D.N.A Advance: Nova Ordem do Século escrita por Sensei Oji Mestre Nyah Fanfic


Capítulo 88
Quem é o governador Djinn?


Notas iniciais do capítulo

Olha eu aqui de novo. Não é dia 20 ainda. Eu simplesmente terminei este capítulo mais cedo do que imaginei por isso estou postando hoje. Já tenho o esboço do próximo, mas aí sim no fim do mês sai a postagem. Agora vou me concentrar nas outras histórias que deixei em hiato. Aproveitem bem a leitura.



ARCO: DIGIESCOLHIDOS VS GOVERNADORES

Doumon caminhou sempre acompanhado por dois guardas pelo corredor de mármore da Pirâmide, sede do governo local. Depois do fracasso na defesa da fronteira, ele foi chamado pelo próprio governador para prestar explicações. Ficou de frente para o seu mestre e ajoelhou-se assim que o viu.

— Mestre Djinn, perdoe-me pelo meu fracasso. Não tive ideia que os digiescolhidos pudessem ficar tão fortes...

— Não falei que chamasse reforço assim que pudesse?

— Sim. Eu fui inconsequente. Se o senhor quiser me matar agora, eu não irei protestar.

— Não. Infelizmente preciso da sua ajuda. Agora que eles estão aqui precisarei de mais homens. Não que eu precise por não ter força, eu sou mais que o suficiente para acabar com todos eles. E digo mais, o Chanceler perdeu uma boa oportunidade pois quem vai sair vitoroso dessa serei eu.

Um homem soldado se aproximou e informou que uma visita inusitada o aguardava. O governador dispensou o seu lacaio e seguiu o soldado para o salão nobre onde ele se reunia com seus patrícios. A pessoa estava sentada na poltrona de couro. Weiz analisava algo que parecia um cartão. Depois o colocou no bolso assim que viu o digimon chegar.

— Quando te vejo aqui é porque a coisa tá feia — disse Djinn.

— Vou ser direto. Preciso de ajuda para pegar um dos digiescolhidos. Podemos falar a respeito?

Djinn resolveu dar ouvidos ao homem.

— Existem dois ali naquele grupo que preciso que os sequestre para mim. Na verdade a minha relação com os dois é próxima e o acordo consiste em basicamente capturá-los vivos e entregá-los a mim.

— E o outro lado do acordo?

— Merukimon está no final do mandato e as pesquisas apontam você em terceiro lugar atrás dele e do Major. Eu posso ser cabo eleitoral para te ajudar a ser o próximo Chanceler do digimundo. O que acha?

— Quem são?

— Sabia que você tinha atitude. Os dois são um menino chamado Paulo e seu parceiro um Impmon. Aqui estão as fotos dos dois. Preciso que pegue-os pra mim e você terá ajuda dos meus três subordinados. Dracmon, Betsumon e Monodramon.

Os três apareceram diante do governador. Monodramon assim que saiu do esconderijo correu para um telefone público ligar para Weiz o pegá-lo. Em poucos minutos foi resgatado. Aparentemente ele não contou nada sobre Gaia e Diana para Weiz.

— Antes que eu me esqueça já tomei minhas providências. Um mosquito artificial vai implantar um vírus no meu querido Paulo e o resto será contigo — disse o homem.

...

Enquanto isso, os digiescolhidos se depararam com um digimon estranho que eles nunca viram. A tensão foi grande porque o ser parecia ameaçador. Eles fizeram movimentos para ativar os legacys quando uma voz surgiu.

— Esperem! – disse o digimon que logo brilhou e se transformou em pessoa. Os digiescolhidos se assustaram ao ver a pessoa — Sou eu, Linx.

Eles logo ficaram alegres e correram para abraçar a mulher que logo foi envolvida por aquela multidão.

— Como assim consegue se transformar em digimon, Linx? — perguntou Mia.

— Graças a este modelo de digivice eu não preciso de digimon. A criatura que vocês viram eu criei e se chama Lynxmon.

Paulo sentiu uma picada no braço esquerdo, coçou e depois esqueceu. O pequeno robô se auto-destruiu logo em seguida.

— Vamos sentar porque tenho que contar umas coisas. Em primeiro lugar, vocês são hostilizados pelos habitantes das ilhas porque os governadores fizeram uma pesada campanha anti-digiescolhidos. Por isso teremos disfarces. Segundo que há uma cidade próxima aqui onde podemos procurar abrigo num hotel de lá. O dono é contra o governo e pode ajudar muito.

— E quais serão os disfarces? — perguntou Mushroomon.

— Vocês digimons não precisam, mas eu já tenho aqui. Gente, a situação está catastrófica. O governador é perverso com os habitantes fora da ilha. Tem muitos digimons que são escravos nas minas de metais preciosos. Muitos morrem com o cansaço. O pior que ele engana a população local dizendo que está tudo bem. Ninguém pode fazer nada porque há um exército na ilha.

— Coitadinhos — lamentou Rose.

— Precisamos fazer alguma coisa — disse Betamon.

— Não vamos ficar parados — disse Paulo. Logo sua barriga roncou — Mas antes precisamos comer.

— Okay. Façam o lanche de vocês porque logo caminharemos muito.

Eles se reuniram para comer o que haviam colhido. Astamon continuou no topo da árvore observando a ilha. Logo bateu a fome e ele retirou alguns frutos para comer. Linx ficou o observando por algum tempo. Depois foi se juntar aos digiescolhidos. Assim que acabaram, partiram para a próxima aventura. Astamon seguiu logo atrás. Paulo ficou um pouco atrás do grupo com seu pai.

— O que foi? — perguntou Paulo.

— Odeio a ideia desse crápula estar nos seguindo. Esse cara ainda vai aprontar muito pra cima de nós. Eu odeio até que ele fique sempre atrás de nós.

— Mas se ele quer ajuda não vai nos fazer mal. E não vejo nada de errado ele ficar atrás da gente — Paulo olhou pra trás e viu o homem sorrir e lamber os lábios. Não demorou nada para perceber que ele estava olhando para seu bumbum. O brasileiro ficou corado violentamente — Astamon! Faz o favor de ir na frente!

— Hehehehe...

— Viu aquilo?

— Vi sim. Bem que eu disse a você que ele não confiável.

Enquanto isso, Lúcia e Lucas conversavam.

— Percebi que você continua preocupada com algo. O que foi?

— O meu irmão anda sofrendo demais pela Mia. Eu não acho justo o que ela faz com ele. Por uma besteira.

— Betamon me falou ontem que ela está dando um tempo para ele. Acho que ela está dando uma lição para seu irmão.

— O fato é que Mia se tornou egoísta. Demorou mas eu tomei as dores dele e ai dela se meter com meu maninho. Estou odiando ela.

Linx parou no meio do caminho. Avisou que estavam perto da cidade. A floresta deixou de ser densa e havia mais espaços abertos. De vez em quando alguns soldados faziam rondas por aquele lugar. Digimons tipicamente dessa região como Woodmons e Cherymons moravam ali. As árvores eram praticamente coloridas com folhas de cores diferentes. Variando muito do padrão. Ela preparou os adolescentes para o disfarce. Seu digivice brilhou fazendo aparecer a fantasia.

A Cidade de Sabban era a maior e mais importante da ilha. Possuía a maior feira livre do digimundo. Era uma grande avenida, feita de paralelepípedos, com várias barracas de todos os produtos que imaginasse. Humanos digitais e digimons trabalhavam e compravam os produtos. Nada se falava das minas porque eles gostavam muito do governador Djinn.

No alto da igreja local apareceu Dracmon com um binóculo. Ele estava de olho na movimentação caso aparecesse os domadores.

— Conseguiu ver alguma coisa? — perguntou Monodramon.

— Não te interessa.

— Olha aqui, não vem com gracinha pra cima de mim. Idiota.

— Idiota é você. Eu realmente nunca confiarei em ti só pelo fato de ser parceiro daquele humano. Droga de entojo.

— Dracmon, eu só não te bato porque não vou perder meu tempo chutando cachorro morto. E pelo visto o burro do Betsumon se distraiu por aqui — Monodramon saiu na direção da feira.

Lynxmon caminhava entre a população. Logo atrás estavam os digiescolhidos disfarçados com roupas brancas esvoaçantes e máscaras iguais do V de Vingança, exceto os digimons. Realmente foi uma grande surpresa ver aquele lugar. Rose se encantou quando viu joias sendo vendidas numa das barracas. Um Cupimon cuidava da barraca.

— Olha Palmon.

— Rose vamos — disse a digimon arrastando a parceira.

— Venham, venham! Comprem os artefatos de madeira de Petermon. Faço pelo melhor preço! — O digimon vendia bonecos, brinquedos entre outros objetos de madeira e pintados a mão. Paulo observava essa barraca quando Linx o chamou pois estavam próximos ao hotel da cidade. Percebeu que Astamon havia se ausentado do grupo. A mulher pediu para deixá-lo em paz e se concentrar naquilo que foram fazer.

Monodramon se encontrou com eles. O dragão havia explicado que Slash logo havia mandado para ajudá-los. Claro que os digiescolhidos cairam nessa lábia menos Impmon.

— Tem certeza que esse é o motivo? — perguntou Imp.

— Claro que sim.

— Uhum. Vou fingir que acredito.

— Deixa o coitado. Ele veio nos ajudar — disse Paulo.

— Vocês vão encontrar com o mestre Lampmon? Ele é o dono do hotel.

— Sim, Monodramon. Sabe se ele está? — perguntou Lynxmon.

— Não sei. Cheguei quase agora na ilha com a ajuda de Slash.

O Hotel Sabban era a primeira parada que os turistas usavam para se instalar. O local parecia um grande circo coberto por uma grande lona. Pessoas entravam e saíam daquele lugar. Eles entraram. O chão era da cor do arco-íris, os pilares coloridos e muitos palhaços se apresentavam no hall. Linx voltou para a sua forma original e foi à recepção onde havia um Clockmon.

— Posso ajudá-los?

— Queremos um quarto no lado leste com vista para a floresta vermelha e com uma companhia verde.

— Sigam-me.

Eles seguiram Clockmon até uma sala no mesmo andar. O local era grande e possuía uma pequena fonte no meio.

— Quem são e o que querem?

— Sou eu, Linx. Trouxe os digiescolhidos para você conhecer.

Uma lâmpada igual do Alladyn estava no meio da sala. Dela surgiu uma fumaça verde que logo formou um digimon muito parecido com um gênio. Sua pele era esverdeada, musculoso e usava um turbante roxo na cabeça. Possuía partes do corpo em dourado como nos braços, cintura e ombros.

— Eu sou Lampmon, dono do hotel. Não fiquem acanhados, sou inimigo declarado do governador.

Eles retiraram os disfarces.

— Garotos, este é Lampmon. Conheci-o há pouco tempo. Ele trabalha para convencer os demais habitantes da ilha que o governador é uma pessoa cruel — disse Linx.

— O senhor vai mesmo nos ajudar? — perguntou Jin.

— Claro que sim. Perguntem o que quiser — com seu poder ele formou uma mesa, cadeira e uma bola de cristal. O gênio pediu a todos que fizessem perguntas.

— Senhor Lampmon, onde fica as minas que tem escravos trabalhando? — perguntou Mia.

— As Minas Douradas ficam ao leste desta cidade. São três buracos enormes onde se extraem metais preciosos que é de grande utilidade ao reino — a imagem apareceu na bola. Os escravos trabalhando e sendo maltratados.

— Tem como chegar nesse lugar? — perguntou Aiko.

— Há um caminho dentro da floresta de espinhos. Vocês terão muito cuidado com a floresta e com os guardas que andam nela. É uma área restrita, por isso há uma cerca em volta.

— Como é a aparência desse governador? — perguntou Mia.

— Um digimon que usa uma forte armadura dourada. Ele usa uma capa vermelha atrás e é muito forte.

A imagem de uma pessoa numa armadura e dando ordens apareceu na bola. Segundo Lampmon, Djinn era muito poderoso.

— O prefeito da cidade foi morto e agora estamos sem líder. Você podem nos ajudar? — disse o gênio.

— Claro que podemos. Vamos vencer essa batalha. Acabamos com tantos inimigos e até com Wisemon. Chegamos aqui com muito esforço e por isso não vamos desistir. Não é, galera? — disse Paulo.

— Sim — disseram.

— Vocês vão nos ajudar, por isso Clockmon vai arranjar quartos para vocês e sem pagar nada.

— Oba — disseram.

Monodramon percebeu que Paulo estava começando a adoecer. O plano estava indo conforme o combinado.

...

Base Secreta de Gennai

Slash chegou na base secreta horas depois de ter deixado os digiescolhidos. Ele saiu do elevador e foi para a sala de comando. Chegando lá, ele viu Gennai conversando com Nashi e Kotemon. O líder foi até o homem.

— Paulo, que bom que você esta aqui.

— Gennai... Por que disse isso?

— Não precisa esconder do Nashi. Falei a verdade para ele.

— Eu sei que você é o Paulo do futuro. O Gennai contou pra gente. Eu até te achei muito familiar mas não sabia quem.

— Então deve saber que não pode falar ao Paulo desta época. E também não posso interferir demais nesta época para não alterar demais a história. Como estava a casa da minha tia depois da nossa partida?

— Kotemon e eu fomos embora. Deixamos Monodramon lá.

— Então sabe que Monodramon é o meu real parceiro. Graças ao meu titio que ficamos separados por muito tempo.

O legacy de Paulo piscou indicando que o seu digimon estava pronto para sair de lá. Ele apontou para o chão e uma luz surgiu. Monodramon do futuro apareceu diante de Nashi que ficou impressionado. Esse Monodramon, de nome Justice, era mais velho que o atual, e possuía uma cicatriz no olho esquerdo e peito direito.

— Eu já tava ficando sufocado ali dentro.

— Desculpa, parceiro. Mas precisava esconder a sua real identidade para os garotos não descobrirem. Aquele é o Nashi e Kotemon, eles descobriram a verdade e portanto não é preciso fazer cerimônia.

— Eu te vi lá na casa do Gaia e da Diana. Vocês resolveram voltar para a base?

— É que o Nashi e eu preferimos agir só. Sempre foi assim.

— Monodramon, como é se ver tão perto? — perguntou Nashi.

— É estranho... — sua barriga roncou. — Estou com fome.

Paulo retirou do bolso do casaco uma barra de chocolate e deu para o digimon. Logo depois Gennai pediu para alguém servir um lanche aos convidados. Nesse meio tempo, LinK chegou na base com notícias a respeito das ações do Chanceler. Ele mostrou imagens que tirou da aeronave no momento do pouso. Depois viram num mapa que ficava num monitor logo à frente.

— Ouvi com os aparelhos superssônicos e escutei uma conversa a respeito de núcleos perdidos. O que é? — perguntou LinK.

— Já ouvi falar disso, porém estou sem ideia — disse Gennai.

— Os núcleos das pedras sagradas que Barbamon destruiu no passado.

Assim que Slash falou, todos olharam para ele.

A nave do governo pousou a duzentos quilômetros da base secreta de Gennai. Estava a menos de dez quilômetros da pequena cidade mais próxima. Como estava quase anoitecendo, a ordem era começar a caça aos núcleos na manhà seguinte.

Strabimon estava tentando se concentrar enquanto lia um livro próximo ao vidro que dava para ver o lado de fora, era a sala mais espaçosa e aconchegante da nave. Um soldado chegou para dar informações.

— Há boas novas?

— Senhor, conforme mostrado no nosso radar, há um núcleo numa pequena cidade a dez quilômetros ao sul. Eles guardaram depois que as pedras foram destruídas.

— Mande alguns soldados para lá. Amanhã bem cedo iremos invadir aquele pedaço de chão. Ai de quem resistir ou interferir.

A lua estava cheia e bem grande no céu. Depois do pôr-do-sol ficou mais evidente. Strabimon adorava o luar e sua cabine era muito iluminada pela noite. O amanhã será o primeiro de muitos dias de procura.

...

Lampmon ajudou os jovens digiescolhidos com um ato de boa ação. Graças ao gênio que os jovens dormiriam tranquilamente e confortáveis. Um quarto para cada digiescolhido. Linx agradeceu ao gênio pela boa ação. À noite, os jovens tomaram um bom banho e foram jantar. A comida era farta e nutritiva. Rose e Palmon ficaram mais alegres ainda por finalmente ter uma noite decente pois na anterior dormiram num colchão duro.

Paulo e Impmon dividiram a cama de casal de uma suíte. O rapaz acordou enjoado e foi correndo para o vaso sanitário vomitar. Impmon acordou, sentiu a fala do filho e foi ao banheiro.

— Que houve?

— Nossa, acordei enjoado. Acho que peguei pesado no jantar.

— Foi arroz integral, feijão preto, salada de legumes, filé de peixe e suco de abacaxi. O que tem de pesado nisso?

— Sei lá, só sei que... Bluargh! Cara eu tô mal mesmo... Já tava me sentindo quente naquela hora que conhecemos o Lampmon.

— Está com febre. Vou lá embaixo perguntar se tem remédio ao recepcionista. Vai ficar bem? — o jovem assentiu. — Certo. Volto logo.

Impmon correu pegar o elevador. Desceu e foi à recepção, porém viu Monodramon sair do hotel. A sua curiosidade falou mais alto e em vez de falar com Clockmon, ele foi seguir o outro.

Dracmon esperava numa esquina quando Betsumon apareceu diante dele.

— Até que enfim apareceu. Onde estava?

— Ah, colega. Eu tava aproveitano a feira. Sabia que lá tinha um mágico safado que impressionou todo mundo com suas lusões? Ele me chamou, colocou uma mueda na minha mão, mandou eu fechar, falou abracadabra e soprou, abri e a mueda sumiu. Depois me bateu uma fomi disgrameira aí fui comprá um pastel na barraca do pastel. Ocê nem magina o que aconteceu. Pagui, pagui o pastel, a pasteleira me deu o pastel. Quando abri o pastel sabe o que aconteceu?

— Já sei. A moeda foi parar dentro.

— Não, o pastel era de carne mesmo.

Monodramon chegou para se juntar à dupla. Sem eles verem, Impmon espionava-os. Foi aí que ele viu que Monodramon estava aliado com os digimaus. Ele bem que ficou desconfiado todo esse tempo, mas nunca imaginou que era aliado de Dracmon que era aliado de Weiz. Precisava contar aos outros ou armar uma arapuca ao pequeno dragão.

Astamon se separou do grupo antes mesmo deles irem ao hotel. Agora que estava dentro das ilhas nada iria detê-lo. Como tinha um plano em mente, ficar perto dos humanos iria atrapalhá-lo. Agora ele corria pela floresta na direção da sede do governo local, a Pirâmide. No caminho que ele passava, surgia uma pilha de cadáveres de homens e digimons, porque ele matava-os sem um pingo de dificuldade. Enquanto corria velozmente, ele ria. Passou anos na cadeia e ficou ainda mais poderoso. Com a ajuda de uma "certa" pessoa ele conseguiu ficar praticamente invencível. Porém precisava se vingar de alguém e descobrir os planos do Imperador antes que seja tarde demais. 

 



Notas finais do capítulo

Se gostou, já sabe. Dê aquele favorito maroto, compartilhe com os amigos e acompanhe minhas outras obras. OK? Tchau e até a próxima.



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