Asa Noturna: Origens escrita por TheWritterJF


Capítulo 3
Surpresa


Notas iniciais do capítulo

Tá aí o nosso terceiro capítulo. Nesse novo capitulo iremos conhecer novos personagens do nosso Universo, teremos mais cenas de ação e romance. ;D
Espero que gostem!



Uma semana já havia se passado desde que Dick Grayson deixara a Mansão Wayne. Sua vida parecera correr no rumo certo, ainda se adaptava a condição de morar sozinho e todos os seus desdobramentos, já que não contava mais com Alfred para deixar sua roupa passada ou para arrumar suas coisas. Após o incidente no dia de sua mudança, quando impedira um assalto, nenhum outro incidente aconteceu na vizinhança de Bryanttown e ainda descobrira que havia alguns moradores que tentavam tomar medidas para melhorar o violento bairro. Conseguira um bom emprego, Lucius Fox, grande homem de negócios de Gotham, CEO das Wayne Enterprises e amigo de longa data de Dick, conseguira para ele o cargo de assistente júnior de um CEO do Banco Nacional de Gotham e para completar estava conseguindo retomar o seu antigo relacionamento com Bárbara Gordon, a filha do Comissário Jim Gordon e atual Batgirl, que ficara abalado durante o tempo em que ele esteve com os Jovens Titãs. A única coisa que não o deixava se sentir totalmente realizado era o fato de não ser mais um super-herói, de não poder ir atrás de bandidos, de não poder salvar pessoas inocentes e de não fazer rondas noturnas, mas desde que largara o manto preferira se manter afastado da vida de combatente ao crime.

Os primeiros raios de sol ainda nem haviam começado a raiar quando Dick acordou naquela manhã, na verdade fora acordado por um som que vinha de seu Iphone, a principio pensara ser o seu despertador, mas quando olhou para o visor viu a foto de uma linda garota de longos cabelos ruivos e olhos azuis e atendeu o celular com um largo sorriso no rosto.

– Bom dia Babs! – exclamou ele enquanto sentava-se na cama – Não conseguiu dormir durante a noite? – perguntou ele.

– Bom dia gatinho prodígio! – ele ouviu a voz dela alegre – Claro que não seu bobo, você sabe que acordo cedo para ir para a universidade. - explicou ela.

– Hahahaha – riu ele – Sempre acordei atrasado quando estava em Hudson – ele concluiu.

– Como se você fosse um exemplo não é, Grayson? – Bárbara disse animada. – Liguei para te dar os parabéns pelo seu vigésimo primeiro aniversário gato, tudo de bom para você, muitas felicidades! E claro te dizer que vou encontrar você após o fim do seu turno. - completou a garota.

– Obrigado Babs, sua linda! – ele agradeceu – Eu aceito te encontrar... – continuo ele – Como seu eu tivesse outra opção, hahaha – finalizou em tom debochado.

– Isso mesmo agora eu preciso ir – ela respondeu ignorando a brincadeira dele - beijos e se cuida viu? – ela disse por fim.

– Eu sempre me cuido, haha, beijo. – respondeu ele e ouviu-a desligar o telefone.

– Bem, acho que vou dormir mais cinco minutinhos – pensou ele enquanto desligava o celular.

E então recolocou o seu celular sobre a cômoda, deitou e rapidamente pegou no sono mais uma vez enquanto esperava o seu despertador tocar.

§

Bruce Wayne, o Batman, acabara de retornar a Batcaverna, havia estacionado o Batmóvel e caminhava em direção ao saguão principal retirando suas luvas e sua mascara, quando notou a presença de uma figura já bem conhecida caminhar em sua direção trazendo uma bandeja em seus braços.

– Bom dia patrão Bruce, como o senhor não jantou antes de sair ontem à noite, e ficou fora a noite toda, tomei a liberdade de preparar um café da manhã bem reforçado para o senhor. – disse um sonolento Alfred.

– Muito obrigado Alfred! – respondeu Bruce – Mas o que eu já disse a respeito de não dormir ou então levantar muito mais cedo que o habitual? – perguntou ele sério.

– Sinto dizer-lhe patrão Bruce, que durante esse tempo todo de convivência com o senhor eu aprendi muito da arte de ser teimoso, da qual o senhor é mestre. – Alfred disse em um tom objetivo.

– Realmente, estou vendo isso – falou Bruce com um pequeno sorriso no rosto.

– A propósito patrão Bruce, hoje é aniversário do jovem Richard e a senhorita Gordon pretende fazer uma surpresa para ele. Seria problema se eu me ausentasse por algumas horas? – perguntou o mordomo.

– Claro que não Alfred, ela não disse nada sobre a minha presença? – perguntou Bruce de cara fechada.

– A senhorita Gordon disse não saber como estava à relação de vocês e por isso deixou ao critério do senhor a sua presença ou não. – ele respondeu.

– Eu estarei ocupado durante a noite – ele disse friamente – Já fazem dois meses que o Coringa não dá nenhum sinal de vida, parece que ele quer ficar irrastreável o que me deixa ainda mais preocupado. E para piorar eu deixei passar o assassinato de dois policiais militares, três federais e a moça que trabalhava no Aeroporto Internacional de Gotham há uma semana. - Bruce resmungou

– Patrão Bruce todos somos humanos e somos passivos de erro, até mesmo o Batman. O senhor tem mantido seu foco em achar o Coringa, que é sempre muito perigoso para as pessoas. Mas eu ainda acho que o senhor precisa de um ajudante, um novo Robin. – concluiu Alfred.

– Não haverá outro Robin, estou farto de parceiros e companheiros. – Ele disse prontamente.

– Então devo telefonar para a senhorita Gordon e informá-la de que o senhor não necessitará mais de seus serviços? Faço o mesmo com a Liga da Justiça? – perguntou Alfred cinicamente.

– Pode deixar o café da manhã sobre a mesa Alfred, eu o comerei enquanto estiver no computador. E vá dormir mais um pouco. – Bruce respondeu enquanto se sentava em frente ao computador da Batcaverna.

– Se precisar de alguma coisa patrão Bruce e só me chamar – respondeu Alfred enquanto ia em direção ao elevador e retornava para mansão.

§

O grande relógio digital do prédio do Banco Nacional de Gotham já marcava quatro horas quando Charles Bristol o CEO do banco, um homem de aparência britânica, cabelos loiros e pele branca, disse a seu assistente júnior que seu turno já havia terminado.

– Grayson, o seu horário já acabou, está dispensado por hoje – disse Charles – E a propósito feliz aniversário. – Ele completou estendendo a mão para Dick.

– Obrigado senhor Bristol – ele falou em resposta apertando a mão estendida de Charles e depois pegou seu paletó e capacete e dirigiu-se até a saída do escritório.

Quando Dick chegou ao hall de entrada do banco avistou de longe uma moça de cabelo ruivo, pele branca como a neve e olhos azuis que usava camiseta amarela, calça jeans, botas de camurça marrom, e trazia consigo dois pesados livros e um capacete rosa, sentada em um dos sofás da recepção e caminhou em direção a ela.

– Pontual como sempre hein Babs? – falou Dick enquanto se aproximava.

– Já estou aqui há meia hora, minhas aulas terminaram mais cedo hoje – ela respondeu enquanto se levantava e dava um selinho nele.

– E para onde vamos? – Ele perguntou.

– Para sua casa – Bárbara respondeu decida.

– Para minha casa? – respondeu ele com um sorriso sacana – Gostei! – ele exclamou por fim.

– Você fica lindo com essa cara de safado – ela comentou enquanto eles passavam pela porta giratória do banco.

– Eu sou lindo de qualquer maneira – retrucou Dick sorrindo.

– Convencido! – Bárbara respondeu também sorrindo enquanto os dois montavam na motocicleta de Dick e partiam para as avenidas movimentadas de Gotham em direção ao apartamento do rapaz que ficava no bairro de Bryanttown.

§

Cerca de meia hora depois os dois jovens chegaram ao prédio antigo de pintura avermelhada já descascando e cheio de pichações. Subiram cuidadosamente os lances de escada de madeira, que possuíam algumas tabuas soltas e que rangiam a cada passo, até chegarem à porta com um grande “302” de ferro já oxidado.

– Enfim chegamos – Dick falou para Bárbara, enquanto retirava um molho de chaves de seu bolso e destrancava a porta de seu aconchegante apartamento.

– SURPRESA! – exclamaram em uníssono uma quantidade relativamente grande de pessoas. Dick ficou boquiaberto e surpreso ao notar que seus amigos estavam ali presentes com um bolo de aniversário e que o lugar havia sido decorado com balões na cor verde e vermelha e uma faixa com os dizeres “FELIZ ANIVERSÁRIO DICK”. A única coisa que ele conseguiu fazer foi puxar Bárbara bem junto de seu corpo e dar-lhe um beijo extremamente apaixonado.

– Você não vai entrar não? Pode ficar a vontade, a casa é sua! – disse um garoto de cabelo ruivo e rosto sorridente que usava uma camisa de manga curta azul sobre uma blusa de manga longa na cor branca, calça jeans e tênis All-Star e que estava próximo a uma bela moça de cabelo preto e olhos azuis que era extremamente bonita e usava uma blusa sem mangas vermelha, calça jeans e uma bota preta cano alto e salto fino, um rapaz forte de cabelo ruivo e expressão séria que estava vestido com uma camisa cinza bem justa, calça jeans e botas escuras e um garoto de cabelo preto e sorriso no rosto que usava um moleton azul, calças e um tênis branco.

– Wally, meu velho amigo. Quanto tempo hein? – respondeu Dick sorrindo.

Ao adentrar o apartamento Dick pode ver mais rostos conhecidos por ali, Alfred Pennyworth, o CEO da Wayne Enterprises Lucius Fox um homem negro de rosto quadrado vestido com um terno elegante e gravata borboleta, o pai de Bárbara, Comissário Jim Gordon, vestindo terno e fumando seu inseparável charuto, Yoska Graesinka um homem romeno que fora induzido a acreditar que era seu avô e que conhecia sua família desde a época do circo, de cabelo branco e bigode, Dinah Lance uma garota bonita de cabelo loiro que usava uma jaqueta de couro preta sobre uma camisa também preta e uma calça jeans e era a melhor amiga de Bárbara, e alguns antigos amigos de tempo de colégio.

Depois de receber de cada um de seus convidados os parabéns ele se dirigiu diretamente aos quatro jovens que parecia estar em uma espécie de discussão em um canto da sala.

–... e aproveite e diga o que é que você tem para nos dizer Roy – disse o garoto de cabelo preto e rosto sorridente.

– Já que estamos todos juntos, agora eu irei falar – disse o rapaz forte de cabelo ruivo, Roy, enquanto viu que Dick e Bárbara caminhavam em direção a eles.

– Roy Harper, Donna Troy, Garth e Wally West, que saudade meus velhos amigos! – ele falou com um sorriso – Quero que conheçam a Bárbara Gordon, minha... quase namorada. – finalizou ele enquanto Bárbara cumprimentava a todos.

– A ex e a atual que embaraçoso. – comentou Wally fazendo menção ao affair que Dick tivera com Donna Troy há alguns anos atrás.

– Wally! – Garth censurou o garoto.

– E como vai à equipe? Onde estão Ciborgue e Mutano? – perguntou Dick, mudando de assunto rapidamente.

– Os dois estão em missão e as coisas estão transcorrendo muito bem. Já fazem mais de seis meses que você nós deixou, quando você volta para Nova York? – respondeu a moça de cabelo preto, Donna Troy, que fora deixada por Dick na liderança dos Jovens Titãs. Bárbara ficou com uma expressão fechada para a pergunta da garota.

– Não sei, não tenho mais identidade secreta, não sou mais o Robin. Não posso voltar para os Jovens Titãs. – respondeu Dick e viu a expressão surpresa no rosto dos outros jovens.

– Bom, pegando gancho nesse assunto – começou Roy – Também estou fora dos Jovens Titãs por tempo indeterminado, e a partir de hoje não me chamem mais de Ricardito, isso é vergonhoso. – finalizou ele.

– E chamaremos de que? – perguntou Wally com um sorriso debochado no rosto. – “O Incrível Atirador de Flechas”? – ele disse não contendo as gargalhadas.

– Vai se foder! – esbravejou Roy – a partir de agora me chamem de Arsenal. – ele terminou de cara amarrada.

Nesse instante Dinah que estava meio deslocada chamou Bárbara e a garota foi de encontro a ela. Dick também resolveu sair dali, já que não era mais um Jovem Titã e tampouco um super-herói não achava que deveria fazer parte desse assunto. Observou os convidados conversarem animadamente, os antigos amigos do colégio conversam entre si relembrando o passado, Lucius, Alfred e o comissário Gordon falavam sobre a criminalidade, os Titãs estavam discutindo em um canto, e Bárbara conversava com Dinah. Apenas Yoska estava em um canto olhando pela janela da sala, Dick então foi em direção a ele.

– Ryeka! – Yoska disse para Dick quando viu o garoto se aproximar.

– Ainda usando meu nome romeno? – ele perguntou sorrindo.

– Pois é. Vinte e um anos? Me lembrar de quando eu tinha vinte um anos, nessa época o Circo Internacional do Senhor Jack Haly estar na Inglaterra se a minha memória não falhar. Hoje estar aqui nos Estados Unidos, em Metrópolis. – disse o homem, em um inglês com forte sotaque romeno, vagando-se em seus pensamentos.

– Em Metrópolis? – Dick perguntou surpreso.

– Sim, porque você não ir até lá? – Yoska sugeriu – Lembrar um pouco de sua antiga vida. - concluiu ele.

– É uma boa ideia – ele respondeu pensativo.

Quando o relógio marcou oito horas todos cantaram parabéns para Dick e partiram o bolo. Meia hora depois os convidados começaram a deixar o apartamento aos poucos, pois tinham que levantar cedo para cumprir seus tradicionais compromissos chatos de todos os dias. Os Jovens Titãs foram os últimos a deixarem o apartamento por volta das dez da noite.

– Babs eu preciso ir até Metropolis. – Dick disse a Bárbara, depois que todos se foram.

– Por quê? – ela perguntou curiosa.

– Bem, eu preciso ter uma conversa com um super-herói adulto. Vou procurar o Clark – ele disse olhando para ela.

– O Superman? - perguntou ela. - Por que não fala com Bruce? – sugeriu a garota.

– Não falo mais com o Bruce. E, além disso, o Circo Haly, o circo que minha família sempre fez parte está por lá, é minha chance de reencontrar os velhos amigos.

– Tudo bem – Babs disse desanimada.

– Só me promete que não vai ir embora com eles e levar anos para voltar. – ela disse com os olhos tristes.

– Claro que eu não vou embora meu amor. – disse ele firmemente.

E sem dizer uma palavra ele se levantou do sofá e foi em direção ela, pegou-a firme pela cintura e aproximou seus lábios do dela selando um beijo apaixonado, e assim eles ficaram por um longo tempo.

§

A madrugada estava calma em Gotham, principalmente no Centro Financeiro que era o bairro onde estavam localizados os bancos, as corretoras de valores imobiliários e outras organizações financeiras da cidade, que era extremamente bem policiado. Os prédios de lá eram marcados por terem entradas com gigantescas colunas e minúsculas janelas que dão à impressão de que os seres humanos são apenas detalhes insignificantes das instituições.

Quatro homens suspeitos, vestidos com jaquetas, camisas e calças preta, mascaras de palhaço e carregando pesadas metralhadoras surgiam em um jipe em alta velocidade, passando pelo bairro atirando contra todos os policiais que estavam posicionados em guarda e na sequência colocando explosivos em frente ao Banco Nacional de Gotham. A porta do banco explodiu e os homens invadiram o local e começaram a roubar todo o dinheiro de lá. Eles começaram a encher o jipe de dinheiro e se preparavam para fugir quando dois pequenos morcegos de metal voaram nos dois pneus do carro.

– Quem está ai? Revele-se! – disse aquele que parecia ser o líder da gangue.

– Eu acho que é o Batman... – falou um outro.

– Atirem! – disse o líder e começou a atirar em todas as direções, gesto esse que fui repetido pelo resto dos gângsteres que estavam com ele.

– É acho que mandamos o Batman “pro” quinto dos infernos. – riu-se o mais gordo e que parecia o mais burro de todos.

E sem que nenhum dos quatro esperasse Batman saltou do segundo andar do banco com sua capa preta aberta fazendo-o parecer um morcego gigante. Ao chegar ao chão jogou um Bat-rangue em direção à arma do gorducho da gangue fazendo sua metralhadora voar para longe de sua mão enquanto acertava um cruzado num outro membro da gangue que estava em sua frente fazendo-o cair desacordado.

Batman investiu contra o homem gordo com uma voadora acertando-o no rosto fazendo-o cair com um barulho estrondoso e na sequência, usando golpes de Taekwondo e Karatê, derrubou o terceiro dos quatro capangas do Coringa. Restava apenas o líder deles que tentava deixar o banco com duas bolsas cheia de dinheiro quando ouviu barulho de sirene indicando que os policiais estavam chegando. O cavaleiro das trevas saiu em disparada atrás dele e lançou contra ele um batgancho que enrolou-se na perna dele fazendo-o esborrachar no chão.

– Pelo visto está tudo sobre controle – um homem de bigode, usando terno e fumando um charuto disse para o Batman.

– Como você pode perceber Gordon, nenhum dinheiro foi levado, mais infelizmente houve uma baixa de cinco policias. – Ele respondeu com sua voz grave – Preciso conversar um pouquinho com esse ai – ele completou apontando para o líder da gangue.

– Tudo bem, só traga-o inteiro – falou Gordon enquanto chamava o resto dos policiais.

Batman pegou o meliante ainda preso e atirou seu batgancho em direção a um prédio alto do Centro Financeiro de Gotham e ambos subiram até a cobertura.

– Cadê o Coringa? Para que ele quer esse dinheiro? – disse Batman.

– Eu não vou falar nada, nadinha – sustentou o líder.

– Então terei que ser mais persuasivo – retrucou Batman enquanto pendurava o bandido de pelos pés deixando de cabeça para baixo sobre o prédio. – E então? Cadê o Coringa? – ele perguntou.

– Tudo bem, tudo bem – ele disse e o Cavaleiro das Trevas o trouxe para cima novamente. – Não sabemos onde ele está ele apenas pediu para que roubássemos 100 bilhões para ele, para ele concluir um plano, é só o que eu sei – concluiu ele.

Então Batman pegou-o novamente e entregou-o ao Comissário Gordon e foi em direção ao Batmóvel. Quando chegou teve uma surpresa, um garoto de aparentemente dezesseis anos de cabelo preto e pele branca vestindo uma blusa de frio com os cotovelos rasgados e calça jeans desbotada estava desparafusando a roda dianteira do carro.

– O que você pensa que está fazendo garoto? – perguntou ele.

– Ba-Ba-Batman? – gaguejou o garoto.

– Você vai vir comigo – Batman retrucou.

– Acho que não! – o garoto falou enquanto Batman retirava um respirador do seu cinto de utilidades e colocava contra o rosto, para em seguida jogar uma cápsula de gás sonífero que encheu o ambiente, fazendo o garoto desmaiar.

Então ele amarrou e vendou o garoto, colocou-o no carro e partiu pela noite em direção a Batcaverna.





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