About Sirius Black escrita por Ster


Capítulo 31
Durante - 6º


Notas iniciais do capítulo

Inhaaaaaaaaaaaai!Tudo bem com vocês? Mais um capítulo para vocês lerem, espero que gostem e principalmente nesse capítulo eu adoraria que os leitores que se comunicam comigo por telepatia aparecessem, dessem sua humilde opinião que eu quero MUITO ler e responder, não sejam timidoooooooooooooos, eu sou só amor e alegria!!!!!!!!!Vamos lá então.



MISCHIEF MANAGED

DEZEMBRO

CASA DOS BLACK





É natal!

Foi uma confusão na organização uma vez que tia Druella já não estava lá para fazer isso, mas até que ficou tudo bem bonito. Bellatrix não estava lá pois teria que ficar trancafiada na Mansão dos Malfoy pois o Ministério ainda estava no seu pé. Eu também fiquei sabendo que meu pai estava sendo praticamente escoltado para todo canto que fosse, para que ele não tivesse contato com Bella. Muitas coisas aconteceram enquanto eu estive fora. Primeiro que a tia Corta-Cabeça estava entre nós naquele Natal, e eu odiava aquela maluca.

Tia Elladora sempre tinha mais de cinco elfos domésticos correndo pra lá e pra cá por sua casa, e quando eles começavam a ficar velhos demais, ela cortava a cabeça deles e colocava na sala, parecia um cemitério bizarro o monte de cabeças feiosas entre tanto rosa. A outra maluca da tia Araminta também estava lá, a que tentou aprovar uma lei de caça aos trouxas. Todos eles estavam para tentar preencher o vazio que tia Druella deixou.

Mas não estava funcionando nem um pouco.

– Esse peru está horrendo. Ugh, que nojo. – lamentou-se tia Corta-Cabeça. – Sinceramente, Walburga, devia ter me deixado trazer Yane, ela cozinha um peru incrível.

– Se passasse do ponto você deixaria eu cortar a cabeça dela? – debochei de boca cheia. Mas tia Ella me adorava, então não conseguiu notar o deboche em minha voz.

– Claro que sim, meu amorzinho. Onde está minha sobrinha favorita? Onde está Bella?

– Falando em Bellatrix, o Ministério está gastando todo o pergaminho do mundo para fazer panfletos com o rosto de minha querida. Pois eu coloquei fogo em metade. – riu tia Ara, com seus dentes de ouro. Que familiazinha do inferno eu fui cair.

– Bella está viajando. – disse tio Cygnus. – Ela está muito deprimida pelas acusações.

– Ah, Malfoy também recebeu acusações, não foi, Lucius? – comecei, terminando meu uísque de fogo. Narcisa olhou-me com raiva. – Saiu no Profeta Diário que você tortura trouxas no porão. Tsk, tsk, Ciça, querida, você pelo menos oferece um chá a eles depois né?

– Sirius! – estrilou mamãe, muito ofendida. – Mas até parece que Narcisa iria oferecer chá para trouxas, que insulto!

– NOSSA, MEU MERLIN DO CÉU, É MESMO! – debochei, largando os talheres. – Nunca faça isso Narcisa, e também não os deixe pisar no seu chão, pode contaminar seus sapatos.

– Fiquei sabendo que um membro da Ordem da Fênix foi encontrado em pedacinhos na porta do Ministério. – riu papai, quase engasgando-se. – Eu fui um dos que achou o saco, eu quase molhei as calças de tanto rir.

– Ordem da Fênix? – perguntei. Que é isso? Meus parentes me ignoraram totalmente, e continuaram falando mal de alguns aurores como Alastor Moody, Kingsley e outros, mas quando chegou em John McKinnon, eu já estava bêbado o suficiente para sorrir para Régulo e apertar seu ombro.

– Ah irmãozinho, já contou a nossa grandiosa e querida família sobre seu namoro? – ele olhou-me mortificado. – Vai, conta!

– Namoro? Está namorando, filho? – sorriu mamãe.

– Ah está, né, maninho? Ela é uma lindíssima loura de olhos verdes, Régulo é muito sortudo.

– Qual é o sobrenome dela? – perguntou Narcisa, animada. Régulo fitou seu prato por longos segundos até respirar fundo e dizer:

– Ele está mentindo. – olhei-o, chocado.

– EU? Por que eu inventaria uma coisa dessas? Fala logo! – olhei para papai. – Ele está namorando a filha do McKinnon.

A mesa voou para trás.

– Ela tem sangue puro. – grifou Régulo.

– O pai dessa infeliz quer destruir nossa família, Régulo Black, como tem coragem? – gritou mamãe, atordoada. Segurei o riso enquanto Régulo brincava com sua cereja.

– Mãe...

– Vai se livrar dessa garota asquerosa! Vai sim, o pai dela é um amante de trouxas!

– Mas ela não é! E é sangue-puro! Melhor que isso, puríssimo, podem conferir na árvore! – tentou Régulo, tentando controlar a voz. Papai balançou a cabeça negativamente e olhou-me com raiva.

– Foi você, não é moleque? – olhei-o, assustado.

– Eu o que?

– Você que empurrou essa porca pra cima do seu irmão!

– Ah, e ele está namorando uma nascida trouxa. – gritou Régulo. Fechei os olhos com força, preparando-me para o pior.

– AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH – berrou mamãe por longos segundos. A mesa virou uma confusão tremenda, tia Corta-Cabeça pareceu tão decepcionada que pegou todo o peru e colocou no prato enquanto uma faladeira interminável começava, todos com olhares envergonhados e acusadores, de nojo, desprezo, como se eu tivesse pegado uma doença muito contagiosa. – QUE DESGRAÇAAAAAA, ESPERO QUE ESTEJA FELIZ DRUELLA, ESPERO QUE ESTEJA FELIZ!

– Não envolva minha mãe nisso! – gritou Narcisa.

– Sua mãe deve estar rindo da minha cara porque eu tive dois trastes, um sonso e o outro traidor!

– Sirius Orion Black, como você pode fazer algo assim com seu nome! – gritou tia Ara. – Luto pelos seus direitos no Ministério e você nos trai?

– Eu... – Eu não pude responder pois uma Patrono absurdamente grande invadiu a mesa derrubando tudo, era uma águia, o patrono de Bellatrix.

A Ordem da Fênix está atacando. A Ordem da Fênix está atacando. A Ordem... – a voz de Bella soou por toda sala.

– Por que nós nunca temos um natal normal? – perguntei, abismado. Meus familiares se levantaram, preparando-se para caso alguém dessa tal de Ordem chegasse. Também saquei minha varinha, mas mamãe empurrou-me longe em direção das escadas. Tentei me soltar de seu aperto, mas eu preferi não insistir muito diante do olhar maligno que ela estava me dando. Ela abriu a porta do meu quarto e entramos, com ela fechando em seguida.

– Fala sério, mãe, já passei da idade né. – quando virei-me para sorrir, ela apontava a varinha bem na minha cara. – Mãe?

– Você não vai destruir essa família. – sua voz era fria como gelo.

– Hã? Olhe ao seu redor, Walburga, sua sobrinha é uma assassina, o marido da sua outra sobrinha também é um assassino! Essa família é doida! – um lampejo branco passou pela minha orelha. O Black são conhecidos por sua precisão e perfeita pontaria, ela errou de propósito. Daquela vez. Olhei-a, não a reconhecendo. – Vai me matar? Anda... Não perca essa chance.

Crucio! – um lampejo de dor atingiu-me por um segundo, pois minha suposta mãe retirou o feitiço, dando um passo para trás, assustada com sua brutalidade. A dor foi tão grande que eu já tinha o rosto molhado e nem percebi. Ofeguei, assustado.

– Não acredito... Seu próprio filho. – balancei a cabeça negativamente. – Sua mãezinha fazia isso com você, é?

– CALADO! – urrou Walburga Black. – Cale essa sua boca imunda para falar de minha mãe!

– Ah pelo amor de Deus, me poupe! CHEGA! – corri pelo quarto, abri o guarda roupa e arranquei todas as roupas do cabide, feito um maluco, por mais que eu não fosse pegar todas aquelas roupas, eu joguei todas no chão.

– O que está fazendo? – gritou ela. Mas eu peguei uma mochila e soquei todas as minhas camisas e calças lá dentro. E quanto lotou, peguei outra e fiz o mesmo. – SIRIUS BLACK!

– Chega, eu cansei dessa sua cara feia, da cara de todos dessa casa. Quer saber de algo legal, mãezinha? EU ODEIO TODOS VOCÊS! – Aquela era a chance. Minha moto estava muito bem escondida, eu tinha dinheiro, tinha roupas e um lugar, chega daqueles malucos. Chega de ter que lutar por uma causa sem fundamentos, lutar por uma família que nunca lutaria por mim, a gota d’agua foi essa, CHEGA! A sujeira está impregnada nessa casa e não levaria muito tempo para grudar permanentemente em mim e eu queria estar bem longe dali quando isso acontecesse. Minha cabeça latejava e meu coração ainda estava nas alturas depois do carinho de minha mãe, mas eu não queria saber.

Coloquei as duas mochilas pesadas nas costas depois de vestir a jaqueta de couro e calçar meu coturno. Walburga saiu correndo do quarto, gritando como louca pela casa.

– ORION! ORION, EU ESTOU AMALDIÇOADA! O QUE EU FIZ PARA MERECER ESSA DESGRAÇA QUE IMPREGNA EM MIM? QUE INFEEEEEEEEEEEEERNO! – ignorei seus urros e olhei pela última vez para meu quarto. Não havia tempo para arrependimentos, Sirius. Olhei minha foto com os Marotos grudada na parede e me arrependi de ter feito aquilo, eu podia levar a foto, agora não posso mais. Foda-se, que fique ali para que eles se lembrassem da minha traição. Estou farto de abrigar criminosos, ter que ficar mostrando os braços pra qualquer autoridade só por ser um Black, estou cansado dessa corja! Desci as escadas decidido e entrei na sala da Árvore Genealógica onde minha família aguardava.

– Eu sempre disse que ele ia nos trair. – disse Narcisa, rancorosa.

– Cala boca sua marionete de nariz empinado! – ordenei, olhando-a com descaso. – Bem, vocês devem estar bem feliz por eu estar partindo. O dia finalmente chegou.

– Sirius, não seja tolo, deixe essas mochilas no chão agora mesmo. – mandou tio Cygnus, levantando-se. Minha mãe colocou a mão no peito como se eu estivesse a torturando.

– Não! Não mais, chega dessa casa, estou cansado de vocês! São todos doidos, não percebem isso? Essa mania do inferno de sangue-puro, chega dessa palhaçada!

– SIRIUS BLACK! – berrou Walburga. – CHEGA! PARE DE DIZER ABSURDOS!

– Garoto insolente, mal agradecido! – gritou papai. – Eu ORDENO que largue essas mochilas agora mesmo, garoto!

– Ai que piada, nem fodendo! Eu vou é vazar, ir pra bem longe dessa família cheia de doidos! – gritei, apontando para minha mãe. Régulo levantou-se.

– Sirius, por favor, pare com isso, irmão.

– E você, você mesmo seu franguinha, olhe ao seu redor, Régulo, tudo contaminado. E você está nesse meio... Vem comigo. Eu e você, os irmãos Black, sempre juntos. Vamos nos libertar dessa prisão. – Narcisa caiu em cima de Lucius, quase desmaiada. Mamãe apontou a varinha para mim e empurrou Régulo para trás.

– NÃO! Já basta você de vergonha, não vai levar esse tapado junto!

– Olhe como ela fala com você, Régulo! – gritei, meu irmão pareceu indeciso, olhando freneticamente para mim e mamãe.

– BASTA! – berrou papai. – Se você sair por aquela porta, você não é mais meu filho.

Pela primeira vez, eu reconsiderei. Se eu pisasse fora daquela casa, eu seria um traidor. Um desconhecido. Um homem sem sobrenome. Valeria a pena? A resposta estava ali, bem na minha frente.

– Suas ameaças já não me atingem. – retruquei, cruzando os braços. – Sejam felizes.

– AHHHHHHHHHHHHHHHH – Berrou Walburga e eu virei-me para ela, retrucando seu berro, nós dois ficamos cerca de dez segundos olhando um para o outro e gritando absurdamente alto. – VOCÊ ENLOUQUECEU, SUA PRAGA!

– AH É? VOCÊ ACHA, MAMÃE? BEM, PELO MENOS JÁ VIMOS ALGO QUE EU PUXEI DE VOCÊ, NÃO É? – Outro lampejo branco passou raspando por mim. Olhei ao meu redor, assustado por ainda estar vivo. Gargalhei bem alto para minha mãe, que segurava a varinha com a mão tremendo violentamente. – Ouvi dizer que os Black são loucos.

– Como ousa... – começou tia Ella.

– Blábláblá, o traidor SOBREVIVE, mas o nome MORRE, SEMPRE SUJO! – berrei, debochando de nosso brasão, e então, minha gargalhando transformou-se em um berro quando outro lampejo branco quase atingiu o topo de minha cabeça. Mas Walburga Black não tinha errado, ela fora certeira onde queria atingir.

Ao lado de Régulo Black, o nome Sirius Black tinha sido queimado.

Meu coração simplesmente parou ao me ver excluído oficialmente daquele meio. Agora era oficial e não tinha mais volta.

Eu fui tirado da árvore genealógica dos Black.

Olhei-os, chocado. Por mais que eu nunca tenha realmente me sentido parte da família, agora eu me sentia um estranho, um intruso no ninho. Walburga Black abaixou sua varinha.

– Esqueça seu sobrenome. – disse ela friamente.

Não olhei para trás ao correr em direção da saída, eu podia ouvir os passos apressados da família Black atrás de mim, eu desci rapidamente as escadas do Largo Grimmauld e desci as escadas do porão, subindo com esforço com minha moto.

– Não... Não acredito nisso! – gaguejou Cygnus. – NA NOSSA CASA! SEU FILHO ESCONDEU ESSA COISA IMUNDA NA NOSSA CASA, ORION!

Montei em cima da moto e antes de colocar o capacete, sorri para eles uma última vez.

– Ah, antes de ir embora para sempre, tenho algo a dizer: FODAM-SE TODOS VOCÊS! – e coloquei o capacete, girando a chave na ignição e acelerando ainda com o pé no freio, para deixar fumaça para eles engolirem. Assim que dei partida, minha moto era silenciosa perto do berro extremamente alto que preencheu a noite, deixando-me uma última lembrança da Mui Antiga e Nobre Casa dos Black:

– SIRIUUUUUUUUUUUUUUUS BLAAAAAAAAAAAAAAAAAACK!




GODRIC’S HOLLOW




Fiquei cerca de meia hora fitando a casa de James, naquele bosque luminoso em uma estrada de pedras, uma casa vitoriana e grandiosa. Eu tinha receio, medo, agitação. Eu estava tão infinitamente feliz por ter me libertado que nem pensei direito na possibilidade dos Potter não poderem me aceitar na casa deles. Eu poderia me virar, inventar engenhocas, fabricar mais copicolas e vende-los, poderia escravizar os primeiranistas, eram tantas opções!

James e eu poderíamos ser irmãos, poderíamos viver como irmãos de verdade agora que eu estava livre. Quem sabe Dorea e Charlus não me abrigassem como um filho também? Talvez eu pudesse ser feliz... Se James não me quisesse na casa dele, eu poderia ir na de Remo, eu tenho certeza que ele não me rejeitaria.

Respirei fundo e desci da moto, indo em direção da porta e batendo três vezes. Droga, eles devem estar dormindo, que constrangedor... Provavelmente não seria James a abrir a porta, então eu seria obrigado a pedir para ficar para Charlus, eu vou embora!

– Quem é? – a voz desconfiada a senhora Potter me tranquilizou.

– Sirius.

– Identifique-se!

– Hm... Sirius Orion Black, quinze anos, na verdade quase dezesseis, melhor amigo de James Potter, apelidado de Almofadinhas e de Estrelinha pela Senhora Dorea Potter. – Ela abriu a porta, sorridente, mesmo com os olhos cansados.

– Minha Estrelinha, perdão por isso, mas é que estamos em tempos perigosos! – ela abraçou-me fortemente. – Veio passar uns dias?

– Eu... Na verdade... – desviei o olhar, sem graça. Mas ela pareceu compreender tudo, como num passe de mágica, como se tivesse lido minha mente. Dorea agarrou meu rosto com os olhos aquosos e sorriu, acariciando minha bochecha com o polegar.

– Não fique assim, entendeu? Você não tem culpa. – assenti freneticamente.

– Eu sei. – ela fechou a porta, empurrando-me para dentro da casa. Preparou-me um chá e ouviu atentamente toda a história. Eu disse a ela o quanto estava feliz, como a sensação de liberdade estava batendo freneticamente em meu peito. Ela riu e abraçou-me por minutos intermináveis. Mostrou-me o banheiro para que eu me trocasse e disse que acordaria James, e que em seguida eu poderia ir para o quarto dele.

Dito e feito, após um banho, eu fui para o quarto de James, onde ele dormia sentado, me esperando. Assim que fechei a porta, ele olhou-me indeciso entre rir ou chorar por mim.

– E aí, Pontas. – sorri. E então ele sorriu também. Sentei-me ao seu lado, respirando fundo. James apertou meu ombro.

– Eu sinto muito, Almofadinhas.

– Não, eu estou muito feliz. Nunca fui tão... – minha garganta trancou, parecia que eu ia sufocar. James pareceu prever tudo aquilo e apertou mais ainda meu ombro. – Eu estou tão... Feliz. Muito feliz mesmo... Eu finalmente estou livre e... Feliz! – Teria algum feitiço me atingido e eu não senti? Alguém roubou alguma coisa de mim, onde eu acho? Onde eu procuro? Como eu não percebi o grande estrago com o vazio assombroso que devastava meu peito. O desespero tomou conta de mim quando em um soluço, eu comecei a chorar como uma criancinha indefesa. Quem iria me erguer no colo para pegar os sapos de chocolate agora? Quem escolheria minhas roupas e pentearia meu cabelo? Quem completaria minhas tiradas, agora que deixei meu irmão para trás como se fosse parte da mobília? James abraçou-me quando eu comecei a ofegar, desesperado.

O que seria de mim agora?

– Eu estou tão feliz. – engasguei-me com minhas lágrimas. Apertei Pontas com força e ele fazia o mesmo, tentando absorver minha dor. – Eu... Minha... Eu... Eu vou sentir falta deles, Pontas, eu vou sentir falta deles, que... Que irônia.

– Eu sei que vai, eu sei. – sussurrou James, acariciando minhas costas. – Eu sei, Sirius.

Já não podia voltar atrás. Estava terminado. Eu realizei meu desejo, minha promessa mais oculta, meu desejo mais profundo. Onde estava o erro uma vez que eu era um deles? O que deu errado? O que não saiu como combinado? Talvez o problema seja eu ter aprendido o que é família e lealdade com James, talvez seja a compaixão que Remo ensinou-me ou a honestidade contida em Marlene. Talvez esse seja o erro. Ou eu simplesmente nasci errado. Eu nunca fui igual a eles, e nunca serei. Estava em meu nome, em meu rosto, em meu sangue... Astúcia, sangue-frio, ambição e determinação, talvez você seja um Sonserino, Sirius. Mas entre todas essas células conhecidas, o erro era gritante. Não mais um Black, apenas Sirius.

Malfeito e feito, até que se prove o contrário.



Notas finais do capítulo

Ai Ster, você sabe o significado de "fugir" ou tá dificil?Gente eu sei o que é fugir... Mas eu acho que isso pode ser considerado uma fuga vai, e eu precisava que o Sirius dissesse umas boas verdades hahahahahahO que deu errado na formação do Sirius, eis a questão.Ele nasceu daquele jeito, ou ele realmente foi formatado? Eu acho que foi a segunda opção, ou não. Vamos pensar assim: Você só conhece a cor azul. Então você compreende, aceita, gosta, e por mais que enjooe e as vezes ache que o tom celeste é feito, você aceita porque SÓ TEM ESSA OPÇÃO. Então te apresentam a linda cor verde. Você fica ENCANTADO em saber que não existe apenas o azul. Que tem pessoas no mundo que também acham o tom azul celeste enjoativo. Eu acho que foi isso que aconteceu com o Sirius. Se ele é um rebelde como a J.K disse, primeiro ele precisa ter contato com o diferente para gostar. Pra ter o delicioso sabor de contrariar. Então o Sirius é um Black nessa história, e sempre vai ser. E vocês nunca vão ler uma palavra nessa história onde o Sirius diga que odeia a família dele "AHHH MAS ELE FALA ISSO" eu sei, mas eu narro os PENSAMENTOS dele, cof, cof hahahahahahahahaEstamos caminhando em direção do Sirius de verdade, ele está nascendo diante dos nossos olhos, paciência! Estou AMANDO escrever o meu Cadaroc Dearborn, gente kkkkkkk Vocês vão amaaaaaaaaar esse meu bebê. O "intérprete" dele é o Jack Black, ele mesmo, aquele gordinho de Escola do Rock. Mas eu não vou fazer vontade pra vocês não, melhor esperar ele aparecer. Em 79 ele dá as caras, aguardem ♥VOCÊS GOSTARAM? GOSTARAM MESMO?ENTÃO COMENTEM! MUAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH ♥