K.O.F escrita por Sensei Oji Mestre Nyah Fanfic


Capítulo 7
Heróis do Japão


Notas iniciais do capítulo

Depois desse transtorno todo que foi o site parado nada melhor do que começar a semana com a atualização desta fanfic.



O carro de Saisyu parou em frente ao hotel que recepcionaria os participantes. O lugar era muito luxuoso que ficava na capital japonesa. Os quatro se admiraram com o luxo do lugar, até os Kusanagi que eram ricos nunca haviam visto algo tão fascinante. Só para dar um exemplo tinha uma estátua bem no meio de um enorme chafariz na frente do prédio.

– Bom é aqui. Espero que consigam garotos. Quando for na segunda-feira nós iremos assistir as lutas no outro endereço que há no convite. Kyo eu sei que vencerá filho.

– Valeu pai.

Os quatro saíram e retiraram a bagagem no porta mala. Saisyu voltou ao veículo e foi embora. Apesar de todo o suspense o local era perto da casa dos Kusanagi. Pelo menos num lugar familiar.

– Resolveu colocar gel nos cabelos Beni? Só você mesmo para sair desse jeito - disse Kyo.

– Ah Kyo deixa eu assim meu filho. É o meu charme. E você sabe que eu gosto de chamar atenção.

– Realmente vai chamar atenção nessa jaqueta rosa. Não havia uma peça mais discreta que...

– Olhem que incrível - disse Goro.

O hotel era ainda mais luxuoso por dentro. O piso era transparente com vários peixes nadando sob os pés das pessoas. Vários móveis espalhados na recepção como sofás, mesinhas de centro, etc. A recepcionista balançou o sino. Eles foram até ela.

– Bem vindos ao hotel Royal Bernstein. Bom pelo jeito e pelas roupas eu suponho que não vieram se hospedar. A não ser que vá para uma festa a fantasia...

– Eu falei - disse Kyo deixando o loiro fulo.

– Mas enfim... TOMASEO! - gritou. Um rapaz ocidental apareceu.

– Sim.

– Leve-os para os Comes e Bebes.

– Pra já... quero dizer, sim senhorita. Venham.

O trio seguiu o rapaz até uma porta. Eles entraram numa sala parecida com um escritório. Estranharam.

– É aqui? - perguntou o loiro. - Não cabe nem uma dúzia de pessoas.

– Vocês verão meu caro. Aguardem um pouco - o rapaz foi até o computador sobre a mesa e apertou o teclado. - Pronto.

O escritório se mexeu como um elevador. Primeiro desceu durante cinco minutos, daí parou. Depois se moveu para o lado e nisso ele demorou além da conta.

Meia hora depois e ainda estavam se movendo.

– Hei não tem como ir mais depressa não? Eu sou um pouco clausófobo - Benimaru.

– Não seria claustrófobo? E então, Tomaseo, quando é que vamos chegar? Pelo convite era para estarmos ao meio dia em ponto - Kyo.

– Ao meio dia no hotel. Se tivessem chegado um minuto atrasados seriam barrados pelos seguranças. Quanto ao local de encontro é claro que não seria num hotel da cidade não é mesmo? Calma que só faltam vocês a chegarem lá. Estamos a 200 KM/H e agora que estamos na metade do caminho.

Esperaram mais meia hora até sentirem o elevador subir. Parou.

– Por aqui cavalheiros. Sintam-se em casa - ele abriu a porta.

Um salão todo feito de concreto surgiu e nele várias pessoas. Eram os competidores do torneio. Cerca de 21 deles além dos recém chegados. Oito grupos representando nações distintas. O salão era muito espaçoso e bem iluminado.

– Olhem para essas pessoas - disse Goro. - Todas elas são completamente diferentes das que nós já competimos em torneios anteriores. São profissionais preparados para tentar ganhar a qualquer custo. Tomem cuidado.

– Não preciso, sou forte - disse Kyo sarcástico.

Um homem vestindo um paletó preto surge. Ele caminha até chegar perto dos participantes.

– Bem vindos. Eu sou o capitão Collin presidente da recepção dos participantes do nonagésimo quarto torneio do Rei dos Lutadores ou King of Fighters em anglo-saxão. Como todos aqui são de muitos lugares distintos, a língua majoritária para se comunicarem entre si ou com os organizadores é o inglês. Espero que falem fluentemente. Todos vocês serão transportados para um local litorâneo onde, de fato, acontecerá as lutas na segunda. Antes, porém, terão que assinar seus nomes nesta folha sobre a prancheta e ao lado colocar o nome do líder com o nome do grupo. Por favor vão passando aos outros quando terminarem.

Collin entregou. Eles escreviam. Kyo ficou nervoso, não pensou em nada sobre o nome da equipe até chegar a sua vez. Escreveu o nome e colocou o da equipe.

– Ótimo. Agora por favor as pessoas que eu chamarei podem acompanhar o meu assistente, Tomaseo, até a saída deste lugar. Guerreiros de Ikari: Raul Heidern, Clark Still e Ralf Jones... Fatal Fury: Terry e Andy Bogard, Joe Higashi... Art of Fightin: Takuma e Ryo Sakazaki e Robert Garcia... Time das lutadoras: King, Mai Shiranui e Yuri Sakazaki... Psycho Soldiers: Chin Gentsai, Sie Kensou e Athena Asamiya... Time do Kim: Kim Kaphwan, Choi Bounge e Chang Koehan... tu és grande...

– Pra você - Chang.

– ...Time dos Esportes Americanos: Heavy D!, Lucky Glauber e Brian Battler, e finalmente o Time dos Herois do Japão - Goro e Benimaru olharam sério para Kyo. - Kyo Kusanagi, Goro Daimon e Benimaru Nikaido.

Os participantes foram para um corredor um tanto escuro até saírem. Uma mulher morena os esperava do lado de fora. Estavam à beira de uma estrada. Além dela havia um ônibus os esperando. Tomaseo voltou com Collin.

– Eaí caras como vão? Eu me chamo Terry Bogard.

– Legal o seu boné - disse Kyo.

– É... me deixa mais sexy sacumé hehe. E então são daqui mesmo?

– Claro que somos - Kusanagi.

Um minuto depois Kyo já havia arranjado um amigo para passar o tempo. A companhia dos mesmos colegas de fato enjoava.

A mulher olhava a prancheta com todos os nomes. Depois atendeu o celular distanciando um pouco da multidão.

– Bom cara eu amo as mulheres. Pra mim é o bicho mais maravilhoso que Deus já fez. Além da mulher, a única coisa que me dá prazer é cerveja. Quando bebo uma Heinneken ou uma daquelas brasileiras. Tem que ser cerveja. E você Kyo?

– Eu sou mais comportado, mas não menos safado. Aliás eu quase traí minha atual namorada. É eu sou comprometido - disse rindo.

– Pois meu chapa eu prefiro ser de todas. Trepo com qualquer putinha gostosa que me aparecer. Na realidade eu já namorei, mas não deu certo. Eu não presto pra ter uma foda fixa. Aqui comigo é teste drive e mando pra escanteio. Já o meu irmão ali encontrou a esposa ideal. É mais quietinho e submisso.

Mai não saía de perto de Andy. O rapaz até gostava dela, mas a moça o sufocava sempre segurando o seu braço. Mai Shiranui, até está discreta no seu vestido preto comportado, mas quando está pronta para lutar há quem diga que ela mata um cara só com suas curvas. Andy era o mais paciente e sempre disse que um dia seria noivo dela. Agora arca com as consequências de sua promessa.

A mulher se aproximou dos competidores.

– Desculpem a demora. Eu sou Vice, braço direito do anfitrião do torneio. Vejo que já foram recepcionados pelo capitão então não vejo o porquê de ficarmos neste fim de mundo. Vamos para o ônibus.

Os competidores entraram no veículo, guardaram as bagagens. Vice deu algumas explicações referentes ao trajeto que seria feito depois ficou quieta numa cadeira logo a frente.

O time americano sentou ao fundo e como de costume fazia muita baderna. Kim e sua equipe permaneciam calados. Mai dá um grito diante de todos na frente do seu futuro noivo.

– Como assim vai pensar?!

– Calma droga, eu falei que vou pensar. Não disse que desisti - disse Andy.

– Calma uma porra. Eu quero saber que história é essa de que ainda vai pensar? Você falou pra mim que depois deste torneio noivaria comigo. Agora tá pensando. Quem é?

– Quem é quem?

– A vagabunda . Passa o nome dela, endereço da casa e do cemitério porque eu vou matá-la. Dá em cima do meu homem aqui não...

– Dá pra se calar que vergonha - disse Andy tapando-lhe a boca. - Eu não tenho ninguém.

Enquanto isso Terry conversava com Kyo.

– Tá vendo, é disso que eu to falando amigo. Mulheres não prestam. Desde que a Eva comeu da maçã e convenceu o trouxa do viadão a comer também eu tenho uma certeza absoluta: mulher só serve pra ser fu...

– Espera. Estamos quase lá - disse Kyo.

O ônibus se aproximava da cidade litorânea que sediará o torneio. Não era grande, nem pequena. Certamente um bom lugar para ser o rei dos lutadores.

...

South Town, Madrugada de sábado.

Isaak acorda atônito com o barulho do seu celular a tocar incessantemente. O empresário olha no relógio e vê 02:15 AM. Era madrugada. Estranhou o fato de uma ligação tão inesperada naquele horário. Atendeu.

– Alô aqui é O'Brien falando... sim quem é que tá falando?... Vigia de que?... Não é possível. Passe o endereço pois farei o reconhecimento do corpo antes que a polícia chegue.

Ele se arrumou, ligou para Victor e foi ao local combinado. Chegando lá infelizmente a polícia já havia chegado, mas com certa insistência eles deixaram vê-lo. Isaak levou um susto ao ver o corpo.

O local era um beco abandonado num bairro da periferia da cidade.

– O que James Jackson faria num bairro como McGraw de alta periculosidade hein Victor?

– Não sei. Ele lhe disse algo?

– Não. O pior que eu já estou pensando em besteira. Droga se for no que eu to pensando... porque mataram o JJ depois de praticamente expulsarmos Igniz da presidência?

– Quer alguma medida de proteção mais reforçada?

– Sim eu quero dois seguranças fazendo campana na porta da escola do meu filho durante a semana. Você e mais alguns ficam comigo, pois eu talvez precise. Se tiverem matando a diretoria da NESTS então eu preciso me cuidar e avisar aos outros.

– Deixa comigo chefe.

"O cerco tá se fechando. Maldito Igniz. Tem o seu dedo nisso" - pensou.

...

Iori saiu do carro de Mature e viu uma mansão estilo bem oriental, nota-se pelo telhado típico e engenharia feita. O lugar ficava próximo a praia numa cidade litorânea bem tranquila, longe da agitação da capital. Ele retirou a bagagem e entrou seguindo a loira. Entrou e se alojou num dos quartos com as curiosas portas de madeira rolantes.

– Aconchegante - ele abriu a cortina e viu a vista do oceano. - Bela vista.

– Eu sabia que você gostaria. Apronte-se, a noite teremos o jantar no salão de estar. Será a sua oportunidade para ver o seu amiguinho aqui conosco. Ah, vista o quimono no closet. Não se atreva a usar essas roupas escuras nos dois primeiros dias antes da luta.

– Essas exigências me matam. Tudo bem. Só quero lutar com o Kusanagi mesmo. A propósito quando conhecerei o anfitrião?

– Muito em breve - respondeu fechando a porta. - Idiota.



Notas finais do capítulo

E então gostaram? Vai demorar um pouquinho até que as lutas comecem. Espero que compreendam que a história, apesar de ser uma fanfic, precisa ter começo, meio e fim. Boa noite.



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