O Impossível Se Torna Possível escrita por Day Marques


Capítulo 7
Capítulo 7


Notas iniciais do capítulo

Heeere i am guys. Como vão gente? Estava com saudade de vocês, eu nem consigo acreditar na quantidade de leitores que tenho. Mas não querendo ser egoista, mas eu vou falar. Como não tenho tantos reviews? Gente, vocês que leem minha fic e tem as suas, sabem que uma autora é movida a criticas (aqui no caso, reviews) e que sem eles pensamos que estamos mal. Vamos lá gente, ajudem-me a seguir. Me deixem pelo menos um "ah, cala a boca" até isso já me deixaria super feliz kkkk. Eu sou boba e gosto disso mesmo. Vamos lá, espero vocês.

Have fun!!!




- Obrigado pela noite, pela companhia – Estávamos em frente a minha casa. Fiquei o encarando mais uma vez... – O que foi? – Riu sem graça.

- Nossa, você está sem graça? – Gargalhei – Não é nada, é só que você está diferente.

- De um jeito bom ou ruim?

- Bom, de um jeito bom. Ou você acha que estaria aqui se fosse ao contrario? – Rimos. Que sorriso lindo o seu... – Bom, de qualquer forma eu me diverti também. Obrigada, agora eu vou entrar. Te vejo amanha – Ele se aproximou.

- Posso? – Assenti. Me deu um beijo na bochecha, bem demorado por sinal, e sorriu quando eu me arrepiei. Qual o meu problema? Entrei sem o deixar falar qualquer coisa. Encostei-me na porta e suspirei.

- Huuum, a noite foi boa em – Pulei de susto quando ouvi a voz do Jasper.

- Ai Jasper, que susto – Fui pra cozinha com a mão no peito.

- A noite foi boa em, já está suspirando pelos cantos – Zombou.

- Jazz, não zoa. Hoje a noite foi muito estranha cara.

- Como assim? – Eu contei tudo o que aconteceu, tudo mesmo. Eu e o Jazz somos muito amigos além de irmãos, contamos tudo um pro outro.

- Wow, você acha que ele gosta de você?

- O que? Não né, claro que não. Quem em sua sã consciência se apaixona por uma pessoa que só viu uma vez na vida?

- Maninha, você já ouviu falar em amor a primeira vista?

- Sim, mas eu não acredito nisso – Falei me levantando e subindo as escadas – Boa noite maninho, durma com Deus – Cheguei perto da cama e ela me azarou tanto que nem tomei banho. Deitada mesmo comecei a tirar minha roupa e apaguei.

[...]

- Aqui está seu café, chefinha.

- Obrigada, Nicole. Animada para sua merecida férias?

- Você não imagina o quanto. Mal vejo a hora de poder dormir até não querer mais. Eu vou simplesmente hibernar – Rimos.

- Somos duas, então. Agora vamos logo para essa reunião, que eu não vejo a hora de sair daqui e descansar – Seguimos para a sala e começou a me dar uns friozinhos na barriga. Deve ser dor de barriga!

- Tudo bem, chefinha? Você parece um pouco desconfortável.

- Estou bem, é só nervosismo – Dei um sorriso nervoso

- Hum, sei – Riu. Ela abriu a porta para mim e lá estava ele, lindo como sempre. Senti meu coração acelerar. Droga, eu não posso estar gostando dele.

- Bom dia, senhoras e senhores. Essa é a nossa última reunião, o fechamento do contrato. Ou não. Senhor Cullen, o que o senhor me diz?

- Bom, bom dia senhorita Swan. Eu pensei bem sobre sua quantia e... – Ele coçou a barba rala – Tudo fechado, eu aceito cada linha que tem nesse contrato – Não. Eu não acredito que ele aceitou. Demorei um pouco para processar tudo. Wow, que Deus o abençoe. Me recompus e respondi formalmente.

- Ótimo, muito obrigada senhor Cullen. Ótima escolha - Apertei sua mão e a sensação foi incrível. Me afastei sem jeito e ele ficou me encarando. Será que ele sentiu também?

- Agradeço pela força, determinação e doação de tempo de cada um que está aqui. Sem vocês, não seria a mesma coisa e não teríamos conseguido. Muito obrigada, e vejo vocês daqui a três meses – Apertei a mão de cada um e sai. Fui para minha sala recolher minhas coisa e meu Deus, finalmente férias.

- Com licença, estou entrando – E lá estava ele mais uma vez.

- Não é porque eu sai com você uma vez que tem o direito de entrar assim na minha sala – Prendi o riso quando vi sua cara de sem graça.

- Desculpe, eu não... – Não agüentei, ri feito uma louca.

- Você anda muito certinho ultimamente senhor Cullen – Ri – Pode entrar, eu já estou de saída mesmo.

- Nossa, obrigado. Eu acho – Coçou a cabeça – Mas então, podemos sair hoje?

- Desculpe, hoje não dá. Estou muito cansada e com uma tremenda dor de cabeça.

- Eu posso lhe fazer companhia – Ai, ele nem é malicioso né.

- Ah claro, pode aparecer – Falei com deboche – Agora eu preciso mesmo ir. Até mais, Edward.

- Ok então, até mais – Me despedi da Nicole e sai. Menina, é como se uma mina tivesse saído das minhas costas, até o ar está mais respirável. Caminhei até em casa sem presa alguma, e quando cheguei não tinha ninguém em casa. Pedi uma pizza e fui tomar um banho enquanto ela não chegava. Coloquei um short moletom, uma blusa de manga comprida fininha e desci. Deixei a televisão ligada, estava passando sessão filmes de terror. Amo. A campanhia tocou, peguei o dinheiro e paguei. Ah, uma pizza só para mim. Comi enquanto podia, porque o sono foi logo batendo.

[...]

- Filha, o jantar está pronto – Pulei e cai de cara no chão ao ouvir a voz do meu pai. Espera ai, como eu vim parar no meu quarto? Eu em. Cambaleei sonolenta pelas escadas com os cabelos lá em cima e segui com o olhos serrados pra mesa. Dei um belo de um bocejo e fitei meu prato.

- Nossa mana, que bafo. Não custa nada escovar os dentes antes de descer, né – Brincou o Jasper.

- Você é tão engraçadinho – Falei com a voz quase sumindo – Que sono, mas eu estou faminta. Vou comer e depois volto a dormir.

- Filha, não vai falar com seu amigo? – Arregalei os olhos. Que amigo? Tirei a mão dos olhos e me virei lentamente para o lado direito. Pá, lá esta o Edward sentado e me encarava com uma cara de divertimento.

- Boa noite, Bella – Acenou rindo.

- Mas... O que? O que você está fazendo aqui? – Gaguejei.

- Perguntei se eu podia te fazer companhia hoje,e você disse que sim.

- Cara, você não percebe quando uma pessoa está sendo irônica? Eu não te chamei aqui.

- Isabella, olha os modos. Desculpe Edward, ela sempre acorda com mal-humor.

- Estou acostumado, tudo bem.

- Como assim “acostumado”? Vocês já se vêem desde quando? – Perguntou meu pai me encarando. Isso é perfeito. Eu só espero que o meu pai nem sonhe o que ela acha sobre nossa religião.

- Não... – Fui interrompida.

- Senhor Swan, nós estávamos trabalhando juntos em um contrato. Eu sou o dono da New York Times – Se antecipou.

- Hum, sério? – Pronto, ganhou o meu pai – Eu adoro esse jornal. É a minha melhor fonte de informação – Riram. Meu Deus, ele é um feiticeiro e está enfeitiçando toda a minha família e amigos. Ninguém percebe o que ele é?

- Hei Edward, de que igreja você é? – Cuspi todo o suco que tinha na boca. Todos me olharam, mas o meu pai prosseguiu.

- É, qual igreja você freqüenta? Eu nunca te vi na nossa – Agora lascou tudo, eu vou morrer. Lancei um olhar mortal para o Jasper e o danado só fez rir.

- Não faço, eu não vou para a igreja – Falou como se fosse a coisa mais normal do mundo. Hello, só eu estou com medo aqui?

- Mesmo? E por que?

- Pai, o que é isso agora, um interrogatório?  - Sorri nervosa – Mãe vamos comer logo.

- Desculpe senhor Swan, mas eu não acredito em Deus – Pronto Deus, o Senhor pode acabar comigo agora.

- Isso é bem interessante, você...

- Amor, já chega, certo. Vamos comer – Obrigada mãe, eu te amo. Graças aos céus comemos no mais absoluto silêncio e fiquei dando umas olhadas rápidas no Edward e ele sorria pra mim quando me pegava o olhando.

- Espero que ainda tenha um espacinho na barriga de vocês para a sobremesa – Minha mãe correu até a cozinha e voltou com uma bandeija cheia de tacinhas e acho que meus olhos brilharam quando vi o chocolate.

- Acho que a Bella está de regime, certo?

- Me dá, me dá, me dá logo mãe – Fiquei pulando na cadeira feito uma criança.

- E depois ela reclama quando eu pergunto quantos anos ela tem – Cochichou o Jasper para o Edward. Ele riu.

- Vocês dois, calem a boca e me deixem em paz. O que é que é em? Vão virar amiguinhos agora? Quer saber, me dá aqui o meu que eu vou pro meu quarto – Levantei derrubando a cadeira e corri pro meu quarto. Escutei a risada de todo mundo, ai que horror, que cara mais folgado meu. Fiquei lá andando de um lado para o outro, hora eu ia à porta e tentava escutar alguma coisa. Silêncio absoluto.

- Hei – Olhei pra janela e dei o maior grito da minha vida – Abre aqui pra mim.

- O que você está fazendo ai? Como conseguiu subir? – Fui caminhando lentamente até o Edward.

- Eu fui embora agora pouco, mas eu não queria ir sem me despedir de você – Abri a janela e segurei em seu braço, mas quando eu fui puxar a porta abriu e eu empurrei o Edward com tudo.

- Bella, tudo bem? – Vi a cabeça do Charlie – Escutamos um grito.

- Hãn, não pai. Está tudo bem, foi só uma aranha no meu ombro – Bati no meu ombro – Mas ela já saiu, argh – Fiz cara de nojo.

- Sei... Hãn, filha posso falar com você um minuto?

- É que... – Olhei para a janela e pigarreei – Ta, claro – Sentei o mais longe possível da janela e bati com a mão do meu lado.

- Esse... Esse seu amigo, você sente algo por ele?

- Que? Pumf, claro que não pai – Por que eu tenho que ficar bufando ou sei lá o que toda vez que fico nervosa?

- É, a coisa é séria. Filha, veja só, você tem que tomar cuidado. Eu sei que eu não deveria estar lhe incentivando a ficar com um cara como ele, mas ele apesar de tudo me parece ser um bom rapaz.

- É... – Tentei falar, mas ele prosseguiu.

- Se é isso que você quer, eu apoio. Eu não era evangélico até namorar a sua mãe. Ela que me levou pro bom caminho. Quem sabe você não faz o mesmo por ele – Passou a mão na minha face.

- É que...

- Eu sei, eu entendo que você esteja com medo. Se apaixonar não é nada fácil, mas temos que tentar. Isso pra sua sorte pode ser só um amor passageiro...

- Pai – Quase gritei – Eu não amo ele, eu mal o conheço. E...

- O primeiro sinal do amor – O olhei com cara de interrogação – A negação filha, sempre negamos quando gostamos de uma pessoa.

- Ah, está bom. A conversa está encerrada, eu quero dormir – Sai o empurrando, fechei a porta e tranquei.

- Também te amo – Gritou ele descendo as escadas. Ah meu Deus, o Edward.

- Edward, Edward cadê você? – Olhei para baixo e ele estava agarrado perto da escada de flores – Me dá a sua mão, logo – Estendi a mão e tentei puxá-lo – Anda, ajuda que você é muito pesado – Ele fez força e o puxei fazendo com que ele caísse com tudo por cima de mim.

- Ai minha costela – Ele disse e me deu uma crise de riso – Qual a graça?

- Você cai por cima de mim e as suas costelas que doem? – Falei entre risadas – Você é mesmo um fraco – E já estavam os dois rindo feito bobos. Ele levantou e me estendeu a mão e aceitei de bom agrado. Péssima ideia, perto demais, perto demais!!! 



Notas finais do capítulo

Uuuuuuuh, esse capítulo ficou grande em? Espero que tenham gostado amores, beijão e espero vocês para me fazerem feliz.



Hey! Que tal deixar um comentário na história?
Por não receberem novos comentários em suas histórias, muitos autores desanimam e param de postar. Não deixe a história "O Impossível Se Torna Possível" morrer!
Para comentar e incentivar o autor, cadastre-se ou entre em sua conta.