Our Westeros... INTERATIVA escrita por panemetcircences


Capítulo 5
A Serpente da Areia


Notas iniciais do capítulo

Espero que gostem



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ALLYANE SAND

O jantar já está servido e Nymeria me chama. Descemos as escadas conversando sobre diversos assuntos. De todas as minhas irmãs, ela é a que mais tem em comum comigo. Sempre fomos muito próximas. Desde que cheguei a Lançassolar, com alguns meses de vida.

Minha mãe foi uma comerciante e viveu em Bravos. Meu pai, Oberyn, e ela se envolveram em uma viagem dele para fazer negócios. Ela enviou um bilhete à ele contando que me esperava. Ele respondeu, dizendo que assim que fosse possível, depois de meu nascimento, eu seria trazida a Dorne. Assim, quando nasci, fui colocada em um barco e trazida até meu pai.

Quando cheguei, Nymeria tinha nove anos, mas sempre cuidou de mim e eu sou muito grata por tudo que me ensinou.

Quando vislumbro a mesa cheia de delícias, minha boca se enche de água.

Cumprimento todos sentados a mesa. Obara, Elia, Obella, Tyenne, Sarella, Loreza, Dorea, Ellaria, Helaena e meu pai, estão sentados nesta ordem em volta da mesa circular. Há duas cadeiras, entre Ellaria e Helaena, que foram colocadas ali especialmente para nós. Sento-me entre Nymeria e a garota de cabelos prateados.

Como um prato cheio de postas de cobra e pimentões de dragão, estou satisfeita.

Eu e Helaena saímos escondidas ao cair da noite para que ela possa relembrar como é estar fora do castelo. Meu pai a proibiu de sair por questões de segurança. Vemos muitas coisas, das quais sentíamos falta.

Chegamos a um beco e ouvimos um homem ameaçar o outro.

– Você sabe onde se encontra a filha bastarda do príncipe Rhaegar Targaryen? Fale, homem! - ele grita, mas o ruído sai abafado - Fale, ou o matarei agora mesmo!

O homem parece realmente não saber. Acaba morto. Eu e Helaena nos escondemos dentro de uma taverna, usando os capuzes de nossas capas.

O mesmo baderneiro entra e faz a mesma pergunta a todos no bar. Nos escondemos dentro da cozinha. Ranly, o cozinheiro, e fiel escudeiro de meu pai nos ajuda e fugimos pelos fundos.

Passamos pelos portões de Lançassolar e sentimos alívio passar por nossos corpos. Abaixamos os capuzes e nos abraçamos. Estamos a salvo... Por enquanto.

Tenho que contar para meu pais, por mais que ele vá ficar irado com a nossa saída noturna.


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Notas finais do capítulo

Comentem! Seu personagem só terá o resto de sua história postada depois que você comentar o capítulo (Isso serve para todos)!