Confronto 2ªtemporada escrita por Gabszinha FerCosta


Capítulo 70
Capítulo 69-Crise de ciúmes/ Crise no casamento/ Amor


Notas iniciais do capítulo

Oi gente!! Um recadinho antes de vocês lerem o cap. Então, como vocês já sabem, toda vez que eu finalizo uma história e coloco outra no lugar, eu mudo o cronograma. Eu finalizei Amor de família e a história que está no lugar é Vendidos aos Cullen, passem lá para dar uma olhada, eu já postei o primeiro capítulo. Então, agora Confronto será postada toda segunda-feita, ok?
Bom, era só isso, podem ler o cap agora, boa leitura, tchauzinho.



Isabella Marie Swan Cullen

Algumas semanas depois…

Estava em casa cuidando das crianças, eu não desgrudava do Rob, ultimamente eu havia o deixado de lado, dando minha atenção para o Edward e a Kris, mas agora eu tinha tempo para ele.

Edward havia ido em uma consulta, para ver se ele estava bem depois do acidente.

Nessas ultimas semanas, estávamos nos dando muito bem, era só amor, a crise de brigas já havia passado e isso era muito bom, agora era só a Kristen terminar de se recuperar, para voltar de vez para casa.

–Oi vida. –Edward apareceu.

–Oi amor, como foi a consulta? -Perguntei, arrumando o Rob em meu colo.

–Bem, meu pai disse que você cuidou muito bem de mim. –Ele respondeu.

Sorri.

–Que bom. Já pode voltar a treinar? –Perguntei.

Ele assentiu.

–Sim, mas meu pai pediu pra eu voltar indo bem devagar. –Ele respondeu.

–Fico feliz que o meu jogador, logo vai voltar a jogar. –Disse.

Ele sorriu e se sentou ao meu lado.

–Agora, só falta esperar mais alguns dias para o seu resguardo acabar e podemos voltar a curtir. –Ele beijou meu pescoço.

–Edward! Respeita o seu filho pelo menos. –Pedi.

Ele sorriu.

–E você garotão? Como está? –Ele disse, o pegando no colo e o beijando na bochecha. –Onde estão as crianças?

–Thony está no futebol e Marie está lá em cima em seu quarto. –Respondi. –Fica um pouco com o Rob? Eu vou ver se ela está com fome.

Ele assentiu.

–Claro, vai lá. –Ele disse.

–Ok.

Subi para o quarto da Marie, entrei no quarto e ela estava deitada, totalmente encolhido, o rosto do Edward, com a versão feminina totalmente triste.

–Filha, está com fome? –Perguntei.

–Não, mamãe. –Ela respondeu.

Sentei-me na beirada da cama e acariciei seus cabelos castanhos arruivados.

–Não está se sentindo bem? –Perguntei.

Ela não respondeu.

Passei a mão na sua testa.

–Querida, você está quente. Será que está doente?

–Mamãe.

–Tá sentindo alguma coisa? –Perguntei.

–Sim, eu to com saudade da Kiki.

Respirei fundo.

–Está assim, por que está com saudade da sua irmã, não é?

Ela assentiu.

–Ok, então vamos fazer assim, seu pai vai buscar o seu irmão no futebol, vai com ele e depois ele leva vocês no hospital para vê-la. –Disse.

Ela sorriu.

–Sim!

Sorri.

–Então vá lavar o rosto, troca de roupa e desça para tomar um lanche. –Disse.

–Ok.

Ela levantou da cama e correu para o banheiro.

Saí do seu quarto e desci, Edward estava na sala com o Robert.

–Amor, você vai buscar o Anthony? –Perguntei.

Ele assentiu.

–Claro, aconteceu muita coisa, Rob merece ficar um pouco só com você. –Ele disse.

Sorri.

–A Marie está com um pouco de febre, ela está com saudade da Kris. Será que você poderia levá-la até o hospital para vê-la? –Perguntei.

Ele assentiu.

–Claro.

–Ok, ela está se arrumando, eu vou fazer um lanche pra ela, não quero que ela saía de estômago vazio. –Disse.

–Tá.

Fui pra cozinha e preparei um lanche pra Marie, voltei pra sala de estar na mesma hora que Marie apareceu na sala.

–Estou pronta! –Ela disse.

–Então vem tomar o seu lanche, aí vocês podem ir. –Disse.

–Ok.

–Quer um lanche também, Edward? –Perguntei.

Ele negou.

–Não, eu estou bem. –Ele respondeu.

–Ok, vem filha.

Fomos pra cozinha e entreguei o lanche para a Marie.

Ela comeu tudo e bebeu todo o leite que servi para ela. Acho que a idéia de ir ver a irmã abriu o seu apetite.

–Pronto, mamãe. –Ela disse.

Limpei a sua boca com o guardanapo.

–Ótimo. Vamos. –Peguei em sua mão e fomos pra sala de estar. –Ed, Marie está pronta.

–Ok, então vamos. –Edward se levantou e me entregou o Rob e deu um beijo na cabeça da Marie. –Se despeça da sua mãe, gatinha.

–Tchau, mamãe.

Abaixei-me e Marie me deu um beijo na bochecha.

–Tchau, querida. –Dei-lhe um beijo na testa. –Mande um beijo para sua irmã.

–Tá bom. –Ela deu um beijo na mão do Rob. –Tchau, irmãozinho.

Edward me deu um selinho.

–Tchau, vida. –Ele disse.

–Tchau. –Disse.

Edward deu um beijo na testa do Rob e seguiu para o seu carro com a Marie.

Olhei para o Rob, que me olhava.

–Vamos nos arrumar, meu amor? Nós temos consulta com o vovô. –Disse.

Subi para o quarto do Rob para arrumá-lo.

Edward Anthony Cullen

Busquei o Anthony no futebol e fomos para o hospital, eles ficaram muito felizes ao verem a irmã, Kristen estava com o Seth, e eles passaram um longo tempo conversando.

–E como está a minha mãe, Ed?

–Bem, está em casa cuidando do Rob. –Respondi.

–Ok, e será que poderia me fazer um favor?

–Claro, fala.

–Eu queria muito comer alguma coisa que não fosse comida de hospital. –Ela pediu.

Comecei a rir.

–Você é igualzinha a sua mãe. Quer que eu te traga algo da cantina?

Ela assentiu.

–O que? –Perguntei.

–Qualquer lanche. –Ela respondeu.

–Ok. –Olhei para Marie e Anthony. –Se comportem os dois.

Eles assentiram.

Olhei para o Seth.

–Seth, pode ficar de olho neles? –Pedi.

–Claro, não se preocupe.

–Ok.

Saí do quarto e fui até a cantina, comprei o lanche da Kristen, mas demorei um pouco, pois a cantina estava cheia.

Voltei para o quarto, que estava quieto. Entrei e estavam sentados no sofá, Seth, Marie e Anthony, Kris estava dormindo.

–Oi, tá tudo bem? –Perguntei.

–Sim, ela só ficou com dor e aplicaram o remédio nela. –Seth respondeu.

–Ok.

–Papai. –Olhei para o Thony. –Eu to com fome.

–Seth, pode levá-los até a cantina? –Pedi.

–Claro. –Ele respondeu.

–Aqui. –Entreguei-lhe o dinheiro.

–Ok, vamos lá crianças.

Seth saiu com as crianças e eu fiquei com a Kristen.

Algum tempo depois, Kris acordou.

–Oi. –Disse.

–Oi. –Ela disse, passando a mão pelos cabelos. –Onde está o Seth e os meus irmãos?

–Eles foram à cantina. –Lhe entreguei seu lanche. –Aqui está seu lanche.

Ela sorriu.

–Valeu.

Kris estava estranha.

–Que foi? Ainda está com dor? –Perguntei.

Ela negou.

–Não, é que eu tive um sonho estranho. –Ela respondeu.

–E com o que você sonhou? –Perguntei.

–Sonhei que você e a minha mãe se separavam e ela voltava com o meu pai. –Ela respondeu.

Suspirei, e senti algo estranho.

–Tudo bem?

–Claro, isso foi só um sonho, não foi? Nós dois sabemos que isso não vai acontecer. –Disse.

Ela assentiu.

–É. –Ela riu. –Minha mãe e meu pai.

Comecei a rir.

–O papai veio te ver? –Perguntei.

–Hoje não, mas acho que ele está trabalhando. –Ela respondeu.

–Ok.

Seth entrou no quarto com Thony e Marie.

–Olá. –Kris disse.

Eles se aproximaram da cama.

–Bom, eu vou falar com o papai pra ver quando terá alta, se comportem os dois. –Disse.

–Tá.

Saí do quarto e fui para a sala do meu pai.

Entrei na sala e ele estava com a Bella, e o meu filho.

Os encarei.

–O que está acontecendo aqui?

–Como o que está acontecendo aqui? Estamos fazendo uma consulta de rotina no Robert. –Meu pai disse.

Comecei a imaginar as mãos do meu pai na Bella enquanto o meu filho estava naquela maca.

–Sozinhos? –Perguntei.

–Como sozinhos? Tá tudo bem, Edward? –Bella perguntou.

–Não. –Respondi e saí da sala.

Voltei para o quarto da Kristen.

–Oi, falou com o papai? –Kris perguntou.

–Não, ele está em consulta, então depois eu falo com ele. –Olhei para as crianças. –Vamos embora? Kris precisa descansar.

–Tudo bem. –Thony disse.

Eles se despediram da Kris.

Dei-lhe um beijo na testa.

–Se cuida. –Disse.

–Você também.

–Tchau Seth.

–Tchau, Edward.

Fui embora com as crianças.

Ao chegarmos em casa, eles subiram para o quarto para tomarem banho e eu fiquei ali, apenas bebendo meu whisky.

Algum tempo depois, Bella chegou.

–Oi. –Ela disse.

–Oi. –Disse.

Ela colocou o Rob no carrinho e se aproximou.

–O que é que te deu no hospital? –Ela perguntou.

Levantei-me e a olhei.

–Você estava sozinha com o meu pai. –Disse.

Assenti.

–Sim, ele é médico, estava examinando o Rob. –Ela disse. –Edward, que foi? Agora deu pra dar crise de ciúmes do nada?

Respirei fundo.

–Kris teve um sonho, ela sonhou que você me deixava e voltava com o meu pai. –Disse.

–Ah, aí você achou que isso fosse acontecer? Pelo amor Edward, ah essa altura do campeonato? Estamos casados há 10 anos, o que houve entre eu e o Carlisle ficou pra trás, há 14 anos.

–Então não aconteceu nada entre vocês naquela sala?

Ela desferiu um tapa em minha cara.

–Eu não admito que me insulte desse jeito. Eu jamais faria isso, Carlisle respeita a sua mãe, ele não comete mais esse erro e muito menos eu, eu jamais te trairia, o seu filho estava naquela sala! –Ela gritou.

Não disse nada, saí dali e fui para o meu quarto, eu já não sabia mais no que pensar.

Isabella Marie Swan Cullen

Algumas horas depois…

Eu estava na casa do Carlisle. Eu estava completamente mal por causa do Edward.

–Vocês brigaram de novo? –Carlisle perguntou.

–Vocês estão brigando demais, acho que estão passando por uma crise no casamento. –Esme disse.

Parei para pensar. Quando me envolvi com o Carlisle, ele e a Esme estavam passando por uma crise, e se… não!

–Ele deu uma crise de ciúmes, por causa daquele maldito sonho que a Kristen teve. –Disse.

–Olha, não é uma situação fácil. –Esme disse.

–Não vai me dizer que também sente ciúmes da gente? –Carlisle perguntou.

–Não, eu sei que você se arrependeu muito Carlisle, ainda mais depois de tudo que aconteceu com a Renée. Mas eu também não tenho, por que eu sei no quanto a Bella ama o Edward, e jamais iria fazer uma coisa dessas com ela. –Esme disse.

Assenti.

–É, eu queria que ele também percebesse o que eu sinto por ele. –Disse, com lágrimas nos olhos.

–Não fique assim querida, ele vai perceber o que você sente por ele. –Esme disse.

–Por que não vai pra casa? Tenta fazer as pazes com ele. –Carlisle disse.

–Eu vou, mas não estou afim de conversa, preciso tirar uma boa noite de sono. –Disse, pegando o Rob do colo da Esme.

–Qualquer coisa nos ligue, não deixe que ele pise em você. –Esme disse.

Assenti.

–Pode deixar. –Disse.

Fui para o meu carro com o Robert e fui pra casa.

Cheguei em casa e estava tudo quieto, já eram mais de 23h da noite. Levei Rob para o seu quarto, e o coloquei no berço, dei uma olhada na Marie e no Thony que estavam dormindo e fui para o meu quarto, Edward já estava dormindo, entrei no closet e troquei de roupa, colocando uma camisola longa, saí do closet e saí do quarto, fui para o quarto da Kristen e dormi lá mesmo, não queria dividir a cama com o Edward.

No dia seguinte…

Desci as escadas aos prantos, eu não conseguia me controlar.

Fui até a cozinha e peguei a mamadeira.

Edward entrou na cozinha.

–Bom dia. –Ele disse.

–Oi. –Disse.

–Rob está chorando. –Ele disse.

–Eu sei, estou fazendo a mamadeira.

–Por que vai dar mamadeira pra ele? –Ele perguntou.

Voltei a chorar.

Edward se aproximou de mim e tocou no meu ombro.

–Seu leite secou? –Ele perguntou.

–Acho que sim, tive uma noite bem cansativa, e não estou conseguindo amamentá-lo. –Disse, chorando.

–E você dormiu no quarto dele?

Neguei.

–No quarto da Kris, acho que depois de ontem, era melhor a gente não dormir no mesmo quarto. –Respondi.

Ele me virou para ficar a sua frente.

–Eu me odiaria se seu leite secasse por minha causa. –Ele disse.

–Eu só preciso me acalmar. –Disse.

–Está assim por que eu fui um idiota. Bella, eu sei que você não deixou de amamentar nenhum deles, muito menos a Marie e o Anthony, que eram dois. –Ele disse.

Respirei fundo.

Ele segurou meu queixo, me fazendo olhá-lo.

–Quando Kristen me falou do sonho eu fiquei com muito medo, o meu maior medo, é de te perder, eu não quero isso. Acho que imaginei coisas. –Ele disse.

Respirei fundo.

–Você sabe o que eu já senti pelo seu pai, e isso gerou a Kris, mas o que eu sinto por você é mais forte, tanto é que tive três filhos com você. –Disse.

–Eu fui um idiota. –Ele disse.

Assenti.

–Desculpa, eu te amo muito, você é tudo pra mim, meu amor. Perdoa-me por ter sido um completo idiota com você, e eu não queria isso. Eu te amo e sei que você me ama. –Ele disse.

–E você acredita que eu iria te trair? –Perguntei.

Ele sorriu.

–Sim, com um amante maravilhoso. Eu. –Ele disse.

Sorri.

–Seu bobo. –Disse.

Ele riu.

–Estou perdoado? –Ele perguntou.

–Está sim. –O abracei. –Eu te amo.

–Eu também, vida. –Ele disse e me beijou.

Afastei-me e o olhei.

–Você que é o meu marido, meu amante. –Disse.

–Eu sei disso, por que sou irresistível. –Ele disse.

Revirei os olhos.

–Convencido. –Disse.

–Pode perguntar para qualquer mulher. –Ele disse.

Dei um tapa em seu braço.

–Aí!

–Desculpa por ter te batido ontem. –Disse.

–Eu mereci. Talvez devesse me castigar me batendo mais. –Ele disse.

Sorri.

–Ah, se o meu resguardo tivesse acabado. –Disse.

–E quando que acaba? Eu to cansado de dormir e não fazer nada com você. –Ele disse.

–Relaxa, agüenta mais 5 dias? –Perguntei.

–Vou me esforçar. –Ele disse e me deu um selinho. –Assim que o Rob ficar maior, vamos deixar as crianças com os meus pais e fazer uma viagem.

Assenti.

–Perfeito. –Lhe dei um selinho.

–Agora vamos, temos uma criança lá em cima que está com fome. –Ele disse.

Edward esquentou a mamadeira e veio me beijar.

–Como eu te amo. –Ele disse.

Sorri.

–Eu também te amo. Mas por favor, tenha a confiança que sua mãe tem em mim e no seu pai. Eu jamais te abandonaria. Ainda estou pensando e te dar mais uma filha. –Disse.

Ele sorriu.

–E quando será? –Ele perguntou.

–Daqui há 2 anos.

Ele fez biquinho.

–Tudo bem. –Ele me deu um selinho. –Eu confio em você, minha vida.

Ele me beijou, e o beijo foi ficando longo.

–Edward. –Disse, ainda o beijando.

–Hum.

–O Rob.

Ele se afastou.

–É mesmo, o Rob. Vamos, antes que o nosso filho morra de fome. –Ele disse, pegando a mamadeira e passando o braço envolta da minha cintura.

Eu estava mais calma, ficava melhor assim com ele, e via que ele estava bem, confiando em mim, ele foi sincero comigo, sei que ele percebeu que é ele que eu amo, e ninguém mais, não há nada e nem ninguém, que irá me separar dele, eu o amo. E será sempre assim.





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