O Impossível Se Torna Possível escrita por Day Marques


Capítulo 2
Capítulo 2


Notas iniciais do capítulo

Booooom dia gente, estou tão feliz com os reviews que estou recebendo. Ainda são poucos, mas já me fizeram muito feliz, obrigada mesmo. Aqui va imais um capítulo. Essa história vai ser tão louca e moderna que se vocês não focarem, não vão nem se lembrar que é uma fic meio cristã kk. Beijão




Tudo estava ocorrendo muito bem, andávamos pelas ruas movimentadas de Manhattan. Ai você me pergunta como é possível, bem, nem eu sei minha cara. Os carros passavam por nós, uns buzinavam e davam tchau e outros buzinavam e... bem, você sabe o quê. Nossa parada vai ser no Central Park, onde vamos fazer as duas peças. Que Deus me ajude. O Park estava lotado, isso era bom, vai ser um dia incrível. O carro parou e começamos a nos acomodar. Os jovens se reuniram perto do carro e cada um pegou sua roupa. A Rosalie, a líder dos jovens, nos ajudou com a maquiagem e todo o resto.

- Eu gostaria da atenção de vocês pessoal do Park. Nós da igreja presbiteriana de Manhattan estamos hoje, pregando o evangelho pelas ruas e demos uma parada aqui, onde está bem movimentado, e vamos fazer duas peças retratando a vida de muitas pessoas por ai. Espero que possam nos dar alguns minutos dos seus tempos. Obrigado – Ouvir a voz do Jasper me deu um tremendo frio na barriga. Respirei fundo e segui para o centro onde aconteceria a peça. Eu faria o papel “principal”. A peça fala sobre uma dona de casa que tinha grandes problemas na família: a filha tinha problemas com drogas e o marido era alcoólatra. Ao terminarmos, todos aplaudiram e eu fiquei com tanto orgulho de mim. Abraçamos-nos e fizemos uma pequena oração. Obrigado meu Deus, por ter nos ajudado – Pensei. O dia se passou rápido – Graças a Deus – Eu já estava um caos e sem falar que teríamos que voltar para a igreja ainda caminhando.

- Nossa, tinha uns gatinhos super hots no Park. Eles não paravam de secar a gente – Falou a Lice toda animada.

- Poxa, você nem me fala neh. Ai, faz tanto tempo que eu não fico com um carinha.

- Ah, nem me fale. Somos crentes, mas não somos santas. Todo mundo fala que ficar é errado, mas gente, eu não acho. Eu só acho que seria se fizéssemos sexo, e não fazemos. Beijar é super normal dia de hoje.

- Eu concordo. Os evangélicos dizem que temos que ficar com um cara, já pensando se ele pode ser seu namorado, noivo e então marido. Credo, eu ainda não estou preparada para entrar em um relacionamento. Isso não deveria partir de uma pessoa como nós, mas é a realidade – Rimos.

- A gente tem que sair mais – Falou o Jasper se metendo na conversa.

- Eu super concordo – Se chegou o Emmett, meu irmão.

- Podemos marcar de sair para o Luna Park, Coney Island – Falei.

- Essa é uma ótima idéia – Todos se animaram.

- Marcado então. Vamos fazer isso no próximo sábado galera, passaremos o dia todo lá. Descolaremos parceiros e parceiras lá – Lice nem se empolga neh. Entramos em uma rua bem mais movimentada e subimos na calçada. Fiquei andando pelo meio fio enquanto o sinal estava fechado.

- Bella, temos que escolher as nossas roupas. Tem que ser perfeito – Lice saltitava enquanto falava.

- Menina, você esqueceu de tomar seus remédios hoje ou comeu muito doce? – Rimos da cara de tacho que ela fez.

- Ah, cala a boca – Me empurrou de leve, mas foi o suficiente para eu me desequilibrar e cair um pouco na pista. Foi tudo tão rápido, eu escutei uma buzina que irritou até o quinto dos inferno e na mesma hora me joguei pra cima da calçada de novo. O carro freou como um louco e o vidro baixou. Não olhei para o motorista até escutar sua voz, e que voz meu Deus.

- Ficou maluca? – Berrou perto de mim. Levantei a cabeça e minha boca se abriu sem sair uma palavra. Minha nossa, que homem lindo é esse Senhor?

- Me desculpe, a culpa foi minha – Disse a Lice se aproximando.

- Vocês fazem toda essa bagunça no meio da rua e ainda tentam se matar, é isso? – Apesar de me parecer bem irritado, ele não parava de me encarar. Comecei a ficar com medo, o que tinha de lindo tinha de estranho.

- Não precisa ser tão mal-educado. Ela já pediu desculpa – Me recuperei do choque. Ele me olhou e depois deu um meio sorriso.

- Ah claro, a mudinha fala enfim. Se você tivesse morrido, eu seria preso – Sua boca quase não se movia por ele estar com a mandíbula rígida.

- Ah meu Deus, filha você está bem? – Ah que ótimo, só era o que me faltava.

- Eu estou bem, mãe. Não foi nada – Lhe tranquilizei.

- Vimos uma multidão e corremos para ver o que tinha acontecido – Disse meu pai. O que? Multidão? Virei e pude ver uma tremenda multidão nos observando, e olhe que é difícil o povo de NY parar para ver alguma coisa viu. Eu mereço.

- Hei, vocês já podem ir embora. Não aconteceu nada aqui, seus bando de curiosos – Gritou Jasper.

- Ok, vamos embora – Sai puxando minha mãe – Estou morta de cansaço.

- Hei moça, mas cuidado da próxima vez – Zombou o homem do carro.

- Rárá – Olhei pra minha mãe.

- Não, nada de mostrar o dedo filha – Disse rindo. Murchei a cara.

- Nossa Bella, ele é um gato – Lice chegou ofegante tão repente que me assustei – E ele perguntou o seu nome.

- Nãaaao, e você disse?

- Claro que sim, ele é super lindo. Você não pode dispensar, certo? – Minha mãe riu.

- Ele é um mala, isso sim. E mãe, para de rir – Quando se junta essa senhora minha mãe e a Lice, nunca fico em paz.

- Ah filha, a Li está certa. E qual a probabilidade de vocês se encontrarem de novo? – É, ela tem razão. NY é enorme, não existe nem chances de nos encontramos outra vez.



Notas finais do capítulo

E ai galera? O capítulo está pequeno, eu sei, mas eu acho que está bem legal. Já deu pra ver como a fic é meio louquinha né? Espero que estejam gostando. Beijão e vejo vocês em breve!!!



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