Confronto 2ªtemporada escrita por Gabszinha FerCosta


Capítulo 150
Capítulo 149-Tempo com o filho/ Falando com a filha/ Entrevista/ Intimação




  Isabella Marie Swan Cullen

  Cheguei em casa depois de fazer um ensaio fotográfico, eu estava exausta e me joguei no sofá, fechei os olhos, tentando relaxar.

  Senti um beijo na minha testa e assustei, abri os olhos, dando de cara com o par de olhos verdes.

  -Anthony, você me assustou! –Disse.

  Ele sorriu.

  -Foi mal, mãe. –Ele disse, se deitando por cima de mim, sua cabeça no meu peito. –Você parece cansada, quer uma massagem?

  Neguei.

  -Não precisa. –Disse. –Não devia estar fazendo o dever de casa? –Perguntei.

  -Eu já fiz. –Ele disse e levantou a cabeça. –Estou entediado.

  -Vai visitar a sua namorada. –Disse.

  -Eu não posso, ela está ocupada ajudando a mãe dela a arrumar a casa. –Ele disse.

  -E por que não faz o mesmo? Comece pelo seu quarto. –Disse.

  Ele riu.

  -Eu prometo que faço isso amanhã a noite. –Ele disse. –Mãezinha, você sabe que eu faço de tudo pra você continuar maravilhosa.

  Comecei a rir.

  -Obrigada, meu amor. –Beijei sua testa.

  -Por que não vai treinar um pouco de futebol no jardim? –Perguntei.

  -Eu estou com preguiça. –Ele disse.

  -É, até o seu pai tem preguiça às vezes. –Disse.

  Ele riu.

  Seu celular apitou. Thony se sentou no sofá e colocou meus pés em seu colo, ele pegou seu celular e leu a mensagem.

  -É o Gabriel, ele me chamou pra ir a uma festa. –Ele me olhou. –Eu posso ir?

  -Talvez, hoje é sexta-feira. Mas eu vou ter que perguntar para o seu pai. –Disse.

  Ele assentiu.

  -Ok, eu vou mandar uma mensagem pra ele. –Ele disse e mandou uma mensagem para o Edward. –O tio Emm me chamou pra dormir na casa dele amanhã, ele quer fazer um campeonato de videogame. Eu posso ir?

  Assenti.

  -Claro. –Respondi.

  -Beleza. –Ele disse.

  Seu celular tocou, Thony sorriu e atendeu.

  -Oi, parceira. Como você está, meu anjo? –Ele perguntou. –Eu estou bem também, todos estamos. Como estão as coisas por ai? –Thony perguntou. –Que bom que está se dando bem. –Ele disse. –Sim, estou em casa com a mamãe. Quer falar com ela? –Ele perguntou. –Tá bom, tchau Mer. –Ele disse e passou o celular pra mim. –A Marie.

  Sorriu.

  -Valeu. –Disse e atendi. –Oi, filha. Tudo bem?

  -Oi, mamãe. Eu estou bem sim, e você? Como estão meus irmãos e o papai?

  -Estamos todos bem, eu acabei de chegar de uma sessão de fotos, seu pai está no treino, Rob está na casa da sua avó e Kris está na casa do Seth. –Respondi.

  -E como estão os preparativos para a festa da Kristen?—Ela perguntou.

  -Estão progredindo cada vez mais, será uma festa perfeita. –Disse.

  —Que bom, mãe.—Ela disse. —Eu já peguei metade da coreografia.

  -É, estamos trabalhando nisso também. –Disse.

  -E o Rob? Eu recebi a foto que me mandou, como ele cresceu.

  Sorri.

  -É, ele está ficando cada mais lindo. –Disse. –Ele está ótimo, querida. Crescendo muito saudável.

  -Que bom.—Ela disse. —Estou com saudade, mãe. Você vai mesmo vir pra Oxford?

  -Sim, querida. Logo o filme será lançado, mas ainda não tem uma data, e é claro que eu vou fazer uma visita pra minha filha. –Disse.

  -Que bom, espero que o papai também possa vir.—Ela disse.

  -Ele vai fazer de tudo pra ir. –Disse.

  -Isso é ótimo. Eu quero mostrar pra vocês cada cantinho no internato, incluindo o meu dormitório.—Ela disse.

  -E iremos conhecer tudo. –Disse.

  A campainha tocou e Thony se levantou e foi abrir a porta.

  -Me conta, já tem muitos amigos por ai? –Perguntei.

  -Sim, já tenho vários, metade são seus fãs.—Ela disse.

  Comecei a rir.

  -Devo me desculpar? –Perguntei.

  -Não, eu gosto de ouvi-los falando bem de você.—Ela disse.

  Sorri.

  -Obrigada, filha. –Disse. –Você faz tanta falta aqui.

  -Eu também sinto falta de estar com vocês, e na festa da Kristen, eu irei aproveitar o máximo com vocês.—Ela disse.

  Sorri.

  -Então eu espero que chegue logo. –Disse.

  -Mãe. –Thony me chamou.

  Olhei e vi que ele estava acompanhado de uma mulher, vestida de social.

  -Mer, chegou visita aqui agora, eu posso te ligar depois? –Perguntei.

  -Claro, mãe. Estarei esperando a sua ligação, ligue quando o papai chegar, eu quero falar com ele.—Ela disse.

  -Ok, filha. Até mais tarde, um beijo. Eu te amo. –Disse.

  —Beijo, mãe. Eu também te amo.—Ela disse e desligou.

  Levantei-me e devolvi o celular para o Anthony. Olhei pra mulher.

  -Oi, me desculpe, eu estava falando com a minha filha, ela estuda em um internato, em Oxford. –Disse.

  Ela assentiu.

  -Tudo bem, Sra. Cullen. –Ela disse. –Sou Beverlley Mouth, sou assistente social. Estou aqui devido ao processo de adoção do Dr. Carlisle Cullen e a Sra. Esme Cullen. Posso fazer uma entrevista com a senhora?

  Assenti.

  -Claro.

  -Seu marido está?

  -Não, ele está trabalhando. –Respondi.

  -Tudo bem, depois eu o procuro para entrevista-lo. –Ela disse.

  -Ok, sente-se. Deseja beber alguma coisa? –Perguntei, me sentando.

  -Não, obrigada. –Ela disse.

  -Tudo bem se meu filho ficar aqui com a gente? –Perguntei.

  -Claro, eu preciso da opinião dele também. –Ela disse, se sentando na poltrona a minha frente, Anthony se sentou ao meu lado.

  -Tudo bem. –Disse.

  -Bom, vamos começar. –Ela disse, abrindo a sua pasta. –Isabella Marie Swan Cullen. A senhora é filha única, filha do ex policial Charlie Swan e a professora pedagoga Renée Smith Swan, certo?

  Assenti.

  -Sim.

  -Sra. Cullen, a senhora foi escolhida por um motivo muito importante para ser a primeira entrevistada, sabe que motivo é esse? –Ela perguntou.

  -O fato de eu ter tido um caso com o Carlisle e ter uma filha com ele. –Afirmei.

  Ela assentiu.

  -Isso mesmo. –Ela disse. –Quando a senhora conheceu o Dr. Cullen, a senhora já conhecia o seu marido?

  Neguei.

  -Não, eu só conheci Edward e Emmett, anos depois. –Respondi.

  -Como conheceu o Dr. Cullen?

  -Nós morávamos em uma cidade pequena de Washington, todo mundo conhecia todo mundo, mas eu ainda não o conhecia. Meus pais haviam estudado com ele, minha mãe teve um amor doentio pelo Carlisle, que causou a sua morte, meu pai odiava o Carlisle, por que minha mãe o amava, esse foi o único motivo pelos meus pais não falarem dele. Eu havia ido a uma boate com a Rosalie e acabei o conhecendo. Carlisle tinha brigado com a Esme, eles estavam passando por uma crise, nós acabamos conversando e ficamos. –Disse.

  -Depois desse dia, vocês passaram a se relacionar?

  Assenti.

  -Sim. –Respondi.

  -E a senhora sabia que ele era casado e tinha dois filhos? –Ela perguntou.

  -Sim, Carlisle tinha me dito e eu não me importei, acabei me apaixonando por ele e criando a esperança que ele deixaria a mulher e os filhos para ficar comigo. –Disse.

  Ela assentiu.

  -E sabia que ele tinha estudado com os seus pais? O Dr. Cullen chegou a te contar?

  Neguei.

  -Não, ele só me disse sua história com os meus pais, quando eu já estava namorando com o Edward e meus pais começaram a dar problemas. –Respondi.

  -Como terminou a história de vocês?

  -Esme decidiu pedir o divórcio para o Carlisle e ele se tocou que não era isso que ele queria, que ele queria ficar com ela, então eles se entenderam e ele aceitou uma proposta de trabalho aqui em Londres, então ele terminou comigo e foi embora. –Disse.

  -E depois que ele foi embora, você descobriu a gravidez?

  -Sim, eu descobri que estava grávida, me apavorei, contei aos meus pais, que agiram de uma forma muito cruel e me expulsaram de casa, eu fui pedir ajuda a Rosalie e sua família, que me deram todo o apoio e arcaram com toda a nossa viagem pra Londres. –Disse.

  -E você veio pra Londres atrás do Carlisle?

  Neguei.

  -Não, eu não sabia pra onde Carlisle havia ido, não sabia que ele estava em Londres, foi tudo uma coincidência. –Disse. –Eu criei minha filha por 3 anos, sem ele saber da existência dela, eu a criei junto com a Rosalie e meu primo Jasper. Os pais da Rosalie e os meus tios, nos ajudaram financeiramente, e vivemos assim, por 3 anos. –Disse.

  Ela assentiu e anotou alguma coisa.

  -A senhora se aproximou do seu marido, por causa da sua filha? –Ela perguntou.

  Neguei.

  -Não. Quando eu comecei a namorar com o Edward, Rosalie começou a namorar o Emmett, eles frequentavam nossa casa, estavam perto da minha filha e ninguém fazia ideia que eles eram irmãos, descobrimos, quando eles resolveram nos apresentar pra família.

  -E como foi essa descoberta?

  -Foi surpreendente, houveram alguns conflitos, mas conseguimos nos entender, Edward aceitou tudo algum tempo depois e Carlisle assumiu nossa filha. –Disse.

  -Sra. Cullen, essa pergunta é muito importante para o caso. A senhora e o Dr. Cullen, ainda tem alguma coisa? –Ela perguntou.

  A olhei nos olhos.

  -Não, não temos mais nada. Carlisle e eu não passamos de nora e sogro, além de termos uma filha juntos. O que aconteceu entre a gente, ficou no passado, há 15 anos atrás, não temos mais nada, eu conheci o Edward, me apaixonei por ele, e ainda sou apaixonada por ele, assim como Carlisle é apaixonada pela minha sogra, nós não temos mais nada. –Disse.

  Ela assentiu.

  -E como seu marido e sua sogra se sentem, com tudo isso?

  -Esme no começo não gostava de mim, não queria que eu me aproximasse da família, mas quando ela percebeu que eu realmente amava o filho dela, ela me aceitou, e aceitou minha filha. Edward a mesma coisa, ele me odiou quando soube, mas depois aceitou tudo. Hoje em dia, as vezes eles tem um pouco de ciúmes, mas eles confiam na gente e sabem que jamais os magoaríamos. –Disse.

  Ela assentiu.

  -Sra. Cullen, a senhora tem uma filha com o Dr. Cullen, então sabe como ele é como pai, apesar de ter conhecido a filha com apenas 3 anos, ele foi um bom pai?

  -Sim, ele sempre foi um ótimo pai, não só com a minha filha, com Emmett e Edward também, eles sempre o acharam um excelente pai, e tudo que eles aprenderam sobre ser pai, foi com o Carlisle. –Respondi.

  -E a Sra. Esme Cullen? Ela é avó dos seus outros filhos, inclusive ela cuidar do seu filho mais novo, como ela os trata? –Ela perguntou.

  -Muito bem, Esme é uma excelente avó, e também é uma ótima mãe. Eu não tive o apoio da minha mãe, para me ensinar sobre maternidade, e sempre foi a Esme, que tirou todas as minhas dúvidas. Apesar de algum dia, eu quase ter tirado o seu marido.

  Ela assentiu.

  -Então a senhora os acha bons pais?

  -Sim, eles são ótimos pais. –Disse.

  -E a sua filha? Sei que ela tem irmãos tanto por parte de pai, quanto pela sua parte, como ela está se sentindo, ganhando uma nova irmã?

  -No começo ela teve um pouco de ciúmes, pois ela era a única filha do Carlisle, mas hoje em dia, ela já está conformada, até por que, foi a Kristen que ajudou Carlisle e Esme, na escolha da criança. –Disse.

  -E o seu marido? –Ela perguntou.

  -Ele também está contente em ganhar uma nova irmã. –Respondi.

  Ela assentiu e anotou, creio eu que seja um relatório.

  -Bom, Sra. Cullen, eu acho que isso é tudo. Eu agradeço pela colaboração. –Ela disse.

  Sorri.

  -Não há de que. –Disse.

  Ela se levantou e eu e Thony também nos levantamos.

  Ela me olhou e sorriu.

  -A senhora ajudou muito. –Ela disse.

  Sorri.

  -Que bom, fico feliz com isso. –Disse.

  -Bem, eu tenho que ir. Pode avisar ao seu marido, que eu procurarei por ele? –Ela perguntou.

  Assenti.

  -Claro, eu aviso. –Respondi.

  -Obrigada, bom, eu já vou indo. –Ela disse.

  -Eu lhe acompanho até a porta. –Disse.

  -Ok.

  A acompanhei até a porta, e abri a porta pra ela.

  -Tchau, obrigada, Sra. Cullen. –Ela disse.

  -Tchau e de nada. –Disse.

  Ela passou pela porta e foi embora. Fechei a porta e me virei.

  -Será que o vovô e a vovó conseguem? –Thony perguntou.

  Assenti.

  -Claro que sim, eles são ótimos pais. –Respondi.

  -É, mas você criou a Kris sozinha por 3 anos. –Thony disse.

  -E não foi por irresponsabilidade do seu avô, ele não sabia da existência dela. –Disse.

  Ele assentiu.

  -Essa família está crescendo, os almoços de dia de domingo ficará apertado. –Thony disse.

  Comecei a rir.

  -Os seus avós compram uma mesa maior. –Disse.

  Ele riu.

  -Bom, eu vou me arrumar pra festa. –Ele disse.

  -O seu pai ainda não confirmou. –Disse.

  -Eu já vou me adiantando. –Ele disse.

  Sorri.

  Ele me deu um beijo na bochecha.

  -Tchau, gata. –Ele disse.

  -Tchau, gato. –Disse e ele subiu.

  Respirei fundo e fui pra cozinha, eu tinha que preparar o jantar e dar uma organizada na casa, aproveitando que a casa estava vazia.

  Mais tarde…

  Eu estava esperando o Edward voltar, para jantarmos. Ele havia ido levar o Thony na tal festa e eu fiquei em casa com o Rob.

  Eu já havia falado com a Marie e passamos um bom tempo conversando, ela inclusive falou com o Edward, e nós dois sentimos ainda mais saudade dela.

  -Mama. –Rob me entregou um boneco.

  Sorri e o olhei.

  -Quer que a mamãe brinque com você? –Perguntei.

  Ele sorriu.

  -Tudo bem, então vamos brincar. –Disse e me sentei no chão, ao seu lado.

  Comecei a brincar com o Rob, ele havia espalhado todos os seus brinquedos pela sala e parecia estar se divertindo.

  Sorri.

  -Eu tenho que te ensinar a guardar os brinquedos de volta, querido. –Disse.

  Ele continuava fazendo uma bagunça e soltando altas gargalhadas.

  -Rob. –Ele me olhou. –Vem aqui com a mamãe.

  Ele veio em minha direção e se sentou no meu colo, beijei sua bochecha.

  -Meu lindo garotinho levado. –Disse.

  A porta da frente de repente se abriu, olhei e era a Kristen.

  -Kiki, Kiki. –Rob se levantou e correu na direção da Kristen.

  -Oi, meu amor. –Kristen disse, o pegando no colo e lhe dando um beijo na bochecha. –Oi, mãe.

  Ela veio na minha direção e me deu um beijo na bochecha.

  -Oi, filha. –Disse.

  Ela se sentou no sofá, com Rob em seu colo.

  -Você demorou, achei que dormiria na casa do Seth. –Disse e me sentei ao seu lado.

  -Ah, não. A mãe dele passou mal, tivemos que leva-la ao hospital. –Ela disse.

  -E ela está bem? –Perguntei.

  -Não muito, ela teve um enfarto. Papai está cuidando dela, Seth e Leah estão arrasados.

  -Eles ficaram no hospital? –Perguntei.

  -Sim, Seth pediu pra eu vir pra casa. Victória estava lá com a Leah, e ela está tentando se reaproximar de mim, mas ele não confia nela, mesmo ela agora sendo cunhada dele. Seth sabe que Victória foi uma péssima amiga pra mim, então ele quer que eu não volte a ser amiga dela, por isso, ele preferiu que eu viesse embora. –Ela disse.

  Assenti.

  -Eu concordo com ele. Você não pode voltar a se aproximar daquela garota, ela não foi sua amiga, só te usou, você está muito bem sem ela, sem contar que depois que você se afastou dela, você só saiu ganhando, conheceu um cara legal, virou uma linda modelo. –Disse.

  Ela sorriu.

  -É. Eu não sinto falta dela, eu mudei totalmente desde que nos afastamos, e estou feliz. Ela não passa de uma conhecida que namora a minha cunhada. –Ela disse.

  -Isso mesmo. –Disse.

  -Oi. –Edward passou pela porta.

  -Oi, que bom que chegou. O jantar está pronto. –Disse.

  Edward deu um beijo na bochecha da Kris, outro no Rob e um selinho em mim.

  -Deixou o Thony na tal festa? –Perguntei.

  Ele assentiu.

  -Sim, ele não vai dormir em casa. –Ele disse.

  O encarei.

  -Que foi? –Ele perguntou.

  -Os pais da Elena são médicos. Eles viviam fazendo plantões e não paravam em casa, quando saiamos pra balada, Rosie e eu dormíamos na casa dela, assim podíamos voltar bêbados, sem os adultos descobrirem. –Disse.

  -O que quer dizer com isso? –Edward perguntou.

  -Que o seu filho vai dormir na casa do amigo pra beber. –Kristen disse.

  Edward sorriu.

  -Olha, eu também já fui adolescente, Bella. E você sabe muito bem como eu era…

  -Bebia, se drogava. –Disse.

  Ele me encarou.

  -E você engravidava. –Ele disse.

  Sorri.

  -Está bem, vou ficar quieta. –Disse.

  -Eu conversei com a mãe do Gabriel, ela vai busca-los e vai conferir se eles beberem. –Edward disse.

  Assenti.

  -Ok.

  -Escuta, eu sei que Gabriel e Marie combinaram de poderem conhecer outras pessoas, então o Gabriel pode ficar com qualquer garota nessa festa, mas e o Anthony?

  -Ele gosta da Felicity, e ele me disse que não iria traí-la. –Disse.

  -Thony puxou para o pai, quando está com uma, ele é fiel. –Edward disse e me deu um selinho.

  -Assim eu espero, dos dois. –Disse.

  Ele riu.

  A campainha tocou.

  -Quem será? –Kristen perguntou.

  -Eu não sei. Ed, pode abrir? –Pedi.

  -Claro. –Edward disse e foi até a porta, a abrindo.

  -Boa noite.

  -Boa noite. –Edward disse.

  -Estou procurando Isabella e Edward Cullen.

  Edward me olhou.

  Levantei-me e me aproximei, ficando ao lado do Edward.

  -Olá. –Disse.

  -Oi, são o Isabella e Edward Cullen? –O cara perguntou.

  -Sim. –Respondeu.

  -Vocês precisam assinar aqui. –O cara me entregou a prancheta.

  Li sobre o que se tratava e vi que era o julgamento da Elizabeth. Assinei e entreguei ao Edward, ele leu e assinou, depois ele devolveu para o cara.

  -Obrigado, aqui está. –Ele entregou a intimação pra mim e para o Edward.

  Agradecemos e ele foi embora, Edward fechou a porta.

  Kristen se aproximou, com o Rob no colo.

  -O que é isso? –Ela perguntou.

  -Intimação para o julgamento da Elizabeth. –Edward disse.

  -Teremos que depor. –Disse.

  -Principalmente você, que foi a vítima. –Edward disse.

  -É. –Disse. –Bom, não foi a única visita da justiça eu recebi hoje.

  -Teve outra? –Edward perguntou.

  -Assistente social, devido ao processo de adoção do Carlisle e da Esme. –Disse.

  -Eu pensei que os primeiros entrevistados, seriam os filhos. –Kristen disse.

  -Eu fui a primeira, por causa do caso que eu tive do seu pai, queriam saber particularmente, se ainda tínhamos alguma coisa. –Disse.

  -E o que você respondeu? –Edward perguntou.

  -O que você acha, Edward? É claro que eu disse que não tínhamos mais nada e que eu era louca pelo filho do meu ex. –Disse.

  Ele riu.

  -Foi o que eu imaginei. –Ele disse.

  -Acha que deu argumentos convincentes? –Kristen perguntou.

  Assenti.

  -Sim, eu não falei nada que fosse prejudicar Carlisle e Esme. E vocês também serão entrevistados em breve. –Disse.

  -Bom, eu tenho certeza que eles conseguem, são ótimos pais. Não concorda, Kris? –Edward perguntou.

  -Sim. –Ela respondeu.

  -Bom, eles já ganharam essa, e sobre o julgamento da Elizabeth, nós também ganharemos. Essa mulher vai pagar muito caro pelo que ela fez comigo. –Disse.

  -Eu concordo com você, vida. –Edward disse.

  -Eu também. –Kris disse. –Agora vamos esquecer processos e vamos jantar?

  -Tem razão, vamos, por que eu também estou morrendo de fome. –Edward disse.

  -Vamos. –Disse e fomos pra sala de jantar.

  Eu sabia que Carlisle e Esme conseguiriam, mas agora, a única coisa que eu queria nesse momento, é que Elizabeth fosse condenada por tentar me matar e passar o resto da vida na cadeia, aquela vadia vai ter o que merece.





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