D.N.A Advance: Nova Ordem do Século escrita por Sensei Oji Mestre Nyah Fanfic


Capítulo 67
15 de fevereiro - Parte IV


Notas iniciais do capítulo

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Pessoal, eu me esqueci de dizer que o capítulo anterior foi o último em que Nakawa apareceu nesta saga e talvez na fanfic. Até porque vai demorar muito já que a 4ª saga será a maior de todas (uma estimativa entre 40 a 60 capítulos).

Enfim, o que estão achando desse final? Eu estou sendo rápido nas postagens? Me falem já que quase não paro de escrever rsrsrs

Boa leitura.



Os homens desceram do carro e ficaram parados na porta da casa. Um deles conseguiu abrir a porta forçando a fechadura. Eles estavam com pistolas e era preparados para executarem esse tipo de serviço. Observaram o jardim de casa, era grande o suficiente para jogar futebol ali. O líder deles pediu que se separassem para não deixarem que ninguém escapasse. Caminhando vagarosamente sobre a grama do jardim, o líder foi por trás da casa enquanto dois iam pela frente e os outros pelos lados.

Os dois que seguiam pelo lado da frente abriram a porta, ela estava aberta. O silêncio proposital nem deixou-os desconfiados da armadilha. Um foi na frente e outro atrás. Estavam entrando na sala de casa quando o da frente pisou em algo com a aparência de uma caixinha metálica com luzes verdes que piscaram por três segundos e ficaram vermelhas. Ocorreu uma pequena explosão, mas o suficiente para matar o homem. O de trás foi arremessado, mas logo se levantou. Um raio de plasma atingiu o seu corpo fazendo voar pra trás, quebrando a porta da casa e caindo no jardim. Os dois que logo estavam do lado da casa correram para a entrada, viram os corpos e entraram.

Slash recarregou sua primeira arma e preparou a outra. Ele estava no corredor dentro do quarto de Paulo. Caminhou vagarosamente e viu os dois invasores. Apontou sua arma e atirou o raio. O primeiro foi atingido, mas o segundo não e este começou a atirar contra o homem. O invasor descarregou toda a sua pistola e preparou mais um pente. Slash aproveitou esses segundos para correr até ele, dar uma chave de perna em seu pescoço e jogá-lo contra o teto. O líder dos invasores chegou por trás atirando diversas vezes contra o herói fazendo-o cair sobre a TV digital na sala. As balas não penetravam na sua armadura. Ele, ainda caído, esticou seu braço esquerdo e uma shuriken foi arremessada do seu bracelete para o pescoço do atirador. O homem sangrou litros até morrer. Numa altura dessas a casa de Márcia já estava parcialmente destruída.

Slash se levantou para pegar as armas que caíram quando ele vê um homem surgir da entrada. Era um japonês de 2 metros e 30 de altura que havia chegado depois.

─ Só pode ser brincadeira.

O gigante correu até ele arremessando o sofá da sala. Slash deu um pulo para o lado quase sendo acertado. O homenzarrão foi no encalço dele e deu um chute. O viajante do tempo foi arremessado contra a parede com um armário com vários livros.

Do lado de fora estava o chefe da segurança de Matsunaga. Ele chegou com o gigante logo depois. Abriu o porta-malas do veículo e pegou um fuzil e entrou na residência.

Slash correu pra cima do homem e começou a socá-lo na barriga, mas não teve efeito algum.

─ Que foda isso.

Paulo e os outros ouviram batidas violentas lá de baixo. O garoto pensou em descer, mas Aiko preferiu que não fosse.

Slash estava levando uma surra. Tentou pegar as armas de plasma, mas estavam longe do seu alcance. Atirou o que podia contra o inimigo. Estava no corredor encurralado, ativou a tecnologia das suas botas, que permitia ficar no teto de cabeça pra baixo. Deu várias cabeçadas no grandão, porém surtiu pouco efeito pois na sequência foi arremessada perto da cozinha. Ele viu uma faca sobre o balcão e correu até ela. Atirou a arma branca contra o inimigo perfurando o seu peito direito. Foi o tempo que ele precisou para pegar o fio do liquidificador e pular atrás do vilão na tentativa de estrangulá-lo. O homem colocou bastante força, mesmo assim o gigante resistia espremendo o herói contra a parede. Slash estava quase sendo vencido quando ele viu a faca ainda encravada no peito do invasor, puxou-a e a estocou no pescoço, cortando-lhe a jugular. Litros de sangue foram jorrados e assim o homenzarrão foi morto.

O chefe da segurança viu os cadáveres no jardim e ficou próximo à entrada. Jogou uma granada na sala causando uma explosão enorme.

─ Vão pro inferno.

O homem passou uns dois minutos atirando sem parar com o seu fuzil para todos os lados. A sala ficou completamente destruída e havia muita poeira. Slash carregava a faca que serviu para matar o outro. Não deu nem tempo para o homem se virar e assim a arma perfurou o seu coração.

Os quatro que ainda estavam na parte superior ficaram chocados quando viram Slash completamente banhado em sangue. A destruição que estava a parte de baixo da casa não era brincadeira.

─ Slash você está bem?

─ Sim, Paulo. A maior parte do sangue não é meu. Cuidado onde pisa.

─ O que faremos agora? ─ perguntou Aiko.

─ Aiko, vocês quatro vão para a Genetech mais cedo. Eu ficarei aqui e lutarei com mais outros.

─ Quer dizer que vai vir mais gente? ─ perguntou Wesley, Slash assentiu.

─ Não seria melhor se você viesse conosco? ─ falou Agumon.

─ Não. Se eu for, ele irão nos seguir. Será melhor eu ficar, matar todos e depois segui-los com segurança. Aiko, você sabe o endereço da Genetech, leve Paulo e os outros...

Um barulho de um bip começou a tocar. Slash percebeu que era o seu transmissor no seu pulso e o ligou. A imagem de Weiz em 3D apareceu diante de todos.

─ Como conseguiu o ip do meu transmissor?

─ Você esquece que eu vim de 2116, ou seja, na minha época já não é mais novidade hackear um ip mesmo que este esteja criptografado. Enfim, vejo que conseguiu se livrar dos homens que eu mandei, mas você não terá muito tempo para ficar alegre já que mais homens estão a caminho. Portanto, darei duas opções para vocês fazerem enquanto saem daí.

─ A gente não tem tempo de ficar ouvindo bobagens dele. Vamos embora agora ─ disse Paulo.

─ Ah, se eu fosse você não falaria isso. O que vou dizer vai te interessar mais ainda.

─ Fala logo! ─ esbravejou Slash.

─ Deduzo que vão querer invadir a Genetech. De certa forma é uma boa ideia, mas muito absurda. Então eu pensei em fazer uns joguinhos em cima disto. Vocês têm 2 opções para salvarem as pessoas que mais amam. A primeira é que Lúcia e Lucas foram sequestrados pelos homens de Matsunaga e estão aqui pertinho de mim...

─ Weiz, desgraçado, eu vou te matar se encostar um dedo nela!

─ Calma aí, irmãozinho. Como eu poderei fazer algo ruim com minha sobrinha, sangue do meu sangue? Só que o velho Matsunaga, eu não sei não. A segunda opção é que mandei Nabucodonomon para matar a minha querida ex-cunhada lá no trabalho dela. Opção 1: salvar Lúcia e Lucas. Opção 2: salvar Márcia mãezinha querida. Sejam rápidos pois nem Matsunaga nem Nabucodonomon vão esperar.

─ Você é muito mau, Weiz ─ disse Paulo.

A transmissão foi encerrada.

─ E agora, o que faremos? Quem vamos salvar? ─ perguntou Aiko.

Impmon tomou a palavra.

─ Eu salvo Márcia e vocês vão atrás da Lúcia.

─ Mas papai...

─ Vou pagando a minha dívida com a sua mãe, mesmo que ela não saiba. E também conheço o traste do Nabucodonomon muito bem. Agora vão.

─ Wesley tem razão. Aiko, leve o Paulo para a Genetech rápido. Eu ficarei e atrasarei os homens de Weiz. Enquanto isso Wesley vai salvar a sua mãe.

Todos concordaram com a decisão final e assim tomaram destinos opostos. Wesley se transformou em Beelzebumon e voou para a emissora de TV Fuji de Nerima enquanto Aiko dava a partida no seu carro para ir ao laboratório. Slash por sua vez ficou na casa, colocou o aparelho de som pra funcionar, escutou u rock gostoso, foi até a geladeira pegar uma latinha de refrigerante e sentou-se no chão. Minutos depois os homens chegaram na casa e viram aquela bagunça. Slash estava escondido, mas pronto para mais uma batalha. Em seguida vários tiros foram disparados.

Aiko dirigia freneticamente sempre olhando pelo retrovisor para ver se não havia alguém os seguindo. Agumon e Paulo estavam no banco traseiro.

─ Hei, vai devagar cara.

─ Foi mal, Paulo. Estou nervoso.

─ Também estou, mas vê se a gente chega vivo até lá. O que está fazendo?

─ Ligando pro meu irmão, seu padrasto. Ele é o marido da Márcia e precisa saber da ameaça que ela corre.

Aiko avisou Ray, este se desesperou no trabalho e pediu para sair mais cedo.

...

Kari acordou quando viu o carro parado num lugar que ela nunca havia estado antes. Assustou-se ao perceber que Müller estava apontando uma arma para si.

─ Vamos, querida, saia já daí.

─ Onde estou, Müller?

─ Você já vai descobrir. Anda, sai logo.

Kari percebeu que estava na área da Genetech quando viu a fachada imponente do complexo. O alemão pediu para ela andar mais depressa enquanto encostava o cano da arma em suas costas. Eles desceram para o andar do laboratório. A moça ficou impressionada com o lugar. Quando viu Matsunaga, ela correu na tentativa de agarrá-lo, mas foi detida pelos seguranças.

─ Assassino! Você mandou matar o meu pai, não foi? Mas acha que vai sair dessa sem punição. A polícia já sabe de toda a verdade e está chegando para prendê-lo.

─ Querida Kari Kamiya, adorei a sua visita. A morte do seu pai teve uma razão que talvez sua mãe tenha escondido.

─ Não me interessa as razões. O senhor ainda vai pagar pelo que fez!

─ Isso pode durar muito tempo, querida. Pronto, agora todos estão reunidos para o meu grande feito. Naomi voltou do toalete.

─ Naomi? Você também está metida nessa sujeira? E ainda por cima foi solta depois que tentou nos matar?

─ Ai que tédio, minha vida já foi bem melhor ─ ironizou Naomi.

─ Calem-se as duas! Este momento precisa de paz. Pronto, doutor Strong?

─ Já fiz as últimas revisões necessárias. Só falta a cobaia entrar na máquina para que ela possa ser iniciada. Quem é o voluntário?

─ Não é você, doutor. Afinal, seu serviço foi muito bem feito e de grande ajuda para o meu plano principal. Porém, como todo produto descartável que fez o seu bom uso, você não é mais útil para mim.

─ O que está dizendo?

─ Que você virou um peso pra mim ─ o segurança deu uma pistola ao patrão. Matsunaga deu um tiro em Strong. O cientista caiu ao chão. Kari e Naomi gritaram quando viram a cena. ─ Agora posso começar.

...

Enquanto isso, em Odaíba, Tai ligou para a mãe avisando sobre o sequestro de Kari. Yuuko ficou apavorada e quase desmaiou. Foi preciso TK segurá-la para que ela não caísse. O rapaz a pôs sentada no sofá e pegou um copo com água para a sogra.

─ Aconteceu uma desgraça. Algo que...

─ Dona Yuuko, conte logo!

─ Takeru, meu filho, a Kari foi sequestrada.

─ O quê? ─ disseram em uníssono.

─ Tai me ligou agora avisando que um homem levou-a. O homem era loiro e aparentemente estrangeiro.

─ Müller?

─ Tem certeza, Tailmon. Ektor Müller é o cara que quis ficar com Kari quando nos separamos. Eu já tenho ideia para onde eles foram ─ Tailmon e Patamon seguiram o rapaz.

─ Certo. Eu vou pro hospital acompanhar o meu filho. Vem comigo, Agumon.

─ Certo.

Nabucodonomon chegou em frente à emissora. Ficou disfarçado como humano para não chamar tamanha atenção. Ele caminhou para a entrada. Havia uma cancela e um guarda na guarita. Ele ficou próximo.

─ Aqui é a passagem dos veículos. Você não tem permissão pra passar.

Nabucodonomon deu um soco no vidro da cabine e esganou o guarda até a morte. Pulou a cancela e desceu para o estacionamento. Um outro segurança patrulhava o local com o seu cachorro de guarda. Havia muitos carros estacionados e nenhuma pessoa. O cão começou a latir várias vezes.

─ Quieto! ─ disse o segurança.

Um som de uma latinha caindo no chão chamou a atenção do homem que foi verificar. O silêncio voltou a tomar conta. Assustou-se com os latidos frenéticos do cão que não parava de rosnar para um aparente nada. A sombra negra no teto nem chamou a atenção dele. O homem só foi olhar pra cima quando o monstro lhe atacou. O animal ficou vendo o seu adestrador ser morto pelo intruso.

Duas mulheres que trabalhavam no jornal, saíam para o almoço. Foram para o estacionamento quando viram tanto o corpo do homem quanto do cachorro mutilados sobre um veículo. As duas gritaram e chamaram a polícia.

Márcia, que trabalhava no quinto andar de um complexo com seis, escutou barulho de tiros vindos da parte de baixo. Eram dois prédios um na frente do outro e no meio uma praça de alimentação. A mãe de Paulo viu lá de cima as pessoas correrem lá embaixo.

─ Calma, pessoal. Vamos nos acalmar. A polícia já está a caminho ─ disse o editor.

O celular de Márcia tocou, era Ray na linha.

─ O que quer?

─ Fuja daí o quanto antes!

─ Como assim?

─ O inimigo foi tentar te matar. Ele vai te matar!

Márcia só se alertou quando viu a figura de Nabucodonomon aparecer enquanto matava uns dois seguranças com as próprias mãos. Ela saiu imediatamente da janela. Decidida a sair dali, ela pediu para os colegas saírem pois havia um matador no prédio. Pronto, causou um grande pânico no local. O jornal que fazia o noticiário teve que parar no ar pois a segurança pediu aos apresentadores para se esconderem.

─ O que está havendo? ─ perguntou uma colega de Márcia.

─ Acho que eles querem me matar.

─ Não pode ser!

─ Escuta, eu vou me esconder num local seguro até a polícia chegar. Vocês se salvem. Vão, não se preocupem comigo.

Márcia parou de correr e ficou no seu andar enquanto a multidão descia pelas escadas de incêndio.

...

GENETECH

Depois de atirar contra Strong, Matsunaga preparou a sua máquina para realizar a sua experiência. Os ajudantes ligaram a máquina entre outras coisas. Lucas assistia ao processo morrendo de medo do que poderia acontecer. Sentiu seu corpo começar a responder involuntariamente. Alguns fios começaram a se enrolar nas pernas dele. A luz dentro do domo começou a brilhar mais forte.

─ Não posso ver ─ disse Lúcia.

─ Como o senhor pode ser tão mau? ─ falou Kari.

─ Vovô, me diga quem vai ser a cobaia. O Müller? Daregon? A idiota da Kari?

─ Vocês duas são tão patéticas. Com essa briguinha de vocês, não conseguiram enxergar o óbvio. Quem poderia ser a cobaia humana? Quem se arriscaria a ponto de colocar a sua vida em risco pela ciência, quem? Quando a minha mãe morreu, eu quis vingá-la achando um método de acabar com a morte e consegui. Para isso eu preciso estar vivo e muito bem disposto. Não poderei fazer tudo o que quero neste corpo velho.

─ Espere um pouco. O senhor estava doente, eu vi um exame médico seu.

─ Querida neta, forjado. Assim como a minha morte, a minha doença era uma mentira. Aí eu teria um motivo para supostamente morrer e não ser atrapalhado pelas leis. Agora vamos deixar de falatórios.

Matsunaga começou a retirar as suas roupas, começando pelo paletó, gravata e camisa. Pediu aos ajudantes para fazerem uma barreira para que ninguém pudesse vê-lo nu.

─ Passe-me o proclorperazina que vai servir para anular os efeitos colaterais extremos no meu cérebro, causados pelos fluídos ─ deram um pequeno frasco e ele bebeu. Abriram a câmara, ele se deitou. A câmara entrou numa outra maior ─ esta parecida com a máquina de tomografia.

Lucas foi preso por fios negros enquanto os quatro canos de metal no topo do domo emitiam raios brancos. Os raios atingiram o garoto que sentiu como se sua vida estivesse sendo extraída.

Continua...



Notas finais do capítulo

Próximo capítulo vai ter mais ação, do jeito que vocês gostam. Vai ser igual um filme de hollywood hehehe eu poderia ser diretor de filmes hollywoodianos!

Não vou contar o resuminho do próximo capítulo. Vou deixar na expectativa :)



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