O Impossível Se Torna Possível escrita por Day Marques


Capítulo 9
Capítulo 9


Notas iniciais do capítulo

Atenção, atenção... Obrigada pela atenção kkkkkkk. Ai que sem graça, me desculpem por isso ¬¬.
Hello, my babies. Aqui estou, feliz da vida, postando mais um cap para vocês. Estou sempre feliz e grata por todos vocês que comentam aqui. Muito obrigada e lá vai mais um cap.
Have fun!!




Como é bom estar em dia de semana e não ter que trabalhar. Estou agora no meu carro indo para o ensaio do flabmob que vai ter da igreja. Já faziam dois dias que eu não via o Edward, eu não deveria, mas estou me preocupando com isso. Será que ele desistiu de mim? Não, ele não pode fazer isso justo agora que eu resolvi lhe dar uma chance. Vamos esquecer isso por agora.

- Oi galera, como vão? – Estava bem animada pra ensaiar. Dançar era umas das minhas paixões, apesar de não saber nem um pouco.

- Oi Bella, demorou – Disse Rose vindo me abraçar. Todos os jovens dessa igreja se dão bem, isso é muito bom né. Já pensou ter intriga dentro da igreja? Não rola.

- Podemos ensaiar já? – Perguntou o Emm.

- Já, seu apressadinho – Debochei. Começamos primeiro com a primeira parte do vídeo, e confesso que não eram fáceis de pegar. Os passos são um pouco complicados, e para mim que não tenho a coordenação motora perfeita... Melhor nem comentar.

- Pelo amor de Deus, vamos dar um tempo para beber água – Falou o Jasper com as mãos no joelho.

- Tudo bem, cinco minutos galera – Me joguei na cadeira e encostei a cabeça na parede para recuperar a respiração.

- Então, como vai seu relacionamento com o Edward? – Alice se jogou no meu colo.

- Não temos um relacionamento Alice – Falei ainda com os olhos fechados.

- É claro que tem, já até se beijaram.

- Menina, fala baixo. E se beijar não quer dizer que estamos namorando.

- Aos olhos de Deus sim.

- Ai Alice, não começa – Tentei me levantar, mas ela continuou no meu colo – Dá para sair?

- Tá legal, o que está acontecendo? Você está com um péssimo humor, não que isso seja novidade, mas hoje está passando dos limites.

- Não tem nada acontecendo, você é que é paranóica.

- Pronto, quando você fala isso, é porque tem sim. Anda, me diz. Eu sou sua melhor amiga ou não? – Balancei a cabeça afirmando, porem continuei calada. Ela ia apelar, mas foi interrompida pela Rose nos chamando para começarmos.

[...]

Trabalhos duro, mas conseguimos pegar bastante passos para o primeiro dia.

- Hei Bells, você pode me dar uma carona? – Lice veio correndo.

- Claro baby, entre – Dessa vez eu não liguei o som, preferi ir no mais perfeito silencio. Já estávamos perto de casa, Lice resolveu ligar o rádio. Começou a tocar a musica Nobody’s perfect da Jessie J. Eu amo essa música, ela é tão pura em relação a falar da situação que o ser humano é hoje. Todos querendo serem perfeitos. Eu e Lice começamos a cantar, as vezes nos olhávamos e riamos, mas eu logo voltava a ficar séria. A música acabou bem a tempo quando estacionei na frente da casa da Lice. Ela se curvou para pegar a bolsa no banco de trás, me deu um beijo e seguiu para abrir a porta.

- Eu estou com medo – Quebrei o silencio.

- O que disse? – Perguntou confusa.

- Eu estou medo Alice, eu acho que estou gostando desse crápula e não posso fazer nada. Eu estou com medo de me apaixonar por ele e ele ser a minha ruína, porque é isso que ele vai ser. Eu não sei mais o que fazer, eu tentei até não gostar e acho que até consegui. Quer dizer, até aquele maldito dia em que nos beijamos. Tudo mudou depois daquilo, quando nossos lábios se juntaram foi... foi como se uma barreira do mais forte concreto tivesse sido derrubada com toneladas de dinamites. Eu passei a querê-lo a cada dia que passava, penso nele todo o tempo em que minha mente fica vazia, eu sonho com ele a cada vez que fecho os meus olhos – Suspirei – Eu não o vejo desde aquele dia e já fazem dois dias Alice, dois dias e eu não estou suportando esse silêncio dele – A encarei e ela me olhou esperando o resto – Eu quero ligar para ele, mas eu não sei se é uma boa idéia, e se ele não atender? Ou pior, se ele não atender porque sente tédio em me atender? – Olhei suplicante para ela – Isso tudo é tão novo para mim Lice, esse sentimento, esse calor, o formigamento que sinto quando ele está perto e a falta de ar quando ele me toca. Tudo isso me assusta, mas eu acho que o que mais está me assustando é a hipótese de ficar sem o ver – Meus olhos estavam cheios de lágrimas a esse ponto. Senti um alivio tão grande por compartilhar isso com alguém, mas triste porque infelizmente não mudou muita coisa.

- Ah amiga – Me abraçou pulando em meu colo – Tudo bem, tudo bem. Pode chorar se quiser, é normal nos sentirmos assim. Eu não te julgo, mas você tem que fazer alguma coisa em relação á isso se não quiser ficar se lamentando pelos cantos se perguntando como seria se tivesse ao menos tentado.

- Eu já resolvi Lice, a muito tempo que vou dar uma chance a ele. Mas as vezes me bate um frio na barriga como se isso não fosse acabar bem, sabe.

- Vamos fazer o seguinte: você vai para casa, toma um banho, descansa e pensa bastante sobre o que você realmente quer. Pense como seria uma VOCÊ sem ele e uma VOCÊ com ele. A que você sentir mais medo, é o que você deve fazer. Temos um trato? – Levantou a mão direita. Sorri um pouco e bati em sua mão.

- Tudo bem – Limpei meu nariz e as lagrimas na costa das mãos – Temos um trato – Ela me deu um beijo e saio rumo a sua casa. Esperei ela entrar e dei partida. Vamos lá, eu tenho muito que pensar agora.



Notas finais do capítulo

Só fico calada, nem tinha reparado o quanto o cap tinha ficado pequeno kkkk. Me desculpe, a escola está me matando, mas o próximo vai ser maior ok. Amo estar postando para vocês e fico ansiosa para ver seus reviews. Obrigada pela atenção, beijos e até mais.



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