K.O.F escrita por Sensei Oji Mestre Nyah Fanfic


Capítulo 3
Chamas Púrpuras - Iori Yagami


Notas iniciais do capítulo

Leiam com muita atenção.



– Cara eu não posso acreditar nisso, devo estar sonhando - falou Kusanagi ainda lendo o papel para o desespero de seus amigos que só faltavam arrancar o convite de suas mãos - eu fui cordialmente convidadoe ainda posso escolher dois colegas para fazer parte do grupo.

– Deixa eu ver bonitinho - Benimaru retirou o papel das mãos do moreno e começou a ler - as regras são simples meu lindo. Aqui diz que o torneio não será individual, mas sim em trio. Foram selecionadas oito nações e cada time precisará de um nome e um líder. Eu desde já escolho Kusanagi como o líder.

– Eu por quê?

– Eu também o escolho. Você é o mais forte de nós então nada mais justo do que ser o nosso líder - falou Goro.

Kyo estendeu a bandeira branca e decidiu ser mesmo o líder do trio. O mais difícil ainda estava por vir, pois convencer Saisyu era uma missão em nem Tom Cruise tinha coragem de fazer de tão quase impossível que era. Eles decidiram retornar para casa esperar o senhor Kudanagi chegar.

Já no centro de Tóquio o rapaz dos longos cabelos negros decidiu sair para voltar a trabalhar na banda onde fazia shows em bares, boates e casas noturnas. Atualmente ele estava numa boate trabalhando. A noite de sábado prometia.

Ele se arrumou colocando uma jaqueta preta de couro com uma camisa branca de botões por baixo além de uma calça preta e sapatos. Ele pegou o seu instrumento e preferiu descer de elevador já que ficava no quinto andar. Ainda na recepção ele é quase barrado pela recepcionista loira.

– Oi senhor Yagami eu recebi um envelope destinado ao senhor, tome - ela entrega. O homem pega de uma vez e vai embora quase esbarrando com uma moradora do prédio que chegava.

– Nossa que bruto - reclamou a jovem - pelo menos devia pedir desculpas! - Falou alto, mas resolveu deixar pra lá quando viu que era em vão.

Yagami abriu o envelope, que veio com um selo, e percebeu que era um bilhete. Ele leu enquanto andava até o seu destino. No corpo do bilhete estava escrito que Iori era convidado a se aliar com uma certa pessoa, sem citar nome algum, para poder destruir a família Kusanagi. Ele riu de um modo sarcástico, não agradava a ele a ideia de destruir aquela família toda,mas a Kyo sim. Ele guardou o papel no bolso da calça não dando a mínima atenção ao endereço ali.

– Não preciso de ajuda de ninguém para poder matar aquele maldito - continuou andando.

Ele teve que passar por uma rua estreita, parecida com um beco. Estava escuro, sombrio principalmente com o clima chuvoso da cidade. Por um tempo ficou caminhando indiferente até escutar gemidos de alguém vindo mais adiante. Ele andou devagar até encontrar um menino por volta dos seus onze anos sendo espancado por dois homens com no mínimo dez anos a mais da sua idade. Ele ficou tão irado com aquilo que deixou o instrumento no chão e caminhou até os bandidos.

– Por favor eu imploro... - dizia o garoto.

– Seu moleque fedido você vai aprender bons modos com a surra que eu vou te dar - falou o cara ruivo.

– Ei panaca deixa o pirralho em paz - Yagami odiava violência.

– Panaca é você otário - falou o mesmo cara com cabelos vermelhos e fumando um cigarro - vem cantar aqui no nosso território? Cara ataca esse merdinha que mais parece uma mulherzinha com esses cabelos.

O maior partiu para cima desferindo socos e chutes, entretanto Yagami desviava de todos os golpes. Ele era um lutador e conhecia tecnicas. O mesmo pulou sobre uma caçamba de lixo e rolou sobre ela até parar do outro lado, chutou um saco preto confundindo o marginal e depois assim poder contra-atacar. Logo depois ele começa a meter a porrada na cara do bandido com violência sem se importar com a presença da criança. Em seguida ele dá uma joelhada no rosto para assim obrigar o bandido a espirrar sangue pelo nariz. O homem caiu desmaiado.

– Pronto já cuidei do teu marido, agora só falta você bonequinha de luxo - disse com grande ironia.

– Porra meu quem você pensa que é pra falar assim comigo? - falou o homem tragando o cigarro pela última vez.

– Iori Yagami seu babaca - com um movimento com a mão ele consegue controlar a chama do cigarro e trazê-la junta a sua palma para o espanto do homem a sua frente. Depois a chama que era vermelha e amarela virou cor púrpura quase roxa. Na sequência a chama vira uma brasa e agora nas duas mãos. Ele joga o fogo contra o ruivo o lançando por vários metros.

– Obrigado...

– Não me agradeça garoto. Vá saia daqui - ele deu a ordem e o menino correu.

Depois que o jovem saiu daquele beco Yagami se aproximou do marginal, ainda se contorcia de dor pelas leves queimaduras, o pegou pela gola da camisa. O ruivo ficou espantado com medo quando Iori deuuma ordem para que nunca mais o visse ali.

– Da próxima vez que eu te vê por aqui ficará igual um salmão grelhado, entendido panaca? - o homem assentiu e foi largado. - adorei o seu estilo e cor de cabelo. Aonde fez esse corte com franja?

– K-Kai...

– O que eu não ouvi. Fala babaca!

– Kai. É um salão de beleza que tem no shopping central. Tem todo o tipo de corte masculino inclusive o meu - disse com receio.

Iori nada respondeu. Deu as costas para o sujeito, pegou seu instrumento e saiu normalmente. Depois de algum tempo ele chega ao seu destina e entra na casa noturna por trás. Ensaiará com a banda.

...

CASA DA FAMÍLIA KUSANAGI

Saisyu voltou para casa depois do almoço. Sabia que um dia isso aconteceria, seu filho seria chamado para a disputa do rei dos lutadores mais cedo ou mais tarde. Então se sentou na sua poltrona no seu escritório e foi refletir se permitiria a ida de Kyo ou não. Leu o convite por algum tempo. De fato um belo convite.

Após ler, até as entrelinhas, ele raciocinou pela última vez. Pensou em Kyo quando era criança na época que brincava com a bola no jardim e com o cachorro que antes tinham. Era notável ver uma criança franzina virar num homem forte nos dias atuais. E Saisyu sabia que mesmo não permitindo o seu filho daria um jeito de ir. Era teimoso.

– Kyo meu filho. O que posso fazer... nada - ele se levantou e foi até a área externa.

Kyo treinava suas labaredas dando golpes no ar com seus punhos em chamas. Benimaru treinava sozinho de vez em quando soltando faíscas elétricas e Goro também treinava. Saisyu chegou com o papel na mão e passou a mão sobre a barba.

– Papai o senhor já decidiu?

– Já. A resposta é... - todos olharam apreensivos - não.

Benimaru tropeçou e caiu sobre Goro. A surpresa foi tanta, mas Kyo já esperava por isso há muito tempo. O moreno esboçou um semblante chateado e enraivecido. Achou que já estaria na hora de ser mais independente e forte. Demonstraria a sua força no torneio.

– Achei que pensava em mim pai - falou dando as costas aos amigos e entrando na casa.

– Eu penso em você filho - falou sério.

– Pois não parece... capitão Kusanagi - debochou.

Kyo subiu com tudo e se trancou no quarto. O que ele mais queria era participar desse torneio. Deitou-se na cama e colocou os fones do celular no ouvido sem querer ser incomodado. Nem ligou se estava suado por conta do treino.

Sua mãe batia na porta preocupada, porém ele não abria. Ela desceu e foi conversar com o marido que tomava um saquê para acalmar os ânimos. Ela, mesmo pedindo por favor, não conseguiu fazer o marido voltar atrás.

– Kyo precisa ser homem o suficiente para saber esperar, ter paciência. Acha que eu gosto de vê-lo assim? Prefiro ele na disputa do que na gandaia. Nosso filho é um heroi, mas tudo tem o seu tempo.

– O senhor pegou pesado mesmo senhor Kusanagi - falou Benimaru sentando-se a mesa.

– Jovem Nikaido eu sei o que faço, não se meta num assunto familiar. Com licença - se retirou e subiu para o quarto.

– Com todo o respeito senhora o seu marido é um teimoso - falou Goro.

– Ele é assim desde quando era um feto - ela respondeu brincando.

...

Enquanto no Japão anoitecia, amanhecia nos Estados Unidos. Em South Town na base dos guerreiros de Ikari o plano arquitetado pelo capitão Heidern estava dando certo. Ralf e Clark acompanhariam nessa viagem ao nonagésimo quarto torneio do rei dos lutadores sempre com a maior missão em vista: capturar Rugal Bernstein o suposto anfitrião do torneio.

Leona saiu do banho e vestiu uma calça de couro preta e uma camiseta branca. A roupa era quase apertada marcava seu corpo que era elegante e ao mesmo tempo sexy. Penteou seus cabelos quase azuis escuros e decidiu sair. Afinal também era uma mercenária e precisava sair e avaliar a base.

– O que a senhorita deseja? - perguntou uma mulher baixinha vestida de branco que passava pelo corredor.

– Ver o meu pai o capitão Heidern.

– Ele está na sala de planejamento avançado. Você pegará o corredor da esquerda depois da direita, direita novamente e esquerda. Uma porta metálica, mas também de vidro. Lá o encontrará. Com licença.

A garota gravou a sequência e foi direto a tal sala que a mulher baixinha havia lhe falado. Era uma grande porta de metal e na parte superior de vidro. Dava para ver Ralf sentado numa cadeira com a cara de desleixo.

– Rapazes então prestem atenção ao nosso plano. Vamos participar do torneio, entretanto a nossa missão é pôr as mãos naquele alemão filho da mãe - falou Heidern.

– O bom que isso vai acontecer em breve. Daqui a uma semana inicia os torneios e preciso ao menos treinar - falou Ralf.

– Capitão o senhor já disse à Leona que o nosso time já foi formado?

– Não Clark ainda não. Preciso de tempo para informá-la. Bom acabou esta reunião. Todos nós nos prepararemos para o torneio e também para a missão. Estão dispensados.

Leona conseguiu escutar por trás da porta que ficou de fora do The King of Fighters. Ficou chateada, magoada com seu pai. No mínimo iria incluí-la, porém não. Ela saiu dali para não ser vista pelos três e voltou ao quarto.

– Estou de fora é - pensou alto - acho que não capitão. Vou nesse torneio sim

...



Notas finais do capítulo

Gente estou muito puto da vida porque meu pc quebrou, não tenho internet, posto pelo celular e a droga apagou várias vezes o capítulo. Não sou filho da puta pra perder meu tempo nessa merda por isso reduzi o capítulo. Desculpa mas deu vontade de estraçalhar meu celular, mas aí seria pior. Boa noite.



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