Esqueça o passado escrita por Margo Roth Spiegelman


Capítulo 1
Capítulo 1




Ela não era uma moça qualquer.

As aparências enganavam e o sorriso no rosto dela também. Um passado cheio de dores se escondia atrás daquele belo sorriso. Nova, e com uma vida inteira pela frente, ela perdera as esperanças. Estava tentando recomeçar, tentando viver.

Pisou em Nova York para fugir dos próprios sentimentos e de uma pessoa. Na verdade, sentia-se culpada por todos os acontecimentos de sua vida. Apesar de não ter culpa. No fundo, sabia disso, mas era difícil se conformar.

Três Meses Antes...

Honolulu, Hawaii.

SM: Querida, que tal acordar? - ele passou as mãos pela cintura dela e beijou seu pescoço. Sarah se arrepiou.

– Já esta na hora, vamos chegar atrasados.

SW: Me deixa dormir...

SM: Não! Temos que trabalhar.

Seria mais um dia normal de trabalho, se um assassino profissional não resolvesse aparecer e a sequestrar.

Wo fat. Esse é o nome dele. Steve, chefe da Five-0, uma força tarefa do Havaí, o procurava incansavelmente todos os dias.

Um homem frio, assassino. O Havaí todo o temia. O seu objetivo era estragar a vida de Steve McGarrett a todo custo. E a vida dele se resumia a mulher que amava. Steve se entregou a Wo fat para salva-la. O que poderia ser uma coisa boa se transformou em um pesadelo. Ela nunca mais o viu. Nem vivo, nem morto.

...

Colocou o sorriso mais bonito em seu rosto e entrou no grande prédio do Laboratório de Criminalística de Nova York.

Porém, o que ela não sabia, é que entrar naquele laboratório mudaria muito a sua vida.

...

Pessoas andavam apressadamente. Uma grande correria. Até que um rapaz encostou em meu braço. Me virei rápido e um pouco assustada.

AR: Posso ajuda-la? Sou Adam Ross. – ele disse com a voz trêmula.

SW: Bom, eu acho que sim. – respondi. – Procuro o detetive Mac Taylor.

AR: Qual é o teu nome?

SW: Sarah. Sarah Wilson.

AR: O Mac te conhece? Marcou um horário? Ele não gosta de estranhos. – Ele falou meio desconfiado, como se eu fosse uma intrusa.

Na verdade eu era.

DF: Adam! É assim que se trata uma moça?

Uma voz forte disse isso.

AR: Eu só quero saber quem ela é. – A frase saiu baixa, quase não ouvi.

SW: Sou a nova CSI. E só quero saber onde fica a sala do Mac Taylor. Não vou explodir o laboratório.

Minha paciência já tinha se esgotado. Eu nem havia me virado ainda para ver quem era o homem de voz forte.

DF: Eu te acompanho.

Me virei, e era sim, com certeza, uma bela visão.



Notas finais do capítulo

Críticas, elogios, sugestões?



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