About Sirius Black escrita por Ster


Capítulo 26
Durante - 5º


Notas iniciais do capítulo

Todo mundo aqui já leu essa cena mais de oitenta vezes tanto no livro como nas fanfics, eu não vi necessidade em repeti-la, mas excluí-la é quase um crime. Gostei de escrever no ponto de vista do Sirius, porque eu coloquei o que eu acho em nome dele em relação de James e Lily e tal.Odeio quando a Evans é chata e irritante desse jeito, mas está aqui né.Lá embaixo noize conversa.



THE WORST MEMORY OF SNAPE

JUNHO

HOGWARTS




Os N.O.M’s finalmente chegaram.

Hestia fez toda uma lista de revisão para mim e treinamos Feitiços durante o dia e Poções durante a noite, uma vez que ela era ótima nessas duas matérias. Ela ajudou-me bastante em Herbologia também, o que eu agradeci, pois sou péssimo nessa matéria dos inferno. Régulo também ajudou sua namorada e eu sentia náuseas toda hora que ele inventava de falar “Lene Moo”, apelido que REMO inventou para Marlene e ele não tinha direito nenhum de usar o nosso Lene Moo. James aproveitou a situação e pediu ajuda para Lilian em Poções, mas ela fez questão de ignorá-lo.

Na manhã de segunda feira, o primeiro teste era de Adivinhação. Na leitura de folhas de chá, eu disse que pelo que eu estava vendo, Sibila Trelawney iria ser atacada por um testrálio e ele comeria seu cérebro. Já na bola de cristal, eu disse que via que estava casando com a Sasha Grey, e fiquei surpreso pela professora saber que ela era uma atriz pornô. Nas linhas da vida eu tive que inventar novamente e tenho certeza que ela soube que eu menti ao afirmar com todas as minhas forças que Hogwarts iria pegar fogo durante as férias.

Após Adivinhação, em Estudo dos Trouxas, eu tenho certeza absoluta que errei na segunda pergunta, que era: “2. Ao contrário de nós, os trouxas tem um hábito mais ágil de se comunicar, onde eles escutam e falam em um determinado aparelho chamado...”. Eu escrevi fetelone, mas James disse que o certo era telefone. No último exame do dia, foi de Astronomia, e eu me sai muito bem ao descrever as fases da lua. O mal humor de Remo se tornou insuportável uma vez que ele se auto convencia de que tinha errado todas as provas e que seria mandado para casa assim que terminasse o período de provas. No dia seguinte, durante o café da manhã, Marlene estava tão nervosa para o exame de Poções que não parava de deixar as coisas caírem até que ela conseguiu deixar o café cair em sua saia e precisou ser levada por Régulo até a Ala Hospitalar para tomar uma Poção de Tranquilidade.

Foi tudo muito calmo na prova de Poções, a avaliadora era uma mulherzinha bem simpática, que riu histericamente envergonhada quando foi avaliar o exame de James e ele lhe deu uma piscadela. Minha Poção nem chegou perto da cor esperada, mas também não ficou roxo berrante como o de Pedro, que só faltou enfiar sua cara no caldeirão. Depois tivemos o teste prático de Defesa Contra as Artes das Trevas, onde eu me sai mais do que bem, nem precisou de preocupações uma vez que o avaliador só me deu elogios quando conjurei meu Patrono. Em seguida, no teste prático de Feitiços, eu me confundi no feitiço Aguamenti, mas consegui me sair bem.

No teste de Trato de Criaturas Mágicas, Dorcas e Marlene saíram nos ares, e eu soube que elas tinham saído muito bem, Marlene por seu ex namorado só saber falar sobre isso, e Dorcas porque é dada aqueles bichinhos estranhos. Eu realmente espero ter me saído bem nesse teste pois eu preciso de nota nessa matéria. Durante o almoço, eu tentei engolir as anotações de Remo sobre História da Magia e me arrependi dolorosamente de não ter estudado para a prova e ter cabulado metade das aulas. Durante a prova, tudo que eu soube responder foram sobre as passagens secretas que foram construídas e quase não segurei a gargalhada durante o pequeno texto de uma pergunta onde dizia “Sabendo que Hogwarts é impossível de ser mapeada...”. As perguntas eram muito difíceis e eu não lembrava de ter estudado nem metade daquilo, tudo que eu pensava era fazer meu ritual de sempre quando a voz do Professor Binns me irritava o suficiente: Me jogar da janela, aplicar o feitiço e sair andando normalmente.

No fim da semana, após a exaustiva prova de prática de Transfiguração, nos direcionamos para o Salão Principal para fazer a prova teórica de Defesa Contra as Artes das Trevas.

O silêncio durante a prova foi absurdamente encantador. Não estava nem um pouco difícil, pelo contrário, estava bem fácil. “85. Cite um feitiço para desarmar o inimigo” ah não, isso era brincadeira, a gente aprendeu isso no primeiro ano! E as perguntas continuavam burras, pedindo que explicássemos os movimentos para determinados feitiços ou descrevêssemos criaturas malignas, que tédio, pensei que fosse ser difícil. Olha só a pergunta 10, “Cite cinco sinais que permitem identificar um lobisomem.”. Nem mesmo os raios de sol passando pelas frestas das janelas me impediu de ver Remo fazendo a prova e o risinho que ele deu quando chegou na pergunta em questão.

Terminei a prova e olhei para todos, entediado. Inclinei-me nos pés da cadeira, olhando tediosamente para os alunos ao meu redor. Professor Flickwick passava pelas mesas, observando os alunos. Marlene parecia que ia explodir a qualquer momento, tentando lembrar as respostas, me dava vontade de rir. Pedro finalmente terminou a porta e olhou para os lados furtivamente, até encontrar meu olhar. Dei-lhe uma piscadela e ele sorriu, voltando para conferir sua prova.

– Mais cinco minutos! – disse o professor. James virou-se para trás, bagunçando seu cabelo, e fez um sinal positivo para mim, retribui, arrumando-me da cadeira, aguardando o sinal de Remo, mas o chato do Aluado estava ocupado demais relendo sua prova, provavelmente esqueceu da nossa confirmação no fim de cada prova, fazendo jus ao seu apelido.

Lílian Evans largou sua pena e estralou os dedos, respirando fundo. Olhou ao seu redor e quando me olhou, mandei um beijinho para ela, que virou a cara bem na hora, o que fez a grande Bertha Jones pensar que era para ela, arrepiei-me todo e fingi olhar minha prova.

– Guardem suas penas, por favor! – berrou Flitwick. – Isso inclui você também, Stebbins! Por favor, continuem sentados enquanto eu recolho seus exames! Accio!

Segurei o riso quando professor quase morreu afogado com tanto pergaminho. Nem precisei ouvir o que ele dizia, apenas peguei minha mochila e levantei-me, esbarrando em Ramona Marquez, que pediu mil desculpas para mim, toda envergonhada. Ih coitadinha, Hestia avançaria nela só de ver esse olhar esperançoso. Dei-lhe um sorrisinho e fui até James, ao lado de Pedro.

– Gostou da décima pergunta, Aluado? – perguntei, olhando Remo, risonho.

– Adorei. “Cite cinco sinais que identifiquem um lobisomem”. Uma excelente pergunta. – James gargalhou, andando alguns passos na nossa frente, olhando para todos os alunos debochadamente.

– Você acha que conseguiu citar todos os sinais? – perguntou James, fingindo uma preocupação teatral enquanto andávamos pelo jardim.

– Acho que sim. – respondeu Lupin sério. Ele chegou mais perto de mim e fez uma cara de pensativo. – Primeiro: Ele está sentado na minha cadeira. Segundo: Está usando minhas roupas. Terceiro: O nome dele é Remo Lupin.

Não consegui segurar minha gargalhada escandalosa, marca registrada de um Black. James andou de costas para rir do que Remo havia dito e então virou-se abrindo os braços para o sol. Rabicho, ainda preocupado com a prova, nem chegou a rir.

– Eu citei a forma do focinho, as pupilas dos olhos, e o rabo peludo. – Alguém traga uma Poção de Tranquilidade pra essa anta, por favor. – não consegui pensar em mais nada.

– Como você pode ser tão obtuso, Rabicho? – estressou-se James. Obtuso? Credo, isso é um palavrão? Quem é que fala obtuso, a Evans? – Você anda com um lobisomem uma vez por mês!

– Fala baixo! – implorou Lupin.

– De qualquer forma, eu estava nervoso, não consegui lembrar de nem metade do que caiu na prova. – lamentou-se Pedro, envolvi meu braço no seu ombro.

– Ah, não chora Rabicho, um Péssimo você não tira, aliás. – tirei meus cachos da frente do meu rosto. – Achei esse exame uma moleza. Vai ser uma surpresa se eu não tirar no mínimo um “Excede Expectativas”.

Finalmente chegamos na nossa árvore, que seria a maior se não fosse pela presença do Salgueiro Lutador, e nos sentamos, finalmente.

– Eu também. – respondeu James. Assim que sentamos, ele enfiou a mão nas vestes e tirou um pomo de ouro que roubamos na última detenção. Remo o olhou, curioso.

– De onde tirou isso?

– Afanei. – ele riu. Deixava o pomo voar alguns centímetros e então o pegava de volta, quase matando Rabicho de excitação. Em segundos Aluado já estava conferindo se tinha respondido certo as perguntas da prova enquanto eu era obrigado a olhar os alunos se espalharem pelo jardim. Não deixei de pensar na minha Hestia em alguma aula insuportável e em como eu queria que ela estivesse ali para me entreter com sua linda boquinha. James não se cansava de se amostrar para Evans sendo que a garota nem lembrava que ele ainda era vivo e que estava ali, conseguindo atenção de toda a escola menos a dela. Meus nervos chegavam a ameaçar explodir quando Rabicho aplaudia James quando ele fazia alguma capturazinha difícil. Massageei minha tempura, me auto impedindo de matar os dois.

Foi a gota d’água quando Rabicho soltou um viva.

– Quer guardar isso antes que Rabicho molhe as calças de excitação?

Rabicho corou, mas James riu, esse metido do inferno.

– Se estou incomodando. – e guardou a porcaria do pomo, graças a Deus. Olhei para o céu azul, sentindo a morte se aproximando diante tamanho tédio. – Estou chateado. Queria que já fosse Lua Cheia.

– Só você. – retrucou Lupin, fazendo aquela expressão amargurada de sempre. – Ainda temos Transfiguração, se está chateado, poderia me testar. Tome... – e tentou me dar o livro, mas eu gargalhei na cara dele.

– Não preciso disso, eu já sei de tudo. – os olhos de James brilharam ao ver.

– Isso vai te animar, Almofadinhas. – disse James com a voz rouca, ele olhava para um ponto não muito longe de nós. Virei-me em sua direção para ver o que tanto lhe fazia sorrir, e eu mal percebi que já sorria também. – Olhem quem é que...

– Excelente. – murmurei, sorrindo maliciosamente. – Ranhoso.

Seboso estava arrumando suas coisas, pronto para levantar-se, quando o fez e começou a caminhar pelo gramado, James e eu nos levantamos, apressadamente. James foi na frente, como sempre fazia, estufou o peito e sorriu com toda sua glória.

– Tudo certo, Ranhoso? – perguntou, sorridente. O moleque ficou doido e jogou a mochila no chão, pronto para pegar a varinha, mas como sempre...

Expelliarmus! – gritou James. Eu já estava gargalhando quando a varinha de Snape voou longe, porra, que moleque patético, tão dado as artes das trevas e nem sabia se defender. O pateta foi tentar pegar a varinha e novamente James o humilhou: – Impedimenta!

Eu mal notei que já tinha muitas pessoas ao nosso redor, sempre o mesmo público para aplaudir mais um show de James Potter. Ofegante, no chão, aproximei-me de Ranhoso junto de James, apontando a varinha para sua cara feia.

– Como foi o exame, Ranhoso? – quis saber James. Aquela era a primeira vez que se enfrentavam desde aquele acidente no corredor do segundo andar.

– Eu vi, o nariz dele estava quase encostando no nariz. – relatei debochadamente, torcendo minha varinha de uma forma perigosa. – Vai ter tantas manchas de gordura no exame que não vão poder ler nada.

O público riu, não mais que James, que bagunçava o cabelo, olhando para céu como se o dia fosse infinito. Snape tentava a todo custo tentar se libertar do feitiço, e ainda se atrevia a falar coisas como:

– Espere... Para ver – arquejava, encarando James com ódio. –, espere... para ver!

– Espere para ver o quê? – perguntei, cansado. – Vai limpar seu nariz em nós?

Então ele descontrolou-se e começou a nos xingar de tudo que ele conseguia, sem contar as azarações que nos jogava sendo que a varinha estava lá na casa do cacete. Retorci o nariz, enojado com sua situação deplorável.

– Lave sua boa. – retrucou James, friamente. – Limpar!

Bolhas de sabão invadiram a boca de Snape enquanto todos ao redor riam, alguns preocupados, outros aplaudindo.

– Deixem ele em PAZ! – só pela voz trêmula, eu já sabia quem era. Nos viramos para Lílian Evans e James bagunçou seu cabelo, como sempre fazia quando estava na presença da ruiva. Atrás dela vinha Marlene, escondida entre os alunos que observavam. Eu nem tinha visto que Emmeline estava lá, rindo de tudo.

– Tudo bem, Evans? – a voz de James mudou propositalmente, já era um clássico, nem me empolgava mais em perseguir Snape. Nós brincávamos um pouco, Evans aparecia, James arregava e nós íamos para detenção, era um ciclo vicioso.

– Deixem ele em paz. – ela olhou-me com raiva, e então virou-se para James. – O que foi que ele lhe fez?

– Bom. – James pareceu pensativo. – é mais pelo fato de existir, se é que me entende.

A gargalhada de Emmeline preencheu o espaço junto com o riso de todos os estudantes reunidos, não pude deixar de rir também. Lílian preparou-se para mais discurso do grande livro “Como humilhar James Potter em menos de cinco minutos”

– Você se acha engraçado. – disse ela com frieza. – Mas você não passa de um cafajeste, tirano e arrogante, Potter! Deixe ele paz.

– Deixo se você sair comigo, Evans. – aff, eu não aguento quando o James faz isso. A garota acaba com ele com meia dúzia de palavras e tudo que ele faz é ficar implorando, ainda por cima na frente da escola toda, acaba com todo o nosso status. – Anda... Sai comigo e eu nunca mais encostarei a varinha no Ranhoso.

E então, Lily recitou mais uma das frases que eu estava mais do que exausto de ouvir:

– Eu não sairia com você nem que tivesse que escolher entre você a Lula Gigante. – eu juro que ouvi Remo dizer “E ela existe!” entre as gargalhadas dos presentes, não pude deixar de rir, agradecido pela humilhação de James já ter terminado.

– Mau jeito, Pontas. – sorri para ele, virando-me a tempo de ver Snape pegando sua varinha. – EI!

Tarde demais, James ainda estava se virando quando Ranhoso apontou sua varinha para James e em um lampejo, o rosto de James apareceu cortado e ele quase desequilibrou-se, zonzo. Mas Snape não pôde fazer mais nada, por James em seguida o colocou de cabeça para baixo, preso pelo tornozelo. Retorci o nariz igual a Narcisa quando vi suas pernas quase transparentes, finas e suas cuecas encardidas. Ugh, que nojo! As pessoas aplaudiam enquanto eu gargalhava, e James também ria, apesar dele toca seu rosto com preocupação, e sujá-lo de sangue com o corte que Ranhoso fizera. Eu tenho certeza que até Evans ia rir, mas tudo que ela fez foi ser chata:

– Ponha ele no chão!

– Perfeitamente. – respondeu James, debochado. Acenou sua varinha para o alto e Ranhoso feito uma mandrágora recém nascida. Quando ele ameaçou fazer algo, eu apontei minha varinha para ele:

Petrificus Totalus!

– DEIXEM ELE EM PAZ! – gritou Lílian, apontando sua varinha para nós. James e eu nos entreolhamos, preocupados. Eu não sei se teria coragem de azarar a princesinha do Pontas.

– Ah, Evans, não me obrigue a azarar você. – pediu James, sério.

– Então desfaça o feitiço nele!

James suspirou profundamente, então virou-se para Snape e murmurou o contra-feitiço.

– Pronto. – disse enquanto Ranhoso se levantava. E então disse o que sempre dizia quando a estraga prazeres chegava e conseguia o que queria. – Você tem sorte de Evans estar aqui, Ranhoso...

– Não preciso de ajuda de uma sangue-ruim imunda como ela! – uiiiiiii cara, que desnecessário! Que moleque mal agradecido da porra. Cruzei os braços, um pouco constrangido enquanto James estava em uma linha de choque e raiva. Esse xingamento era tão comum na minha casa que eu nem me ofendi ou só faltei morrer como grande parte ali. Lílian recuperou-se do choque e então deu um sorrisinho falso ao dizer:

– Ótimo. – disse calmamente. – No futuro, não me incomodarei. E eu lavaria as cuecas se fosse você, Ranhoso.

Antes que eu pudesse dizer algo, James deu um berro que eu até me assustei.

– Peça desculpa a Evans! – ele urrou para Snape, apontando-lhe a varinha ameaçadoramente. O ódio em seus olhos ejetados logo passaram ao ouvir a voz de Lily.

– Não quero que você o obrigue a se desculpar. – gritou Lily com sua vozinha trêmula e aguda, lembrando-me do nosso primeiro dia no trem. – Você é tão ruim quanto ele!

James arregalou os olhos, assustado.

– Quê? Eu NUNCA chamaria você de... Você sabe o quê!

– Despenteando os cabelos só porque acha que é legal parecer que acabou de desmontar da vassoura, se exibindo com esse pomo idiota, andando pelos corredores e azarando qualquer um que o aborreça só porque é capaz... Até surpreende que a sua vassoura consiga sair do chão com o peso dessa sua cabeça cheia de bosta. Você me dá NAÚSEAS!

Nossa... Até eu me senti mal agora.

Mas James, como sempre, ignorou temporariamente e se humilhou mais ainda:

– Evans! – gritou. – Ei, EVANS!

Mas Lily não olhou para trás.

– Qual é o problema dela? – ele tentou disfarçar, mas conhecendo Pontas como conheço, ele ficou magoado com o que ela disse.

– Lendo nas entrelinhas, eu diria que ela acha você metido, cara. – respondi. E com razão, James era metido mesmo e bota metido nisso. Então, ele fez o que sempre fazia quando estava com raiva de alguém: Descontava em quem não tinha nada a ver com isso.

E em como todas as vezes, ele virou-se para Ranhoso.

– Certo. – ele tentava controlar sua raiva, respirando fundo. – Certo...

Com um lampejo da varinha de James, Snape estava novamente de cabeça para baixo.

– Quem quer ver eu tirar as cuecas do Ranhoso? – mas ninguém pôde responder pois a própria professora Minerva McGonagall apareceu e eu tentei fugir, me enfiando entre os alunos, se não seria terceira detenção no mês e eu tenho certeza que essa seria até os fins da aula, mas de nada adiantou:

– SENHOR BLACK, NÃO PENSE QUE NÃO VI O SENHOR! MENOS DEZ PONTOS POR TER TENTADO FUGIR!



Notas finais do capítulo

Eu pensei SERIAMENTE em tirar a cueca do Ranhoso, só pra zoar, só pra ficar diferente, mas eu preferi não fazer isso. hahahahahahahahaha Tinha que ser Lufa-Lufa essa Ster.O próximo capítulo é da Ninfadora, então segurem-se nas cadeiras e lá vamos nós.Well, well, acabei de finalizar o sétimo ano. O que eu posso dizer... Acho que em um curto período de tempo, vou conseguir agradar e desagradar vocês. O sétimo ano não é longo, tem uns seis capítulos no máximo, o Natal do Sirius é a coisa MAIS LINDA DESSE UNIVERSO, é o melhor natal dele, e olha que ele teve ótimos natais HAHAHAHAHAHAHAHA Eu realmente fiquei muito triste quando eu me despedi de Hogwarts porque eu coloqei uma pá de flashback, aliás, em determinado capítulo entre o 6º e 7º ano tem um flashback DA PRIMEIRA VEZ QUE A MARLENE E O SIRIUS SE FALARAM. Não, eles não se falaram pela primeira vez no segundo ano, lembra que o Sirius diz que ela era uma pirralha muito da folgada, lá no primeiro ano?Então, eu escrevi a cena hahahahahaEstou com muito medo do DEPOIS, pois não quero escrever o que eu tenho que escrever, mas a vida é assim mesmo. Já estou no segundo capítulo do DEPOIS e até agora está tudo bem HAHAHAHAHAHAHA Gente, eu preciso de Comensais pra matar, é um saco ter que ficar inventando o nome, aff, haja paciência. Outra coisa que enche o saco é inventar nome pra mulher que o Sirius pega, ô meu Deus do céééééu me ajudaaaaaaaaaaaa, por que ele não pode ser que nem o Remo? hahahahahahahahaXô calar a boca, espero que tenham gostado, muchos bessosssssssssssssssssssssssssss ♥