Os Jogos da Fome - Interativa escrita por Natacha Cesar


Capítulo 12
Colheita do distrito 11


Notas iniciais do capítulo

Voltei ^^
Demorei muito tempo não foi :/ Desculpem
Bom aqui está a colheita do distrito 11, só falta o distrito 12, ta quase, acho que vou colocar o capitulo 13 ainda esta semana mas para isso preciso de ter comentários, toca a comentar kkkkkk
espero que gostem e desculpem pela demora.



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Ronny era um rapaz corajoso e inteligente. Vivia no distrito 11, o distrito mais pobre, logo a seguir ao distrito 12. Apesar dos residentes desse distrito passarem fome não era o caso de Ronny.

Ele vivia com a mãe, eles os dois não tinham uma boa relação. A sua mãe gostava dos Jogos, achava que era um bom castigo para os rebeldes, mas Ronny não concordava. Ela já não tinha pai, ele morreu num dia em que foi caçar e foi mordido por uma cobra, dês de então Ronny tem pavor a cobras.

O dia da colheita era um dia temido pela maior parte da população. Ronny estava farto de toda aquela fantochada dos Jogos. Ele não entendia o desespero da Capital para mostrar que ela é que manda. Ele achava aquilo simplesmente ridículo.

Naquele dia a sua mãe estava no jardim a conversar com umas vizinhas enquanto Ronny se preparava para a colheita. Tomou um banho, vestiu um fato velho que estava no armário do seu falecido pai. Penteou o cabelo e respirou fundo.

Ela era um rapaz positivo e acreditava sempre no melhor, mas numa situação dessas nunca dá para ficar relaxado. Pode ser qualquer um.

Ronny foi até á cozinha e tirou uma maçã, este ano tiveram uma boa colheita e graças ao acordo que a sua mãe fez com a Capital conseguiram ficar com metade da colheita. Sem dúvidas que a mãe do Ronny tinha poderes de persuasão para conseguir um acordo com a Capital.

O rapaz comeu e saio com a mãe até ao local da colheita. A sua mãe vinha atrás dele com as amigas, sempre a cochichar e a dizer que os jogos eram um excelente castigo.

Havia uma grande fila e Ronny apresou-se a chegar a ela, estava farto de ouvir a mãe e as amigas. Chegou perto de Pacificador e estendeu-lhe a mão para que este lhe tirasse um pouco de sangue. De seguida dirigiu-se á multidão de gente esperanto pelo início da colheita.

Mas em grande nervosismo também havia a Ann, filha do Perfeito Closs. Ann era uma rapariga corajosa e sincera.

Ela era sonhadora e acreditava que num dia as coisas iriam mudar. Mas as pessoas á sua volta não a entendiam, muitos até queriam que ela fosse para os Jogos para que ela acordasse para a vida real. Mas a Ann não lhes ligava, ela acreditava e isso é que era importante. E se um dia for escolhida aproveitará esse momento para mostrar todo o teu potencial.

Ann não tinha muita relação com a família nem com ninguém, ela só tinha uma amiga que a compreendia e apoiava. Carol era sua melhor amiga dês de sempre. Eram como irmãs.

Ann e Carol tinham passado o dia todo uma com a outra para que não se lembrassem da colheita, mas quando chegou a hora cada uma foi para sua casa.

Ela tomou um banho e vestiu um vestido que tinha sobre a sua cama. Penteou o cabelo e prendeu o cabelo loiro numa trança. Foi com a sua família e com a família Huch até ao local da colheita.

Quando todos estavam presentes um homem de cabelo vermelho e olhos cinzentos subiu ao palco. O seu nome era Loped Robb, o único vencedor que o distrito 11 já teve. Loped era o sorteador e o mentor do seu distrito. Ele mostrou o vídeo que todos os anos era passado. O filme que mostrava o poder da Capital. Quando terminou, o homem iniciou o sorteio.

– Primeiro as senhoras. – Disse ele com uma voz fraca. Dirigiu-se ao recipiente com os nomes femininos e tirou um. – Carol Huch.

Ann ficou em choque. Ela não podia deixar a amiga ir embora. Ela era muito indefessa. Carol começou a chorar e recusou-se em subir ao palco. Dois Pacificadores obrigaram-na e empurraram-na. Mas Ann sentiu-se na obrigação de ajudar a Carol.

– Eu voluntario-me! Deixem-na em paz por favor. – Disse Ann tentando não chorar.

– Podes subir. – Disse Loped.

Ann sentiu uma lágrima cair no seu rosto e apresou-se a limpar. Subiu a escadaria até chegar ao Loped.

– Qual é o teu nome?

– Ann Lúcia Closs. – Disse a moça com uma voz de determinação.

O sorteio continuou e agora era a vez dos rapazes. Loped repetiu o mesmo processo e sorteou um rapaz.

– Ronny Tyrets.

Ronny sentiu o seu coração a mil, as suas pernas ficaram a mil e o seu olhar dirigiu-se involuntariamente para a mãe que agora parecia menos contente com a ideia dos Jogos. O rapaz foi empurrado por um Pacificador até ao palco. Ronny olhou para Ann com um olhar e admiração. Fazer isso pela amiga era preciso muita coragem. Ela seria um bom tributo enquanto ele tinha muito medo do que estaria para acontecer.

– Senhoras e senhores, Ann Closs e Ronny Tyrets são os tributos do distrito 11. Podem cumprimentar-se.

Ann olhou para Ronny e entendeu-me a mão. Ann estava com medo, ela tinha salvo a vida da amiga e pondo a sua em risco, mas ela não queria morrer. Mas era a sua oportunidade para mostrar ao mundo o seu potencial e que tinha capacidade para mudar as coisas. Enquanto Ronny pensava no que valia a pena, voltar para a mãe que nunca gostou dele ou morrer na arena. Mas talvez morrer na arena não seja uma opção, não há vida nenhuma que seja má o suficiente para justificar a morte.

Ambos iriam lutar pela vida e dar tudo para voltar a casa.


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Notas finais do capítulo

Gostaram? Então comentem!
Não gostaram? Comentem também!
Adoro os fossos comentários, vcs são os leitores mais fofos que eu tive :3
Viram só graja kkkkk



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