Confronto 2ªtemporada escrita por Gabszinha FerCosta


Capítulo 148
Capítulo 147-A partida de Marie




  Isabella Marie Swan Cullen

  No dia seguinte…

  Acordei bem cedo com o choro do Robert. Desliguei a babá eletrônica e olhei para o lado, Edward ainda dormia tranquilamente, resultado da sua noite de sexo. Ultimamente nós estávamos bem fogosos, até parecia que tínhamos voltado tempo, ele com 15 anos de novo e eu com 18.

  Espreguicei-me e me levantei, vesti meu robe e saí do quarto, fui para o quarto do Robert e ele já estava em pé no berço.

  -Bom dia, gatinho. –Disse, me aproximando dele.

  Ele sorriu.

  -Mama. –Ele estendeu os bracinhos pra mim e eu o peguei no colo.

  -Dormiu bem? –Perguntei e ele assentiu.

  Beijei sua bochecha.

  -Vamos mamar e depois a mamãe vai te dar uma fruta, pra você começar a deixar o meu peito. –Disse.

  Ele sorriu.

  Sentei-me na poltrona com ele e o amamentei, enquanto ele mamava, eu o observava.

  -Ah, meu amor, hoje a sua irmã vai embora. –Disse. –Espero que ela se dê bem nesse internato e se torne uma grande bailarina. –Sorri. –Que ironia, sua avó sempre quis que eu fosse uma bailarina, eu nunca tive a vida que ela queria pra mim e agora quem tem essa vida, é a Marie. Renée deve estar se revirando no túmulo.

  Era melhor eu parar de falar dela, da última vez que eu pensei nessa mulher, uma janela até bateu.

  Fiz o sinal da cruz em mim e no Robert, para nos protegermos dos espíritos malignos, pelo que eu conheço da minha mãe, ela poderia sim se tornar um espirito maligno.

  Depois que eu terminei de amamentar o Robert, dei um banho nele e o arrumei para a despedida da irmã.

  -Pronto, está lindo. –Dei-lhe um beijo na bochecha e o peguei no colo.

  Peguei alguns carrinhos e saí do quarto com o Robert, fomos para o meu quarto e Edward ainda estava dormindo.

  -Ok. –Sentei Rob ao lado do Edward e deixei os brinquedos a sua frente. –Fique aqui quietinho brincando, a mamãe vai tomar um banho, não acorde o papai. –Disse e lhe ei um beijo na testa.

  Robert pegou seus carrinhos e ficou brincando, ele adorava seus carrinhos.

  Fui para o banheiro, fiz minha higiene matinal e tomei meu banho. Depois do banho, fui para o closet e me arrumei, alguns minutos depois, eu voltei para o quarto e o Robert continuava na cama, brincando com os seus carrinhos, Edward ao seu lado, ainda dormindo.

  -Pelo visto, você se comportou, meu amor. –Disse e beijei sua bochecha. –Vem, vamos descer pra preparar o café, daqui a pouco seus tios e seus avós estarão aqui, morrendo de fome.

  Peguei Rob no colo, os seus carrinhos e saí do quarto com ele, desci e fui pra sala de estar, coloquei Rob no chão com os seus carrinhos e ele voltou a brincar, liguei a TV e voltei para o segundo andar, fui até o quarto da Marie. Lá estavam todas as suas malas prontas, dei uma conferida, para ver se a minha princesa não estava se esquecendo de nada, estava tudo lá, então eu fui acordá-la.

  Beijei sua cabeça.

  -Querida, acorda. –Disse.

  Ela se espreguiçou e abriu os olhos verdes. Até parecia o pai acordando.

  -Bom dia, querida. –Disse.

  -Bom dia, mãe. –Ela disse.

  -Você tem que levantar, hoje é o grande dia. –Disse.

  Ela me olhou e sorriu.

  -Eu vou sentir falta de você me acordando. –Ela disse.

  Sorri.

  -Eu vou sentir falta de te acordar também, querida. –Disse.

  Ela pegou minha mão e a beijou.

  -Agora você tem que levantar e se arrumar, seus tios e seus avós vão chegar daqui a pouco para tomar café com você, e você não pode se atrasar, para não perder o voo. –Disse.

  -Tá bom, eu vou tomar banho. –Ela disse, se levantando.

  -Ok.

  Marie foi para o banheiro e eu saí do quarto, fui para o quarto do Anthony.

  Entrei no quarto e ele estava dormindo todo esparramado, igual ao pai dele. Sorri, Marie iria mesmo me deixar com esses dois jogadores, pelo menos eu ainda teria a Kristen, e teríamos que ser bem fortes para aturar esses três homens.

  Aproximei-me da cama e lhe dei um beijou na testa.

  -Acorda, campeão. –Disse.

  Ele se remexeu.

  -Mãe?

  -Quem mais seria? –Perguntei.

  Ele abriu os olhos.

  -Sei lá, a vovó? –Ele perguntou.

  Sorri.

  -Ela vai chegar daqui a pouco com o seu avô e os seus tios, para tomarmos o último café com a sua irmã. –Disse.

  Ele sentou na cama.

  -É mesmo, ela vai embora hoje, eu tenho que me arrumar pra surpresa que preparamos pra ela. –Ele disse, se levantando. –Kris já acordou?

  Neguei.

  -Ainda não, eu vou acordar ela daqui à pouco. –Respondi.

  Ele assentiu.

  -Ok, eu vou tomar banho. –Ele disse.

  -Tá bom.

  Ele foi em direção ao banheiro, depois ele voltou e me deu um beijo na bochecha.

  -Eu te amo, minha Rainha. –Ele disse.

  Sorri.

  -Eu também te amo, meu campeão. –Disse.

  Ele sorriu e foi para o banheiro.

  Saí do seu quarto e fui para o quarto da Kristen.

  Entrei no quarto e lá estava ela dormindo, ela sempre seria minha doce Little.

  Aproximei-me da cama e acariciei seus cabelos loiros.

  -Kris, acorda, filha. –Disse.

  Ela abriu os olhos azuis.

  -Bom dia, mãe. –Ela disse, se espreguiçando.

  -Bom dia, querida. –Disse. –Levanta para o café de despedida da sua irmã, ninguém pode se atrasar.

  Ela assentiu.

  -Meu pai e a Esme já chegaram? –Ela perguntou.

  Neguei.

  -Ainda não. –Respondi.

  -E o Emm e a tia Rosie?

  -Também não chegaram, e seu padrinho e sua tia Alice, também não chegaram ainda. –Disse.

  Ela assentiu.

  -Ok, eu tomar um banho e me arrumar para o café. –Ela disse, se levantando e me dando um beijo na bochecha. –Você está linda como sempre.

  Sorri.

  -Obrigada.

  Kris foi para o seu banheiro. Eu saí do seu quarto e fui para o meu quarto. Entrei no quarto e Edward ainda estava dormindo, todo esparramado, de barriga pra baixo, deitei-me em cima dele e beijei abaixo do sua nuca, em cima do meu nome tatuado.

  -Bebê, hora de acordar. –Disse.

  -Hum… eu não to afim não, vida. Você acabou comigo. 

  Sorri.

  -Você também acabou comigo e eu já estou de pé há um bom tempo. –Disse.

  -É bom saber que você é bem forte. –Ele disse.

  -Ed, você não pode ficar ai dormindo, Marie vai embora hoje, nós temos o nosso café de família, levanta amor. –Disse.

  -É mesmo, eu havia me esquecido. –Ele disse.

  Ele me jogou para o lado e veio pra cima de mim, me agarrando e me beijando.

  -Não, Edward. Não escutou o que eu disse?

  -Sim, escutei. Todo mundo tá se arrumando ainda. –Ele disse, atacando o meu pescoço.

  -Não Edward, Rob tá lá embaixo sozinho. –Disse, o empurrando para o lado e me sentando na cama. –Eu detesto te dizer não, mas é que eu não posso deixar o nosso bebezinho.

  Ele sorriu.

  -Tudo bem, pelo Rob. –Ele disse e me deu um selinho. –Eu vou tomar banho e me arrumar, quer ajuda com o café?

  Neguei.

  -Não, pode deixar comigo, só prepare todos os presentes, para entregarmos a Marie. –Disse.

  Ele assentiu.

  -Claro. –Ele disse e foi para o banheiro.

  Eu me levantei da cama e saí do quarto, desci e da escada eu vi o Rob brincando com os seus carrinhos, ele definitivamente não queria largar aqueles carrinhos.

  Meu celular começou a tocar e parei no meio da escada, o peguei e vi que era o diretor da série, atendi.

  -Oi, Bert. –Disse.

  —Oi, Bella, bom dia.—Ele disse.

  -Bom dia.

  -Nós precisamos regravar algumas cenas de última hora antes de ir ao ar, será que você poderia vir para o estúdio?—Ele perguntou.

  -Claro, mas é só eu? –Perguntei.

 —Não, eu chamei todo mundo. Rosalie me disse que só podia vir depois do café da manhã, por que hoje a sua filha iria embora para Oxford e vocês iriam se despedir dela, então eu marquei a gravação, para depois que se despedirem dela.

  Sorri.

  -Obrigada, Bert. Assim que terminarmos por aqui, nós iremos para ai, para trabalharmos. –Disse.

  -Estaremos esperando por vocês.

  -E nós estaremos aí. –Disse. 

  -Diga para a sua filha que eu lhe desejo uma boa viagem.—Ele disse.

  -Obrigada, eu digo sim. Até mais tarde. –Disse.

  —Até, tchau.—Ele disse e desligou.

  Guardei meu celular dentro do bolso.

  É, pelo visto, depois de colocar a minha filha no avião, eu teria que ir trabalhar.

  Terminei de descer as escadas e fui até o Rob.

  -Oi, querido. –Disse.

  Ele olhou pra cima e acenou com a mãozinha, sorrindo.

  Sorri.

  -A mamãe tem que ir pra cozinha, pra preparar o café da manhã, quer vir comigo? –Perguntei.

  Ele negou com a cabeça.

  -Ok, então fique aqui quietinho brincando.

  Ele assentiu.

  Soprei um beijo pra ele e fui pra cozinha.

  Rob, ele já estava com quase 1 ano e já estava tão esperto. Acho que isso ele puxou da mãe e um pouco do pai também.

  Comecei a preparar o café da manhã e tinha que ser o café da manhã. Eu fiz todos os tipos de café, café normal, café com leite, até cappuccino eu fiz, tudo para ser o café da manhã de despedida perfeito.

  Arrumei a mesa da sala de jantar, coloquei umas rosas para decorar e alguns retratos da Marie, coloquei até fotos dela quando era bebê, claro que nessas fotos o Thony estavam juntos, por que como são gêmeos, nós só tirávamos fotos dos dois juntos.

  Quando a mesa ficou perfeita, eu voltei pra sala de estar. Robert havia largado os carrinhos, para assistir desenho.

  -Rob.

  Ele me olhou.

  -Venha, querido. Vamos comer uma fruta. –O peguei no colo e fui pra sala de jantar com ele.

  Sentei-me a mesa e comecei a dar um mamão amassado pra ele e ele gostou, isso era bom.

  -Bom dia. –Edward apareceu.

  -Bom dia. –Disse.

  Edward me deu um selinho e deu um beijo na cabeça do Rob, ele se sentou ao meu lado.

  -Eu posso comer? –Ele perguntou.

  -Claro que não!

  -O Robert tá comendo. –Ele disse.

  -Ele pode. –Disse.

  Ele revirou os olhos.

  -E onde está a nossa anfitriã?

  -Se arrumando. –Respondi.

  Ele assentiu.

  -Bom dia, pais mais lindos do mundo. –Anthony apareceu.

  -Bom dia, campeão. –Disse.

  Thony deu uns tapinhas no ombro do Edward, deu um beijo na testa do Rob e um beijo na minha bochecha.

  -E aí? Preparado para mandar sua irmã pra Oxford? –Edward perguntou.

  -Sim, eu sei que ela vai ser muito feliz por lá. –Ele disse.

  -E já preparou a sua misteriosa surpresa pra ela? –Perguntei.

  -Sim. –Ele respondeu. –Mãe, eu posso pegar uns biscoitos na cozinha?

  Assenti.

  -Claro, só não coma muito, senão você não consegue tomar café. –Disse.

  -Tá.

  Anthony foi pra cozinha e eu terminei de dar o mamão para o Robert, limpei sua boca e olhei para o Edward, que me encarava.

  -Que foi? –Perguntei.

  -Agora você chama o Anthony de campeão? –Ele perguntou.

  -É. –O olhei. –Você tá com ciúmes?

  -Temos a mesma profissão, você nunca me chamou de campeão. –Ele disse.

  Comecei a rir.

  -Ai, eu não acredito que você está com ciúmes de um garoto de 10 anos. –Disse.

  -Quando se trata de nós dois trabalharmos no mesmo ramo e eu não ser o predileto da minha garota, sim. –Ele disse.

  Comecei a rir.

  -Ai, meu amor. Você é o meu campeão número 1, sempre vai ser. –Disse.

  Ele me ignorou.

  -Olha, Thony é o nosso filho, nosso garotinho, você foi o meu campeão, quando ainda era um adolescente e eu te desvirtuei. –Disse. 

  Ele riu.

  -É, isso é verdade, você me tornou um menino mal. –Ele disse.

  -Não vem com essa, isso está no seu sangue. –Disse.

  -No meu sangue?

  -Eu posso ter te levado para o mal caminho, mas você sabe muito bem quem me levou para o mal, se não fosse pelo seu pai, eu estaria vivendo muito bem em Forks e de bem com os meus pais. –Disse.

  -É, e você não teria tido nenhum dos seus filhos lindos, nem mesmo a sua predileta, a sua primogênita. –Ele disse.

  -Kris não é a minha predileta, uma mãe não tem um filho predileto. –Disse.

  -A minha tem. –Ele sorriu. –E sou eu.

  -Ah, ela te disse isso? –Perguntei.

  -Não, mas eu sei. Não tem como eu não ser. –Ele disse.

  Comecei a rir.

  -Tá bom, convencido. Kristen não é minha predileta, eu não tenho prediletos, amo meus filhos da mesma maneira. Ela só precisa de uma proteção a mais, ela vive muito protegida, pelo pai, o padrinho, os irmãos malucos. –Disse.

  -Falando desse jeito, até parece que a impedimos de viver. –Ele disse.

  O olhei.

  -Às vezes. –Disse.

  Ele riu.

  -Bom dia. –Kristen apareceu.

  -Bom dia. –Dissemos.

  -Ninguém chegou ainda? Eu estou com fome. –Kris perguntou, se sentando.

  -Ainda não, espere mais um pouco. –Disse.

  Ela sorriu.

  -O que eu não faço pela minha irmãzinha. –Ela disse.

  -E o seu namorado? Vai vir se despedir da cunhada? –Edward perguntou.

  Ela assentiu.

  -Vai, ele vai buscar a Felicity e o Gabriel, que também virão se despedir dela. –Kris respondeu.

  -Bom, contanto que aquele garoto não se despeça da minha filha a beijando, pra mim tá ótimo. –Edward disse.

  Começamos a rir.

  A campainha tocou.

  -Nossas visitas chegaram. –Edward disse.

  -Tá, vamos pra sala para recebermos todos. –Disse, nos levantamos.

  -Anthony! –Edward o chamou.

  Anthony apareceu da cozinha, comendo um cookie.

  Fomos pra sala de estar, entreguei Robert para o Edward e fui abrir a porta.

  Abri a porta e dei de cara com toda a família, inclusive as crianças.

  -Bom dia!

  -Bom dia. –Disse.

  Carlisle, Esme, Emmett, Rosalie, Jasper e Alice entraram, com suas crianças.

  -Vieram todos juntos? –Edward perguntou.

  -Sim, com nossos carros, um atrás do outro. –Emmett disse. –Agora vamos pra mesa, que eu estou morrendo de fome.

  -Calma, Emmett. –Rosalie disse.

  -É verdade, nossa anfitriã nem está aqui ainda. –Esme disse.

  -Ela está se arrumando, vamos esperá-la na sala de jantar. –Disse.

   Fomos pra sala de jantar e nos sentamos.

  -Bella, eu fiz o bolo predileto da Marie, bolo de laranja. –Esme disse, colocando o bolo em cima da mesa.

  -E eu, fiz uma torta de framboesa. –Alice disse, colocando a torta em cima da mesa.

  -Já eu, fiz uma excelente calda caseira da família Hale. –Rosalie disse, colocando a jarra em cima da mesa.

  -Obrigada gente, Marie vai adorar.

  Nós nos organizamos na mesa.

  Alguns minutos depois, Marie apareceu.

  -Bom dia, família. –Ela disse.

  -Bom dia, Marie. –Dissemos.

  Ela se sentou com a gente na mesa.

  -Filha, nós estamos fazendo esse café da manhã pra você, para te ajudar, para que possamos te dar uma super despedida. –Edward disse.

  Marie sorriu.

  -Estar aqui com todos vocês, no meu último dia na cidade de Londres, é maravilhoso. Essa é a melhor despedida que vocês poderiam me dar. –Marie disse.

  -Então vamos ter o melhor café da manhã. –Edward disse.

  E foi o que tivemos, nós tomamos o nosso café, rindo e brincando, como sempre fazíamos, desde que a família Cullen começou a aumentar, no nosso velho almoço de domingo na velha casa Cullen, onde tudo começou.

  Em meio a todo esse jantar, eu percebi uma coisa, tudo o que aconteceu até hoje, em relação a nossa família, tinha que acontecer, para estarmos aqui. Se eu não tivesse conhecido o Carlisle e me envolvido com ele, eu não teria a Kristen e não conheceria o resto da família, bom, talvez sim, já que os meus pais tem um certo histórico com o Carlisle e a Esme, então a minha história com o Edward, ainda tinha chances de existir.

  -Bella, Bert te ligou para ir para o estúdio?

  Assenti.

  -Sim, você também foi convocada? –Perguntei.

  -Fui.

  -Vocês terão que trabalhar hoje? Mas é sábado. –Edward disse.

  -Pois é, tem umas cenas que teremos que regravar. –Disse.

  -Mas, isso será mais tarde. –Rose disse.

  Marie pegou seu celular e olhou.

  -Nós temos que ir. –Ela disse.

  Edward olhou as horas no relógio.

  -É, Marie tem razão, nós temos que ir. –Edward disse.

  -Edward, pegue as malas da Marie. –Pedi.

  -Ok.

  Edward se levantou e foi para o quarto da Marie.

  -Gente, vamos pra sala.

  Fomos pra sala de estar, Carlisle foi o primeiro a se aproximar da Marie.

  -Querida. Estamos todos orgulhosos de você, sabemos que você vai fazer muito sucesso, afinal, você é uma Cullen. –Ele disse.

  Marie sorriu.

  -Obrigada, vovô. Você é o melhor avô do mundo. –Marie disse, o abraçando.

  -Eu sou o único. –Carlisle disse.

  -E mesmo se não fosse, ainda seria o predileto. –Disse.

  Carlisle deu um beijo na cabeça da Marie e a olhou.

  -Boa viagem, querida. –Ele disse.

  -Obrigada, vovô. –Marie agradeceu.

  -De nada. –Carlisle disse e se afastou.

  Esme se aproximou da Marie e a abraçou.

  -Ah, querida. Eu havia me esquecido como o tempo passa rápido e em como as crianças crescem. –Esme disse.

  -Eu que o diga. –Disse.

  Esme a soltou e a olhou.

  -Faça uma boa viagem e se cuida. –Esme disse.

  Marie assentiu.

  -Pode deixar, vovó. –Ela disse.

  Alice se aproximou e Esme se afastou.

  -Minha doce afilhada. –Ela a abraçou. –Eu vou sentir sua falta.

  -Eu também vou sentir a sua falta, madrinha. Mas, você ainda vai ter um afilhado por perto. –Marie disse.

  -É, pelo menos isso. –Alice lhe deu um beijo na testa. –Se cuida, boa viagem e eu te amo.

  -Ok, e eu também te amo, madrinha. –Marie disse e lhe deu um beijo na bochecha dela.

  Alice se afastou e Jasper se aproximou.

  -Afilhada. –Jasper a abraçou, depois ele se ajoelhou à sua frente e beijou sua mão.

  -Eu sei que você vai se cuidar muito bem. Eu quero te desejar boa viagem, e cuidado com esses garotos. –Ele disse.

  Marie sorriu.

  -Pode deixar padrinho. –Ela o abraçou. –Eu te amo.

  -Eu também te amo, princesa. –Jasper disse.

  Marie o soltou, Jasper se levantou e voltou para o seu lugar.

  Emmett se aproximou dela.

  -Querida sobrinha, vai ser muito estranho ter uma Cullen a menos. –Emmett disse.

  Marie sorriu.

  -Bom, se depender da tia Rose e da minha mãe, essa família só vai aumentar. –Marie disse.

  -Hei! A única que está grávida aqui, é a Rosalie. –Disse.

  -É, por enquanto. –Marie disse e eu comecei a rir.

  -É, sério. Você vai fazer falta. Você me faz pensar em como Edward seria, se fosse uma mulher. –Emmett disse.

  Marie sorriu.

  -Obrigada, tio. Eu também vou sentir falta de você e de toda a família. Cuida bem da tia Rosie, ela vai precisar. –Marie disse.

  Emmett sorriu.

  -Pode deixar, ela está em boas mãos. –Emmett disse.

  -Eu sei. –Ela disse e o abraçou.

  Emmett lhe deu um beijo na cabeça dela e suspirou.

  -Você tá chorando, Emmett? –Rosalie perguntou.

  -Claro que não! É um cisco. –Ele disse, soltando a Marie e voltando para o seu lugar.

  Começamos a rir.

  Emmett, com aquele tamanho todo, era um verdadeiro sentimental.

  Rose se aproximou da Marie.

  -Querida sobrinha. –Ela a abraçou. –Você fará uma falta danada aqui, vai ser estranho ver o Anthony andando sem a sua gêmea.

  Marie riu.

  -É, eu sei. –Ela disse. –Eu prometo voltar, quando meu priminho nascer. –Ela disse.

  Rosie sorriu.

  -Eu sei, querida. –Ela beijou sua testa. –Nós dois, te desejamos uma boa viagem.

  Marie sorriu.

  -Obrigada, tia. –Marie disse e deu um beijo na barriga da Rosalie.

  Rose se afastou e Marie foi se despedir dos primos.

  Edward desceu com todas as malas.

  -Olha só, você está forte. –Disse.

  Edward colocou as malas no chão e me olhou.

  -Eu sei.

  -Não deixou nenhuma no quarto? –Perguntei.

  Ele negou.

  -Não, tá tudo aqui. –Ele estendeu os presentes. –Vamos lá?

  Assenti.

  -Vamos.

  Aproximamo-nos da Marie.

  -Mer. –Edward a chamou.

  Ela se virou pra gente.

  -Sua mãe e eu compramos um presente pra você. –Edward disse, me entregando a caixinha com o colar.

  -É isso mesmo, já vou dizendo que tem uma frase gravada, escolhida pelo seu pai. –Disse, lhe entregando a caixinha.

  Marie abriu a caixinha e tirou o colar. Ela sorriu.

  -É lindo. –Ela disse.

  -É para te dar sorte toda vez que você for dançar. –Disse.

  Ela nos olhou.

  -Obrigada, eu adorei. Não o tirarei do pescoço, e as fotos são lindas. –Ela disse.

  Sorri.

  -Que bom que gostou, filha. –Disse.

  -E, também tem esse, para combinar. –Edward lhe entregou a outra caixa.

  Marie abriu a caixa e tirou a coroa de princesa.

  -Nossa, é linda. Eu também vou usar na dança. –Ela disse.

  -A intenção é essa. –Disse.

  -Obrigada pai, mãe, são lindos. –Ela disse e nos abraçou.

  -Que bom, filha. –Edward disse.

  -Agora chegou a nossa vez, vamos lá, Ki? –Anthony perguntou.

  Kristen assentiu.

  -Vamos, nós já voltamos. –Kristen disse.

  Kris e Thony subiram, alguns minutos depois, eles voltaram segurando um cartaz.

  No cartaz, estava escrito:

  “Marie, nossa irmã querida, nessa casa, você será sempre lembrada, você pode estar indo embora, mas vai estar presente nos nossos corações.

  Nós amamos você.

  Anthony e Kristen.”

  -Nós te amamos e iremos sentir a sua falta. –Anthony e Kristen disseram ao mesmo tempo.

  Marie sorriu, emocionada.

  -Eu também amo e também sentirei falta de vocês, meus irmãos. –Ela disse e os abraçou.

  Aquela cena era linda e estava emocionando todo mundo.

  -Gente, vocês tem que ir, senão a Marie se atrasa. –Esme disse.

  -Tá legal, Mer, despeça-se dos seus irmãos, para irmos para o aeroporto. –Edward disse.

  -Ok. Tchau, Kiki. –Ela disse, abraçando a Kristen.

  -Tchau, maninha. Boa viagem e espero que volte pra minha festa. –Kristen disse.

  Marie sorriu.

  -É claro que eu vou, eu sou uma das 15 garotas. –Ela disse.

  Kris sorriu.

  -Eu te amo. –Ela disse.

  -Eu também te amo, maninha. –Ela disse e deu um beijo na bochecha da Kristen.

  Marie foi até o Anthony.

  -Tchau, parceiro. –Ela disse.

  Thony sorriu.

  -Tchau, parceira. –Ele disse e a abraçou. –Eu te amo, mais do que todo mundo aqui.

  Marie o soltou.

  -Eu sei disso.

  Eles se entreolharam.

  -Sempre seremos gêmeos. –Os dois disseram ao mesmo tempo.

  -Boa viagem. –Ele disse.

  -Obrigada, quando eu voltar, quero ver você jogando ao lado do papai. –Ela disse.

  -Pode deixar.

  Marie foi em direção ao chão, onde Edward deixou Robert brincando.

  -Meu caçulinha. –Ela o pegou no colo. –Eu te amo muito, viu? Cuida bem dessa família e eu quero te ver correndo quando eu voltar. –Ela lhe deu um beijo na bochecha. –Tchau.

  Aproximei-me dela.

  -Vamos lá. –Disse, pegando o Robert no colo.

  -Bella, nós ficaremos por aqui, eu espero você voltar e vamos juntas para o estúdio. –Rose disse.

  Assenti.

  -Ok.

  Edward pegou as malas da Marie e saímos todos para fora da casa.

  Entreguei Rob para a Kris.

  Edward colocou as malas da Marie no carro.

  -Tudo pronto.

  -Marie!

  Olhamos para o lado, Seth se aproximou com Felicity e Gabriel.

  -Ah, eu pensei que vocês não viriam. –Marie disse.

  -A gente não iria perder por nada. –Seth disse.

  -É, achou mesmo que a gente não iria nos despedir de você? –Felicity perguntou.

  -Nós não seriamos loucos de fazer isso. –Gabriel disse, se aproximando dela.

  Marie olhou pra ele.

  -Eu vou sentir a sua falta, Gabbe. –Ela disse.

  Gabriel sorriu.

  -Eu também vou sentir a sua falta, Mer. –Ele disse e pegou em sua mão. –Eu sei que você vai ficar até a faculdade nesse colégio, e que iremos nos ver poucas vezes. Então, eu quero que não se sinta presa a mim, se você por acaso conhecer alguém por lá, não se sinta mal em aproveitar a vida.

  Marie sorriu.

  -Ok, eu digo o mesmo pra você. –Ela disse. –Mas, eu quero que saiba que você foi o meu primeiro amor.

  -Primeiro amor. Ela só tem 10 anos! –Edward disse.

  -Shhh. Não seja um chato, Edward. –Disse.

  Gabriel sorriu pra Marie.

  -Você também foi o meu primeiro amor. –Ele disse.

  Gabriel se aproximou da Marie e a beijou.

  -Ehhh, até que enfim. –Anthony disse e ele e Felicity os aplaudiram.

  -Ah, mais… -Edward foi em direção deles e eu o segurei.

  -Nem pense nisso, Edward! –Disse.

  -É a minha garotinha. –Ele disse.

  -Você dizia a mesma coisa da Kristen e ela cresceu. –Disse.

  -É por isso mesmo. –Ele disse.

  -Vai lá. E você vai ver o que eu tiro de você. –Disse.

  Ele me olhou de cima abaixo.

  -É o que eu estou pensando? –Ele perguntou.

  -Com certeza é. –Respondi.

  Ele respirou fundo, e sossegou ao meu lado, com os braços cruzados, fazendo bico.

  Marie e Gabriel se afastaram.

  Carlisle e Esme se aproximaram da gente.

  -Que cara é essa, Edward? É por causa do beijo da sua garotinha ou por que levou uma bronca da sua esposa mais velha? –Carlisle perguntou.

  Esme e eu rimos.

  -As duas coisas. –Disse.

  -Não fica assim, não. Filhos crescem. –Carlisle disse.

  -Não me provoca, pai. –Edward disse.

  Começamos a rir.

  -Tá legal, já chegam. Você tem que levar a Marie, antes que ela perca o voo. –Esme disse.

  -Tem razão, vamos. –Disse.

  -Vamos, eu chamo a Marie. –Edward disse.

  -Deixa que eu chamo, Edward. –Disse e me aproximei dos dois. –Meninos.

  Eles se afastaram e me olharam.

  -Desculpe atrapalhar, mas nós temos que ir. –Disse.

  Marie assentiu.

  -Ok, mãe. –Ela olhou para o Gabriel. –Adeus, Gabriel.

  Ele sorriu.

  -Adeus, Mer.

  Eles se abraçaram, depois ela o soltou e foi até a Felicity.

  -Lily, cuida bem do meu irmão. –Ela pediu.

  -Pode deixar, Mer. –Ela disse e a abraçou. –Eu vou sentir a sua falta.

  -Eu também vou sentir a sua. –Ela disse.

  Marie lhe deu um beijo na sua bochecha e foi até o Seth.

  -Cunhado. –Ela disse.

  Seth sorriu pra ela.

  -Cunhada. –Ele disse.

  -Cuida bem da minha irmã. –Ela disse.

  -Pode deixar. –Ele disse.

  Marie o abraçou.

  -Tchau, Seth. –Ela disse.

  -Tchau, pequena. Faça uma boa viagem. –Ele disse.

  -Obrigada. –Ela agradeceu.

  -Pronta pra ir, filha? –Edward perguntou.

  Ela assentiu.

  -Sim. –Ela olhou pra família inteira. –Tchau, família.

  -Tchau, Marie. –Todos disseram.

  Marie entrou no Volvo.

  -Nós já voltamos, fiquem à vontade. –Edward disse.

  -Ok.

  Edward e eu entramos no carro e olhamos pra Marie.

  -Pronta pra ir? –Perguntei.

  Ela assentiu.

  -Sim.

  -Então vamos. –Edward disse e ligou o carro, ele dirigiu direto para o aeroporto.

  Nós chegamos ao aeroporto, saímos do carro e Edward pegou as malas da Marie, entramos no aeroporto e a levamos para fazer o check in. Depois, ficamos esperando o voo, abraçada o tempo todo abraçada com ela.

  O voo dela foi anunciado, virei-me pra ela.

  -Querida, é a sua hora. –Disse. –Vai lá, e seja a bailarina maravilhosa que você é.

  Ela assentiu.

  -Ok, mamãe. –Ela disse. –Eu vou sentir sua falta.

  -Eu também, minha bebê. –Disse e lhe dei um beijo na bochecha. –Eu te amo.

  -Eu também te amo, mamãe. –Ela disse e me abraçou.

  -Querida. –Edward a chamou e ela se virou pra ele. –Não se esqueça da gente.

  Ela sorriu.

  -Papai, eu jamais irei me esquecer de vocês. –Ela disse.

  -Eu vou sentir tanto a sua falta, minha princesa. –Edward disse.

  -Eu também vou sentir a sua, papai. Eu prometo estar de volta no aniversário da Kris, no aniversário do Rob, no meu e de todo mundo da família e nas férias. –Ela disse.

  -E nós também iremos te visitar, querida. –Disse.

  -Eu irei esperar. –Ela Disse.

  -Eu amo você. –Edward disse e lhe deu um beijo na bochecha.

  -Eu também te amo, papai.

  Marie nos abraçou e nos olhou.

  -Tchau. –Ela disse.

  -Tchau, querida. –Dissemos.

  Marie nos deu um beijo na bochecha e passou pelo portão de embarque. Edward e eu vimos a nossa filha ir embora, emocionamos.

  Recompomo-nos alguns minutos depois.

  -Ela vai do aeroporto até a escola sozinha? –Edward perguntou.

  -Não, a diretora da escola vai buscar as crianças que irão desembarcar no aeroporto. –Respondi.

  Edward assentiu.

  -Vamos, ela já está dentro do avião. –Disse.

  -E será que é seguro deixa-la viajar sozinha?

  -Marie já viajou com a gente várias vezes, ela sabe como se comportar dentro do avião. Ela passou o portão de embarque, de lá, ela vai direto para o avião, e em Oxford, quando ela passar o portão de desembarque, ela vai encontrar com a diretora. –Disse.

  Ele assentiu.

  -É, tem razão. Nós temos filhos inteligentes. –Ele disse.

  -Agora vamos, eu ainda tenho que trabalhar hoje. –Disse e fomos para o estacionamento.

  -Eu vou sentir falta dela. –Edward disse.

  -Eu também vou sentir, mas é o sonho dela, temos que respeitar. –Disse.

  Edward sorriu.

  -E ela vai se tornar uma excelente bailarina. –Ele disse.

  Sorri.

  -Concordo. –Disse.

  Entramos no carro e Edward dirigiu pra casa.

  Chegamos em casa, e lá estava a nossa família.

  -Olá. –Disse.

  -Oi, como foi? –Esme perguntou.

  -Triste. É muito difícil deixar um filho ir. –Edward disse.

  -É, nós sabemos disso. –Carlisle disse.

  -Mas, ela vai ser muito feliz lá. –Carlisle disse.

  -É, isso é verdade. –Disse. –Rosie, vamos? Temos que trabalhar.

  -Claro, vamos. –Ela disse, se levantando. –Fiquem por aqui, nós não iremos demorar.

  -Claro, nós podemos passar o dia aqui, todos juntos, fazemos um almoço e o jantar. –Esme disse.

  -Tá ótimo, então fiquem a vontade, voltaremos em breve. –Disse.

  -Ok. –Eles disseram.

  Dei um selinho no Edward e me despedi dos meus filhos, Rose fez o mesmo.

  -Empresária, venha com a gente. –Rose disse.

  -Ok. –Alice disse e deu um selinho no Jasper e se despediu dos filhos.

  -Bom trabalho. –Jasper disse.

  -Valeu.

  Fomos pra garagem e entramos no meu carro, eu dirigi direto para o estúdio.

  Chegamos ao estúdio e saímos do carro.

  -Então, e agora que a Marie foi para o internato? –Alice perguntou.

  -Bom, agora é viver normalmente. –Disse. –E, como eu estava muito ocupada, a ajudando com os preparativos da viagem, estou livre para tocar a esperada festa de 15 anos da minha primogênita.

  -É, agora essa festa saí. –Rosalie disse.

  Sorri.

  -Com certeza. –Disse.

  Agora, eu tinha que focar nos preparativos da festa, por que essa festa era muito esperada, e iria sair. Mas, agora nesse momento, era hora de trabalhar.





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