Esqueça o passado escrita por Margo Roth Spiegelman


Capítulo 9
Capítulo 9


Notas iniciais do capítulo

Boa leitura ;)



DF: Acha que é ele?

SW: Está preocupado?

DF: Claro, você é minha. – ele piscou para mim.

SW: Sua? Nunca.

DF: É só uma questão de tempo.

...

Levantei e sai. Pude ver que Steve me esperava em uma sala.

SW: Aconteceu alguma coisa? – entrei perguntando.

SM: Eu que pergunto, Sarah. Saiu de casa tão cedo hoje.

SW: Me desculpe. Eu precisava trabalhar e não queria te acordar.

SM: Achei que seria mais honesta comigo.

SW: O que?

SM: Eu sei, Sarah. Eu sei. Sei que está com ele. Eu ainda te conheço muito bem.

E conhecia mesmo.

SM: Só preciso que seja honesta comigo.

SW: Me desculpe, não pude prever.

SM: Que se apaixonaria?

SW: Desculpe...

SM: Não precisa se desculpar. Eu continuo apaixonado por você. Mas eu nunca te obriguei a nada, por que faria isso agora?

Ele deu um beijo na minha testa e estava saindo.

SW: Para onde você vai? Não quero te perder de novo.

SW: Não vai me perder.

...

Horas mais tarde, eu estava em minha casa. Não tinha visto o Flack, e nem queria.

Foi muita coisa para minha cabeça em um dia só.

Eu só queria dormir, mas não conseguia. O telefone tocou três vezes. Na terceira vez levantei e atendi.

SW: Alô?

DF: Hei...

SW: Hei.

Ficamos em silêncio por um tempo.

DF: Aconteceu alguma coisa?

SW: Não...

DF: Nem com o Steve?

SW: Bom, eu não fui honesta com ele e ele percebeu.

DF: Não estão mais juntos?

SW: Não...

DF: Isso é bom, não é?

SW: Era para ser.

DF: Está arrependida?

SW: Eu não sei, Flack. Acho que sinto mais culpa do que arrependimento.

DF: Mas por que culpa, Sarah? – ele tinha um tom de indignação na voz. – Você não fez nada para ele!

SW: Por isso mesmo, eu não fiz nada.

DF: Sarah...

Ficamos em silêncio, só conseguia ouvir sua respiração.

DF: Não pode pensar assim.

SW: Eu sei, mas não posso evitar. Isso me atormenta.

DF: Eu sei que atormenta. Pensei que poderia te ajudar com isso, mas acho que eu estava errado.

SW: Não... Não estava. Você é o único que pode.

Silêncio.

SW: Don...

DF: Posso ir aí?

SW: Claro que pode.

DF: Então abre a porta para mim.

SW: O que?!

DF: Sério... Abre para mim.

SW: Não... Você não está aqui. Eu nem escutei você caminhar!

DF: Está duvidando? Abre a porta então.

SW: Olha, se for mentira...

DF: Sar... Abra a porta.

Caminhei até a porta e a abri, ele realmente estava lá.

SW: Você não presta.

DF: Eu não presto? Eu? Estou aqui para te ajudar. Você disse que sou o único que posso te ajudar.

SW: Eu digo muitas coisas. Não quer dizer que seja verdade.

DF: Não importa. Já estou aqui, e como eu disse mais cedo: ‘’ Você é minha. ‘’

Passamos a noite juntos. Demorou muito para acontecer e me arrependo, porque é muito incrível.Conversamos por horas e horas...

Até que, quando resolvemos dormir...

SW: Escutou isso? – perguntei me levantando.

DF: Isso o que? Deve ser algum vizinho... Vem dormir.

Deitei-me e escutei de novo.

SW: Não é possível, ou você está surdo ou eu estou louca!

DF: Sarah, eu já disse que não é...

Tiros começaram a atravessar a porta do quarto, muitos tiros. Flack me protegeu e se jogou no chão junto comigo.

Vi sangue no chão...

SW: Flack!



Notas finais do capítulo

Comentem, não faz mal :)



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