Confronto 2ªtemporada escrita por Gabszinha FerCosta


Capítulo 106
Capítulo 105-Orfanato/ Descobertas




   Kristen Swan Cullen

  Edward parou o carro em frente à casa do nosso pai.

  -Pronto, está entregue. –Edward disse.

  -Valeu, Ed.

  -Tenha um bom final de semana. –Ele disse.

  -Você também. Cuida bem da minha mãe e dos meus irmãos.

  Ele sorriu.

  -Pode deixar. –Ele disse.

  Dei um beijo na sua bochecha.

  -Tchau. –Disse.

  -Tchau.

  Peguei a minha bolsa e saí do carro, Edward foi embora e eu entrei em casa.

  Meu pai estava na sala de estar, junto com a Esme.

  -Oi, família. –Disse.

  Eles me olharam.

  -Oi, querida. Achei que viria amanhã. –Meu pai disse e me deu um beijo na testa.

  -É, eu estava assistindo um filme com o pessoal lá de casa e depois Edward me deixou aqui na porta. –Disse. –Atrapalhei vocês?

  -Claro que não, Kris. Você é de casa. –Esme disse e veio me cumprimentar.

  Sorri.

  -Tudo bem.

  -Quer jantar?

  Neguei.

  -Não, eu estava comendo pipoca, estou sem fome. –Disse.

  -Ah, mas não vai querer nenhum pedacinho de sobremesa? –Esme perguntou.

  Sorri.

  -Esme, você sabe que tudo que faz na comida, é irresistível. –Disse.

  Ela sorriu.

  -Então vamos.

  Deixei minha bolsa no sofá e fui pra cozinha com o meu pai e Esme.

  Esme nos serviu um pedaço de torta de limão e nos sentamos à mesa.

  -Sabe, estou pensando em fazer um almoço em família no domingo, faz tempo que não fazemos isso. –Esme disse.

  -É uma ótima idéia. –Meu pai disse.

  -Eu também acho. –Disse.

  -Então está combinado. Carlisle, pode ligar pra todos, os convidando?

  Meu pai assentiu.

  -Claro.

  -Quer ajuda, Esme?

  -Não precisa, eu dou conta. –Ela disse.

  Assenti.

  -Tudo bem. Já que temos compromisso no domingo, o que faremos amanhã? –Perguntei.

  Meu pai sorriu.

  -É sobre isso que queríamos conversar com você, Kristen. Amanhã Esme e eu temos um compromisso e não sabemos se iria querer vir com a gente. –Meu pai disse.

  -E que compromisso é esse? –Perguntei.

  -Lembra de quando dissemos pra você, que nós queríamos adotar uma criança? –Esme perguntou.

  -Sim, vocês irão iniciar o processo de adoção? –Perguntei.

  -Na verdade nós iremos ao orfanato para escolher alguma criança. –Meu pai respondeu.

  Assenti.

  -E você irão adotar um recém nascido? –Perguntei.

  -Pra falar a verdade, nós queremos uma criança maior. –Esme respondeu. 

  -E será um menino ou menina? –Perguntei.

  -Bom, Carlisle e eu queríamos ter uma menina, mas nós só tivemos meninos, e só ele conseguiu ter uma filha, então nós queremos adotar uma menina. –Esme disse.

  Meu pai pegou na minha mão.

  -Mas eu quero que saiba, que não irei te abandonar, você sempre será a minha princesinha. –Meu pai disse.

  -É, nós jamais faríamos diferenças. –Esme disse.

  Sorri.

  -Tudo bem, até por que o Edward já substituí o papai muito bem, ainda mais quando ele liga o botãozinho de ciúmes. –Disse.

  Meu pai riu.

  -É, eu sei disso, é por isso que eu deixo toda a preocupação pra ele.

  Sorri.

  -Ele ainda tem muito pra se preocupar, lembrem-se que a Marie está crescendo. –Disse.

  Esme riu.

  -Kris, não seja malvada. –Esme disse.

  Sorri.

  -Tudo bem, eu vou com vocês. Essa criança vai ser minha irmã, eu quero ajudar a escolhê-la. –Disse.

  Esme sorriu.

  -Vai ser ótimo ter você com a gente, nesse momento maravilhoso. –Esme disse. 

  Sorri.

  -Lembram quando éramos apenas, nós, os meus irmãos, minha mãe, meus padrinhos e Alice? Essa família cresceu e está ficando enorme. –Disse.

  Eles riram.

  -É, cresceu mesmo e vai continuar crescendo, sua mãe e seu irmão também colaboraram bastante, só eles tiveram três filhos. –Meu pai disse.

  -É, e contando comigo, minha mãe teve 4 filhos. –Disse.

  -Quatro Cullens. –Esme disse.

  -É isso aí. –Disse.

  Meu pai sorriu.

  -Eu lembro da Esme e eu, com Emmett e Edward morando em Forks, e de repente a nossa vida mudou completamente. –Meu pai disse.

  -É, nosso casamento entrou em crise, você conheceu a Bella, a engravidou. –Esme disse.

  -E três anos depois nós nos juntamos e não nos desgrudamos mais. Em meio a toda essa história de traição, passamos por muita coisa também. –Disse.

  -Pois é, mas graças à Deus nós conseguimos resolver todos os problemas e estamos felizes. –Meu pai disse.

  Sorri.

  -Sim, muito. –Disse. –Bom, eu vou dormir, até amanhã. Boa noite.

  -Boa noite. –Eles disseram.

  Saí da cozinha, peguei minha bolsa e subi para o meu quarto, entrei no quarto e peguei meu celular, e mandei uma mensagem pra Mellanie.

De: Kris

Para: Mel

Prima, Esme vai fazer um almoço no domingo, vamos sair antes de vir para o almoço?

Eu, Seth, você e o Daniel, o que acha?

                                             K.C

  Ela respondeu.

De: Mel

Para: Kris

 Oi prima, eu achei a idéia perfeita, eu vou falar com o Daniel e te aviso tudo amanhã. Beijos, boa noite.

                                             M.W

  Respondi.

De: Kris

Para: Mel

Ok. Boa noite.

          K.C

   Respirei fundo e guardei meu celular, troquei de roupa e me deitei, olhei para o porta retrato no criado mudo, onde tinha uma foto minha com a minha mãe, quando eu tinha 4 anos.

  Beijei meu dedo e toquei o porta retrato.

  -Boa noite. –Disse.

  Fechei meus olhos e logo adormeci.

  No dia seguinte…

  Eu havia acordado bem cedo para ir ao orfanato com o meu pai e com a Esme, e o caminho até o orfanato, eu fui dormindo.

  -Kris, acorda, chegamos querida. –Esme disse.

  Abri os olhos.

  -Onde a gente tá? –Perguntei.

  -No orfanato. –Meu pai respondeu.

  Saímos do carro.

  -Nós iremos em mais orfanatos? –Perguntei. 

  -Não, por quê? –Meu pai perguntou.

  -Ah, vai que vocês não acham a criança que querem. –Disse.

  -Eu tenho certeza que aqui dentro tem uma criança que irá nos conquistar. –Esme disse.

  -Sem contar que a Esme é voluntária aqui nesse orfanato, ela sempre está fazendo doações, eu tenho certeza que esse orfanato tem uma linda criança. –Carlisle disse.

  -Você tem medo de crianças? –Esme perguntou.

  A olhei.

  -Eu tenho irmãos e sobrinhos. –Disse.

  Ela riu.

  -Tudo bem, vamos entrar. –Ela disse.

  Entramos no orfanato e uma senhora se aproximou da gente.

  -Esme, estávamos te esperando. –Ela disse. 

  -Oi Grace, esse é o meu marido, Carlisle Cullen e minha enteada, Kristen Cullen. –Esme nos apresentou. –Essa é Grace Voice, diretora do orfanato.

  -Olá. –Meu pai disse.

  -É um prazer, Sr. Cullen. –Ela disse e me olhou. –Você não é filha da modelo Bella Cullen?

  Sorri.

  -Sou eu mesma. –Disse.

  Ela sorriu.

  -Eu não sabia que ela era sua enteada, Esme. –Ela disse.

  Esme sorriu.

  -Pois é, eu e Carlisle ficamos afastados da mídia, nós deixamos esse talento pra ela e pra Bella. –Esme disse.

  Ela assentiu.

  -Certo, então sejam bem vindos. –Ela disse.

  -Obrigada.

  -Bom, vamos ao trabalho, vamos conhecer as crianças.

  -Vamos.

  Meu celular tocou.

  -Me desculpem. –Pedi.

  -Tudo bem, Kris. Pode atender, nós iremos ver as crianças, depois se junte a nós. –Esme disse.

  Assenti.

  -Ok.

  Esme seguiu com o meu pai e a diretora e eu peguei meu celular, era uma mensagem da Mellanie.

De: Mel

Para: Kris

Ki, eu falei com o Daniel, ele topou sair com a gente. 

                                       M.W

  Respondi.

De: Kris

Para: Mel

Ok, então nos vemos antes do almoço.

                              K.C

  Ela respondeu.

De: Mel

Para: Kris

Ok, combinado.

           M.W

  Guardei meu celular e fui procurar meu pai e minha madrasta.

  Eu rodei aquele orfanato inteiro e não os encontrei.

  Fiquei em um pátio do orfanato, onde haviam algumas crianças brincando.

  Encostei-me na parede e esperei.

  Uma garotinha parou ao meu lado, com uma boneca na mão.

  Olhei pra ela.

  -Oi. –Disse.

  Ela me olhou e sorriu.

  -Oi. –Ela disse. –Você é a filha da Bella?

  Assenti.

  -Sou sim, você a conhece? –Perguntei.

   Ela sorriu.

  -Eu assisto a série. –Ela respondeu. –E sou muito fã dela, acho ela muito linda.

  Sorri.

  -Ela vai ficar feliz em saber disso. –Disse.

  Ela riu.

  -Você veio adotar uma criança? –Ela perguntou.

  Neguei.

  -Não, quem veio adotar, é o meu pai e a minha madrasta. –Respondi.

  Ela assentiu.

  -Por que não está brincando com as outras garotas? –Perguntei.

  -Elas não gostam de mim. –Ela respondeu.

  -Quer que eu brinque com você? –Perguntei.

  Ela assentiu.

  Sentamos-nos no chão e começamos a brincar de boneca, lembro que fazia isso com a minha mãe e com a minha madrinha.

  -Qual é o seu nome? –Perguntei.

   -Claire. –Ela respondeu.

  -É um prazer, pode me chamar de Kris. –Disse.

  Ela assentiu.

  Ela era muito bonita, e me lembrava bastante a Esme, acho que ela seria perfeita para o meu pai e pra Esme.

  -Kristen. –Escutei meu pai me chamando.

  Levantei-me.

  -Oi.

  -Nós estávamos te procurando. –Esme disse.

  -Eu também estava procurando vocês, mas não encontrei, então fiquei aqui fazendo companhia pra essa princesa. –Disse.

  Esme se aproximou dela.

  -Oi, qual é o seu nome? –Ela perguntou.

  -Claire. –Ela respondeu.

  -E ela é uma super fã da minha mãe. –Disse.

  -Ah, isso é bom. –Meu pai disse.

  -Claire é uma garota incrível, inteligente, só não se dá muito bem com as outras garotas. –A diretora falou.

  Esme assentiu.

  -Grace, nós podemos conversar na sua sala? –Esme perguntou.

  -Claro, vamos. –Ela disse.

  -Tchau, Claire. –Disse.

  -Tchau. –Ela disse.

  Fomos pra sala da diretora.

  -Sentem-se.

  Sentamo-nos à sua frente.

  -E então? Gostaram de alguma criança?

  -Quem é essa Claire? –Meu pai perguntou.

  -Ela tem 5 anos, chegou aqui aos 4. Seus pais eram bem humildes, sua mãe dona de casa e seu pai estava desempregado, a casa deles pegou fogo e só conseguiram salvá-la, parece que o incêndio foi criminoso, mas nunca descobriram quem foi.

  -Ela deve ser muito traumatizada. –Esme disse.

  Comecei a me lembrar da minha infância, de quando Charlie e Renée me seqüestraram, o que Charlie fez com a minha mãe.

  Fechei meus olhos.

  -Tudo bem, Kris? –Meu pai perguntou.

  Assenti.

  -Sim, eu… só lembrei que… é horrível ter esses traumas de infância. –Disse.

  Meu pai assentiu, ele sabia do que eu estava falando.

  -Eu a adorei. O que achou, Carl?

  Meu pai sorriu.

  -Ela é muito linda, diria que ela até tem uma certa semelhança com você. –Meu pai disse. –Por mim, é ela.

  Esme sorriu.

  -E você, Kris?

  Sorri.

  -Ela me conquistou, quando disse que era fã da minha mãe. –Disse.

  Eles riram.

  -Então será ela? –A diretora perguntou.

  -Sim. –Meu pai e Esme responderam.

  -Ok, e que tal marcarmos uma visita para semana que vem? Vocês podem levá-la para sair. –A diretora disse.

  Esme assentiu.

  -É uma ótima idéia, então está marcado. –Esme disse.

 -Ok, nos vemos semana que vem, então. –A diretora disse.

  -Obrigada, Grace.

  -De nada.

  Levantamos-nos.

  -Até semana que vem. –Meu pai disse.

 -Até, tchau.

  -Tchau.

  Saímos da sala da diretora, no pátio, acenamos para Claire e ela acenou de volta.

  Saímos do orfanato e entramos no carro.

  -Aquela garota é adorável. –Esme disse.

  -É, eu gostei muito dela. –Meu pai disse. –E você, Kristen.

  Sorri.

  -Também gostei muito dela, ela é maravilhosa. –Disse.

  -Então será ela. –Esme disse.

  -Sim, ela. –Meu pai disse.

  -E eu tenho o passeio perfeito pra gente fazer com ela. –Esme disse.

  -E que passeio seria esse? –Meu pai perguntou.

  Esme sorriu.

  -Levá-la para conhecer a ídola dela. –Esme respondeu. –Acha que a Bella concordaria?

  -É claro que ela concordaria. Podem levá-la no estúdio onde minha mãe grava a série que ela tanto gosta. –Disse.

  -É uma ótima idéia, Kristen. Eu vou conversar com a Bella. –Esme disse.

  Assenti.

  -Ok.

  -Bom, agora que tal irmos almoçar juntos, para comemorarmos? –Meu pai perguntou.

  -Eu topo, estou morrendo de fome. –Disse.

  -Eu também topo, vamos lá. –Esme disse.

  -Ok.

  Meu pai ligou o carro e fomos para algum restaurante. Pelo visto essa família iria crescer cada vez mais, e isso era bom, eu iria ganhar mais uma irmãzinha.

  No dia seguinte…

  Terminei de me arrumar para encontrar Seth, minha prima e o seu namorado, desci e fui até a cozinha, tinha um bilhete da Esme na geladeira.

  “Kris, seu pai e eu fomos até o mercado para comprar algumas coisas para o almoço, não iremos demorar, beijos.

                                                Esme e Carlisle.”

  Guardei o bilhete.

  Escutei uma buzina e peguei minha bolsa, saí da casa e Seth saiu do taxi, aproximei-me dele e o beijei.

  -Bom dia. –Disse.

  -Bom dia, linda. –Ele disse. –Está pronta?

  Assenti.

  -Sim, vamos por que a Mellanie e o Daniel já devem estar nos esperando. –Disse.

  -Vamos.

  Entramos no taxi e fomos nos encontrar com a minha prima.

  Chegamos a cafeteria em que eu marquei com a Mellanie.

  Entramos na cafeteria e Mellanie já nos esperava com o Daniel.

  -Oi. –Dissemos.

  -Oi. –Eles disseram.

  -Sentem-se, nós estávamos esperando por vocês. –Mellanie disse.

  Sentamos-nos.

  -Já pediram o café? –Perguntei.

  -Ainda não.

  -Então vamos pedir, então. –Disse.

  Pedimos o nosso café da manhã, e quando o nosso café chegou, nós comemos, enquanto conversávamos.

  -Eu fiquei feliz que iremos voltar à nos reunir nos almoços de domingo. –Mellanie disse.

  -É, eu estava com saudade desses almoços. –Disse.

  -É, faz tempo que não almoçamos juntos.

  -E você vai, Daniel? –Seth perguntou.

  -Não, os meus pais estarão lá. –Mellanie disse.

  -Eu pensei que iria contar pelo menos pra sua mãe, Mellanie. –Disse.

  -E eu vou, só que essa semana ela andou muito ocupada com a sua mãe e a tia Rosie.

  Assenti.

  -E você vai, Seth? –Mellanie perguntou.

  Seth assentiu.

  -Sim, Kris me convidou. –Seth respondeu.

  -Seth faz parte da família há algum tempo, e você também será, Daniel. –Disse.

  Daniel sorriu.

  -Obrigado, Kristen. –Ele agradeceu.

   Sorri.

  -Então? O almoço vai demorar para começar, vamos dar uma volta no shopping? –Mellanie sugeriu.

  -É uma ótima idéia. –Disse.

  -Também achei. –Seth disse.

  -Então vamos. –Daniel disse.

  Nós terminamos o nosso café e os meninos fizeram questão de pagar a conta, saímos da cafeteria e ficamos algum tempo ali na frente, tirando fotos.

  -Fiquem juntos, deixa eu tirar fotos de vocês dois. –Mellanie disse.

  Seth e eu nos aproximamos e nos beijamos, Mellanie tirou a foto.

  -Agora juntem-se vocês dois, eu tiro a foto. –Disse.

  Mellanie e Daniel se beijaram e eu tirei a foto.

  -Pronto, vocês ficaram tão fofinhos. –Disse.

  -É, parece até a gente no começo do namoro. –Seth disse.

  -Seu bobo, nós continuamos fofinhos. –Disse.

  Eles riram.

  -MELLANIE! –Escutamos um grito.

  -Pai. –Mellanie disse.

  Jasper se aproximou.

  -Pode me dizer o que significa isso? –Ele perguntou.

  -Não é nada, eu só vim tomar café com a Kris e alguns amigos. –Ela disse.

  -Não foi isso o que eu vi! –Jasper gritou.

  -Sr. Whitlock, deixe-me explicar. –Daniel disse.

  -Eu não quero nenhuma explicação sua, seu moleque! –Jasper disse, apontando o dedo na cara dele.

  -Não falei assim com ele, papai! –Mellanie disse, se colocando a frente de Daniel.

  -O que? Mellanie, eu vou…

  -Não! –Nós o impedimos.

  -Daniel. Vai embora, a gente resolve isso. –Seth pediu.

  -Tudo bem. –Ele olhou pra Mellanie. –Depois a gente se fala.

  -Tchau.

  Daniel foi embora.

  -Papai, por favor.

  -A minha vontade é de te arrebentar! –Ele disse, levantando a mão pra ela.

  Seth se colocou a sua frente.

  -Não. Ela não fez nada, e você não vai encostar um dedo nela. –Ele disse.

  -Saía da minha frente, seu moleque! –Jasper disse.

  -Eu não vou sair. –Seth disse.

  -Ah não vai? Tudo bem. –Ele levantou a mão para o Seth.

  -Padrinho, não! –Fiquei a frente do Seth. –Você não vai bater nele.

  -Kristen, não me faça…

  -O que? Vai me bater? Você não faria isso, por que eu não sou sua filha. Você ter me criado por 3 anos não te torna o meu pai, e você não tem o direito de bater nem na sua própria filha. –Disse.

  -Experimenta não sair da minha frente. –Ele disse.

  Sorri.

  -Você sabe que se encostar um dedo em mim, terá que enfrentar a minha mãe, e ela vai defender a minha filha ao invés de um simples primo. –Disse.

  Ele me olhou.

  -Você se esqueceu que eu sou seu padrinho?

  -Isso não te dá direitos sobre mim. –Disse.

  Ele respirou fundo.

  -Mas da minha filha sim. Mellanie, vamos pra casa. –Ele disse.

  Mellanie respirou fundo.

  -Tudo bem.

  Mellanie saiu de trás da gente e foi embora com o Jasper.

  Seth me olhou.

  -Será que ela vai ficar bem? –Ele perguntou.

  -Eu não sei, vamos pra casa do meu pai, Alice deve estar lá. –Disse.

  -Ok.

  Fomos pra casa do meu pai.

  Chegamos em frente a casa, vi o carro do Edward e o jipe do Emmett, estavam todos ai.

  Seth e eu pulamos pra fora do taxi, ele pagou o taxista e entramos correndo em casa.

  Todos nos olharam.

  -Kristen, o que aconteceu?

  -Tia Alice, é melhor você ir pra casa. –Disse.

  -O que? Por que, o que aconteceu? –Ela perguntou.

  -O tio Jasper viu a Mellanie com a gente e o namorado dela, e ele viu eles se beijando, ele fez o maior escândalo e tentou bater neles, ele levou a Mellanie pra casa e eu não sei o que ele vai fazer com ela. –Disse.

  -Ah não. –Alice disse.

  -Jasper não machucaria a Mellanie. –Minha mãe disse.

  -Ele veio pra cima de mim e do Seth, quando a defendemos. –Disse.

 -O que? –Minha mãe disse.

  -É melhor eu ir. –Alice disse, se levantando.

  -Eu vou com você, você não pode dirigir nesse estado. –Minha mãe disse.

  -Ok.

  -Boa sorte. –Edward disse.

  -Valeu.

  Minha mãe e Alice foram pra casa dela, pra resolver a situação.

  Respirei fundo.

  Edward se aproximou e tocou o meu ombro.

  -Vai ficar tudo bem. Já viu algum problema, que a sua mãe não tenha conseguido resolver?

  Sorri.

  -Não.

  -Então, ela vai conseguir. –Ele disse e eu o abracei. –Agora vamos ter um almoço tranqüilo, está bem? Temos que comemorar, por que iremos ganhar uma nova irmã.

  Assenti.

  -Você tem razão, não vamos estragar esse momento, eu sei que a mamãe vai resolver as coisas. –Disse.

  -Bom, então vamos pra sala de jantar. –Esme disse.

  Fomos pra sala de jantar, eu não queria estragar esse momento, mas eu ainda estava preocupada.