Pedaço De Pano escrita por EscritorB


Capítulo 6
Uma amiga chamada Paula


Notas iniciais do capítulo

Espero que gostem desse capítulo que fala um pouco da personagem Paula!



Quando o sinal tocou Paula me levou até nossa sala e disse que teríamos aula de História, que sinceramente não estava interessada, mas fiz que estiva alegre com a sua boa vontade de me ajudar no primeiro dia de aula. Quando coloquei meu material sobre a minha carteira ela já estava sentada e preparada a muito tempo e logo percebi sua ansiedade.

         -Está tudo bem? – perguntei

         -Está tudo ótimo! – ela exclamou- Só estou curiosa para saber sobre a nossa aula com o professor de História... Dizem que é o melhor professor da escola!

        -Ah bem- respondi, pensando em como uma pessoa pode estar tão empolgada com uma simples aula.

         O terceiro sinal tocou e professor entrou em nossa sala, observei sua maleta cheia de folhas e logo percebi que era desajeitado quando ele deixou algumas delas caíram. Como ninguém deu muita atenção a situação e fui até ele ajudando a pegar as folhas quando me deparei com um anel em forma de uma cobra, me assustei e me afastei voltando para a carteira. Então quando conseguiu colocar sua coisas sobre a mesa falou:

        -Boa Tarde!

        -Boa Tarde!- retornou um coral de vozes.

       -Bem, hoje vamos nos apresentar e depois ensinarei a matéria- ele disse

        Nisso se passou duas aulas de História só de pessoas rindo, brincando e se apresentando, logo depois tivemos uma aula de Ciências que se baseou na anterior e então logo para minha felicidade o sinal do intervalo tocou e umas grandes quantidades de pessoas saíram das salas pelo gigante corredor, mas Paula eu demoramos à ir até o pátio, primeiro peguei uma maçã que peguei na cozinha as presas antes de vir para o colégio, e a comi rapidamente enquanto Paula comia um sanduiche não durou muito e minha curiosidade me fez falar para ela:

       -Você viu o anel do professor de história?- perguntei

       -Não- ela respondeu

      -Sério!?- disse em um tom mais alto

     -Sério- ela retrucou e percebi que ela se encolheu, e então acabamos ficando quietas pelo resto do intervalo. Quando o sinal tocou para voltarmos para a sala segui Paula silenciosamente e entrei na sala.

            Em nada de diferente as duas próximas aulas foram das últimas três, mas fiquei feliz por não termos de fazer nada já que ainda estava preocupada com Lucia...

            Quando a aula acabou já tinha aprendido o caminho de sair da escola e fui andando sozinha dos corredores de madeira até o lado de fora. Quando já tinha andado meia parte da praça que fica na frente da escola, escute uns ruídos de uma pessoa exausta, quanto virei para trás Paula estava recuperando o fôlego e com uma aparência de como tivesse corrido um quilômetro em poucos minutos. Eu me assustei e perguntei o que havia de errado observando de fundo a frente da escola com a frente pintada de um amarelo desbotado, fitando uma das janelas que estava com a luz acesa.

           -Nada... Está tudo bem -ela disse- Vim perguntar se você não queria ir em minha casa.

           -Hum... - pensei lembrando-me de vovó sozinha em casa, mas ao mesmo tempo Paula tinha corrido só para me convidar para ir em sua casa, afinal, era só eu ser breve na visita.- Claro!

           Andamos algumas ruas em direção Leste do colégio logo estávamos na casa dela, com a frente pintada de cor-de-rosa e por dentro uma cor nada comum nas casas: branco.

           Entramos na casa e fiquei esperando na sala, enquanto Paula conversava com a mãe na cozinha, depois de poucos minutos ela voltou e me convidou para ver seu quarto e então subimos até lá. Era rosa bebê com armários de madeira, uma cama e uma mesinha ao lado desta, além de me mostrar alguns livros e alguns brinquedos antigos. Conversamos bastante sobre nós- ela até me contou que seu pai é médico e está viajando durante uma convenção, e que sua mãe é advogada, mas está de férias por um breve período- estava alegre até me distrair se não fosse um barulho de um relógio sobre a cama avisando que já eram sete horas da noite. Dei um pulo de espanto e sai correndo até a porta onde ela me gritou:

         -Aonde vai?

         -Preciso ir para casa, cuidar de minha avó- respondi

        -Mas não vai nem jantar conosco?- ela perguntou

        Fim um sinal que não e sai em disparada a porta da frente da casa quando estava na frente do belo jardim ela me gritou:

        -Então até mais amiga!

         -Até amiga!- retruquei

   Nos próximos três dias Paula não apareceu na escola...





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