Mini cupido escrita por Malu


Capítulo 10
Momentos quentes.


Notas iniciais do capítulo

Capitulo com momentos quentes entre dois casais sendo um de um novo casal.



P.O.V Jo

Depois da “noite das mulheres”, fui pensando no que aquele idiota do Jonathan havia feito. Fiquei me perguntando: “Por que ele fez isso”? “Quem ele acha que é para me beijar”?

No outro dia, contei para Stella, Jamie e Lindsay sobre o beijo do Jonathan e começamos a debater na sala de descanso sobre isso.

LM- Não acredito como você pode ter feito isso, Jo. –Exclama Lindsay.

JD- O que eu fiz de errado?

SB- O que você fez foi dispensar o Jonathan. –Fala Stella.

JD- Eu não gosto do Jonathan assim. E outra, ele apenas quer se divertir, não quer nada sério.

JL- Duvido muito. –Fala Jamie. –Pra ele ter ido de “consolar” depois do jantar na casa do Flack, é lógico que ele quer algo mais sério, é você que não quer.

SB- Eu percebi como você e ele ficaram logo após o fato.

JD- Você viu?

SB- Sim. –Afirma ela.

LM- E como ele ficou? –Pergunta Lindsay a Stella.

SB- Creio que dolorido e te querendo ainda mais, Jo. –Brincava Stella, quando Donald entra.

DF- Olá, garotas. –Fala ele entrando e dando um selinho em Stella. –Do que estavam falando?

JL- Coisas de mulheres, Donald. –Fala Jamie.

DF- Aliás, Jo, é melhor você cortar as unhas.

JD- Como é?

DF- Você cortou a orelha do Jonathan com aquela tapa.

JD- Ele te contou? –Pergunto.

DF- Claro! –Ele responde.

JD- Ele não devia.

JF- Você contou para elas. –Disse Jonathan entrando na sala. –Estamos quites.

JD- Idiota! O que faz aqui?

JF- Eu vim falar com você, Jo. –O olhei curiosa. –Relaxa, não é sobre ontem, não.

JD- O que quer?

JF- Temos que falar em particular. –Ele me deixou mais curiosa.

JD- Está bem. Vamos para a minha sala.

P.O.V Don

Depois que a Jo e o Jonathan foram para a sala dela, recebi uma ligação do Thomas dizendo que eu e Jonathan devíamos ir imediatamente para a minha casa. Chegando lá, tivemos a maior surpresa de todas, até agora.

EF- Olá, garotos. –Disse ela se aproximando de nós e apertando nossas bochechas. Suas unhas furavam nosso rosto.

DF/JF- Vovó! –Dizemos quando ela nos soltou. Depois de nos soltar deu uma tapa em nós dois.

JF- Por que o tapa? –Perguntou o Jonathan.

EF- Em você por não ter me dito que iria ficar com sua prima e em você por não ter me dito sobre a mudança de cidade. –Ela apontou para cada um.

SF- Donald, Donald. Eu não acredito que fez isso comigo. Como pôde me transformar em tia assim? Eu sou jovem demais. –Disse Sam.

DF- Sam! –Ela veio até mim e me abraçou.

SF- Oi, Jonathan. –Ela o abraçou.

DF- Por que não me disseram que iam vir para cá?

SF- Nós queríamos fazer surpresa. –Fala Sam.

CF- Vovó! –Disse Charlote entrando e vendo a minha avó.

EF- Charlote, minha netinha. –Ela abraça a Charlie.

CF- Sam! –Ela abraça a Samantha.

SF- Oi, priminha ou sobrinha. Não sei como te chamar agora.

CF- Charlote, só Charlote.

SF- Perfeito.

AS- Agora que a Eleanor está aqui podemos confirmar a documentação da Charlote. –Diz Andie.

TF- Isso significa que agora o Don pode ser oficialmente o responsável da Charlote? –Pergunta Thomas.

AS- Isso mesmo.

DF- Isso é muito bom.

AS- Amanhã, Don, Eleanor, Charlote e eu iremos até o tribunal e pronto.

Como já estava quase na hora do almoço, a vovó fez questão de cozinhar. Ela fez uma comida irlandesa muito gostosa. Na verdade, toda a comida da minha avó era gostosa.

Já era noite, o Thomas foi dormir na faculdade, a Andie foi para a casa da Sam, a Violet e a Charlote foram passar a noite na casa da vovó para ajudá-la com as malas e o Jonathan ia sair por causa do trabalho. Então, chamei a Stella para ir para lá.

DF- Oi, querida. –Digo abrindo a porta e vendo a Stella.

SB- Oi, Don. –Ele me beijou e entrou. –Cadê todo mundo?

DF- Ah, eu me esqueci de te dizer. A minha avó e a minha irmã voltaram hoje da viagem. –Comecei. –Então, a Andie foi morar com Sam e a Charlote e a Violet foram passar a noite na casa da minha avó.

SB- E os outros dois?

DF- O Thomas foi a para a faculdade e o meu primo saiu a trabalho.

SB- Estamos sozinhos?

DF- Isso mesmo. –Digo num tom malicioso. –Devíamos aproveitar.

SB- Devíamos mesmo. –Ele me beijou.

Nós nos beijamos sem parar. Ai, os beijos foram se aprofundando, de uma hora para a outra já estávamos apenas de roupas intimas. Já no meu quarto, eu beijava a barriga de Stella enquanto ela gemia. Seus gemidos me faziam rir, e o meu riso a fazia rir.

DF- Eu te amo. –Disse durante tudo.

SB- Eu também te amo. –Ela disse, me deixando feliz.

Era a primeira vez que dizia que me amava, então, deveríamos aproveitar aos montes.

Nós nos beijamos loucamente enquanto e apertava os seus seios. A noite foi se aprofundando mais ainda.

P.O.V Jo

Com o Tyler na faculdade e a Ellie dormindo na casa de uma amiga, eu estaria relaxada e descansando, mas não foi isso que aconteceu. Eu teria que espera-lo. Já estava com o pensamento de que ele iria me fazer esperar desde que o Don o tirou da minha sala. Também não foi o que aconteceu.

JD- Entra. –Digo dando espaço para ele entrar.

JF- Oi. Boa noite pra você também, Jo. –Ele entra.

JD- Olha, Jonathan, meus filhos estão fora e eu deveria estar descansando, mas não, eu estou aqui com você tratando de trabalho.

JF- É o seguinte, a detetive que eu estou ajudando é muito especial para mim, por isso, tudo o que fizermos aqui é sigilo, combinado?

JD- Combinado. –Eu aperto a mão que ele havia estendido. –Quem é ela?

JF- O seu primeiro nome é Cecile.

JD- O segundo?

JF- Desculpe é sigilo.

JD- Tudo bem, mas como quer minha ajuda?

JF- Você era do FBI.

JD- E daí?

JF- Outro agente do FBI está ajudando a pessoa que iria estragar as chances de Cecile.

JD- Por isso que ajuda de uma ex-agente.

JF- Isso mesmo. Eu preciso da sua experiência, Jo. –Ele sorri.

JD- Tá bom, eu te ajudo.

Era 22h da noite e fazia mais ou menos duas 2h que estávamos trabalhando. Passando essas duas horas a sós com o Jonathan, comecei a perceber que ele não era como eu pensava: safado e mulherengo, e sim um homem respeitador, focado, divertido e até comecei a simpatizar com ele.

JD- Você quer um café?

JF- Hã? –Perguntou tirando o rosto do trabalho.

JD- Você quer café? Ainda iremos demorar com isso.

JF- Ah, sim. Obrigado. –Me levantei e peguei duas xícaras de café. Quando voltei e ele ainda estava trabalhando. -Obrigado. –Falou pegando a xícara.

JD- Essa mulher, Cecile, ela é muito especial mesmo para você, não? –Pergunto tomando um gole de café.

JF- Muito. Eu a devo meu trabalho e a minha vida. Sem ela eu não seria promotor. –Diz tirando a xícara da boca,

JD- Sabe Jonathan.

JF- Hã?

JD- Eu acho que eu tive uma expressão errada sobre você. –Comecei. –Você não é como eu pensei.

JF- O que você pensou?

JD- Um mulherengo, safado.

JF- Justo. Eu te beijei. Aliás, me desculpa pelo beijo.

JD- Sem problemas. Até...

JF- Que você gostou e iria querer ter uma segunda dose. –Ele se aproxima de mim e me beija de novo. Só que dessa vez, eu retribuo. –Sabia que não iria resistir.

Nossos beijos foram se aprofundando cada vez mais. Largamos os trabalhos e fomos para o meu quarto. Ele desabotoou a minha blusa e foi deslizando a mão do meu umbigo o meio dos meus seios. O puxei para um beijo. Ele se distanciou um pouco e tirou a própria camisa. Depois, voltou a ficar por cima de mim beijando a minha barriga e apertando as minhas coxas.

JF- Você tem certeza? –Perguntou.

JD- Sim.

Ele começou a beijar meu pescoço e eu o seu.

Eu acordei e o vi alisando meu rosto. Ele sorria.

JD- Bom dia. –Eu disse.

JF- Bom dia! –Ele falou me beijando.

JD- Você acordou já faz muito tempo?

JF- Não. –Ele continuava me acariciando. –Eu tenho que ir, mas depois eu vou até o laboratório, tá bom?

JD- O.K.

P.O.V Stella

Eu acabei dormindo com o Don na casa dele. Dessa vez acordei antes dele, vesti apenas meu sutiã, a calcinha e uma camisa social dele (ficava enorme por causa do meu tamanho e o dele) e fui até a cozinha e vejo o Jonathan.

JF- Bom dia! –Disse me vendo chegando.

SB- Bom dia! –Digo meio envergonhada por achar que ele talvez tenha ouvido meus gemidos a noite.

JF- A minha noite foi perfeita, Stella. –Ele diz rindo.

SB- Mesmo com os barulhos?

JF- Barulhos?

SB- Você não ouviu nada?

JF- Eu não dormi aqui. –Me aliviei.

SB- Ah, sim.

JF- Eu dormi com uma mulher.

SB- Pensei que gostasse da Jo. –Disse eu quando ele foi atender a porta.

JF- E com quem mais seria? Passei a noite com a Jo, ora. –Era o Mac. Ele deve ter ouvido a resposta do Jonathan, pois nos olhou estranho.

P.O.V Mac

Fui falar com o Flack, mas não vi o Flack certo. Quem atendeu a porta foi o primo do Don, Jonathan. Ele estava como se estivesse acabado de chegar depois de uma longa noite. A Stella também estava lá, só de camisa, com certeza a camisa do Don. Isso me deixou irritado, mas por quê? Quando Jonathan abriu a porta falou algo sobre ter passado a noite com alguma Jo. Pelo jeito que ele disse era a mesma Jo que eu conhecia. Também fiquei irritado com o que ele disse, mas por quê?

JF- Bom dia, Detetive Taylor. –Falou meio surpreso por me ver.

MT- Bom dia, hm...

JF- Jonathan, meu nome é Jonathan.

MT- Ah, sim. Bom dia, Stella. –Ele fez um sinal para eu entrar.

SB- Bom dia, Mac. Eu vou tomar banho e me trocar. –Ela sai

JF- Eu poderia o ajudar, detetive.

MT- Vim falar com seu primo.

JF- Qual deles? Tem o Thomas, tem a Violet, a Charlote, Don e também a Sam que votou.

MT- O Don Flack.

JF- Ah, o Don. Vou ver se ele está.

MT- Você não sabe ao certo se ele está?

JF- Não, eu acabei de chegar.

MT- Você mal chegou à Nova York e já resolveu conhecer as noites da cidade.

JF- Não, na verdade eu mal cheguei à Nova York e já fui conhecer a cama de uma mulher bonita. –Ele sabia que eu o tinha ouvido, fazia aquilo só para me irritar. Mas, por que me irritava tanto?

MT- Deve ter gostado.

JF- Ah, muito.

MT- Já deve estar pronto para trocar de mulher, certo?

JF- Não, uma mulher com a linda Detetive Danville não é de se abandonar assim. E eu não sou um idiota como você que não percebe a mulher que ela é. –Eu acabo batendo nele. Nós começamos a brigar. A Stella chega do mesmo jeito que estava antes e tenta nos separar.

DF- Que bagunça é essa, hein? –Pergunta Don parando a briga. –Mac? Jonathan?

MT- Flack! –Falo ajeitando a minha camisa. –Eu vim falar com você, mas conversamos depois.

DF- Tá bom.

Sai da casa do Flack me ajeitando. Eu fiquei com aquele pensamento na cabeça o tempo todo: eu realmente estaria sentindo alguma coisa pela Jo?



Notas finais do capítulo

O que acharam da Jo e do Jonathan? E dos pensamentos do Mac? Deem sua opinião, ou não.



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