Ajude-me escrita por morango_-


Capítulo 9
Capítulo 9 - Bêbada


Notas iniciais do capítulo

Ai tá pessoal!!!
De presente de carnaval eu ofereço uma proposta... Se tiver no mínimo 5 reviews eu coloco o próximo capitulo, que adivinhem... tem Hentai!! Bom.. pelo menos mais Hentai que desse capitulo!
E ai.. Aceitam? Só que dessa vez eu sigo a risca... Até meia noite em gentem!!
Beijocas e obrigada mesmo por todo o apoio!



Hinata levantou mais tarde na manha seguinte. Ela não se preocupou em verificar se Naruto estava ou não em casa, ela havia escutado quando ele fechou a porta do apartamento, portanto já estava no trabalho.
     Dessa vez, antes de ir à cozinha, Hinata tomou um banho e colocou uma roupa folgada, de mangas curtas e um short pequeno.
     Estava muito frio lá fora, só que com o aquecedor ligado, era impossível não vestir roupas de verão.
     -Ah... – Suspirou ela se sentando a mesa da cozinha. – Foi uma boa conversa.
     Hinata se referia a noite passada. Ela gostou do que Naruto falara, gostou de como ficara furioso com Kiba e de como falou que como ele seria diferente.
     Ela sacudiu a cabeça afastando os pensamentos que lhe puxavam para o estranho buraco da felicidade.
     -Sede... – Sorriu enquanto se levantava para abrir a geladeira.
     Havia se esquecido de pegar as sacolas quando deixou aquele beco, portanto, não tinha nada para beber na geladeira. Apenas algumas garrafas de um liquido âmbar.
     Ela pegou a garrafa que estava meio vazia. Não havia rotulo algum. Hinata pegou então um copo, o encheu pela metade, em seguida tomou um gole.
     O liquido queimou como fogo em sua garganta, dando um calor gostoso em todo seu corpo.
     Nunca havia provado um gole de bebida alcoólica, seu pai nunca a deixou que o fizesse, afinal, para ele, Hinata ainda era uma criança tola, que não havia saído ainda das fraldas.
     Ela sem se importar, virou o copo todo, sentindo agora entrar em estado de super nova. Queimando por todos os lados, fazendo seu rosto se tingir de rubro.
     Três copos depois, a garrafa havia acabado, fazendo com que Hinata protestasse, procurando, mas uma vez na geladeira, garrafas de uísque.
     Estava se sentido leve e alegre também. Isso a deixava bem, feliz, portanto continuaria a beber o liquido âmbar. Ela gostava de se sentir feliz.





     Naruto chegou mais tarde aquela noite.
     Seu superior havia lhe mandado cuidar de dois adolescentes que se encheram de álcool e estavam desmaiados no proto socorro, vomitando seus fígados fora.
Naruto fora incumbido, então, de dar lhes alguns ante ácidos e cuidar até que pudessem andar com suas próprias pernas. E isso demorou, e demorou muito.
-Hinata? – Naruto chamou-a quando não a encontrou, como sempre, na sala o esperando.
Naruto se aproximou do sofá e se surpreendeu quando tropeçou em uma garrafa vazia de uísque.
-Mas o que é isso? – Naruto se apoiou nas costas do sofá em L. – Hinata? - Chamou novamente, mas dessa vez a resposta foi um riso histérico, vindo do chão da sala.
-É engraçado... Hinata... Esse nome soa engraçado. – Hinata se curvou no chão, em frente ao sofá.
-Mas o que aconteceu aqui? – Naruto deu a volta para segurar o que Hinata trazia na mão. – Você bebeu?
-Bebi? Isso é bebida? – Hinata riu apontando para a garrafa que apouco estava em suas mãos. – Nossa! É bebida.
E então a menina se afogou em uma risada.
-Onde você encontrou isso? – Perguntou ele levantando Hinata do chão e a colocando no sofá, se sentando ao seu lado logo depois.
-Na geladeira... Geladeira. É tão engraçado falar geladeira. – Ela riu novamente. – Posso tomar mais um pouco? – Hinata aponta para a garrafa.
-Eu acho que por hoje chega. – Naruto sorriu e colocou a garrafa ao seu lado.
-Ah, estava tão bom! – Hinata fez um bico. – Você é um estraga prazeres.
     Ele sorriu, era engraçado ver uma mulher, antes tão controlada, agora tão alterada.
-Você precisa de um banho gelado... – Naruto sorriu. –Sei que não alivia, mas é o que fazem nos filmes...!
Hinata parou de sorrir e olhou Naruto com atenção.
-Você me quer? – Perguntou sem aviso. – Você me deseja?
O loiro abriu os olhos em espanto. Teria que se lembrar de nunca mais dar bebida a ela.
-Hinata... Você está bêbada, precisa se acalmar. – Quando terminou de falar, Hinata se levantou e sentou no seu colo, virada para ele.
Ela pousou com cautela no homem. Seu short levantou mais um pouco, sua blusa se grudou mais a sua pele.
-Você fica excitado quando faço isso? – A mulher rebolou, fazendo com que o loiro mordesse o lábio inferior.
Mesmo que não tivesse feito o que fez, Naruto já estaria excitado se ela apenas tocasse em sua mão.
-Você gosta disso Naruto-kun? – Hinata sorriu, agora ela subia e descia em seu colo, esfregando suas pernas em seu pênis.
Ah, ele gostava sim, e como, mas não era desse modo que ele queria amar Hinata. Não se a menina não estivesse em seu perfeito juízo.
-Eu quero transar com você Naruto-kun, eu quero você! – Hinata se inclinou e tomou os lábios do médico.
Os movimentos da boca da mulher eram simultaneamente imitados por Naruto, que delirava com o movimento da língua dela, que vasculhava sua boca com curiosidade.
Hinata abaixou as mãos e tocou suavemente nas partes intimas dele, fazendo Naruto soltar um breve, e prazeroso, gemido. A mulher movimentava a sua mão com suavidade, podia sentir por baixo da grossa calça jeans, o membro pulsante e ereto do médico.
Naruto não sabia exatamente o porquê estava cooperando com Hinata, mas ele sabia que não era assim que ele queria que tudo se desenrolasse. Ele gostava da tímida Hinata, apesar de gostar também da atirada, mas ele queria ficar com a mulher com quem conheceu a menos de um ano.
Com suavidade a mulher desabotôo a camiseta branca do homem. Com prazer, ela acariciou o peito firme dele.
Onde estava com a cabeça? Pensou Naruto, Hinata nunca faria algo assim em seu juízo perfeito, jamais chegaria a esse ponto, jamais o beijaria de uma forma tão branda e sensual, tornando-se quase obscena.
Com o que lhe restava de juízo, Naruto empurrou o corpo de Hinata para o seu lado.
-Isso não está certo! Acalme-se! – Ele olhou os lindos olhos perolados desfocados. – Eu lhe quero, mas vou fazer tudo da maneira correta.
Com força, ele colocou Hinata no colo e levou-a para o quarto.
A menina já estava dormindo antes mesmo de chegar na cama. Ela sorria. Um sorriso que amaldiçoava Naruto. Por deus, por que a parou? Se não tivesse a parado agora estaria com ela nos braços, sentindo o calor de seu corpo no dele.
Naruto a deitou na cama e lhe cobriu com a coberta, por precaução pegou um balde e colocou ao lado da menina. Duvidava que não passasse mal quando acordasse.
O médico colocou a mão levemente no rosto de Hinata, acariciando as bochechas rosadas pela bebedeira, mas, infelizmente, ele se afastou antes que aquilo se tornasse atrativo demais.
Quando chegou na sala pode sentir seu corpo esfriando, toda a excitação se fora, juntamente com Hinata. E aquilo o estava matando. Por que fora tão puritano em não transar como ela? Por que não pegou-a e tomou-a, como sempre sonhara em fazer?
Havia se tornado um louco!
“Um dia, meu filho, você vai encontrar uma mulher, alguém que não saia do seu pensamento.” Lembrou ele das palavras de Tsunade.      
A velha, pelo menos uma vez, tinha razão. Ele havia encontrado, finalmente, o que ele antigamente achava que seria algum tipo de praga.
-Bruxa. – Xingou ele baixinho.
Mas, apesar de tudo ele sentia saudade da avó. Talvez mas tarde iria lhe visitar. Mas como ela morava em Okinawa, sempre lhe era difícil ir vê-la. Era uma pena deixá-la sozinha. Queria que Dan ainda estivesse vivo.
Afastando esse pensamento, Naruto tentou encaixar Tsunade com Hinata. Tinha certeza de que sua avó amaria Hinata...
-O que estou pensando? – Ele sorriu para a garrafa que se encontrava no chão.
Hinata nunca iria com ele para Okinawa, por que, Hinata não era sua esposa!
Deus, mas como ele queria que fosse...
-Será que... – Naruto se abaixou para pegar a garrafa, ele a abriu e virou-a, mas todo o liquido já fora ingerido pela menina, portanto a única coisa que lhe restou foi algumas gotas do seu precioso uísque. – Estou apaixonado por ela?




A dor de cabeça a acordou pela manha. Doía como o inferno, pulsante e apertado.
Olhando ao redor percebeu que estava em seu quarto.
-Como fui parar aqui? – Indagou o silencio.
Hinata olhou para todos os lados, em busca de alguma explicação, de alguma resposta. Mas a única coisa que encontrou foi um grande balde verde ao lado da cama.
-Como esse balde veio parar aqui? – Novamente ela se perguntava.
Com cuidado se levantou da cama. Ela percebeu que ainda estava vestida com roupas do dia-a-dia, e não com o pijama, tão tradicional.
Que horas eram? Naruto já foi para o trabalho? Havia ele, se alimentado direito?
Com cautela, para que sua tontura não se tornasse insuportável, ela caminhou, indo em direção a cozinha.
-Como que fui parar na cama? – Hinata abaixou a cabeça enquanto andava, portanto não viu que Naruto a observava do sofá, olhando-a por cima de um grosso livro de medicina.
-Hinata? – Perguntou ele temeroso.
A menina teve um sobre salto.
O meu deus. Estava tão indecente! Com seu pequeno short e a blusa colada. Hinata sentiu suas bochechas corando de vergonha.
-Bom dia Naruto-kun. – Hinata fez uma reverencia e, confusa, perguntou. – Poderia lhe perguntar... Como fui parar na minha cama?
Naruto sorriu. Pedira tanto para que ela não se lembrasse de nada, ainda bem que seu pedido foi atendido.
-Bom, acho que você confundiu uma garrafa de uísque com um refrigerante! – Ele sorriu. – Quando cheguei em casa você já estava deitada. Não quis lhe incomodar.
Hinata enrubesceu. Bebera? Como não se lembrava disso?
-Peço desculpa Naruto-kun, devo ter parecido uma idiota. – Hinata se virou, dando a Naruto uma boa visualização de seu bumbum, que se definia com perfeição, graças ao pequeno short jeans.
-Não... Nunca . – Ele sorriu se lembrando de quando ela subiu em suas pernas.
-Bom vou fazer seu café da manha. – Hinata caminhou lentamente para a cozinha.
-Enquanto a isso... – Naruto interrompeu. – Já é de tarde.
Hinata abriu os olhos em espanto.
-Oh, minha nossa! Desculpe-me Naruto-kun. – Falou envergonhada. Se curvando novamente.
O médico sorriu e se voltou novamente para seu livro. Ele faria de tudo para que Hinata não se lembrasse do ocorrido, mas, faria de tudo para não esquecer.




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