Appolosa escrita por Agniz


Capítulo 6
Appolosa


Notas iniciais do capítulo

Heeeey Gente ultimo Capitulo.
Essa foii rapida.
Até la em baixo.



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POV Edward

– E você... Está solteira ainda? – Perguntei e ela sorriu me olhando do jeito que me olhava no inicio do nosso relacionamento. Apaixonada.

– Estou com Martin desde que sai da cidade. – Ela disse sorrindo. Assenti contente por ela.

– Fico feliz. O amor é uma dadiva. – Eu disse e ela me olhou seria.

– Edward. Você sabe mais do que eu que ama Isabella, e sinto que ainda não falou isso a ela... – A olhei confuso, como ela... – Em uma das noites do nosso inicio de relacionamento, enquanto dormia você sussurrou algo parecido com o nome dela, na época eu fiquei confusa...

– Jessica eu...

–Sei que não foi sua intenção, mas é com você disse. Amar é uma dadiva. Permita-se viver! Você nunca foi culpado pelo que aconteceu. Poderia ter sido qualquer um. – Ela disse tirando os óculos de sol da cabeça e colocando em cima da mesa.

– Diz isso por que não sentiu tanto. – Falei ríspido e ela me olhou, com magoa?

– Não senti? Edward você acha que perder uma filha, um ser que carreguei nove meses dentro de mim é fácil? Eu a amava. Eu era sim imatura, irresponsável e pode saber que se o eu de agora encontrasse o eu de antes aquela lá ia apanhar muito. – Ela disse com a voz embargada e quando algumas lagrimas escorriam pelo rosto voltou a colocar o óculos de sol.

– Todos sofreram Jessica! Todos! – Falei suspirando e tentando não voltar a chorar.

– Sabe... Quero que você seja feliz, que se perdoe por algo que não teve culpa. Permita-se viver. Eu carrego também a culpa e pessoa perdão a Deus todo o dia pela idiota de fui de perder você e uma filha. – Ela disse suspirando.

–Estou espantando. Você realmente mudou. Mas de um jeito bom. – Eu disse deixando as palavras morrem. – Sinto muito também. Espero que seja feliz e que esse tal Martin lhe faça feliz. – Ela sorriu e se levantou, me levantei também e a abracei. Era como quando éramos apenas amigos, sem burrices e magoas. Apenas os jovens amigos de antes.

– Pode saber que ele me faz.

– Então agradeça a ele por mim. – Eu disse me sentindo culpado por algo que mais uma vez não tive culpa.

– Permita-se – Ela disse e sorriu.

– E se ela não se permitir? – Perguntei e ela me olhou.

– Então você terá arriscado. Já será algo certo?! – Sorri com o pensamento dela.

– Você realmente mudou. – Eu disse jogando a lata de coca no lixo.

– Nós não necessariamente precisamos mudar. Apenas amadurecer. – Ela disse indo em direção à porta de saída.

– Hey Jessica?! – A chamei e ela se virou. – O que faz aqui no hospital?

– Ouvi dizer que um amigo e a família estavam aqui. Precisava vê-los. – Ela disse e acenou saindo. Balancei a cabeça. Jessica realmente havia amadurecido a ponto de me dar conselhos? – Balancei a cabeça e sorri.

Permita-se. Corri até a sala de espera e minha mãe se levantou.

– Jessica... – Ela começou a dizer e coloquei minhas mãos em seus ombros.

– Sim... Mãe preciso vê-la! – Eu disse dando um beijo na testa dela e indo em direção a algumas enfermeiras. Após algumas palavras e claro um pouco de carisma ela chamou o médico. O mesmo ficou relutante. Bella não podia se movimentar, iria ficar alguns dias internada em observação e visitar fora de cogitação. Mas graças ao meu dom de persuasão e claro erámos amigos em fim eu estava em frente à sala da UTI. Segundo ele a única que ainda estava nessa sala era ela.

A porta branca com o dizer UTI se destacava. Encarei a maçaneta branca e suspirei. Ela está acordada, mas, por favor, sem nada radical. O doutor me disse brincalham há minutos atrás. Suspirei e abri a porta.

– Appolosa. – Sussurrei assim que abri a grande porta grande e a encontrei encarando o teto. Ela me olhou e deu o sorriso em que me fez me apaixonar mais ainda por ela.

– Aqui é muito chato. – Ela disse bufando e me aproximei dela dando um beijo calmo em seus lábios.

– Está com gosto de remédios. – Eu disse e ela riu. – Bella... Eu... Tenho pouco tempo até o médico vir brigar comigo por causa do tempo aqui. – Eu disse e ela fechou a cara.

– Você deveria ter passe livre aqui!

– Calma Appolosa. Logo você sai daqui. Como está?

– Com muita dor. Fiquei com medo de ter que amputar a perna ou algo assim, mas graça aos seus primeiros socorros... Eu vou ficar bem, apenas o problema renal, mas eles disseram que estou bem, apenas observação e cuidados! – Ela disse e sorri. Acho que meu sorriso ia rasgar meu rosto assim que ouvi a palavra bem.

– Permita-se. – Sussurrei e ela me olhou confusa. Não me contive e beijei sua testa. – Appolosa pensei que ia te perder. Não ia suportar perder mais uma. – Eu disse e ela balançou a cabeça. – Espera. Jessica esteve aqui e conversamos, ela meio que disse essas palavras “Permita-se” – Eu disse.

– Acho que o veneno me deixou lerda. – Ri e balancei a cabeça.

– Ela disse que era pra eu parar de me sentir culpa por tudo. Ela disse que era pra eu me permitir viver.

– Acho que ela esta mais que certa. Mas você como o cabeção, nunca se permite! – Ela disse e então me olhou com receio. – Jessica sua ex? – Perguntou em um sussurro.

– Ela está quase noiva. E falou então que era pra eu me permitir, mas confessei que tenho medo. E então ela me disse algo que eu ao menos tentei.

– Eu realmente não estou compreendendo... – Ela disse confusa e me aproximei dela.

– Bella... Eu te amo. Eu não apenas te amo, mas sim estou apaixonado por você. Eu sempre te amei, desde aquele dia em que você deve que ir embora isso foi se fortalecendo, mas eu estava me negando. Isabella... Seja lá qual forem seus sentimentos em relação a mim, quero apenas que saiba isso.

– Ei Edward Para! – Ela disse e parei assustado. – Cabeção, eu sua uma idiota. Idiota por também me negar esse sentimento e sim... Eu amo você, você aceite ou não. – Ela disse corando e me aproximei dela a beijando.

– Sabe... Eu ainda ganho aquela corrida. Já que era isso que era a aposta. – Ela disse entre os beijos.

– Você ia me contar que me ama? – Perguntei e ela corou assentindo.

– Appolosa. Appolosa! – Eu disse e ela me olhou.

– Por quê?! – Ela repetiu a pergunta que tantas vezes me recusei a contar.

– Porque assim como os Appaloosas você é forte, destemida e teimosa. Mas é uma as criaturas que mais me encanta com tamanha inteligência. Sei que você não pode gostar de te comprar com o Trovoada por exemplo. – Ela me olhou sorrindo.

– Isso é... Muito... Interessante. – Ela disse tentando procurar palavras. – E sabe... Eu amo cavalos! – Ela disse me fazendo rir. – Me promete? –

– O que quiser! – Eu disse dando um beijo em sua testa.

– Que vai se permitir! – Peguei a mão dela a beijando e me abaixei a olhando nos olhos. Olhos em que me perdia tamanha imensidão.

– Só se for ao seu lado! – Então nossos sorrisos se tornaram ainda maior. Nós estávamos nos permitindo, estávamos muito mais que isso. Talvez minha anjinha esteja lá em cima apenas me ajudando. Seja como for eu sempre a amarei, amor tamanho igual ao que eu amo minha Appolosa.

– Ainda quero uma revanche. – Ela murmurou antes do médico entrar no quarto e me expulsar de lá. Sai de lá como se pudesse gritar ao mundo a minha felicidade.


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Notas finais do capítulo

Heeeeeeeeeeey gente o que acharam? Recomendações????

Espero que tenham gostado e quero agradecer por daram um chance a esta fic.
Espero que passem em minhas outras Fics.

Até a proxima.
Beijos - Ag