The Choices Of Life... escrita por Natyh Chase Jackson


Capítulo 11
Mais Problemas


Notas iniciais do capítulo

Oieeeeee, gente.
Bom, eu queria me desculpar por não ter aparecido antes, mas é que as aulas voltaram, teve minha formatura e um casamento nesses dois finais de semana e eu realmente não tive tempo, mas cá estou eu com mais um capítulo novinho em folha..



Esse capítulo é dedicado à Fairy e a Leeh Spears, muitíssimo obrigada suas lindas, eu amei cada recomendação. Esse capítulo também é dedicado a minha fã Seis, que pediu de presente de aniversário, e apesar de ser atrasado é de coração. Espero que gostem.

Também queria agradecer aos reviews do capítulo passado e dizer que fico feliz em saber que vocês não acharam uma merda aquela tentativa de cena hot do Percy e da Annabeth.


Só me resta desejar... Boa leitura.



Annabeth acordou no dia seguinte com maravilhosos selinhos sendo depositados em seu lábios, estes que estavam inchados devido a intensidade dos beijos trocados na noite anterior.

– Bom dia, Sabidinha. – Percy logo entrou em seu campo de visão com um sorriso de tirar o fôlego, e Annabeth se deliciou ao vê-lo sem camisa, até porque ele era um ótimo colírio para os olhos ainda mais de manhã.

– Bom dia, Cabeça de Algas. – a loira o saudou com um selinho e o sorriso do rapaz se estendeu ainda mais por seu rosto, deixando-a feliz. – Dormiu bem? – ela questionou e o moreno sorriu malicioso, fazendo com que ela desse um tapa em seu ombro.

– Claro que eu dormi bem, Annie, não tinha como essa noite ter sido melhor. – ele disse e a Chase sorriu, isso até ele completar. – Mentira! Teria sido melhor se continuássemos acordados. Se é que você me entende. – e com um sorriso malicioso, ele se aproximou para beijá-la, mas a loira não deixou, batendo em seu peito e o empurrando em seguida.

– Outch! – o moreno resmungou esfregando onde fora acertado. – Quanta agressividade, mulher!

– Isso é para você deixar de ser um idiota. – Annabeth resmungou sentando-se, e deixando que o lençol que a cobria se acumulasse na altura de sua cintura, deixando Percy totalmente bobo com a visão. – O que foi? – a loira se esquecera que estava nua, e só percebeu esse pequeno detalhe quando Percy não a respondeu.

– Hey, a visão estava boa. – o rapaz reclamou quando sua vista fora coberta novamente.

– Deixe de ser idiota, Cabeça de Algas. – Annabeth disse enrolando-se no lençol, ou tentando se enrolar, já que ainda estava sentada.

– Eu sou idiota? – Percy questionou com um sorriso matreiro e a loira sorriu assentindo, já que passara a conhecer, muito bem, o real significado daquele gesto.

Percy se jogou em cima de sua namorada e começou a fazer cócegas, fazendo-a ofegar na espera de uma pausa, que ele não deu, é claro.

– Pare, Percy. – a garota gritava em meio ao ataque, e o rapaz apenas negava com a cabeça, continuando com seu mini protesto.

– Diga que eu não sou idiota. - ele pediu e ela negou – Vamos, Annabeth, diga e você não sofrerá com as consequências. – Percy pediu e ela voltou a negar. – Ótimo! Diga então, que eu sou o cara mais gostoso, mais gato, mais perfeito e o mais tudo de bom que você já encontrou na sua vida. – apesar da brincadeira, o rapaz estava precisando ter a certeza de que ela estava com ele, porque o amava e não por comodismo, já que ele a aceitara com um filho na bagagem, e agora o pai dessa criança os queria de volta.

– Eu te amo, Senhor - Eu sou o cara mais gosto, mais gato e o mais tudo de bom que já entrou em minha vida. – a loira disse em meio as cócegas e Percy subiu em cima dela, deixando uma perna de cada lado do corpo da loira, prendendo-a assim embaixo de si.

– Uau, eu gostei dessa sua resposta. – ele disse com um brilho de felicidade nos olhos verdes mar, e a garota sorriu satisfeita em vê-lo feliz com algo que partira dela.

– Gostou? – ela perguntou e ele assentiu com um sorriso bobo nos rosto. – Então, eu posso repeti-la para você. O que acha?

– Sinta-se à vontade. – ele deu de ombros ainda sorrindo e Annabeth resolveu brincar um pouquinho com ele.

– Eu... – a loira deu uma pausa e começou a trilhar um caminho perigoso com o seu dedo indicador, este que corria livremente pelo abdômen malhado do moreno de olhos verde. – Te... – uma segunda pausava e ela começou a passar o dedo no elástico da cueca preto que o rapaz usava – Amo. – Chase finalizou lambendo os lábios e olhando nos olhos de Percy, e ambos estavam com as íris mais escuras de desejo.

– Pelo visto, Sabidinha, alguém acordou disposta a brincar, não é mesmo? – Percy resolveu entrar na provocação, e rapidamente a livrou do lençol que a cobria da cintura para cima, fazendo com que Annabeth abrisse um sorri pra lá de malicioso.

– Eu estou com a mesma sensação que você, Cabeça de Algas. – a loira disse passando as mãos pelos gominhos que Percy ostentava na barriga, e o moreno sorriu de forma sensual em direção a mão de Annabeth, fazendo com que a garota entendesse muito bem o que passava pela cabeça de seu namorado.

Percy se debruçou sobre a namorada e começou a distribuir pequenos selinhos em sua boca, depois passou a prologar os beijos, chegando ao ponto de partilharem beijos quentes e sincronizados, entretanto antes que as caricias também pudessem ser aprofundadas, Peter, que dormia no quarto ao lado começou a chorar para avisar que estava acordado.

Percy soltou um muxoxo entre o beijo, e Annabeth sorriu divertida com os lábios rentes ao de seu namorado.

– Deixe-me levantar para pegá-lo. – a loira pediu, tentando empurrar Percy para o lado, mas o moreno negou com a cabeça.

– Deixe que eu o pego, vá tomar banho e daqui a pouco nós tomamos café juntos. Combinado? – o rapaz questionou com um lindo sorriso estampando seu rosto, e Annabeth não ousou ser contra a sua bela proposta. – Ótimo. – o rapaz saiu de cima dela, mas antes roubou um beijo apaixonado, fazendo-a sorrir.

Annabeth esperou que Percy saísse do quarto para que pudesse se levantar e se esgueirar para dentro do banheiro, este que tinha uma bela banheira de água quente, e pelo que parecia, a sua espera.

– Ele é demais. – foi a única coisa que a loira disse, antes de ouvir o choro de seu filho cessar e de entrar na deliciosa banheira que Percy preparara, especialmente, para ela.

Enquanto se banhava a loira pôde sentir todas as energias que Percy e ela queimaram na noite anterior voltando ao seu corpo de forma lenta e viciante, o que era muito bom. A Chase não se permitiu pensar nos problemas que a volta de Luke acarretaria em sua vida, ao invés disso, ela achou melhor pensar na cena linda que vira ontem, quando Peter chamara Percy de pai.

Sua mente logo divagou para a proposta que o moreno tinha lhe feito: morar com Peter e ele. Somente os três. Na mente da Chase seria uma maravilha e ela estava disposta a tentar dar mais este passo em sua relação com Percy. Afinal, o amava de forma intensa e verdadeira. Valeria a pena.

Percy que tinha saído do quarto para ir até Peter, logo chegou ao quarto do pequeno e não se surpreendeu ao encontrá-lo com o berreiro aberto e a mão na boca, sinalizando que estava com fome.

– Acalme-se, campeão. – Percy pediu deixando que Peter pudesse tê-lo em seu campo de visão, e só foi o moreno de olhos verdes aparecer, que o pequeno de olhos azuis parou de chorar. – Bom dia! – o rapaz usou uma voz infantil e Peter jogou os braços para cima, pedindo que Percy o pegasse.

Papa. – o pequeno Chase resmungou e o Jackson abriu um enorme sorriso, antes de beijar a testa de Peter.

– Isso mesmo, seu papa. – Percy confirmou o que o pequeno dissera, e este sorriu abraçando-o pelo pescoço.

O moreno o colocou no trocador e logo começou a trocar a fralda noturna e suja, por uma diurna e sequinha, enquanto isso Peter continuava a chupar a mão, reafirmando que estava com fome.

– Espera só um pouquinho. – Percy pediu ao colocar um macacão de calor no pequeno e em seguida o pegou no colo, para que pudesse jogar a fralda fora.

Antes de descerem Percy lavou as mãos e desceu as escadas com Peter apoiado em um de seus braços, já que o livre, ele utilizava para brincar com o pequeno.

– Vamos fazer o café da sua mamãe? – Percy perguntou e Peter riu jogando a cabeça para trás, como se concordasse com o seu papai. – Ótimo.

Percy o colocou no cadeirão, e fora esquentar a mamadeira do pequeno, já que este não parara de chupar os dedos da mãos direita, sinalizando que estava morrendo de fome. Quando o café da manhã de Peter estava pronto e na temperatura ideal, Percy o colocou em cima do apoio do cadeirão, deixando que o pequeno o pegasse e tomasse por conta.

– O que será que a mamãe vai querer comer? – o moreno de olhos verdes questionou, e Peter se fez de alheio, já que estava a apreciar sua mamadeira com uma voracidade invejável. – Panquecas? – como não obteve resposta, o Jackson achou que aquele prato era o melhor a se fazer.

Com calma e destreza o Jackson se pôs a fazer suas deliciosas panquecas, e enquanto as fazia tentava confessar com Peter, este que parecia mais interessado em sua deliciosa mamadeira. Percy já estava quase finalizando o café da manhã, quando Peter decidiu que era um bom momento para se conversar.

Papa? - o pequeno chamou e Percy sorriu inconscientemente.

– Sim? – o mais velho disse se voltando para Peter, este que começou a bater as mãos freneticamente sobre o tampo de plástico de sua enorme cadeira.

– Olate. – o pequeno resmungou e apontou para o pote de calda de chocolate que Percy segurava.

– Você quer colocar o chocolate? – Percy perguntou pronto para tirá-lo do cadeirão, e o pequeno assentiu estendendo os braços para o moreno.

O Jackson o pegou no colo e rapidamente, deu o pote de calda para ele, deixando que o pequeno o apertasse em cima das panquecas quentes que tinha acabado de sair da frigideira. A risada que Peter dera ao ver o filete marrom deixando o pote e caindo sobre as panquecas, fora a mais contagiosa e deliciosa que Percy já tivera chance de ouvir na vida, era pura com a alma daquela criança que estava em seus braços.

– O que os homens da minha vida estão fazendo? – não preciso dizer que com essa simples frase, o coração de Percy bateu de forma alucinada, não é mesmo?

– Panquecas. – o moreno respondeu se voltando para a entrada da cozinha, onde se deparou com uma Annabeth vestida com apenas uma de suas camisetas.

A loira sorriu, inocentemente, para Percy, que devolveu um sorriso malicioso para a namorada. A Chase se aproximou dos dois e Peter pulou para o seu colo, fazendo-a rir e beijar-lhe a bochecha trezentas vezes seguidas.

– Bom dia, meu pequeno. – Annabeth disse para Peter, que sorriu e abraçou a mãe pelo pescoço, aconchegando a cabeça entre o ombro e a cabeça da loira.

– Bom, o café está pronto. – Percy disse, beijando a bochecha de Annabeth, que sorriu com o gesto e se sentou em um dos bancos do balcão. O moreno de olhos verdes depositou o suco de morango que tinha feito em cima da extensão de mármore preto, acompanhado do prato de panquecas com cobertura de chocolate e de mini torradas com nutella. Tudo muito saudável.

– Você preparou isso tudo? – a loira questionou de brincadeira, e Percy riu debochado.

– Não, não. O Peter fez tudo sozinho, eu só supervisionei para que ele não se queimasse. – o Jackson devolveu irônico e Annabeth mostrou-lhe a língua, fazendo com que o moreno se esticasse para depositar um selinho em seus lábios. – Estou brincando, minha Sabidinha.

– Resolveu pôr as asinhas de fora, Perseu? – a loira questionou fingindo-se de brava e Percy fez uma careta ao ser chamado pelo verdadeiro nome.

– Eu só estava brincando, Annie. – Percy se fez de coitado e a loira não cedeu a sua carinha de gato do Sherek.

– Sei. – a loira disse e pegou uma panqueca enrolando e comendo-a em seguida, com as mãos mesmo, afinal estava em família.

Peter que ainda estava em seu colo, olhava para as panquecas desejoso, e Annabeth conhecendo o filho cortou-a em pequenos pedacinhos em intervalos de minutos colocava mais um pouquinho na boca do pequeno, já que a pediatra afirmou que já poderia incentivá-lo a comer outros alimentos, além das papinhas de legumes e o leite materno.

– O que vamos fazer hoje? – a loira questionou entre um gole e outro de seu suco.

– Bom, vocês eu não sei, mas eu vou te que correr atrás de algumas coisas para a minha vaga de estágio, a seleção é depois de amanhã e se eu consegui vou para Fernando de Noronha fazer uma pesquisa com o Dr. Fisher em duas semanas. – Percy respondeu empolgado e Annabeth sorriu diante a felicidade do namorado.

– Eu tenho certeza de que você vai conseguir. – Annabeth afirmou e Percy lhe direcionou um sorriso confiante. – Eu só não gostei da parte de que você ficará fora por duas semanas. – a loira reclamou e Percy riu depositando um selinho nos lábios avermelhados da garota.

– Eu ainda não sei se eu serei aceito. – Percy contrapôs e Annabeth o olhou cética.

– Cabeça de Algas, você é o cara que mais entende de mar em toda a face da Terra. O que é um tanto quanto irônico. – a Chase afirmou com uma tom de certeza absoluta em sua voz – É claro que você vai conseguir esse estágio, e ainda vai ser efetivado no Centro de Pesquisa Marítimas de Nova Iorque.

– Você acha?

– Eu tenho certeza. – a loira voltou a afirmar e ele sorriu.

– Então, se a Sabidinha mais sabida que eu conheço acha isso, quem sou eu para discordar. Não é mesmo? – ele questionou debochado e a loira entrou na brincadeira.

– Vejo que um certo Cabeça de Algas está ficando inteligente. – a loira debochou e ele fechou a cara terminado seu suco e dando a última mordida em sua terceira panqueca.

– Haha, como você é engraçada. – Percy disse se levantando e começando a caminhar em direção a escada.

– Hey. – Annabeth chamou e ele se voltou para a garota ainda de cara fechada. – essa cueca ressalta o seu bumbum. – a garota disse e deu um sorriso malicioso, fazendo-o jogar a cabeça para trás e rir.

– Eu sei amiga. – Percy desmunhecou e Annabeth fez uma careta.

– Nunca mais faça isso, senão começarei a ter dúvidas sobre a sua real opção, Cabeça de Algas. – a loira disse sarcasticamente, até porque a noite que tivera ao lado do rapaz fora capaz de tirar qualquer dúvida, mesmo que inexistente, sobre o gosto do rapaz.

– Não vou nem te responder a esse insulto, mas se quiser tirar a prova, estarei tomando banho lá em cima. – Percy deu um sorriso malicioso e Annabeth ficou tentada a ir retirar essa prova, mas ela sabia que o rapaz não podia se atrasar para os seus compromissos e ela tinha que cuidar de seu filho, este que estava com as mãos mergulhadas na poças de chocolate que ficara sobre o prato.

– Peter! – a mulher ralhou e o loiro tirou as mãos de cima do prato com um sorriso sapeca e o rosto melado.

...

Percy já tinha saído, Annabeth já tinha dado um banho em Peter e arrumado a casa, quando Thalia ligou perguntando se estava tudo bem e quando voltariam, a loira não soube responder ao certo, mas afirmara que seria na mesma semana, a morena de olhos azuis ouviu atentamente e desligou em seguida deixando Annabeth com a sensação de que sua melhor amiga lhe escondia algo. No entanto, a loira resolveu deixar isso pra lá e ter um momento com seu filho, apenas os dois.

– E então, meu pequeno, o que iremos fazer agora? – a loira questionou Peter, que parecia elétrico em seus braços. O pequeno apontou para um grande baú no canto da sala que tinha algumas peças de lego. – Quer brincar de monta-monta? – Peter assentiu com a cabeça, e Annabeth o deixou no chão, fazendo-o se apoiar no sofá, enquanto buscava o baú para o centro do tapete felpudo.

Annabeth derramou todas as peças sobre o tapete, e Peter bateu palmas animado, se sentou e logo tentou montar algo com as peças que sua mãe tinha deixado a sua disposição. Annabeth também se sentou e também começou a montar diversos prédios com as peças de lego, coisa que ela fazia desde pequena com a ajuda de seus pais. De repente lhe bateu a saudade, e ao invés de ficar reclusa como sempre fazia quando sentia a falta deles, ela sorriu, sabendo que eles ainda zelavam por ela e agora por Peter, de onde quer que eles tivessem.

A música do Bob Esponja era a única coisa que preenchiam o silêncio da sala, e ocasionalmente os gritos de felicidade de Peter, quando consegui juntar duas peças e elas não desmontavam. A Chase estava adorando aquele tempo com seu filho, e acabou ensinando-o algumas coisas, como cores e montar as peças de forma que elas não se soltasse, e para a surpresa da loira Peter pegara rapidamente algumas coisas, mesmo que segundos depois se esquecesse.

A campainha tocou e Annabeth retesou os músculos. Afinal, que poderia ser?

Thalia não era, pois a mesma tinha a chave do apartamento do irmão e também estava correndo atrás de seu estágio, já que não queria estagiar na empresa do pai e receber o título de patricinha.

Sally e Poseidon também não eram, pois àquela hora deviam estar trabalhando.

Nenhum de seus amigos, pois também estavam atrás de um emprego, ou até mesmo trabalhos de verão, já que o próximo semestre da faculdade estava próximo e eles não poderiam se permitir à ficar sem fazer nada, afinal se formariam em um ano, praticamente.

Será que era Luke? Mas como ele conseguira o endereço do aparamento de Percy?

Com passos lentos e hesitantes a loira se aproximou da porta e olhou pelo olho mágico, o que encontrou fora extremamente o oposto de suas deduções.

– Quíron? – a loira questionou ao abrir a porta.

– Boa tarde, Annabeth.

– Boa tarde. Quer entrar? – a loira resolvera ser educada, antes de metralhar o advogado de seu família com perguntas.

– Obrigado. – o homem de meia idade agradeceu com um aceno de cabeça e adentrou o apartamento de Percy. – Você deve estar se perguntando o que eu estou fazendo aqui, não é mesmo? – o homem questionou com um sorriso de lado, e enquanto fechava a porta, Annabeth resmungou alguma coisa em sinal de concordância.

– Não me leve a mal, mas é que o senhor sempre me visitava na casa do Jackson, e para que tenha vindo me procurar aqui deve ter sido algo sério. Não é mesmo?

– Receio que eu não traga boas notícias, Annabeth querida. – o homem disse se sentando e afagando a cabeça de Peter, este que sorriu para o conhecido rosto de Quíron.

– Como assim? – a Chase começara a se preocupar. – Algum problema com o meu avô?

– Não, não. Seu avô está bem, mas eu não diria a mesma coisa da empresa de seu pais. – o tom melancólico de Quíron estava começando a deixar Annabeth em níveis alarmantes de preocupação.

– Como assim? O que aconteceu com a empresa? Pensei que estivesse tudo bem por lá. – a loira disse sentando-se frente a frente com o advogado que cuidava da parte burocrática de todo o patrimônio dos Chase.

– E estava, mas não sei se você lembra-se de Arnold Colleman... – Quíron deu uma pausa esperando que Annabeth confirmasse ou negasse, mas como se esquecer da expressão mal encarada que se oferecera para ser tutor de suas ações na empresa, por isso Annabeth assentiu com a cabeça e o homem continuou – Então, esse desgraçado desviou milhões, ou até mesmo, bilhões, ainda não conseguimos calcular de quanto foi o rombo, mas eu receio que tenha sido muito dinheiro, tanto é que... – o homem refreou duas palavras.

– Tanto é que o que, Quíron? – Annabeth estava aflita, pois tinha uma pequena ideia do que poderia estar acontecendo com a empresa que seus pais tanto lutaram para manter em pé.

– Receio que a empresa esteja entrando em um estado de falência.



Notas finais do capítulo

E então, o que acharam?
Mais um pepino para a Annie resolver minha gente. E agora o que será que vai acontecer?
Será que o Percy vai conseguir o estágio e ficar longe da Annie por duas semanas?
O Luke nem apareceu nesse capítulo, mas eu acho que ele aparece no próximo, quem quer o Luke levanta a mão. Cri, cri. KKKKKK



Bom, eu espero que todos tenha achado pelo menos razoável. Se odiaram me avisem, se acharam que tá bom me avisem, mas se amaram recomendem. kkkk


Bom, vou ficando por aqui, pois eu tenho que ir pro curso. E se vocês querem me ver no sábado que vem, já sabem a fórmula, não é mesmo? Se não aqui segue, anotem que é muito importante, cai na prova - encarnei um professora agora, Credo capeta, sai de mim -brincadeira- REVIEWS+RECOMENDAÇÕES=CAPÍTULOS MAIS RÁPIDOS. Entenderam? Espero que sim.

Beijos e até mais.


P.S: Leiam a One-Shot Thalico que eu postei semana passada
Link: http://fanfiction.com.br/historia/469389/Challenge_Accepted/


P.S: Se tiver algum erro me avisem que eu arrumo quando voltar do curso.

Beijos e até os reviews.