Who I Really Am? escrita por CarolBlackPotter, Gii


Capítulo 17
Choque.


Notas iniciais do capítulo

Para todas as Leitoras ansiosas!! HAHAHA Não vou falar nada de mais, corram! Boa leitura!!



Capitulo 16 — Choque

POV Renesmee.

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Embry entrou na clareira e avançou em direção à Jane, mas ela desviou, e quando fez isso acabou me empurrando para fora do penhasco. Eu gritei o máximo que conseguia, enquanto caia.

Descobri que era verdadeira aquela história de que descemos em câmera lenta e que nossa vida passa diante de nossos olhos. Todas as minhas lembranças vieram à tona. Tudo o que já tinha acontecido comigo. Consegui ver ao longe, Claire abraçada a Emily chorando enquanto me via cair para a morte.

O que era o mais provável a acontecer, já que eu não sabia nadar.

Eu só percebi e continuava gritando quando o mesmo foi cortado pela água entrando em minha boca. Enquanto continuava afundando cada vez mais meu corpo se chocou com uma rocha, cortando a lateral direita da minha cintura, e atingindo minha cabeça.

Eu comecei a enxergar tudo embaçado. Conseguia ver — apesar da água estar movimentada por causa do movimento das ondas — o sangue saindo de dentro de meu corpo, que ainda afundava.

A última coisa que vi foi alguma coisa se chocando com a água acima de mim.

x—x

Minha cabeça doía muito e foi isso que me fez acordar, inicialmente. Eu queria realmente que aquela dor miserável passasse, porque eu estava cansada, como eu nunca havia ficado antes e muito fraca. Não o tipo de fraca quando você fica muito tempo sem comer, algo um pouco pior. E eu queria dormir, mas aquela dor de cabeça não me deixava. Na verdade, não era a cabeça em si que doía. Era um ponto especifico, que latejava demais, e que, a cada segundo, parecia duplicar a dor. Eu gemi, levantando a mão para tocar o local, mas meu braço foi impedido.

Eu abri os olhos lentamente, sentindo—o queimar com a luz forte da lâmpada. Demorou um pouco para me acostumar e identificar que quem segurara meu braço era papai. Eu tentei dar um sorriso, mas o movimento pareceu meio estranho e pela a cara que ele fez, não pareceu que aquilo tinha feito o efeito que eu queria.

Olhei ao redor, agora, não reconhecendo onde eu estava. Notei então o barulho constante de uma máquina apitando. Eu estava em um hospital? A máquina começou a apitar mais rápido.

— Calma, Ness. Estamos em casa.

Eu demorei alguns segundos para compreender e associar uma sala de hospital em casa com Carlisle. Eu respirei fundo, aliviada. Eu odiava hospitais.

Mas…

— O que estou fazendo aqui? O que aconteceu? — perguntei confusa

Ele respirou fundo, olhando para qualquer lugar, menos para os meus olhos. Eu estranhei aquele fato. Ele olhou para mim, lendo meus pensamentos antes de continuar.

— Você caiu do penhasco, Ness. Jane apareceu de surpresa depois que as irmãs de Nahuel atacaram os Volturis. Você dormiu por cinco dias.

Flashes de mim correndo pela floresta até parar no penhasco vieram na minha mente. Lembrei de quando Embry apareceu, pulando na direção dela, para me salvar, mas então…

— Ela me empurrou! Eu não cai! Eu nunca cairia de lá — Disse empinando o nariz, tentando me fazer de forte, o que não era muito convincente quando se está deitada em uma maca, quase não se mexendo.

Edward sorriu minimamente para mim, por um momento, antes de voltar a fechar a expressão.

Papai parecia mais estranho do que o normal. Eu nunca havia notado alguma vez ele estar com olheiras embaixo dos olhos a não ser antes de caçar. Mas seus olhos não estavam tão negros e o motivo daquilo parecia ser outra coisa.

Meu coração se apertou sem eu saber;

— Papai, o que aconteceu depois que eu apaguei? — Eu disse cautelosa, pressentindo o pior.

— Seth pulou atrás de você no penhasco e ele e Emily fizeram de tudo para te salvar, mas não conseguiam. Seth estava desistindo quando Jacob chegou. E aqui está você, firme e forte agora.

“Firme e forte” Eu quase bufei. Mas logo esqueci, quando papai pareceu ainda mais triste. Eu comecei a me perguntar onde estariam os outros. Porque só ele estava ali.

Eu quis facilitar as coisas e tocar em seu braço, mas eu estava tão cansada, que eu soube que não conseguiria nada com aquilo. Aquela parte de ouvir ainda era, apesar de tudo, recente e exigia um pouco mais de mim.

Ele parecia ignorar meu pensamentos. Aquilo me assustou ligeiramente.

— Pai? Aconteceu alguma coisa? — Eu perguntei devagar, olhando o seu rosto e sua expressão. Meu coração disparou quando lembrei da última coisa que eu vi — E-Embry está bem, pai? Ele se machucou muito?

Eu sabia tudo sobre a Jane. Sabia a sua capacidade, assim como eu sabia da capacidade de Embry. A máquina apitava enlouquecida ao meu lado.

— Embry morreu, filha.

O quê? Morreu? Embry Call estava morto? Eu não consegui fazer meus olhos ficarem de outro modo se não arregalados. Como Jacob estaria se sentindo agora? Embry era seu melhor amigo e…

— Ele morreu sem dor. Jacob disse que foi muito rápido — papai interrompeu meu pensamentos assustados. Meus olhos se encheram de lagrimas. — Jacob apareceu logo em seguida, viu tudo acontecer. Ele e os outros lobos acabaram com ela enquanto Seth te salvava.

As lágrima escorreram pelas minha bochechas enquanto a imagem do lobo—Embry saia da floresta para me ajudar, como um super herói. Foi aquilo que pensei quando o vi, antes de Jane me empurrar. A última coisa que vi antes de cair era os olhos grandes dele, como os de Jacob. Eu podia ver Jacob ali também. Eu sabia que todos os lobos estavam ali em Embry naquele momento.

Ele veio para me salvar e morreu. Embry estava ali por mim, sabendo todos os riscos, e estava ali. E morreu. Por minha culpa. Eu matei Embry Call!

— Não! Renesmee, não pense assim! Isso não é culpa sua! — papai segurou meu dois ombros. As lágrimas desceram com mais fervor por meu rosto. Eu queria gritar, mas o choque prendeu a minha voz como se a tomasse de mim.

— Ele está morto. — olhei pra ele. — Ele morreu pai! Por minha culpa. Eu devia ter tentado lutar com a Jane eu mesma e não deixar ele fazer isso sozinho. Eu sou uma covarde idiota; Pai ele foi até lá pra me salvar e olha o que eu fiz com ele. — Eu não conseguia parar de chorar a esse ponto. Coloquei ambas as mãos em frente ao rosto e continuei desabafando. — Pai … eles vão me odiar agora. — olhei pra ele com os olhos arregalados.

— Quem poderia te od…

— Os Quileutes, pai! — Minha voz parecia ter voltado magicamente, e eu consegui finalmente por pra fora o que eu precisava. Mesmo com Edward tentando me impedir, e mesmo com todos aqueles fios ligados a meus braços, consegui me levantar. — TODA A TRIBO VAI ME ODIAR, PAI. O SETH, O QUILL, A EMILY, O SAM, A LEAH QUE FINALMENTE ESTAVA GOSTANDO DE MIM. O JACOB, PAI. AH MEU DEUS, O JACOB!!

Eu perdi as forças naquele momento pensando em tudo o que ele poderia me dizer. Ele deveria ter nojo de mim por ser a assassina do seu melhor amigo.

Edward me abraçou enquanto eu ainda estava jogada no chão. Todas as agulhas que estavam ligadas a meus braços — mesmo tendo saído no momento em que eu levantei, deixando pequenas gotas de sangue escaparem — pareciam fazer um caminho direto para o meu coração.

Eu não quis controlar mais meu choro. Eu chorei sem querer nunca mais parar, com meu coração doendo. Papai havia me colocado em seu colo, como se eu fosse um bebê e não disse nada enquanto me consolava. Apenas me abraçava.

— Ness, não é sua culpa — ele disse quando meu choro melhorou um pouco.

— É claro que é! Ele estava lá, naquele segundo, por minha causa, o q...

— Para eles, ele morreu salvando uma vida. — Edward me interrompeu, mas continuava falando suave, me abraçando — Teria honra maior para um protetor da tribo? Para um lobo Quileute?

E eu não tinha pensado naquilo até aquele momento, mas não consolou a culpa que se alojava permanentemente em meu peito. Eu sentia que dali em diante, eu sentiria todos os dias da minha vida o peso da morte dele.

Se passaram algumas horas para eu me acalmar. Edward havia me colocado de volta a maca e recolocado as agulhas em mim, dizendo que eu havia perdido muito sangue quando bati a cabeça dentro da água e não podia fazer muito esforço. Eu ainda enxugava as lágrimas quando perguntei da mamãe e do Jacob.

Edward pareceu me avaliar um momento, parecendo ainda tenso. Eu me perguntei, o que mais haveria para ele ainda estar daquele modo. Eu me desesperei ao pensar que havia acontecido algo com Jacob ou mamãe.

— Não é só isso. — afirmei ainda hesitante. Já tentando me levantar novamente, sendo impedida fortemente dessa vez.

Edward estava sentado à minha frente parecendo atordoado. Ele não me contaria, eu podia sentir aquilo. Então juntando todas as forças que tinha — e aproveitando que sua mão estava sobre a minha — comecei a ler sua mente.

.

Eles corriam pela floresta. Edward havia ouvido os pensamento de Leah e sabia que agora, estava lutando contra Felix. No meio daquilo, ouvia os outros lobos, tentando matar Jane, e Jacob desesperado por causa de Ness. Edward não havia contado para a família sobre Renesmee, apenas que Felix estava ali e que Leah estava lutando com ele. Carlisle não esperou nem por mais um minuto antes de correr.

Quando chegaram, Leah parecia cansada e um pouco manca. Ela parecia dar graças á Deus quando todos se juntaram á luta. Estava sendo um tanto difícil, apesar de ser oito contra um, mas era quase definitivo que eles ganhariam. Felix estava cada vez mais encurralado.

Até que Edward ouviu mais uma mente. Ele não sabia como, mas só havia notado em cima da hora que Caius se aproximava. Ele vinha da parte que Leah estava de costa… Só ouve tempo de ele gritar para ela tomar cuidado.

Caius estava com uma tocha. Jacob havia saído da forma de lobo com a imagem de Renesmee deitada na praia parecendo não respirar. Leah não estava preparada para um ataque surpresa.

— LEAH! — gritara Rosalie antes de tentar defende-la.

Então, Caius havia empurrado a loba, derrubando Rosalie e junto, sua tocha. Leah rolou para o outro lado quando tudo começou a pegar fogo. Quando Rosalie começou a pegar fogo. Foi tão rápido que não havia como ajudar. Emmet estava sendo segurado por Jasper. Rosalie queimava mais rápido a cada segundo. Inflamável.

.

Eu tirei a mão de Edward. Minha respiração descompassada. Todo o esforço que eu havia feito para ler sua mente, me deixou super cansada, mas ainda assim, tive forças pra levantar.

Arranquei as agulhas com minhas próprias mãos daquela vez, e quando papai foi tentar me segurar, eu apenas desviei de seus braços, pulando a janela — que estava aberta — em seguida.

Ele gritou por mim, e eu sabia que viria atrás, mas naquele momento, eu queria ficar sozinha. Tinha acabado de perder duas das pessoa mais importantes da minha vida. Então apenas gritei — mentalmente — um ‘ME DEIXE EM PAZ’. Eu sabia que aquilo não era muito educado, mas eu estava em um momento difícil.

A chuva caía forte naquela tarde. E só enquanto corria percebi que vestia uma calça de moletom cinza e uma regata branca, que estava vermelha do lado direito — já que, com o esforço da corrida, o meu machucado da cintura abriu novamente — e que não me protegia quase nada dos grossos pingos de chuva que doíam ao se chocarem com minha pele.

Corri por algum tempo, sem conseguir pensar em nada a não ser que — não importa o que Edward dizia ou deixava de dizer — era minha culpa. Cheguei a praia alguns minutos depois, e me deixei cair de joelhos na areia. Tudo veio a minha mente como um tiro. Tudo o que havia acontecido. Tudo o que ESTAVA acontecendo, era minha culpa.

A vida de todos era completamente perfeita antes de a mestiça esquisita aparecer. Emmett e Rosalie estavam ambos vivos e felizes. Alice e Jasper não tinham que ficar tomando conta do futuro e dos sentimentos de todos por que a pirralha apareceu pra estraga-los. Esme e Carlisle ainda tinham todos os filhos, Bella e Edward poderiam ser felizes pela eternidade sem ter que se preocupar com uma adolescente que só causa problemas, Jacob poderia ser feliz com qualquer menina que quisesse, e que não fosse uma ameaça de morte... todos os Quileutes seriam felizes. E meus pais, os adotivos, ainda estariam vivos.

Eu era mesmo um estorvo.

Enquanto estava sentada ali; enquanto a imagem de Rosalie e Embry estavam fortes em minha cabeça, consegui avistar o penhasco do qual havia caído. Com a minha cabeça latejando cada vez mais e tudo o que eu queria era me atirar daquele penhasco, de propósito desta vez, e esperava não ter o mesmo fim que tive antes.

Todos os problemas acabariam, e todos poderiam voltar a viver sem ninguém para atrapalhar.

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Deitei na areia e fechei os olhos por um momento. Quando os abri, alguns minutos depois, e olhei para o lado; no fim da praia, Jacob e Leah andavam em minha direção. Eu não conseguia ver suas feições, já que a chuva era forte demais, mas me preparei mentalmente para qualquer que fosse a reação deles para com todo o ocorrido.

Mas ao contrário do que eu pensava, eu não consegui escutar os gritos. Jacob estava ajoelhado em frente a mim, com Leah a seu lado, e sacudindo meus ombros, me chamando, mas tudo o que eu conseguia ouvir era o barulho da chuva, até que consegui ouvir, mas bem baixinho, como se eles estivessem bem longe de mim.

— Ness. — dizia Jacob. — O que aconteceu? Quando você acordou? Por que você está sangrando de novo?

Nada daquilo entrava na minha cabeça. Estar na frente de Jacob e Leah naquele momento só piorou tudo e me fez lembrar ainda mais, dos momentos em que todos estávamos juntos.

— Eu os matei Jacob. — ele me olhou atônito. — Embry e Rose, eu os matei. É minha culpa.

Ele segurou ambos os lados de meu rosto com força, enquanto Leah segurava minha mão. Eu ainda estava em choque.

— Não, Ness. Me escuta, está bem? Você não é culpada de nada. Embry estava lá, não só por que gostava de você, mas também pelo fato de este ser o trabalho dele. E ele adorava isso. E Rose…

— Ela morreu pra me salvar. — completou Leah. — Eu tinha uma dúvida até semana passada e ela me ajudou a descobrir a verdade.

Eu olhei para ela, a curiosidade me atingindo.

— Eu contei só pra ela, por que sabia que ela iria me ajudar, sendo ou não verdade, e que não teria problemas em esconder um segredo… Eu estou grávida, Ness. Eu nunca pensei que fosse possível uma loba ficar grávida, mas eu estou. Este foi o motivo pelo qual ela me salvou. Por que, mesmo eu tendo provocado e odiado todos eles por bastante tempo, ela se preocupou. Não só comigo, mas também com o meu filho.

Eu voltei a chorar enquanto Jacob arregalava os olhos. Pelo jeito eu não era a única a não saber.

Ela era uma heroína. Tudo o que ela havia feito era o bem. Ela morreu para salvar Leah, mas se não fosse por mim, Leah não precisaria ser salva. As duas e o bebê estariam vivos agora, felizes e ansiosas para contar a notícia a todos.

Jacob me abraçou o mais forte que podia e simplesmente me deixou chorar. Ele sabia que eu precisava, e enquanto eu chorava, ele e Leah ficaram em silêncio e aquilo — de algum modo — me ajudou a botar tudo pra fora de uma vez. Não haviam palavras de conforto, já que elas não funcionariam. Só havia o abraço de Jacob, e a mão de Leah sobre a minha.

— Venha Ness. — disse Jake me levantando alguns minutos depois. — Precisamos te levar pra casa.

Ele me puxou pelos braços para me levantar, e assim que o fez, me pegou em seu colo. A temperatura alta de seu corpo, ajudou um pouco a passar o frio, mas na verdade, eu não sabia se estava tremendo pelo frio, ou pelo fato de ainda estar meio em choque com as notícias daquela tarde.

Não sei em que momento Seth se junto a nós três, mas quando finalmente notei, ele passava a mão no meu cabelo. Eu não pensei duas vezes antes empurrar o peito de Jacob, querendo sair do seu colo.

Ele me olhou, tentando entender o que eu queria fazer. Apenas desci do seu colo, me jogando nos braços de um Seth encharcado.

Ele parecia assustado, mas ainda assim me abraçou de volta. Obviamente eu já estava chorando de novo.

— Obrigada, obrigada, obrigada por me salvar, Seth. Eu nunca vou poder te agradecer o suficiente.

— Você não precisa me agradecer. Sei que faria o mesmo por mim. — ele sorriu e eu assenti. Claro que eu faria. — E além do mais, é o meu trabalho proteger as pessoas da cidade. Só não me assusta daquele jeito de novo, monstrinha.

Lembrei—me do que Edward havia dito sobre Embry, que era o trabalho dele e que ele gostava do que fazia. Que era uma honra ser um herói da tribo. Morrer fazendo o seu trabalho.

Então porque a culpa ainda me corria? Eu não conseguia me livrar daquilo. Sentia que sua morte era completamente minha culpa e eu o privara de uma longa vida feliz, protegendo a tribo e conhecendo seu imprinting… Ah, ele nem tinha um imprinting ainda!

Mais uma coisa que eu havia estragado. Destruído um casal que nem havia se formado ainda. Agora, alguma menina por aí não iria arranjar um homem como ele. Nunca seria feliz como seria se fosse com Embry.

Engoli em seco e voltei para os braços de Jacob, enfiando a minha cabeça em seu pescoço no momento em que ele me pegou no colo de novo.

Jacob dispensou os dois quando eu voltei a soluçar. Ele estava preocupado com o sangramento na minha barriga, que apesar de parecer ter parado de sangrar, ainda podia reabrir. Eu não estava ligando para aquela dor. Havia uma dor muito maior no meu peito e eu não conseguia me importar comigo mesma. Nem com a minha fraqueza.

Não vi quanto tempo demorou para chegarmos. Só pensei em quanto ficar perto de Jacob aliviava minha mente, o seu calor me ajudava a me acalmar. E eu fiquei, ora chorando, ora quase inconsciente.





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