O Internato escrita por Melanie Cheshire Hersing


Capítulo 13
Akaito está vindo acompanhado


Notas iniciais do capítulo

E após um momento MMD (MikuMikuDepressiva -q) voltamos à gaiola das lokas! (sqñ)....
Enfim, ficou meio curtinho etc. etc. mas:
BOA LEITURA!
Bjus Mel!



“Len on”

Após eu ter que cantar essa música vergonhosa, Gumi e Yuki começaram a aplaudir como duas retardadas histéricas.

Mas a Rin nem se mexeu. Parecia até paralisada... Ótimo, panaca! Conseguiu assustar ela... N-NÃO QUE EU ME IMPORTE! Mas é estranho ver ela paralisada desse jeito.

– R-Rin? – chamei e ela pareceu acordar do nada.

– Mu-música legal... – ela falou virando a cara, mas acho que a vi levemente corada.

– Então agora você tem que cantar! – Yuki fala e Rin vira para ela totalmente vermelha.

– Não quero... – fez voz manhosa.

– CANTA! CANTA! CANTA! – Yuki e Gumi começaram.

– Você não vai falar nada não? – Rin me pergunta já que dessa vez não gritei junto.

– Hum... Acho que vou concordar com elas, CANTA LOGO! – falei.

– Ok! – ela disse por fim, derrotada, começando a cantar – Eu fui matando os meus...

– O jantar está pronto! – Matilde interrompe abrindo a porta – Eu... Interrompi alguma coisa?

– N-nada não Matilde! Deixa que eu te ajudo a por a mesa! – Rin falou rápido e correu para fora do quarto.

– RIIIINNN!!! – Yuki, Gumi e eu gritamos enquanto ela sumia de vista.

***

Desistimos.

É impossível fazer Rin cantar então depois que ela fugiu para ajudar a por a mesa, nós simplesmente desistimos. Acho que ela esqueceu que vai ter que cantar na aula de música, ou talvez esteja pretendendo sair. E tudo porque depois que Yuki cantou ela achou que cantava mal por comparação...

Logo Yuki foi para a sua casa e Gumi para o “covil” dela e dos irmãos. Deixando somente eu e Rin no quarto.

Depois que elas foram a Rin sequestrou meu notebook para tentar criar coragem e jogar Slender novamente. E eu fui ler um livro qualquer (tipo, nem prestei atenção apenas peguei o primeiro livro da pilha mesmo) enquanto mascava um chiclete.

Porém logo Rin chama minha atenção.

– Len... – Rin começa – Para quem você escreveu aquela música?

Acho que case engoli meu chiclete... Por que raios a Rin quer saber isso!? Justamente por isso que eu não queria mostrar a música!

– N-não foi pra ninguém e-em especial... – gaguejo.

– Mas se não foi para alguém, foi inspirada nesse alguém? De onde veio a inspiração da música? – pergunta.

Ela está indo longe demais! Até porque nem mesmo eu sei direito de onde veio a inspiração... Quer dizer, talvez tenha vindo enquanto eu pensava na conversa que tive com certo alguém. Mas como já diz na letra da musica “Não sei que sentimento é esse de repente...”.

Porém minha cara corada já deve ter entregado que foi inspirada em alguém, então não tenho como fugir da pergunta.

– F-foi inspirada em... E-em... A-a inspiração veio de... De...! – começo a gaguejar – Alguém que você não conhece! – falo rápido rezando para ela acreditar.

– Ah... – ela murmura meio... Decepcionada!? Não. Eu devo estar vendo coisas...

Passamos mais um tempo em silêncio até ela dizer que cansou de jogar no meu notebook e jogar ele em mim. Rin pega um caderno com uma capa que uma vez foi preta, mas agora está coberta por adesivos e vai desenhar.

Depois de um tempo ela mostra.

– O que você acha? – pergunta me mostrando o desenho de uma fantasia de carnaval.

– Acho que tinha dito que você ia ensaiar quando chegássemos e não desenhar... – murmuro e ela me olha de cara feia – Mas ficou legal! Se bem que...

– O que?

– Vai dar muito trabalho pra fazer... – falo vendo o desenho.

– Eu sei... Por isso você e Gumi vão me ajudar a fazer! – fala sorrindo.

– A Gumi vai ter que fazer a própria fantasia, não vai poder te ajudar. Então me diga, o que eu ganho em troca? – falo fingindo não prestar atenção.

– Bem... Eu... – ela para pra pensar.

– O que? – pergunto fingindo desinteresse, mas rindo por dentro da cara dela enquanto pensa.

– Não sei... O que você quer? – pergunta finalmente.

– Hum... – acho que eu não tinha pensado nisso, mas vou aproveitar – Que tal você parar com essa história de medo de palco e cantar? A menos que saia das aulas de música vai acabar cantando e eu não quero ficar lá sozinho com Yuki, Gumi e Kiyoteru...

Ela parece pensar por um tempo mais logo assente.

– Você tem razão... Só por favor não ria!

Eu fui matando os meus heróis, aos poucos,

Como se já não tivesse

Nenhuma lição pra aprender

Eu sou uma contradição e foge da

minha mão

Fazer com que tudo que eu digo faça

algum sentindo

Eu quis me perder por aí,

fingindo muito bem

Que nunca precisei de um lugar

só meu

Memórias, não são só memórias

São fantasmas que me sopram aos

ouvidos

Coisas que eu...

Eu dou sempre o melhor de mim

E sei que só assim é que talvez

Se mova alguma coisa ao meu redor

Eu vou despedaçar você

Todas as vezes que eu lembrar

Por onde você já andou sem mim

Memórias, não são só memórias

São fantasmas que me sopram aos

ouvidos

Coisas que eu...

Memórias, não são só memórias

São fantasmas que me sopram aos

ouvidos

Coisas que eu nem quero saber!

Eu sou uma contradição e foge da

minha mão

Fazer com que tudo que eu digo faça

algum sentindo

Eu quis me perder por aí,

fingindo muito bem

Que nunca precisei de um lugar

só meu

Memórias, não são só memórias

São fantasmas que me sopram aos

ouvidos

Coisas que eu...

Memórias, não são só memórias

São fantasmas que me sopram aos

ouvidos

Coisas que eu nem quero saber!

Nem quero saber!

Depois que ela terminou fiquei boquiaberto... Ela canta muito bem! E ainda tava com vergonha!?

– Como você pode ter vergonha cantando bem assim? – pergunto.

– Não sei... Acho que é porque já debocharam de mim quando cantei... – Rin fala meio sem jeito.

– Sei... No mínimo estavam com inveja! – falo rindo e ela ri junto.

Ficamos mais um tempo assim conversando bobagens. Até que o celular de Rin toca e ela resmunga um pouco, pondo no viva voz.

– O que você quer praga? Não é meio tarde pra você ligar? – Rin.

– Rin, se for assim também não é meio tarde pra você estar debochando das gurias não? – eu interrompo e ela me olha de cara feia.

Então ouvimos uma risada vinda do celular.

– Sério Rin-chan? Estava acordada há essa hora? E quem é que tá aí com você? – uma voz parecida com a do Kaito pergunta.

– É o Len. Você conheceria se não fosse uma PRAGA INCOMODANTE que fica proibida de vir na primeira semana de aula! – Rin responde.

– Ah é... Praga incomodante né? Sendo assim acho que não vou te dar a “florzinha” quando chegar... Vou ficar com ela pra mim! – respondeu.

– ESCUTA AQUI AKAITO! SE VOCÊ ENCOSTAR NA MINHA FLORZINHA EU TE FAÇO EM PEDACINHOS! – Rin gritou encima do celular (provavelmente Akaito já deve estar surdo depois dessa).

– Ai! Quer que eu fique surdo piolho loiro? – resmungou – Eu não vou mexer com ela, só estou trazendo ela junto comigo pro internato. Achei que o LunarShadow precisava ganhar uma animação... – ele ri – Mas já que é muito tarde... Vou deixar você e seu namorado em paz! Até amanhã! Ou melhor, até daqui umas oito horas. – fala rindo e desliga na cara dura!

Rin fica furiosa e joga o celular do outro lado do quarto. Resmungando muito, irritada e sem me dizer uma palavra sequer.

Então do nada, ela começa a arrumar a bagunça que tem embaixo da cama dela.

– Rin... O que você está fazendo? E quem é florzinha? – pergunto.

– Eu estou arrumando espaço para esconder a “florzinha”. Afinal, é provável que queiram expulsa-la se for vista já que animas não são permitidos... – ela resmunga – E florzinha é como ele chama minha gatinha Iroha. – Rin.

– Por que ele chama a sua gata de florzinha? – pergunto.

– Por causa de um acidente... É até engraçado, mas te conto amanhã. Agora são duas da manhã e a história é meio longa...

– Ok... Mas ela é só um gato né? – pergunto desconfiado.

– Sim... O que mais seria? – pergunta confusa.

– Você sabe, gato preto + bruxa...

– EI! Não sou esse tipo de bruxa pra ficar transformando os outros em gatos! Nem bruxa de verdade eu sou ainda! Além do mais, a Iroha é branca com umas manchinhas... O Lui que é preto. E ele é da Gumi...

– Gato preto + bruxa... – repito.

Então ficamos em um silêncio constrangedor. Mas logo nos encaramos e rimos das nossas caras... Quer dizer, que bobagem estamos pensando!? A Gumi não faria isso...

Não é?



Notas finais do capítulo

Sabe pessoas, eu tiro o meu chapéu pra quem souber o que escrever nas notas finais.... Alguma ideia? Tipo, já vi gente que enrola pondo pedaço de musica nas notas inicias mas finais.... Essas notas tão sobrando....
Coments!



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