O Impossível Se Torna Possível escrita por Day Marques


Capítulo 8
Capítulo 8


Notas iniciais do capítulo

Oláa galera, estou tão radiante hoje. Quando entro na minha conta, vejo que tenho 4 RECOMENDAÇÕES, QUAAAAAAATRO. Não podia estar mais feliz. Eu agradeço muuuuuuuito a Gabriela Oliveira pelas palavras super lindas, nossa eu me senti uma rainha depois que li sua recomendação. Agradeço também ao Lucas (primeiro menino a ler minha fic kkk) suas palavras também foram maravilhosas. Eu não sei se já agradeci as outras que recomendaram, mas se não... MUITO OBRIGADA MENINAS, VOCÊS SÃO DEMAIS. Obrigada pelo carinho gente, é de gente como vocês que nós precisamos. Deus abençoe a todos. Eee, é graças a vocês que estou postando hoje. Beijos e Have Fun!!!




- Fala logo o que você quer e vai embora antes que minha mãe venha aqui ter outra conversinha comigo – Falei o empurrando. Ele começou a rir.

- Quer dizer que você gosta de mim? – Sorriu maroto.

- Se você estava escutando a conversa, o que é muito feio por sinal, deve relembrar que eu disse que não gostava de você – Cruzei os braços e o olhei.

- Eu posso te fazer pensar o contrario baby, só basta você deixar.

- Ah, como? Me beijando? Não sei, não posso negar que você até que é bonitinho, mas não sei, não.

- Sou até bonitinho? – Foi se aproximando – Você também, até que é bonitinha – Ri – Deixa eu te provar, por favor. Eu não agüento mais ficar longe dos seus lábios. E eu sei que você também quer – Ah, por que não? Deixei que ele me beijasse. Ele segurou meu rosto entre as mãos e sua mão foi descendo para minha nuca até que ele puxou um pouco o meu cabelo. Todo o meu corpo se arrepiou. Senti seus lábios no meu... O beijo dele era tão doce e demorado, e a sensação não poderia ser melhor. Sentir seus lábios molhados, seu hálito fresco, sua língua tinha gosto de cereja. Talvez tenha sido a sobremesa.

- Wow, seu beijo é incrível – Sussurrou com a testa ainda na minha. Me deu mais um selinho e se afastou.

- É... Eu sou boa nisso.

- Se eu me viciar, a culpa é totalmente sua – Sorriu. Ai meu Deus, eu acho que gosto dele.

- Ok, agora eu acho melhor você ir embora – Apontei pra janela e ele fechou a cara.

- Ah, deixa eu ficar só mais um pouco – Fez biquinho.

- Não, vai embora agora – Sai empurrando. Fui fechando a janela e ele me chamou.

- Vem cá – Me chamou com o indicador – Vai, eu não vou fazer nada demais – Me aproximei – Chega um pouquinho mais perto – Cheguei. Ele me surpreendeu com um selinho demorado e sorriu – Delicioso – E foi embora. Por que eu estava rindo? Ainda mais feito uma boba. Ai meu Deus, eu vou pro inferno. Tomei um banho, nem me preocupei em vestir uma roupa, cai na cama e tchau e benção.

[...]

- Bella, Bella abre aqui – O que a Alice está fazendo aqui uma hora dessas? É o que... Meio-dia.

- Vai embora – Gritei.

- Abre ou eu arrombo. E você sabe que eu faço.

- Ok, pode tentar. Da cama eu não saiu – Um caramba que ela vai me tirar daqui. Estou de férias baby, férias.

- Ah Bellinha, abre aqui, por favor – Choramingou. Nem respondi, deixa ela falando sozinha que passa. Escutei seus passos com raiva, ah, finalmente o silêncio.

[...]

Acordei já era 14h00min, agora sim eu estou descansada. Fiquei pensando no que aconteceu ontem à noite, ah Deus, por que ele não pode ser cristão? Seria tudo tão mais fácil. Ai, minha barriga está roncando, vamos ver o que a mamis preparou.

- Olha só quem resolveu dar o ar da graça – Falou a Alice emburrada

- Eu já disse que você perde pra mim, Alice. Mãe, o que temos para o almoço?

- Lasanha, suco ou refrigerante. Ah, eu fiz uma torta de chocolate e doce de leite.

- Eita velha, quer me matar é só dizer – Segui para a cozinha, me servi de tudo um pouco e voltei pro sofá.

- Alias, eu vi seu “amiguinho” saindo daqui pela sua janela – Foi o suficiente para eu me entalar. Comecei a tossir feito louca e a Alice correu pra me ajudar, bateu nas minhas costas, então eu pude respirar.

- O que você disse? – Meus olhos estão arregalados e cheios de lágrima.

- Eu vi o Edward indo embora – Sorriu – Mas não se preocupe, eu não conto para o seu pai. E eu gosto dele.

- Por que vocês ficam me apoiando a investir nele? Que tipo de cristãos são vocês – Me exaltei.

- Deixa de drama, bem que você não gosta do cara – Disse Lice. Me joguei no sofá entre elas.

- Digamos que eu goste dele, mas e se ele não quiser mudar por mim, mãe? Eu não vou mudar por ele e ai eu só vou sofrer. Eu não quero um coração partido, eu sei que isso dói e muito – Recostei no ombro da minha mãe e ela me abraçou.

- Eu tenho uma péssima noticia pra você, o amor é exatamente assim, é se entregar e sofrer. O amor não é fácil.

- Esse é o problema mãe, eu não quero isso pra mim.

- Amiga, não fica assim. Olha, pensa pelo lado bom, vai dar tudo certo – Alice me abraçou.

- Você pensa que foi fácil a minha vida com o seu pai? Não foi. Eu sofri muito até o seu pai aceitar se converter e viver bem comigo. Mas antes disso, eu passei por muito perrengue. Como você vê, eu não desisti – Sorriu docemente pra mim – Pensa um pouco, tenta e vê no que dá. Se você ver que está ficando sério e ele não tomou nenhuma iniciativa, cai fora.

- Ai mãe, ele me pediu uma chance para se aproximar de mim. Eu acho que vou deixar rolar. Ele... Bem, ele me beijou ontem. E eu gostei – Rimos – Ah, vem cá – Puxei as duas para mais perto e ficamos assim por um tempo



Notas finais do capítulo

Só eu achei o cap super pequeno? kkkkkkkk, vou dar uma de "dumal" com vocês. Eu estou amando os comentarios de vocês e isso me faz querer postar imediatamente, mas não é assim que a banda toca galera. Amo estar aqui, mas tenho que partir. Beijos e espero que tenham gostado



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