We Are Demigods escrita por Alice Kirkland, The duck next door


Capítulo 22
A Febre da Macumba


Notas iniciais do capítulo

Oi! God ainda não acredito que nós temos 124 comentários *------------------------*
valeu seus lindo, divos, gatos, brilhos grandiosos que iluminam o amanhã!
Maia: Deixa de ser dramática!
Eu: Só por que você é minha consciência, anjinho maligno e conselheira pessoal não quer dizer que você possa me chamar de dramática!
Maia: Na verdade, eu posso sim.
Eu : Ah, vai pra puta que pariu!
Maia: Eu vivo na sua cabeça, eu já estou na puta que pariu
Eu: E pensar que a Dali é o diabinho...
Maia: Espero que gostem, ou não (pra falar a verdade eu ganho mais quando eu tenho que levantar a auto-estima dessa criatura, por isso odeiem bastante!)
Eu: Maligna!




Pov Angel

Angel! - Gritou uma peste loira entrando no chalé. Ah não, espera, é só a Cat...

– Que? - Respondi com a voz abafada por causa do travesseiro que está na minha cara.

– Eu estou com tédio, vamos zoar o Nico!

Opa! Me interessei! Faz, tipo, uns 15 minutos que eu não rio da cara dele. Me levanto da cama, foi difícil, mas pelo meu irmão eu faço tudo [N/Nico: Amor de irmãos é uma coisa linda...] e fui até onde Domenico dormia calmamente.

Sorri maleficamente e tirei de Nico a coisa mais importante da vida dele: seu anel de caveira. Muhuhahuhahahahahaha! ~maligna~

Nico pulou da cama, totalmente desperto.

– Angeline! Me devolva - Gritou Nico.

– Nuuuuuuuuuuuuuuuuuunca - Joguei o anel para Cat, que estava observando uma aranha que tinha ali e acabou que o anel caiu da janela.

Nico e eu corremos pela porta, como duas pessoas normais, mas Cat (a criatura mais estranha do universo, compete até com o Doctor) saiu pela janela mesmo.

Resumo da cena: uma criatura loira e alta e uma criatura morena e baixinha brigando com um pé de milho emo por um anel que estava dois metros de onde eles estavam.

CAT

Estávamos brigando pelo anel, que eu nem sei onde está, por umas duas horas. Eu já ia pedir trégua e depois acertar a cabeça de Nico com um bastão de beisebol quando Angel para.

– Angel, tudo bem? - Pergunta Nico levemente preocupado.

– Não, a minha visão está desfocada e meus ouvidos estão zunindo. AI MEUS DEUSES, SERÁ QUE EU ESTOU VIRANDO UM ZUMBI?!

– Angel, você não pode virar um zumbi - Nico falou cortando o drama de Angel.

– Nico, eu não acho que isso seja um drama super exagerado da Angel - Falei após colocar a minha mão na testa dela - Angel está ardendo em febre!

Rapidamente eu e Nico a levamos para a enfermaria. Um dos meus milhares de irmãos a examina por um tempo e se vira para mim com uma cara nada boa.

– O que a Angel tem é a febre da Macumba, uma terrível doença que faz a pessoa se sentir macumbada por dias! - disse meu irmão (acho que o nome dele é Mario, vou chama-lo de Mario).

– O que nós podemos fazer?- Perguntou Leia, que havia chegado uns cinco minutos atrás junto com Lucy e o Sobrinho.

– Bem eu acho que eu posso receitar a ela uns antibióticos...

– Nããããoooooooooo - Gritou Angel - Tudo menos antibióticos, eles são do mal!

Angel saiu correndo da cama e pulou pela janela. Fico feliz que ela esteja fraca demais para viajar nas sombras.

– Rápido, temos que pega-la - Gritou Lucy pulando da janela também, Leia a seguiu. Francamente, desde que eu virei famosa as pessoas resolveram fazer cosplay de mim pulando a janela, como eu, toda hora!

***

Lucy, Leia e eu fomos até o beco onde vimos Angel se esconder. Lá nós nos deparamos com a seguinte cena: uma mulher baixinha, com o corpo envolto em papel bolha estourado e um chapéu (a cara da Angel), um poste e um cara igualzinho a Angel, só que de bigode. Fácil, já sei quem ela é.

– Qual deles é a Angel? - Resmungou Leia. Sinceramente, elas não conhecem a amiga que tem?

Pego a minha rede de capturar criaturas pequena e raivosas (meu tio me ensinou a nunca andar sem ela) e joguei na opção mais óbvia: o poste!

– Como você me descobriu? - Perguntou Angel tirando o disfarce de poste.

– Você sempre se disfarça de coisas altas para compensar sua altura de pigmeu, Meredith - Angel me mostrou a língua e logo depois espirrou. A doença estava piorando.

***

No final meu irmão que eu acho que se chama Mario conseguiu fazer uma injeção para Angel e ela melhorou em três dias. Agora ela resolveu fazer uma festa de coma o que puder para comemorar.

Eu geralmente amo esse tipo de festa (acho que é o único tipo de festa que eu gosto), mas é uma Angel recém curada de uma doença maligna que estamos falando.

– Podem comer - Angel sorriu e todos comeram como os gordos que eles são. - E como eu sou uma cientista excepcional eu implantei o vírus da febre da macumba na comida.

Todos pararam de comer, espirraram e caíram desmaiados no chão. Eu não disse?

Angel sorriu maleficamente.

– Muahuhuhahahahahahaha, vingança!

No chalé de Hades...

Angel ainda estava apreciando o seu momento de vingança, por isso eu fui até o chalé pedir ajuda para o Nico. Eu precisava de alguém que pudesse convocar zumbis e parecesse com um fantasma e não fosse a Angel para me ajudar numas paradinhas aí.

– Hey, Nico, eu...

– Meu precioso... Meu precioso!

– Criatura, você não é o Gollum.

– Mas ele é o meu precioso!

– Filhos de Hades são tão estranhos.



Notas finais do capítulo

Sim, o nome da minha consciência é Maia e do meu diabinho é Dali, problem?
~le Cat selvagem invadindo o capítulo da Angel~ A minha consciência é a Dominique, e o juízo é o Georginho!