K.O.F escrita por Sensei Oji Mestre Nyah Fanfic


Capítulo 17
PRELIMINARES - CORÉIA DO SUL X BRASIL - A Desistência de Kim


Notas iniciais do capítulo

Esse capítulo foi talvez o mais difícil que escrevi, porque foi o maior até agora. É que eu preferi não dividir o capítulo para não adiar demais a fanfic. Boa leitura.



O chuveiro foi ligado. Kim tomava banho aproveitando cada segundo que lhe restava debaixo do chuveiro. O homem se preparava para a sua luta que, em quarenta minutos, irá começar. Mesmo assim, algo muito intrigante o deixou desanimado de continuar o torneio. Com todas as suas habilidades ele poderia sim vencer quaisquer adverários, porém esse "algo intrigante" mudou completamente o seu foco.

 

Cinco horas antes...

— Ok vocês dois estão dispensados. Quero ver o bom desempenho à tarde. Vocês me ouviram?

— Sim senhor - disseram Chang e Choi.

— Podem ir e me encontrem novamente por volta das duas horas.

Kim treinou os seus discípulos bem próximo ao hotel. Choi e Chang eram dois bandidos perigosos, mas que foram domesticados por Kim e agora treinam duro para que um dia possam se livrar da ditadura do coreano.

Kim voltou ao hotel por volta das onze e meia. Como teria a luta do meio dia então o lugar ficou vazio. Os hóspedes comuns saíram quase todos apenas uns e outros continuaram no hotel. Ele pegou o elevador e antes de fechar, Kim viu Heidern sair do outro elevador em frente levando um notebook na mão. Achou estranho e seguiu.

Kim foi até a praia seguindo o capitão. Ralf e Clark esperavam.

— Chegou atrasado, chefe. Qual vai ser o plano? - perguntou Ralf.

— Rapazes o plano não será nada fácil. Para isso a primeira coisa que deve acontecer é ganharmos essa luta, depois temos que ter em mente que, mesmo que Rugal esteja aqui tão perto, será inútil a menos que ele vá para o porta-aviões.

— Sim, mas como faremos isso?

— Os mercenários de Ikari estão chegando pelo pacífico tanto por mar como por ar. Só não sei quando eles chegarão. Agora para invadir aquela fortaleza preciso que um de vocês se infiltre estre os guardas dele e desative o sistema de defesa.

Kim não entendeu nada. Apenas ficou parado ao lado de um poste escutando tudo.

— Rugal precisa ser detido, ele matou a minha esposa e a minha filha. Merece ser punido e eu farei de tudo para que ele pague pelos horríveis crimes que cometeu.

Para Kim ouvir que o anfitrião matara pessoas inocentes foi um baque grande. Nunca pensou que existiam lutadores que entraram na competição por motivos pessoais. Justamente o seu futuro oponente de batalha. Seu foco mudou drasticamente.

 

 

O coreano desligou o chuveiro. Saiu com roupão e viu seu quimono pronto sobre a cama. Colocou sua faixa preta na cintura e calçou uns chinelos nos pés. Respirou fundo, lutaria, mas tomaria uma decisão importante.

...

— Competidores antes de irmos ao local da luta, eu queria explicar algo - disse Vice no ginásio do hotel. Os seis lutadores que iam se enfrentar estavam presentes - o sistema da luta de vocês será diferente. Será por meio do Ponto de Vida ou Barra de Vida. Calma que eu vou explicar. Esse Ponto de Vida se refere ao tempo máximo que cada um ficará na luta sem danificar os transmissores digitais. Cada transmissor estará embutido em caneleiras, braceletes e cotoveleiras que vocês usarão durante as lutas. Cada competidor terá uma barra de energia 100% cada, à medida que a pessoa vai recebendo ataques fortes, a barra diminui e se chegar a zero o lutador está fora. Vale lembrar que não há arena e qualquer lugar na praça ou bosque servirá de campo de batalha. Esse novo método foi uma ideia minha e espero que aproveitem bem.

— Como saberemos se a barra de energia de cada um vai se esgotar ou não? - Ralf.

— No momento da luta eu estarei com este tablet e as barras aparecerão nesta tela. Quando um competidor zerar então ele sentirá um pequeno choque que indicará o fim da luta pra ele. O outro que vencer terá um autocarregamento dos transmissores mesmo que sobre 1%. Ambos retornam para o ponto inicial da luta pra dar início a seguinte. Agora por favor esses transmissores foram feitos sob medida, coloquem. Esperarei no carro.

...

— Ei, você por aqui?

— Sim, Ralf, sou eu. Até porque é o meu pai que vai lutar aqui. E aí já está pronto?

— É eu pus uns protetores na perna e no braço, detestei, mas é necessário. Ah já ia me esquecendo - ele tirou do bolso da jaqueta - tome é pra você eu comprei estas luvas para te ajudar, sei lá... algum dia que precisar.

— Oh Ralf Jones, não precisava, sério. Obrigada.

A praça foi toda interditada para que haja as lutas. Dessa vez as pessoas não assistirão e os competidores escolherão em qual lugar para se enfrentar.

A praça de Kaido era muito grande. Nela havia quatro áreas distintas. O polo de lazer no lado sul em que ficava uma quadra de futebol, um parquinho e algumas trilhas. Na zona oeste tinha a parte mais fechada da praça pois havia um bosque cheio de árvores, na parte leste ficava a avenida leste em que se reuniam as barracas comerciais além de se localizar também o matadouro de Kaido. Ao norte fica o templo budista de Sidarta e local de uma das semifinais. Além disso atrás do templo bem no meio havia um mausoléu enorme abandonado que antigamente servia de templo. Essa era a arena dos lutadores nessas preliminares.

— Infelizmente o anfitrião não poderá comparecer a este evento, mas informou que deseja boa sorte a todos - disse Vice. Ela era a única que estava presente. - Bom, como todos sabem vocês têm livre escolha em qualquer lugar da praça para lutar, exceto no templo budista. Os primeiros são Ralf Jones do Brasil e Choi Bounge da Coreia do Sul. Venham para cá.

A morena chamou os dois. Eles foram até o centro da quadra. Choi chamava atenção pelo fato de ser pequeno e usando duas luvas com garras afiadas.

— O local da primeira luta será na parte leste. Vão com o acompanhante e boa sorte - um homem trajado de preto os levou.

— Será que o Choi vai vencer? - Chang.

— Só depende dele se vai ou não. Agora fique quieto e mantenha a disciplina - repreendeu Kim.

Vice observava tudo em seu tablet. Os Pontos de Vida de cada participante estavam cada qual com 100%.

O acompanhante os deixou na parte leste da praça. Havia muitas barracas, pontos comerciais, mais à frente o prédio do matadouro da cidade. Tudo estava interditado para a luta.

— E aí Freddy Krueger do Paraguai. Prefere lutar onde?

— Aqui tá ótimo.

...

Um táxi chegou na cidade Kaido, parou em frente a uma casa com muro alto. Do veículo saiu Isaak O'Brien e seu filho Kevin. Os dois retiraram apenas uma bagagem e entraram na residência. A casa ficava afastada do resto da cidade, perto da colina, era grande com um grande jardim. O homem abriu o portão automático e eles entraram. Depois com uma chave ele abriu a porta.

— Kevin, você tá com fome?

— Hã... sim.

— Verei se a Satomi guardou algo no armário e na geladeira. Suba e tome um banho, depois venha lanchar.

— Certo.

Isaak foi até a cozinha. Abriu o armário e viu alguns alimentos estocados, na geladeira, também havia fartura. Ele pegou uma caixa de leite, pão, presunto e queijo. Fez um lanche pra si e guardou para seu filho. Depois foi até a sala e se sentou no sofá, pegou a sua pasta e retirou os papéis da auditoria que fez e todas as acusações que Igniz poderia levar.

— Alô, Satomi, obrigado pelas compras. Não faltou nada...

— Cadê, pai?

— Microondas o sanduíche, geladeira tem o leite e o suco. Se quiser põe mais... Não eu tava falando com meu filho. Sim, voltando ao assunto, eu lhe agradeço por tudo.

— Que é isso, senhor. Eu trabalho para o senhor, se lembra? Além disso, eu já havia sido informada da sua chegada. Como foi?

— Cansativa - disse se ajeitando no sofá. Ainda estava com seu tronco enfaixado. - Enfim ficarei por aqui acho que um mês. Preciso voltar para os Estados Unidos, mas não volto pra South Town de jeito algum. Bom, foi só isso mesmo. Qualquer coisa eu ligo.

Desligou.

— Preciso entregar isso à embaixada o quanto antes - segurava o relatório com muito zelo. Aquelas páginas eram preciosas.

...

Choi correu, deu um salto quase carpado e chutou Ralf que caiu sobre uma barraca a destruindo. Com suas garras foi pra cima do homem, que teve tempo de desviar e dar um chute na cara do menor.

— Aiaiaiai meu nariz. Você sangrou meu nariz!

— Com duas armas você ainda não conseguiu me arranhar. Bora, porra!

Ralf fingiu que ia pra cima só pra assustar Choi. Na verdade este era um medroso que nem sabia lutar direito, apesar dos treinos duros que Kim dava. Sua única chance era fugir, Ralf era muito forte para ele.

Minutos depois Ralf viu um prédio baixo com dois andares. O portão da cerca ficou semi aberta e a porta dos fundos, escancarada. Ele entrou. Percebeu logo que se tratava de um matadouro de animais bovinos e caprinos. Dava para perceber logo os pedaços de animais depois do abate pendurados em ganchos. Sobre ele, no segundo andar, havia passarelas que dava acesso a outras partes do prédio. Ele andou vagarosamente, pois estava escuro. Percebeu Choi já na parte superior pronto para cortar um cabo que segurava uma rede cheia de pedaços de carne. Ralf se evadiu a tempo de ser esmagado, subiu o mais rápido que pôde até chegar ao segundo andar. Choi fugiu para o terraço.

— Maldito escorregadio!

Vice observava no seu tablet o desempenho dos dois lutadores. Até agora estava tudo bem com os dois.

Ralf Jones: 91%

Choi Bounge: 74%

O sol da tarde batia no terraço que tinha algumas caixas d'água, geradores entre outros. Ele caminhava bem devagar até olhar pra trás e receber uma cabeçada de Choi, mesmo assim ainda conseguiu dar um chute no menor. Ambos caíram.

— Pare de gracinhas e vamos lutar, seu baixinho filho da mãe.

— Tudo bem, eu desisto - Ralf ficou surpreso - eu desisto de lutar com as garras. Se não posso matar então elas não prestam pra nada.

Choi retirou as duas luvas e as jogou no chão. Também retirou o chapéu e os óculos. Mostrou sua careca.

— Agora vamos lutar - disse Choi.

Enquanto isso, Kim olhava atentamente Heidern. Não parava de pensar sobre o que ouvira horas antes.

— Aquele tal de Kim não para de olhar pro meu pai - disse Leona para Clark.

— Ele é nosso oponente. Normal isso acontecer.

— Não, é diferente. Minha intuição diz que ele vai fazer algo surpreendente, e olha que a minha intuição nunca falha. Eu falei pro Ralf que aquele tal de Choi não era nada, vamos ver se é verdade. Se eu tô certa ou não.

Choi dava chutes no tórax de Ralf. Subiu nele e lhe deu uma cabeçada se afastando em seguida.

— Uhuul quem é o mais forte aqui? Quem tá ganhando aqui, hein? - Choi dava língua para Ralf.

— Não cante vitória antes da hora, seu palhaço! - Ralf ficou irritado e tentou correr atrás do baixinho. Este era muito escorregadio, fugia por cima das caixas dágua. Era praticamente impossível pegá-lo. Ralf parou e olhou para o chão.

Choi dava o dedo e fazia muitos gestos obscenos até ser atingido por um pedaço de concreto e quase cair desmaiado.

— Ahaa quem é o mais forte aqui? - perguntava Ralf enquanto o imobilizava no chão entortando seu braço.

— Voc... Você...

— O quê? Eu não ouvi?

— VOCÊ! VOCÊ, DROGA!!

— Exatamente, meu bom garoto - disse Ralf golpeando a cabeça de Choi contra o chão o fazendo desmaiar. Se levantou para recompor suas energias. Teria outra luta bem mais difícil pela frente.

...

Chang Koehan era bem alto e o mais volumoso dentre todos os competidores. Esse homem sempre carregava consigo uma bola de aço, mas dessa vez dispensou sua arma preferida. Tanto ele como Ralf escolheram o mesmo lugar da luta anterior.

— Choi é um fraco que não sabe lutar.

— Pois é, gordão, seu fim será igual do baixinho lá - disse todo convencido. - Já que dessa vez é impossível correr com essa pança enorme que parece mais uma lua de Júpiter.

— Continue com as ironias, americano. Veremos quem rirá por último.

Ralf correu na direção de Chang. Este não saiu do lugar. O americano deu um cruzado de direita bem no estômago do maior. Nada aconteceu. Koehan deu um sorriso satisfeito, pegou Ralf com as duas mãos.

— Eu avisei - jogou o homem contra uma barraca. Ele caiu do outro lado bem no meio da avenida e quase foi esmagado por um carro que desviou a tempo. Chang destruiu praticamente a barraca e a cerca que protegia a praça.

Ralf correu para o outro lado da rua onde havia agumas casas. Passou rapidamente por cima de um carro estacionado e ficou do outro lado. Chang tentava seguir indo de um lado e outro, mas Jones sempre escapava. Então o coreano empurrou o carro na direção do muro. O veículo subiu a calçada e foi encostando na parede. Ralf subiu no capô e deu um chute no rosto do grandão.

— Hehe... opa! - Chang pegou o menor pela jaqueta e o jogou contra o chão afundando a calçada. Arrastou até uma árvore, o encostou ali.

— Pô gordão isso não é luta - Ralf viu Chang arrancar um aparelho de água (aqueles vermelhos) depois um jato de água foi na vertical, o maior desviou o curso que foi na direção do americano. Ele foi arrastado por vários metros perdendo a luta.

...

A bola de aço seria usada na próxima luta. Chang se preparou bem para enfrentar Clark Still. Dessa vez não pouparia mais ninguém.

Clark Still era um grande lutador e o agente mais especializado de todos os mercenários da organização Ikari. Consegue lutar melhor que seu parceiro e amigo Ralf Jones. Foi condecorado e subiu de patente se tornando tenente. Já comandou muitas operações dos mercenários.

— E então, vai ser igual o outro baixinho que enfrentei - disse convencido. - Prefere que eu comece ou...

Clark sorriu. Chang nem percebeu que levara um golpe muito rápido do seu adversário. Clark já estava do outro lado do maior massageando o seu pulso. Chang soltou sua bola e caiu desmaiado. Todos ficaram impressionados, pois a luta foi na quadra de futebol onde as pessoas estavam. Kim ficou se aquecendo, era a vez dele.

— Tome - Clark entregava o óculos e o boné para Leona.

Enquanto isso...

— Vocês são dois frouxos que nem lutar sabem. Dei a vocês essas duas armas para quê?

— Calma, chefe - disseram em uníssono.

— É fácil pedir calma. Mas tudo bem. Vocês estão apenas dois meses treinando. Comigo não é fácil mesmo.

...

Ambos escolheram a próxima luta no bosque Próximo ao mausoléu abandonado. O acompanhante os deixou. Kim ficou parado observando tudo ao seu redor. Clark assumiu a posição de luta esperando o primeiro lance. Entretanto, algo chamou a atenção do americano, Kim simplesmente correu da batalha. Sem entender nada o seguiu. Num certo ponto ele perdeu o coreano de vista, mas viu que estava quase em frente ao mausoléu.

— Pra onde ele foi?

Viu a porta do imóvel aberta, aproximou-se para entrar quando de repente olha pra trás e é pego de surpresa por um chute de Kim. Clark praticamente voou longe, arrancando também a porta caindo metros pra dentro e se sujando de poeira. Kim não fez cerimônia e logo entrou pra dar dois chutes, um no peito e outro bem na cabeça do americano. Este rodou duas vezes no ar e caiu. Kim começou a chutá-lo ainda no chão, Clark segurou sua perna, mas levou outro chute. Nessa altura do campeonato ele já sangrava. Conseguindo se levantar, ele tentava se defender ao máximo das investidas do rival, mas era em vão. O americano até conseguiu dar alguns socos na altura da costela de Kim, mas ele era muito resistente aos golpes, prendeu a cabeça do rival entre o seu braço e iniciou uma sequência de cotoveladas violentas e pra finalizar uma joelhada na cara dele para depois o jogar longe. Clark caiu sobre um altar cheio de candelabros velhos.

Kim foi pra cima dando mais chutes com a perna, em certos momentos só com uma perna mostrando um grande equilíbrio. Pegou a cabeça do já atordoado Clark e deu uma joelhada, outra, mais outra e outra, em seguida um chute fazendo o americano rolar no chão e cair sobre uma tumba antiga. Kim deu um pulo na direção do outro. Este previu o golpe, esticou a perna e um chute atingiu bem no queixo do coreano que caiu os degraus. Ambos tentavam se recompor, Kim subiu mais uma vez o altar e foi até o lado direito onde Clark tava.

Clark se defendia dos vários socos/chutes que recebia. Depois os papeis se inverteram. Quem atacava e quem se defendia mudou por um tempo. O americano conseguiu dar uma cabeçada, segurou a cabeça de Kim e devolveu a joelhada o obrigando a cair, mas não antes de receber um chute no seu rosto caindo também. Kim caiu no chão e Clark sobre a tumba quebrando-a e expondo os ossos do defunto ali. Voltaram para o centro do mausoléu apenas iluminado pela luz solar que batia na vidraça ao fundo. Kim, cansado, chutou o oponente, mas este segurou sua perna. Foi o momento crucial para que o coreano pudesse pular, girar e chutar no peito do outro. Clark caiu bastante exausto, sentiu um pequeno choque nas pernas e nos braços.

— Acho que você venceu - disse limpando o sangue que escorria do seu nariz.

...

— Não podia fazer nada o cara... ai! O cara é foda demais, é lutador, sabe? Vinte e quatro horas vivendo como lutador - disse Clark enquanto era atendido pelos enfermeiros na ambulância.

— Papai, será que não seria a hora do senhor desistir? - Leona.

— Não. Mesmo que eu perca, perderei lutando.

— Ai caramba! - resmungou enquanto faziam seu curativo.

— Puxa, cara, você realmente se lascou hehe - disse Ralf com um curativo no rosto e um braço enfaixado com gaze.

— Cala essa boca! - Clark.

Heidern preferiu lutar com todos vendo. Kim Kaphwan se mostrava ainda com bastante disposição apesar da luta dura que teve há pouco. Era um dos lutadores mais fortes do torneio sendo acompanhado pelos mais fracos. Heidern pensou em muitas outras maneiras de concretizar seu plano de vingança, mas passar para semifinal na quarta-feira seria o mais fácil. Perder agora era muito arriscado.

Kim olhou bem no olho do capitão. Respirou fundo e se virou para Vice que estava esperando a luta começar igual a todos ali.

...

Mansão Bernstein - Minutos depois

— Desistiu? Como assim desistiu?

— Senhor, foi o que o lutador coreano falou no que seria a última luta na praça - disse Vice já na mansão do anfitrião.

— Eu não entendo. Aquele maldito coreano era talvez o mais forte de todos. Como pode ser? Logo na luta contra o maldito do Heidern. Algo me deixou com a pulga atrás da orelha - Rugal estava sentado na poltrona do seu escritório. Ele tava de costas para Vice, mas se virou. - Acho que já está na hora da senhorita Heidern aproveitar uma boa viagem de cruzeiro somente de ida. O que acha?

— Genial - assentiu.



Notas finais do capítulo

Realmente ficou grande, mas como decidi não dividir. Certo que única luta que podia ser chamado de a luta foi a última, mas é que me faltou inspiração pra fazer as anteriores. Tipo preferi fazer Choi e Chang fracos mesmo pra dar fluidez no capítulo senão seria umas quatro mil palavras.
Próximo capítulo teremos Italia vs as meninas da Inglaterra. Aguardem...



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