Esqueça o passado escrita por Margo Roth Spiegelman


Capítulo 4
Capítulo 4


Notas iniciais do capítulo

Oi :)
Espero que gostem!



DF: Achei que estava chateada. Mas está brava.

SW: Estou mesmo!

DF: Posso entrar?

SW: Não.

DF: Tudo bem, vou entrar. – ele me empurrou levemente e entrou em casa. – Que bagunça!

SW: Sério, você em um dia conseguiu acabar com a minha paciência.

DF: Quer ajuda para arrumar?

SW: Você está me escutando?

DF: Estou te escutando e ignorando o que estou ouvindo.

SW: Flack...

DF: Don.

– Ele pegou uma caixa e foi tirando coisas lá de dentro. Tirou várias fotos e foi olhando cada uma.

SW: Eu não deixei que olhasse.

DF: Estou te ajudando. Precisa de ajuda, tem muitas caixas aqui.

Eu precisava mesmo. Enquanto ele ia tirando as coisas da caixa, eu ia guardando. Em silêncio na maior parte do tempo.

DF: Me desculpe. – ele disse depois de muito tempo.

SW: Por me segurar na rua, não ser solidário ou por invadir minha casa?

DF: Por te irritar. Não ligo para o resto.

Eu já tinha esquecido, como conseguir ficar brava por muito tempo com aquele homem?

SW: Obrigada.

DF: Por te irritar?

SW: Pela ajuda.

DF: Ainda não terminamos.

SW: Terminamos sim, já esta tarde e estou cansada. Muito cansada, na verdade.

DF: Não vi a hora passar. – ele deixou a caixa e veio até mim. - Te vejo amanhã?

SW: Não sei se volto.

DF: É claro que volta. Você vai sentir minha falta.

SW: Não duvido disso.

DF: O que?

SW: Não duvido que sinta tua falta.

DF: Eu sei. – ele se encaminhou até a porta.

SW: Não vai se despedir de mim?

DF: Só se você quiser.

Depois disso percebi que falar aquilo foi errado, ou não. Mas eu não respondi. Ele sorriu maliciosamente e foi até a porta.

Me peguei sorrindo enquanto o via sair e fechar a porta. Fui descansar negando qualquer alegria por tê-lo ali.

...

Depois que o Don saiu, já fui direto tomar um banho. Meu primeiro dia em Nova York foi diferente do esperado.

Sai do banho, quando minha campainha tocou. Quem poderia ser? Ninguém sabia onde eu morava, além do Flack.

Abri a porta, não vi ninguém. Apenas uma carta jogada no chão. Eu a jogaria em alguma pilha de papéis qualquer, mas não joguei. A carta veio de ‘’ Honolulu, Havaí’’.

Ela poderia ser de algum amigo? Claro. Mas ninguém tinha o meu endereço.

Fiquei indecisa se abria ou não, eu abri. Maldita carta.



Notas finais do capítulo

Comenta, vai? :)



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