So What? escrita por Lulu Mason


Capítulo 1
Capítulo 1 - School


Notas iniciais do capítulo

Oiiii! Primeiro cap meus queridos! Espero que gostem! COMENTEM OKAY?? OKAY!!KK tá parei.Boa leitura! ♥ ♥



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O despertador tocou:

– Merda. - resmungo e destravo meu celular para desligar aquele som irritante.

Viro de lado e fecho os olhos. Cubro minha cabeça com o cobertor.

– AMY SE VOCÊ UISER CARONA É MELHOR LEVANTAR ESSA BUNDA DA CAMA!

– Vá se ferrar Peter! - berro de volta.

– Você tem cinco minutos!

Levanto da cama mal humorada e abro a porta:

– ME DEIXA DORMIR SEU CAPIROTO DO INFERNO!

– Isso é jeito de se falar com seu irmão mais velho?

– Meio irmão! - corrijo passando por ele em direção ao banheiro - Não é minha culpa de minha mãe decidiu transar com seu pai, ter filhos e se casar!

Bato a porta do banheiro e ouço Peter rir.

Minha mãe conheceu o pai dele, Jonh há onze anos. Jonh já tinha Peter e Rose como filhos, Rose É legal e nós sempre saimos, já Peter era um inferno. Então á quatro anos mamãe me disse que estava grávida.

– Mais um irmão? - questionei - Meu Deus já chega né? Peter e Rose já estão de bom tamanho!

– eu disse quando os dois contaram para nós.

– Na verdade não é um....

– Como assim? - Rose disse e nós trocamos um olhar.

– São trigêmeos!

é, nós ficamos com mó cara de WHAT THE FUCK?

E agora eu tenho três pirralhos ruivos correndo pela casa. Ah é, tem essa macumba também, Rose é ruiva, Violet, Teddy e Jack são ruivos.

POR QUE EU NÃO PEGUEI ESSA GENÉTICA???

Enfim, tomei um banho rápido, coloquei uma calça jeans, uma regata e meu vans com estampa de galaxia.

Olhei no espelho e prendi meu cabelo em um coque - ele é castanho claro, praticamente loiro e bonito, mas porra não se compara há um cabelo ruivo né?

Depois de pegar minha mochila no quarto - bagunçado como sempre - desci para nossa cozinha enorme.

– Bom dia querida! - John diz sorridente.

John é o mais perto da imagem paterna que tenho. Eu tinha três anos quando ele se caosu com minha mãe.

Eu amo todos eles - até mesmo Peter - por que são minha família. Eu só não estava muito acostumada com Peter por que ele morava com a mãe. Nunca a conheci e nem sei por que ele morava com ela, Rose odiava falar sobre ela e eu não fazia questão de verdade em entender sua família. Família é complicado, sei muito bem disso.

– Bom dia... - digo sem muito animo pegando uma das panquecas que estavam empilhadas em um prato de louça.

– Nossa quanto animo. - ele responde e abaixa o jornal me dando um sorriso.

– Ah é que é segunda e segunda é como posso dizer... UM PORRE!

Ele ri. Nossa relação é legal, ele faz todo o papel de pai e também o de apenas marido da minha mãe, isto é, falo o palavrão que quiser e ele apenas ri.

Violet, Jack e Teddy passam correndo.

– VAAAAAMOSSS LOGO PEEETEEEER! - berro no ouvido dele, a anta tinha adormecido no sofá.

– Ai sua desmiolada! - ele resmunga se levantando, Peter tinha cabelos castanhos.

– Vamooooooos looogoooo!

– Amy, querida irmãzinha, EU NÃO SOU TEU MOTORISTA NAUM MULHER!

Reviro os olhos.

– Pronto? - pergunto com os braços cruzados enquanto ele calçava seus tênis.

– Vamos.

Dou um beijo em meus irmãos e berro um tchau para meu pai.

Entramos num dos carros de meu "pai", sim ele poooodeee nessa vida.

Ligo o som no máximo e começo a cantar alto Trap Queen:

– Aiiii caralho Amy! Assim eu fico surdo! - Peter reclamou abaixand o som.

Eu emburrei e apoiei meu rosto no ombro dele:

– Você é um saco.

– Também te amo irmâzinha.

– Meia irmã! - digo rindo. Ele não gostava muito quando eu dizia isso.

– Irmã! Que eu me lembre fui eu que te ensinei a andar de bicicleta! E que te ensinei a escrever “Amy”, você sempre escrevia “ Mya”.

– E lembrando que eu quebrei meu braço quando você decidiu me ensinar a andar de bicicleta.

– Exatamente! Viu que lembrança maravilhosa? – ele ironiza.

– Ai tanto faz! - digo e me viro para a janela.

O carro para e eu pulo pra fora do carro:

– Tchau maninho! - digo e lhe dou um beijo na bochecha.

– Tchau e tenta não matar ninguém hoje!

– Vou me esforçar ao máximo!

Caminho pelo pátio, vendo colegas e sorrindo para alguns amigos que perdi a intimidade, passo pelas falsetes da vida e então chego no meu grupo:

– Meus dorgados! - digo sorrindo e pulando no colo de Mike, meu melhor amigo.

– Se não é minha puta predileta! - Lucy diz sorridente.

– Amy! - Clary me abraça.

– Ei se esqueceu de mim?

– Nunca! - rio e abraço Carrie.

Eles são meus melhores amigos. Loucos, retardados, bocas sujas, as melhores pessoas que conheço.

Nós ficamos conversando, rindo e cantando músicas que nem retardadas - Mike não estava incluso, ele já tinha se mandando com Adam e os caritchas lá até o sinal tocar;

– Ai que merda! Por que mesmo a gente tem que ter aula? - Carrie resmunga.

– Hum... não sei.. talvez por qe estejamos na escola? - Lucy ironiza.

– Ha Ha Ha - Carrie diz sem humor e eu e Clary rimos.

Sentamos junto com uns outros amigos:

– Hey Amyllie! - eu me viro e vejo Henry.

– Hey panaca! - rimos e ele se senta atrás de mim.

O professor chega e então:

– CHEGUEEEEEI! - Maya anuncia ao mundo.

Ela era popular, descolada, algus a odiavam e outros a amavam.

– Afs a vaca veio. - Carrie bufou.

– Mymy! - Lily me abraça e Carrie revira os olhos

Maya e eu somos super amigas, mas Carrie e ela? Hum... era mais fácil Peter sem gentil com alguém.

– Sentiu minha falta? – Maya mira seus olhos azuis para Carrie.

– Muita! Mas teria sido melhor se um ônibus tivesse passando em cima de você. – ela sorri falsamente.

– Okay chega! – Lucy diz.

A aula começa e eu fico trocando bilhetinhos com Lucy e Carrie.

Ai, segundas feiras são um saco!


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Notas finais do capítulo

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