Confronto 2ªtemporada escrita por Gabszinha FerCosta


Capítulo 166
Capítulo 165-Curtindo a viagem




  Isabella Marie Swan Cullen

 

  Acordei no meio da noite e sentei-me na cama. Eu não sabia o que eu tinha, eu não estava sonhando, mas, acordei do nada e assustada, como se tivesse tido um pesadelo. Meu peito se apertava e estava com um pouco de falta de ar.

  Olhei para o lado e Edward dormira tranquilamente. Levantei-me, peguei a camisa do Edward que estava no chão e peguei um copo de água no frigobar, fui até a varanda e respirei o ar puro, enquanto eu bebia a água e fui melhorando aos poucos. Olhei para a praia a minha frente. Esse lugar era bonito até à noite.

  Respirei fundo.

  Será que estava tudo bem em casa?

  Não. Era coisa da minha cabeça. Edward e eu estávamos com os celulares ligados, se tivesse acontecido alguma coisa, já estaríamos sabendo. Então, calma Bella, esqueça de tudo e curta essa semana maravilhosa com o seu marido.

  Entrei no quarto e deixei o copo em cima da mesinha, voltei pra cama e tentei dormir, encarei o teto, mas o sono não vinha. Virei-me de lado, ficando de frente para o Edward, e o olhei dormir, mas, meu sono também não veio, virei-me para o outro lado, ficando de costas pra ele, mas, também não adiantou, virei-me ficando de costas na cama e voltei a olhar para o teto.

  -Bella.

  -Hum. –Virei-me e encontrei os pares verdes esmeralda.

  -Tá tudo bem? –Edward perguntou, me olhando.

  Assenti.

  -Sim. Por quê?

  -Por que você se mexendo toda hora, me acordou. –Ele respondeu, passando a mão no rosto.

  -Desculpe, eu vou tomar alguma coisa, pra tentar dormir. –Disse, levantando-me e indo até o frigobar.

  Enchi um copo de whisky e fui para o banheiro com o copo. Deixei o copo em cima da pia, enchi liguei a água e deixei a banheira encher. Voltei pra pia e tomei meu whisky de uma vez, deixei o copo na pia e coloquei alguns sais e óleos na banheira, até formar a espuma.

  Terminei de preparar o meu banho e tirei a camisa do Edward, a jogando no chão, entrei na banheira, e me recostei, fechando os olhos e tentando relaxar.

  -Oi.

  Abri os olhos e olhei pra porta, vendo o Edward parado ali, somente de cueca.

  -Oi. –Disse.

  -O que você tem? –Ele perguntou.

  -Nada. –Respondi.

  -Desculpe por ter reclamado, eu não queria te deixar chateada. –Ele disse.

  Sorri.

  -Não me deixou. Você tem todo o direito de dormir. Eu que acordei e não consegui mais dormir, então, resolvi tomar um relaxante banho, pra ver se consigo dormir.

  Ele assentiu.

  -Eu conheço outros métodos, pra deixar você cansada e com sono. –Ele disse.

  Eu o conhecia muito bem, pra saber o que ele quis dizer com isso.

  O olhei e sorri.

  -Ah, é mesmo? E qual é o seu método? –Perguntei.

  Ele tirou a cueca.

  -Você vai ver. –Ele disse e entrou na banheira, ficando de frente pra mim. –Você parece preocupada.

  Neguei.

  -Eu só acordei com um pressentimento ruim, levantei-me e não consegui dormir mais. Eu fiquei preocupada que tivesse acontecido alguma coisa lá em casa, mas, ai eu percebi que se tivesse acontecido alguma coisa, nós já estaríamos sabendo.

  Ele assentiu.

  -É, tem toda razão. –Ele disse. –Teve algum pesadelo?

  Neguei.

  -Não, eu simplesmente acordei do nada. –Disse.

  -Não deve ter sido nada. Você deve ter acordado do nada, por que não está acostumada com o fuso horário. –Ele disse. –Está tudo bem em casa, não se preocupe.

  Sorri.

  -Você tem razão. –Disse.

  -O sono voltou? –Ele perguntou.

  Neguei.

  -Não.

  -Ok.

  Ele veio pra cima de mim.

  -Edward! Vamos acabar molhando todo o banheiro. –Disse.

  Ele sorriu.

  -Eu não ligo. –Ele disse e me beijou.

  Enrosquei minhas pernas envolta de sua cintura e logo ele me penetrou, e começou a se movimentar.

  Eu comecei a me esquecer de tudo, tudo o que estava me preocupando, era somente nós dois ali, e nosso amor.

  Edward segurava na morda da banheira, me metendo com força em mim, fazendo-me gemer cada vez mais alto. Ele me virou na banheira, ficando de quatro e voltou a se movimentar em mim, segurando-me firme pela cintura.

  Segurei-me na borda da banheira, já quase perdendo as forças, Edward realmente mexia comigo e me faria enlouquecer. Não demorou muito pra eu chegar ao orgasmo, ele veio logo atrás e desabamos na banheira, derramando um pouco da água.

  Respirei com dificuldade.

  -Tudo bem? –Edward perguntou.

  Sorri.

  -Como você consegue acordar em plena madrugada, com todo esse pique? –Perguntei.

  -Ah, você sabe, eu sou mais novo…

  -Tá me chamando de velha? –Perguntei, o olhando.

  Ele sorriu.

  -Claro que não amor, você vai ser a minha eterna namorada de 18 anos, que me seduziu, quando eu tinha 15. –Ele disse.

  Comecei a rir.

  -É, eu sou muito esperta, consegui te conquistar. –Disse.

  Ele sorriu e me deu um selinho.

  -Eu te amo. –Ele disse.

  -Eu também te amo. –Disse e lhe dei mais um selinho. –Estou começando a ficar com sono.

  Edward riu.

  -Eu disse que daria certo. –Ele disse.

  Comecei a rir.

  -Vamos terminar esse banho e cair na cama. –Disse.

  -Tudo bem. –Ele disse.

  Nós terminamos nosso banho e saímos da banheira, nos enrolamos na toalha, Edward esvaziou a banheira e voltamos para o quarto, nós nos secamos, Edward vestiu uma cueca, eu vesti uma camisola e voltamos pra cama, ficando abraçados.

  -Hei. –Levantei minha cabeça e o olhei. –Não se preocupe, teremos uma semana ótima, e quando voltarmos, nossa família vai nos receber de braços abertos.

  Sorri.

  -Tudo bem. –Disse. –Eu sei que teremos uma ótima estada aqui, e nada vai nos chatear.

  Ele sorriu.

  -Isso mesmo. –Ele disse e me deu um selinho.

  -Agora, vamos dormir, por que eu estou cansada e quero ir pra praia amanhã. –Disse.

  -Ok. –Ele me deu um selinho. –Boa noite, eu te amo.

  -Boa noite, também te amo. –Disse, aconchegando-me nos seus braços.

  Não demorou muito e eu adormeci em seus braços, dormindo bem melhor do que antes, e com a certeza de que correria tudo certo nessa viagem.

  No dia seguinte…

  Acordei no dia seguindo, com a claridade que vinha da janela, virei-me para o outro lado e dei de cara com o Edward, que ainda dormia.  

  Peguei meu celular no criado mudo e olhei as horas, já era quase 12h. Coloquei meu celular de volta no criado mudo e virei-me para o Edward. Acariciei seus cabelos.

  -Hum.

  -Acorda, dorminhoco. –Disse.

  Ele abriu os olhos verdes e me olhou.

  -Bom dia, linda. –Ele disse.

  -Bom dia. –Disse e lhe dei um selinho. –Eu quero ir à praia.

  -Ok. –Ele disse, pegando seu celular. –Podemos passar o dia na praia e à noite, irmos passear pela cidade.

  Assenti.

  -Ok. –Disse.

  -Tá, vamos tomar uma ducha e nos arrumar pra ir pra praia, quer tomar café aqui ou no restaurante?

  -No restaurante. –Respondi.

  -Ok, então vamos para o banho. –Edward disse, se levantando.

  Levantei-me também e fomos para o banheiro, tomar banho.

(…)

  Edward e eu já estávamos prontos pra irmos pra praia, eu estava com um biquíni fio dental azul marinho, uma saída de praia branca, chinelos e óculos Ray Ban preto. Edward estava com uma sunga boxer preta, shorts cinza, camisa regata branca, chinelos e óculos Ray Ban preto.

  -Está pronta, esposa? –Ele perguntou.

  Sorri.

  -Estou, marido. –Respondi, pegando a minha bolsa.

  -Ok, vamos tomar nosso café e depois pegar uma praia. –Edward disse.

  -Ok.

  Edward pegou na minha mão e me puxou pra fora do quarto.

  Fomos para o elevador, entramos e descemos para o térreo, nós dois, aos beijos.

  Saímos do elevador de mãos dadas. Ao longe, vi um casal com sua filhinha, que deveria ter uns 5 anos. Ela olhou em nossa direção e sorriu.

  -Olha lá, mamãe!

  Eles olharam pra gente.

  -Vamos lá!

  -Não, querida. Ela não deve querer falar com nenhum fã, ela está com o marido dela. –A mão da menina disse.

  Ela abaixou a cabeça, triste.

  Aproximei-me deles com o Edward e sorri.

  -Olá. –Disse. 

  -Oi. –Eles disseram.

  A garotinha me olhou e seus olhos brilharam.

  Abaixei-me de frente pra ela.

  -Qual é o seu nome? –Perguntei.

  Ela sorriu.

  -Mary.

  Sorri.

  -Mary, é? Que lindo nome. Minha melhor amiga se chama Mary, mas, ela prefere ser chamada pelo seu segundo nome. –Disse.

  Ela sorriu.

  -Desculpe, ela não perde nenhum episódio da série, ela adora a sua personagem. –A mãe da garota disse.

  Sorri.

  -Tudo bem. –Disse e olhei pra menina. –Quer um autógrafo?

  Ela sorriu.

  -Sim!

  Ela me entregou um caderninho da Barbie e uma caneta cor de rosa. Escrevi uma dedicatória pra ela e assinei.

  -Aqui está. –Disse.

  -Posso tirar uma foto com você?

  Assenti.

  -Claro.

  A abracei e sua mãe tirou a foto, enquanto seu pai, conversava sobre futebol com o Edward.

  -Pronto. Foto tirada, filha. –A mãe dela me olhou. –Desculpe pelo incomodo.

  Sorri.

  -Tudo bem. –Disse.

  -Agora vamos, querida. Deixe-os em paz.

  Ela me olhou.

  -Tchau Bella, tchau Edward. –Ela disse.

  -Tchau, Mary. –Dissemos.

  Eles foram embora e Edward se aproximou de mim.

  -É, pelo visto a garota amoleceu seu coração. –Edward disse.

  Sorri.

  -Eu não podia dizer não para uma criança. –O olhei. –E ela não te lembra alguém?

  Ele sorriu.

  -Sim, ela lembra a Kris, quando tinha essa idade, e ainda era uma doce garotinha pura. –Ele disse.

  O olhei.

  -Não seja um irmão chato. Ela cresceu, ela não é mais aquela garotinha, agora, ela é uma menina de 15 anos, e muito responsável. –Disse.

  Ele assentiu.

  -E não é mais pura. –Ele disse.

  -Me diga um Cullen que casou puro? Por que até onde eu sei, sua mãe se casou grávida, seu pai também não era virgem e muito menos você e o Emmett. –Disse.

  -Minha avó.

  -Por que eram outros tempos, na época em que ela se casou. –Disse. –E a Kris é muito responsável. Deixa a sua irmã, é melhor você começar a se preocupar com a Marie, que daqui a pouco entra nessa fase, ela já tem até namorado.

  Ele me olhou, os olhos arregalados.

  -Quer me matar do coração? –Ele perguntou.

  Comecei a rir.

  -Relaxa. –Acariciei seu rosto. –Vamos tomar café, por que eu estou com fome.

  Fomos para o restaurante e pedimos nossos café da manhã. Tomamos um café leve e fomos direto pra praia. Tirei minha saída de praia, ficando só de biquíni, Edward tirou sua camisa e short, ficando só de sunga e nos deitamos nas espreguiçadeiras do hotel, relaxando.

  -Ah, essa praia é uma delícia. –Disse.

  -É, tenho que concordar. –Ele disse.

  -Será que é permitido o topless aqui? –Perguntei.

  -Não sei, mas, permitido ou não, você não vai tirar esse biquíni em público. –Ele disse.

  O olhei.

  -O que? Não seria melhor sem marquinhas? –Perguntei.

  -Se você tirar esse biquíni, os homens aqui ficarão babando e com certeza vai parar em todas as manchetes, então, não.

  Comecei a rir.

  -Meu ciumento. –Disse.

  -Eu só quero que essas partes, só eu veja e não o mundo todo. –Ele sorriu. –E eu gosto de marquinha.

  Sorri.

  -Tudo bem.

  -Ótimo. –Ele disse.

  -Vem cá, eu vou passar protetor em você. –Disse.

  Ele se sentou na espreguiçadeira e eu comecei a passar o protetor nas costas dele, depois, pedi pra ele passar em mim, e depois, voltamos a nos deitar e Edward pediu uma champanhe, e quando chegou, Edward encheu duas taças e me entregou uma delas.

  -Um brinde. À nós. –Ele disse.

  -À nós. –Disse e brindamos.

  Bebemos um pouco do champanhe.

  -Vamos pra água? –Ele perguntou.

  Assenti.

  -Vamos.

  Tiramos os óculos de sol e nos levantamos. Fomos pra água e demos um mergulho, depois ficamos abraçados, dentro da água. Enlacei minhas pernas em sua cintura, meus braços estavam envolta do seu pescoço e o olhei nos olhos.

  -Isso aqui está maravilhoso. –Disse.

  Edward sorriu.

  -Eu tenho que concordar com você, está tudo incrível. –Ele disse.

  Sorri.

  -Eu te amo. –Disse.

  -Eu também te amo, minha vida. –Ele disse e me beijou.

  Essa viagem estava só no começo, mas, já estava incrível. Edward sabia mesmo me deixar feliz, e nada iria estragar nossa viagem, e pelo visto sairíamos daqui, mais apaixonados do que antes.





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