que? Porque elas são muito chatas! – Reclamou Boruto.

– Não são chatas! Elas são lugares de aprendizado,onde as pessoas vão para conseguir conhecimento, onii-chan! – Explicou Himawari, já perdendo a paciência.

– É só um amontoado de livros, Himawari! – Diz Boruto.

Himawari olhou para o irmão com uma expressão assustadora, o byakugan ativado, e com seus dedos, indicador e médio levantados, um tipo de ataque do clã Hyuuga que Himawari aprendera com sua mãe, depois de... De assustar todos em sua casa, inclusive deixar seu pai inconsciente por ter recebido um ataque de Himawari, sem querer, claro, e deixar seu irmão morrendo de medo, apenas por causa de um ursinho de pelúcia, que Boruto rasgou sem querer quando eram menores.

– Boruto... Nós vamos para a biblioteca, e eu já estou cansada de ouvir suas reclamações.

– C-c-claro, H-Hima, eu vou a b-b-blioteca sem re-reclamar mais d-de n-nada! – Diz Boruto, se lembrando do ocorrido de anos atrás, situação na qual ele jamais sentira tanto medo,nem mesmo em missões ninja ele sentiu tanto medo quanto naquela época. Ele fez um juramento depois de se desculpar com Himawari: Nunca, JAMAIS, impedir a Himawari de levar seus bichinhos de pelúcia para passear (Ou irritá-la).

Eles andaram muito a procura da biblioteca de Konoha, sem seram notados, pelo menos era o que eles imaginavam. Eles sentiam que estavam sendo observados, e rápidamente acharam a pessoa, mas ela estava sob a sombra das árvores, e ainda por cima de costas, não poderiam saber quem era. No mesmo instante que se viraram, o ninja se teleportou, e a única coisa que puderam ver, foi um único olho vermelho, com três tomoe.

– Onii-chan... Quem era aquele? – Pergutou Himawari, claramente assustada. Ela pode ser muito, muito MESMO, assustadora quando ela quer, mas como qualquer um, ela também sente medo, provavelmente achou que era um ninja renegado, ou pior (Tem pior?).

– Não sei, Hima, mas se alguém tentar te machucar, é morte na certa. – Garantiu Boruto, com uma expressão ameaçadoramente ameaçadora (?). – Mas, esse olho é muito familiar pra mim, me lembra o Sharingan da Sarada e do meu mestre.

Saber que aquele homem tinha o sharingan só fez Himawari ficar mais assustada, pois sabia que o Sharingan é uma kekkei genkai extremamente forte.

– Vamos... Vamos indo?

– Vamos. – Disse Boruto, e por incrível que pareça, ele não reclamou mais sobre ter que ir para a biblioteca, talvez o ninja tivesse prendido a atenção de Boruto a ponto dele esquecer que não gosta de bibliotecas, ou Himawari conseguiu que Boruto se calasse apenas com uma expressão e uma voz com um tom ameaçador.

Eles finalmente conseguiram chegar na Biblioteca Pública de Konoha (Finalmente mesmo) , sentaram na mesa mais afastada que tinha. Foram procurar o livro, porém, nada estava como Himawari se lembrava ( Pois Boruto nunca havia pisado em uma biblioteca ) , e demoraria dias para vasculharem todas as prateleiras, pois a biblioteca era muito grande mesmo.

– E agora, o que a gente faz, Onii-chan?

– Não tem uma forma da gente saber onde os livros estão? – Pergunta Boruto, pois como foi dito antes, ele não sabe como bibliotecas funcionam.

– Bom, tem a bibliotecária, mas nós teríamos que ir lá perguntar a ela, e seria muito arriscado.

– Parece que vamos ter que nos arriscar se quisermos voltar para o nosso tempo. Não podemos nos esconder, nós temos que fazer alguma coisa logo quanto a nossa viagem ao passado, Hima.

Himawari assentiu e conduziu Boruto até o balcão da bibliotecária, pelo menos não havia mudado de lugar. A mais velha espantou-se com as duas crianças à sua frente, e disse:

– Naruto??!!! O que está fazendo aqui?! Saia agora! Você não é bem-vindo aqui, seu demônio!!! – Perguntou a senhora, em um tom severo.

Boruto e Himawari até se assustaram com a atitude da velha, e ainda estava se dirigindo a Boruto pensando que era seu pai, Naruto. Nunca viram seu pai ser tratado dessa forma. Claro que os dois sabiam o quanto o passado do pai fora difícil, mas não faziam a menor idéia da gravidade disso... Até falarem com essa senhora.

– Eu não sou o Naruto! E por que você se acha no direito de insultá-lo desse jeito? Que eu saiba, ele não fez nada contra você para tomar essa atitude! – Revidou Boruto.

– Você não tem o direito de falar assim comigo, menino insolente!

– E você não tem o direito de falar do Naruto assim, o que é que ele fezpra você?

– Não foi pra mim, foi para a vila inteira! Ele... – Ela se calou, pois lembrou-se de que era proibido falar desse assunto.

Boruto e Himawari sabiam exatamente o que ela iria falar, sobre o ataque da Kyuubi, como era chamado o episodio. Mas como essas pessoas não entendiam que não foi culpa de Naruto? Nem mesmo é culpa da bijuu! Ela atacou a vila sob o efeito de um genjutsu, não podiam culpar nem Naruto, nem Kurama.

– Então como você é tão parecido com ele, garoto?!

– Não te interessa!

– Nós queremos um livro sobre jutsus ultra-raros. – Interrompeu Himawari, de cabeça baixa, parando a discussão.

A bibliotecária fez uma cara emburrada e olhou a lista de livros que estava ao seu lado.

– Nós temos apenas um, e está na estante três, prateleira quatro, é um livro completamente vermelho, não é difícil de achar.

– Obrigada. – Agradeceu Himawari.

– Pelo menos a pequenininha é educada. – Escutaram a bibliotecária cochichar.

Boruto ia revidar, mas Himawari o parou, segurando seu braço.

– Onii-chan... Não vale a pena.

Não gostando de contrariar sua irmãzinha, e admitindo mentalmente que ela estava certa, foram em direção a estante três, quando Boruto disse a Himawari:

– Hima, como você conseguiu ouvir ela dizendo todas aquelas coisa do papai, e não fazer nada?!

– Porque...Eu sei que nós não podemos mudar nada. – Disse ela, ainda de cabeça baixa.

– Eu sei, nós estamos no passado e não podemos alterar o futuro...

– Não é nada disso!!! – Dessa vez ela levantou a cabeça, e olhou nos olhos de Boruto. Estava chorando. – Qualquer coisa que dissermos não vai fazer diferença para essas pessoas! O único que pode fazê-las mudar de opiniões é o papai, com seus atos! Você acha que elas iriam acreditar se nós contássemos tudo o que o papai já fez no futuro? Você acha que se eu pudesse fazer alguma coisa pelo papai, eu estaria aqui, chorando? Eu não tinha idéia do quanto o papai tinha sofrido, a maioria das pessoas ao redor dele o desprezando e o odiando, e jogando isso na cara dele! Por que uma pessoa tão boa quanto o papai, teve que passar por isso, Onii-chan?! Como o papai aguentou tudo isso, por anos?! – Disse ela, em meio as lagrimas.

Boruto a abraçou. Não gostava de ver sua irmã chorando, tinha que ser forte para conseguir acalmar ela. Mas... Nem ele pode segurar o choro, ele não podia nem imaginar a dor que seu pai sofreu.

– Eu também não posso imaginar a dor que ele sentiu, Hima , mas o importante é que o papai superou tudo isso. Ele é uma das pessoas mais fortes que eu já conheci. Se eu pudesse fazer alguma coisa pelo papai, eu com certeza faria. – Disse ele, chorando, tentando acalmar sua irmã com o calor de seu abraço e de suas palavras.

– Onii-chan, eu vi os olhares que dirigiam a você, eram de ódio! Com certeza pensaram que era o papai. Nós não conseguimos chegar aqui sem sermos notados, onii-chan. Como ele aguentou esses olhares por anos, sem nem mesmo o amor de uma mãe ou um pai para ampará-lo?

– Esperança. Ele sempre teve esperança de ser reconhecido, e de encontrar alguém que o ame de verdade. E ele conseguiu. Se tornou reconhecido e conheceu nossa mãe. Isso é o que importa, Hima. Nós sabemos que ele vai conseguir o que sempre sonhou: Uma família que o ame. A prova viva disso, somos nós.

Himawari limpou suas lagrimas, e disse:

– Você tem tazão, onii-chan. O que importa é que o papai vai realizar seus sonhos, e nós somos a prova viva disso. – Ele deu um sorriso.

– Não me agradeça. Vamos? – Pergunta ele.

– Vamos.

Eles vão para a estante três, pegam o livro, sentam na mesa mais afastada e começam a folheá-lo. Depois de um tempo folheando o livro, eles acharam o jutsu, e leram:

– “ Jutsu da volta no tempo: Jutsu criado pelo segundo Hokage, mas lacrado com jutsus de selamento, consiste em levar o usuário ou alvo do jutsu para o passado, em uma época aleatória. Porém, só tem uma solução para reverter esse jutsu, que é...”

– Um beijo de amor verdadeiro de seus pais???!!! – Berra Boruto, mas ninguém ouve pois só tinham eles nas mesas, e estão muito longe da bibliotecária.

– Nossa, que solução mais... Interessante. “O beijo de amor verdadeiro vai criar uma energia tão forte que abrirá o portal do tempo, levando a pessoa de volta para o futuro, mas precisa ser especificamente dos pais do viajante do tempo, pois foi o amor deles que trouxe o viajante a vida.”

– Mas o papai só descobriu que estava apaixonado pela mamãe ao 19 anos! Eles devem ter mais ou menos 12 neste tempo, considerando o numero de cabeças no monte Hokage...

– Então temos que fazer o papai enxergar que está apaixonado pela mamãe, e temos cuidar da timidez dela.

– É, mas... Como fazer nossos pais se apaixonarem? – Pergunta Boruto.

– Nós temos que pensar nisso e em onde vamos ficar, porque isso não é missão para um dia só.

– Realmente, o papai disse que era bem idiota nessa idade, e a mamãe sempre desmaiava quando chegava perto do papai. Ai, isso vai ser muito difícil, acho que o Segundo Hokage devia estar louco quando criou esse jutsu.

– Então... Vamos procurar um lugar para ficar até descobrirmos como fazê-los abrir os olhos? – Sugeriu Himawari.

– Vamos, Hima.

E os dois saíram da biblioteca, iriam procurar um lugar para ficar e descobririam de qualquer jeito, a resposta para a seguinte pergunta: Como fazer nossos pais se apaixonarem?



Notas finais do capítulo

Onde será que eles vão ficar??? Só lendo o próximo pra saber. Me deu um ódio dessa bibliotecária! Quem ela pensa que é pra falar mal do Naruto?
Espero reviews! O que vocês acharam do capítulo? Tá bom? No que é que eu preciso melhorar? Comentem!
Espero que tenham gostado, e até o próximo, lindoooos!!!!