O Internato escrita por Melanie Cheshire Hersing


Capítulo 27
Sendo Caçada


Notas iniciais do capítulo

Seguinte: To com sono, é de noite, e mesmo assim eu postei pra vcs! Então qualquer erro me avisem e prometo reponder os coments do cap anterior e desse amanhã.
Então.... BOA LEITURA BLACK CATS!
Pros fantasminhas tbm! Façam uma conta aê!



“Narētā on”

Após despistarem o Kiyoteru, Rin e Claire finalmente conseguiram chegar à parte de trás das casas, próximas ao muro.

– Mais o que nós estamos fazendo aqui? – Claire perguntou.

– Entrando em um lugar seguro. – a loira respondeu, retirando o braço da ruiva de seus ombros e deixando que ela se apoiasse no muro.

Rin olhou todos os tijolos um por um. A área onde a entrada ficava era fácil de achar, o ruim era encontrar aquela marquinha minúscula dentre todos aqueles tijolos!

– Deixa eu ver... Deve estar por aqui... – Rin murmurou para si mesma.

– Mais o que você está procurando? – Claire perguntou.

– A entrada para o... Achei! – exclamou avistando a marca.

Ela encostou o dedo indicador na marca e, assim como o esperado, ela começou a brilhar e tremer. Alguns tijolos do muro começaram a mover-se e outros a se “erguer” enquanto um declive surgia no chão, abrindo uma passagem entre o muro e o chão para que entrassem.

– Vocês tem um covil? No meio do internato!? – Claire perguntou.

– Não Ariel, imagina! Isso é uma loja de cachorro quente! – disse Rin sarcástica – Claro que temos. E vai ser muito útil agora, não? – perguntou retorica.

Ela ajudou a ruiva a entrar e a passagem se fechou atrás delas.

– Acho que vamos estar seguras aqui... – Rin disse subindo as escadas do alçapão, saindo dentro da floresta – Quer se sentar? Você parece mal e tem bastante espaço na biblioteca... Isso é, se a Gumi não estiver por perto para os livros nos expulsarem... – a loira deu uma risadinha.

– O que...?

– Nada, depois eu te conto...

– Ok... – Claire parou para pensar – Acho que é melhor avisarmos os outros, não? – ela pergunta preocupada.

– É... Até resolvermos as coisas com esses caçadores seria melhor que todos viessem para cá... – a loira concordou – Mas como vamos encontrar e avisar todos a tempo?

– Deixe isso comigo! – Claire disse – Tem algum lugar em que eu possa fazer uma poção? Algo como uma estufa ou laboratório... De preferencia com um caldeirão ao algo assim?

– Na verdade temos sim. – Rin respondeu lembrando-se de Lily – A irmã rabugenta da Gumi tem uma estufa gi-gan-tes-ca! E acho que vi alguns caldeirões lá...

– Ótimo! Consegue me levar até lá? – Claire perguntou.

– Sim.

***

Quando elas chegaram Claire não perdeu tempo: pegou algumas plantas, potes e pedras para a poção e, com a ajuda da loira, o maior caldeirão da estufa inteira!

– Pra que tudo isso? – a menor perguntou.

– Para avisarmos os outros sobre os caçadores... – Claire respondeu pondo um pó vermelho reluzente no caldeirão (e deixando quase todo o pote cair por acidente) – E só por curiosidade, vocês não tem inimizade com nenhum dos seres sobrenaturais daqui, né? – perguntou.

– Não que eu saiba... Por quê?

– Porque depois de todas essas escamas em pó, o feitiço vai chamar a todos do internato. – ela disse apontando para o pote quase vazio.

– Escamas... De que? – perguntou.

– De Arkestra. – Claire disse e viu que a outra ficou ainda mais confusa – Sabe, Arkestra... O tipo mais perigoso de dragão que existe... Não estudou sobre dragões não? – perguntou.

– Não... – a loira fez uma careta – E... Como exatamente essa poção vai “chamar” os seres sobrenaturais?

– Bem, na verdade ela vai ser como um webcam ou um celular... Quem vai ter que chama-los mesmo somos nós... – ela disse pegando algumas plantas.

Alguns minutos e porcarias jogadas no caldeirão depois, o feitiço já estava quase pronto. O cheiro não era muito agradável, mas se funcionasse era a conta.

– E o que nós fazemos agora? – perguntou Rin, ansiosa por causa da demora.

– Bem... Agora é só esperar que chegue à temperatura certa. – Claire respondeu observando o liquido purpura que estava no caldeirão.

– E como vamos saber que está pronto? – Rin.

– Nós vamos saber – Claire começou virando para encara-la – Quando a poção mudar de cor... – explicou.

– Tipo... Assim? – Rin perguntou apontando para o caldeirão atrás de Claire.

O liquido até então purpura, estava começando a borbulhar e uma espuma verde escura o estava cobrindo. Estava começando.

– O que é isso? – Gumi perguntou, tinha acabado de entrar.

– Um feitiço de aviso para os demais, contando sobre os caçadores. – Rin disse para a amiga, voltando-se imediatamente para o caldeirão.

A espuma verde e o liquido purpura tinham começado um pequeno redemoinho e, quando a espuma ficou amarelada e o liquido verde claro, uma espécie de espelho surgiu no meio. Era ali que a imagem e o som que seriam vistos e ouvidos por todos os seres sobrenaturais do LunarShadow seria transmitido. Como se aquele “espelho” fosse uma câmera ou algo do tipo.

Rin se aproximou de Claire para ver mais de perto o estranho feitiço, e a maior começou a transmitir a mensagem:

“Atenção! Se você está ouvindo esse comunicado é porque você é um ser sobrenatural e corre perigo. Os caçadores estão aqui... Os mesmo que vem tentando matar todos os seres sobrenaturais há séculos estão aqui no LunarShadow! Nós fomos atacadas por um desses caçadores e conseguimos fugir, mas há outros por aqui... É muito importante que vocês saiam de perto dos humanos que não forem de extrema confiança imediatamente! E venham todos para cá. – ela disse estendendo a mão e uma imagem de onde a passagem estava surgiu – Há um tijolo na parte de trás das casas, toquem nele e a passagem se abrirá. É realmente importante que se escondam o mais rápido que puderem até que esta situação seja resolvida! Os caçadores não terão piedade se encontrarem um de vocês! Venham o mais rápido possível e tenham cuidado... Isso é tudo o que posso dizer.” – finalizou.

E assim que Claire terminou o comunicado, a poção escureceu e ficou preta, fazendo o espelho sumir. A magia avia acabado e agora, tudo o que restava no caldeirão era piche.

– Muito bem, você fez com que eles viessem para cá e os avisou dos caçadores. – Gumi começou – Porém assim que chegarem, é bom que saiba que haverá um caos... Vamos ter que convence-los a não matar ninguém. – disse a esverdeada, e Claire engoliu em seco.

– Mas... O que nós fazemos agora? – perguntou a loira.

– Agora, é esperar que eles cheguem... – Gumi disse.

***

A noite estava predominante agora e Miku, Luka, Iroha, Lui, Gakupo, Kaito, Lily, Piko e, relutantemente, Aoki, estavam na casa 21 a pedido de Gumi. Mas os outros não apareciam nunca! Eles estavam morrendo de preocupação, até que ouviram um borbulhar...

– O que é isso? – Luka, que estava sentada no sofá de frente para a TV perguntou, vendo que ela havia ligado sozinha.

Todos se aproximaram e, de repente, a tela da TV ficou esverdeada e uma imagem apareceu. Era a mensagem de Claire, que estava por meio do feitiço, chegando até eles.

Uma curiosidade do feitiço é que ele leva a mensagem para você não importa o meio: para alguns que tomavam café apareceu no meio da xícara. Para quem estava no celular, a mensagem invadiu a tela. Para aqueles que estavam no banho a imagem surgiu refletida na água. Para quem estava na sala, surgiu nos quadros das paredes ou no vidro dos vasos de planta. E, das mais diversas formas, todos a receberam com exceção dos humanos, os quais não viram nem ouviram nada.

Com eles não foi diferente: a mensagem apareceu na TV e todos viram, com exceção de Kaito e Aoki por serem humanos.

– Minha nossa... – Miku exclamou perplexa – Mas afinal quem era ela...? Quem é que estava com ela durante o ataque!? – a esverdeada exclamou.

– Ela é a Claire, uma aluna nova que entrou na minha turma. – Gakupo respondeu – E, para ela estar no covil agora, deveria estar com a Gumi ou com um dos loiros.

– Como assim? O que houve? – Kaito perguntou.

– Você não viu? – Luka perguntou – Apareceu uma mensagem na TV, provavelmente proveniente de algum feitiço.

– O que? Mais eu não vi nada... – Aoki resmungou.

– Isso porque você é humana. – Piko respondeu pondo a mão em seu ombro – Esse feitiço... Deve ter algum filtro...

– Contra humanos. – Miku o interrompeu – É um feitiço de bruxas verdes. Podemos escolher para quais espécies e até qual distancia a mensagem percorrera, conforme o tipo e quantidade de escamas de dragão que botamos... Ou por alguma coisa de uma pessoa especifica para que vá somente até ela. – ela explicou.

– Ué! Estou confusa, você é uma bruxa também? – Aoki perguntou.

– Não, eu era mais perdi meus poderes. – Miku respondeu com um sorrisinho meio torto.

– E... Como? – Aoki perguntou.

– Bem... Foi quando eu abusei dos meus poderes. Eu fiz um acordo com outra bruxa que disse que me ajudaria a curar meu irmão... Mas o feitiço era grande demais e eu tive de abrir mão dos meus poderes para completa-lo... – respondeu – Mas, isso não é importante agora. Temos de ir para o covil imediatamente!

– E dar um jeito nesses caçadores antes que alguma coisa grave aconteça! – Gakupo reforçou.

***

Após terminar o feitiço, Claire aceitou o convite anterior de Rin para repousar na biblioteca e as três bruxas voltaram à construção de mármore na entrada do covil.

– Rin! – Len praticamente gritou quando elas entraram na biblioteca, correndo em sua direção – Onde você estava!? Quase me matou do coração! E se algum caçador estivesse por perto!?

– Bom, na verdade estavam... Mas a Rin e a Yuki deram um jeito nele... – Claire disse sentando em uma das cadeiras negras com estofamento vermelho da biblioteca, que mais pareciam tronos!

– Se acalme Len... – a loira pôs a mão em seu rosto – Eu só... Queria pensar um pouco... – respondeu vendo-o se acalmar.

– E... Está tudo bem? – Len perguntou apreensivo.

– Sim, eu só... – a loira hesitou em falar sobre o ciúme, mas foi salva por um grito de Gumi.

...

A Gumi havia entrado na biblioteca! Droga...

– IIIIAAAAAAHHHHH!!!! – gritava a esverdeada correndo para longe de uma estante cheia de livros que estavam, literalmente, voando em sua direção – BIBLIOTECA IDIOTA!!

– Iah... Iaaaahhhh... – Claire começou a murmurar – ...IA! – gritou do nada se levantando novamente – Eu esqueci de avisar a IA! E agora!? O feitiço não chega a fantasmas humanos! Não chega a fantasma nenhum! Mortos, estejam vagando ou não, não recebem as mensagens! – se desesperou.

– O que!? – os loiros a encarraram.

– É que... Para resumir, a IA morreu no lugar do pai dela anos atrás. Antes mesmo de o internato ser fundado! – começou – Só que ele fez um trato com a morte para trazê-la de volta em troca da própria vida... E é impossível trazer alguém dos mortos! Então ela se tornou um fantasma e recebeu a Pedra da Morte, que a tornaria semi-humana!

– O que!? Então a lenda da pedra era verdadeira!? – Rin exclamou.

– Sim! Mas isso não é importante agora! Nós temos que ir avis... – ela foi interrompida e, nesse momento, eles começaram a ouvir um murmurinho.

Eles saíram da biblioteca (para o alivio de Gumi) e, lá estavam varias pessoas. Até mesmo alguns funcionários! Todos eram criaturas sobrenaturais? Mas afinal quanto por cento das sete bilhões de pessoas do mundo são realmente humanos!?

– Ei! Lá está a garota que nos chamou! Quem são os caçadores? O que faremos? Quantos deles há aqui? Você tem um plano porque não podemos nos esconder para sempre! Afinal o que faremos? Ei, diga alguma coisa! – todos começaram a falar várias coisas ao mesmo tempo em que se amontoavam encima da ruiva.

– Ordem! – todos ouviram alguém gritar de modo firme e autoritário e ficaram em silêncio.

– Gakupo! – Rin exclamou.

Ver aquele que, talvez, fosse o único com calma e ordem naquela situação deixava as pessoas mais aliviadas. Como se elas estivessem esperando um líder para o momento e ele tivesse chegado.

– Vocês estão aqui para a sua própria proteção enquanto damos um jeito nos caçadores. Poderão ficar nos quartos de hóspede enquanto isso, mas por hora, aguardem as instruções. – Gakupo disse, voltando para a biblioteca com os demais.

Assim que abriram a porta, porém, todos os livros da biblioteca estavam em frente a ela, prontos para atacar a qualquer movimento brusco de Gumi.

– Ah não... – ela murmurou vendo que a biblioteca inteira avia feito uma emboscada para ela – Será que eu posso ir ajudar os demais a se estalarem e garantir que ninguém vai quebrar nada enquanto vocês conversam? – perguntou nervosa encarando a porta.

– É! E eu vou junto! – disse Lily com os olhos arregalados, já que até o momento só avia visto Gumi brigar com um ou outro livro e, não acreditava que realmente existisse algum ódio entre a irmã e o local.

– Podem ir...? – Gakupo respondeu incerto, com uma sobrancelha erguida ao ver boa parte dos livros segui-las após saírem correndo.

Eles ouviram um grito e, começaram a rir descontroladamente ao ver os livros voltarem com algumas mechas de cabelo verdes entre as páginas, seguidos por uma bruxa louca e descabelada.

– Idiotas! Ainda queimo todos! – Gumi bateu o pé de modo infantil antes de sair bufando.

– Ham... Que tal ignorarmos esse surto da Gumi e voltarmos para a biblioteca? – Claire sugeriu e todos concordaram – É que... Eu preciso encontrar alguém... Alguém que não deve ter recebido a mensagem!

– Mas afinal, por que não receberia? – Gakupo perguntou preocupado.

– Por que a IA é meio que um fantasma! – Claire disse.

– O quê? – Gakupo se surpreendeu.

– Ahhhhh! Não dá tempo para explicações! – ela vociferou – Temos que encontra-la agora! – disse preocupada.

– Ok, eu vou atrás dela. Mas você está muito ferida, fica aqui! – Gakupo disse – Como ela é?

– Bem... Ela tem um cabelo loiro bem claro e com umas mechas meio rosas. Olhos azuis escuros e pele pálida. – Claire disse – Ela está na casa 14! Depressa!

– Está bem! Fiquem aqui! Eu prometo traze-la a salvo! – Gakupo diz e se teletransporta.

“IA on”

Essa não! Essa não, não, não!

Estou sendo caçada!

Corro por entre os corredores o mais rápido que consigo. Uma curva feita com pressa, meu All Star derrapa e acabo batendo meu braço em um armário.

Doí. E provavelmente vou ter um hematoma depois, mas sigo correndo.

Ouço o som de explosões atrás de mim. Afinal eles esperam o que? Que os alunos e funcionários ignorem a algazarra!? Ou pretendem por a culpa em outra pessoa? Essa bruxa louca está quebrando tudo!

– Volte aqui pestinha! – ouço-a falar.

– Oh, sim Ylil! Ela vai realmente esperar para que nós a matemos! – uma loira de cabelos cacheados ironizou.

– Cale-se SeeU! Se falharmos de novo você é uma bruxa morta e sabe disso! – Ylil exclamou – Além do mais, hoje temos uma distração perfeita para quase todos do internato! Então não estrague tudo!

– Distração? – perguntou a outra.

– Sim – a outra falou de forma maldosa – Nós temos caçadores! – gritou me jogando uma bola de fogo.

Me jogo no chão afim de me esquivar, tendo de rolar para o lado e seguir correndo mesmo que ela tenha me pego de raspão no mesmo braço que bati antes.

Se continuar assim, não terei esse braço por muito tempo!

– Ca-caçadores!? E nós aqui usando magia em publico!? – a outra parecia assustada – Ylil você não tem medo da morte não!? – perguntou.

– Ah, cale a boca sua loira incompetente! São só meros humanos! – menosprezou – E ela está fugindo! – a ouvi gritar e, de repente, uma parede de raízes se formou a minha frente.

Olhei em volta desesperada sem poder seguir pelo corredor. Alguns passos atrás de mim tinha uma curva, outro corredor, formando um “T” junto a este.

Voltei para trás mesmo sabendo que assim me alcançariam mais rápido e segui correndo no outro corredor.

Eu já podia até ver a porta de saída ao longe! Mas no auge do meu descuido, desesperada como estava, não reparei devidamente na placa de “piso molhado” que o zelador colocou. E acabei escorregando.

Um passo em falso, um escorregão e, eu havia caído, torcendo meu tornozelo.

– Droga! – resmunguei tentando me levantar, e caindo novamente.

Elas se aproximaram e me desesperei.

– Vá avisar a ela que conseguimos! – a tal de Ylil ordenou SeeU, que mantinha um olhar receoso e, talvez, até de pena sobre mim.

Ela sumiu em uma, no que podemos chamar de sombra, me deixando sozinha com a louca mascarada a minha frente.

Ela riu alto e ergueu as mãos em minha direção. É claro que, eu não poderia exatamente “morrer”, mas a dor que isso me causaria, mesmo eu voltando depois é indescritível! Sem constar que, se ela pegar meu colar no meio dos ataques, não irei voltar...

Me preparei psicologicamente para o que viria e fechei os olhos, prevendo a dor. Porém ela não veio...

Quando abri meus olhos, estava coberta por uma espécie de domo negro, meio transparente... Um escudo.

– Saia de perto dela! – ouvi alguém gritar.

Olhei para trás e avistei meus salvadores: um garoto de cabelo rosa e olhos verdes, e um de cabelos compridos e olhos roxos.

– Você não ouviu? – perguntou o rosado erguendo uma lamina negra – Eu mandei sair de perto dela! Agora!

– Ora, ora... – ela riu-se de forma sádica – Um bruxo negro e um caçador? Mais que fofinho... Achei que vocês não fossem do tipo que se alia com criaturas sobrenaturais... Oh! Mais será que a barbie é um traidor? – ela perguntou, ironizando cada palavra – Não me façam rir! Vocês dois parecem mais um casal yaoi clichê de quinta categoria do que um resgate!

– Como é que é!? – o rosado exclamou – Agora você vai ver! – ele disse e começou a correr.

O arroxeado aproveitou e lançou um feitiço que não vi direito devido ao escudo, mas que causou uma explosão e uma distração, enquanto o outro a acertou com a faca.

– Mais o que!? Uma faca de ônix!? – exclamou e começou a tontear – D-droga! Eu ainda mato vocês! Vou matar todos vocês! Começando por você! Kamui Gakupo! E depois todos os caçadores e os Kamui sofrerão o que merecem por atrapalharem! – exclamou, sumindo numa fumaça negra.

– O que!? Mais como ela conseguiu se teletransportar!? Ela estava até tonta! – o rosado disse.

– Não foi ela. Alguém deve tê-la ajudado... – Gakupo falou.

– Você está bem? – perguntou o rosado, me estendendo a mão.

– E-estou... Qu-quem é você? – perguntei nervosa.

– Eu sou Yuma, e esse é o Gakupo...

– Você tem uma amiga muito preocupada com você. – Gakupo disse.

– O que? – me surpreendi... Eu praticamente não tenho amigas...

– A Claire está preocupada com você e queria te procurar. Mas como estava fraca eu a obriguei a ficar de repouso e prometi que te levaria a salvo. – Gakupo disse.



Notas finais do capítulo

Etto... ISSO É UM TERÇO DO CAPÍTULO!!! VEIO, O CAPÍTULO TAVA FICANDO GI-GAN-TES-CO!!! TIVE QUE PARTIR EM DOIS E ACHO QUE VO TE QUE REPARTIR A PROXIMA PARTE EM DUAS TBM!!
Me empolguei né?... Mas fazer o que, até o próximo capítulo!



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