D.N.A Advance: Nova Ordem do Século escrita por Sensei Oji Mestre Nyah Fanfic


Capítulo 132
O Laboratório - Parte II




— Esperem. Estou recebendo uma mensagem no meu legacy — Paulo parou de caminhar por um tempo acompanhado dos outros dois.

A mensagem de voz estava com alguns ruídos,mas dava para entender um pouco. O rapaz reconheceu na hora que se tratava da sua tia Diana.

— Paulo, socorro. Gary e eu fomos presos por Daregon numa montanha rochosa. Venha rápido! Tem...

— Diana? Ela está bem? Ela está bem? — perguntou Gaia preocupado.

— A mensagem parou aqui.

— Temos chance de encontrá-la?

— Não sei. Ela não chegou a completar a frase... Espera. Parece que tem mais.

— Paulo, a montanha é rochosa... tem uma cachoeira atrás com um rio e uma floresta... Me solta!

Gaia ficou bastante preocupado com o estado de sua mulher. Não quis perder mais tempo, mas Impmon pediu para ele se acalmar, e que procurar feito louco não resolverá nada. Precisavam de um mapa de toda aquela região.

— Querem um mapa? — perguntou Babamon.

— Sim. Meu legacy só mapeia parcialmente um lugar tão grande. 

A velha buscou um mapa de toda a região além do seu país. Paulo agradeceu a generosidade dela e saiu em definitivo da cidade.

Os três rumaram para dentro da floresta por uma trilha de terra. O digiescolhido parou, pegou uma lanterna e verificou o mapa. Havia dois rios em toda aquela região, porém apenas um passava perto de uma montanha.

— Achamos! — disse Paulo.

— Weiz que me aguarde — disse Gaia.

 

Depois do jantar, da despedida de Paulo e de ter ajudado as moradoras, Mia resolveu se comunicar com Lúcia. Apesar de insistir, a garota sequer conseguiu a localização dela. Como nas ilhas anteriores, a atual em que a irmã caçula de Paulo está não permitia a livre comunicação. Um sistema de defesa formidável.

— Que cara triste.

— Eu pensei que dava para me comunicar com a Lúcia, Rose e os outros. Nada. Não temos notícia deles desde a ida em Atlântida.

— Será que eles entraram na outra ilha?

— LinK, que surpresa! É verdade. Preciso que se comunique com o Gennai agora, por favor.

— Tá bom.

Uma amazona chamou Mia. Betamon acordou do seu sono profundo após a luta contra o antigo governador. Ficou desorientado ao perceber que estava num quarto em cima de uma cama.

— Você está bem, parceiro.

— Eu disse que ganharia. Como me saí?

— Melhor impossível. — A moça se sentou na cama e colocou a cabeça do digimon sobre as suas pernas.

— E cadê os outros?

— Estão bem.

— Mia?

— Hum?

— Eu era pra ter perdido. Mas o Leviamon havia dito que te mataria e meu corpo logo se acendeu e ganhou uma força tremenda. Não sei de onde eu tirei tanta força.

— Acho que é a nossa amizade que é muito mais forte.

Nashi foi chamado pela garota para uma conversa. Mia disse que estava disposta a ir embora aquela noite mesmo. 

— Falei com o Gennai. Ele confirmou uma alteração numa região semi-árida a uns quinhentos quilômetros oeste. Sabem da boa? De alguma forma uma das ilhas caiu no Digimundo.

— E vai ser esse o nosso destino. Lúcia deve estar lá — falou a garota.

Sem muitas cerimônias, Mia avisou para Mona que iria embora naquele momento. Nashi e Kotemon concordaram. Não poderiam mais vacilar. Os dias se passavam e o Chanceler ficava cada vez mais influente e poderoso. Todos se despediram. Mia, Betamon, Nashi e Kotemon estavam indo na direção da Ilha Sand.

...

Perto da Montanha Tucson

Gary viu a grande torre negra bem na sua frente. Ele tentou achar algum esconderijo, mas não teve muito sucesso.

— Quem é esse garoto? — perguntou o rapaz misterioso.

Os soldados encurralaram Gary. Eles estavam prontos para agarrá-lo, no entanto uma forte luz fez com que eles vacilassem. Agora Gary estava em sua forma digimon, derrubando todos os soldados. Isso deixou o rapaz misterioso bastante surpreso. É a primeira vez que ele vê um ser humano virar digimon sem qualquer aparelho.

O objeto no pulso dele afirmou ser um Aegiomon, digimon mitológico que nunca mais existiu durante milhões de anos.

— Ora, ora...

Gary correu entre as árvores. A perseguição era implacável. Os soldados de Weiz perseguiam sobre Flymons e Kwagamons adestrados.

— Atrás dele! Precisamos pegá-lo vivo! Entenderam?

Um homem sobre um Flymon se aproximou de Gary. O digimon abelha apontou o ferrão e o soltou na direção do garoto. Este desviou dos golpes, subiu numa árvore e se escondeu numa copa.

— Perdemos ele. Repito, perdemos ele.

— Achem ele!

De repente Gary deu um pulo da árvore em direção ao Flymon. O soldado caiu, deixando a criança sobre a abelha gigante. Flymon estranhou aquilo e ficou igual um touro bravo.

— Fica quieto, bichinho.

— Pegamos ele! Preparem a arma de rede nele.Travem o alvo. Não se preocupem com o digimon.

Os soldados nos Flymons ficaram ao redor de Gary prontos para pegá-los. Uma sombra enorme cobriu a todos.

— Que foi isso? — perguntou o capitão sobre um Kwagamon.

— Capitão, olhe atrás de nós.

— GYAHHH!!! É GIGANTESCO!

Um Raremon gigante apareceu diante de todos. O monstro tinha pelo menos uns cem metros de altura. Nunca viram um digimon tão grande assim.

Laboratório - Montanha Tucson

Weiz permaneceu ocupado com as buscas por seu sobrinho. Foi repreendido por Lady B. que estava impaciente com o homem. 

— O imperador deu um prazo até amanhã pela manhã.

— Eu já disse que preciso encontrá-lo. Tucson é escondida e longe de qualquer cidade. Quando eu prendê-lo, irei com você para essa missão.

Um tremor forte. Weiz, Lady B. e os demais que estavam no laboratório sentiram o forte impacto. O homem perguntou aos soldados e teve uma péssima resposta: um monstro estava atacando a base da montanha.

— Que monstro?!

Raremon gigante usou o cuspe ácido para derrotar os soldados que estavam voando sobre os Flymons. O capitão foi o único que conseguiu sair ileso.

— Vamos. Sai daqui! Sai daqui! — Gary chutava o Flymon a fim de fazê-lo voar para longe.

Raremon soltou uma rajada ácida pela boca. O garoto fez o Flymon desviar a tempo. O poder gosmento atingiu a base de Tucson e explodiu logo em seguida.

— Como esse Raremon surgiu do nada no meio da floresta? Eu não quero saber de desculpas, incompetente — disse ele ao capitão.

— O que faremos, chefe? — perguntou Dracmon.

— Sai da frente. Como pode essa falha na segurança? Meu laboratório exposto assim... Se eu pego aquele garoto...

Weiz foi para o seu escritório e apertou o botão vermelho. No meio da sala surgiu uma poltrona com controles iguais de games de realidade virtual. Na tela em frente à poltrona apareceu a imagem da floresta.

No meio da montanha Tucson surgiu um canhão de raios. O armamento surgiu logo após Weiz tomar o controle.

— Entrem na base. O chefe vai disparar aquilo — disse o capitão. Todos os soldados fugiram para dentro.

Raremon ficou travado na mira. Weiz disparou sem pensar duas vezes. A explosão foi significativa e suficiente para destruir por completo o monstro enorme. Árvores também foram destruídas. Gary caiu longe, debaixo de folhas de palmeiras e um pouco ferido.

— O que foi isso?

Do outro lado do rio, o rapaz misterioso observava Gary por um binóculo. Ficou surpreso ao ver que um canhão surgira da montanha.

Os soldados voltaram ao lado de fora e comemoraram a derrota do monstro. Em seguida foram ver se Gary estava vivo, porêm não o acharam.

— Acho que você matou o moleque — disse Lady B.

— Tudo bem. Foi imprudência minha. Pelo menos eu tenho Diana.

Gary retirou as folhas de cima e se levantou. O garoto viu uma boa parte da floresta arrasada.

— Está escurecendo. Vai ficar mais difícil achá-lo — disse o capitão no rádio.

— Encontre-o. Nada de desculpas!

— Sim, chefe. — Desligou. — Merda!

Gary foi até o leito do rio e lavou o rosto. Viu o seu reflexo na água, mais por conta do brilho intenso da Lua Cheia.

— Psiu. Ei, garoto.

Virou-se ao ouvir um sussurro. Nada encontrou. O rapaz misterioso ficou escondido atrás de uma árvore.

Paulo, Wesley e Gaia caminharam por muito tempo sem parar até o digiescolhido sentir o cansaço da caminhada. Pararam por um breve momento. Paulo descansou debaixo de uma árvore enquanto os outros dois falavam à margem de um rio.

— Me fala... desde quando deixou de ser um digimon pra cuidar da minha irmã?

— Muito tempo mesmo. Eu era imprudente e rígido. Isso foi por que Slash praticamente me obrigou.

— E o romance? Quando surgiu?

— Acho que já falei sobre isso. Quando Diana ficou mais velha. Durante a sua infância e adolescência eu era apenas um tutor, mas à medida que envelhecia, ela me deixava constrangido.

— Cara, eu sei como é que é. Mulheres laçam a gente na hora, não é? Tem uma doidinha japonesa doida pra dar pra mim... mas não sei se vai dar certo. O bom e velho furry.

— O quê?

— Furry. No Japão é conhecido como envolvimento amoroso entre um humano e um híbrido. Tipo a Bela e a Fera... Ah, esquece. Já vi que não entendeu.

Gaia ficou alerta quando deu atenção ao rio na sua frente. Pediu para Impmon chamar Paulo imediatamente. Em pouco tempo eles viram no mapa que o rio que estavam passava perto de uma montanha.

— Rio Tucson. Este é o nosso lugar. Temos que ir andando pela margem para o norte até dermos de cara com essa montanha — disse Paulo.

— Supostamente é para o laboratório do meu irmão estar perto dessa montanha. O local em que eu fui...

— Pois bem — levantou Gaia e colocando a espada atrás das costas. — Estamos mais perto de uma grande reviravolta.

...

Base Secreta de Gennai

Gennai e Linx foram chamados com urgência para atender um caso gravíssimo. O líder foi com a mulher para a enfermaria e viu Slash.

— O ovo de Hagurumon. Tome.

— O que está acontecendo?

— Gennai, olhe para aquele digimon na cama. Encontrei-o nesse estado deplorável perto de um rio. Monodramon garantiu que ele não é uma ameaça.

— Nunca vi um digimon com essa aparência. Linx, segure o ovo.

Gennai se aproximou de Phelesmon. Monodramon estava próximo a ele. O parceiro do Paulo do futuro sentiu uma forte atração emocional por aquele ser entre a vida e a morte.

— Ele está muito ferido. Parece que seus dados estão indo embora.

—Por favor, precisa ajudá-lo. Ajude-o.

— Por que está tão interessado na saúde desse digimon desconhecido? — perguntou Linx ao dragão.

— Não tenho certeza. Só peço que o ajude.

Linx viu Gennai. Resolveram ajudar o pobre digimon que estava à beira da morte. O próprio Gennai participaria da cirrurgia. Chamou os médicos da base militar e enfermeiros. Apesar da preocupação com a escalada de violência no Digimundo, ele reservou um tempo para salvar a vida de Phelesmon.

...

Gary viu a lua enquanto descansava escondido numa árvore. Pensou que nunca mais veria o seu pai e agora a sua mãe. Era apenas uma criança e não sabia o que fazer.

O rapaz misterioso aproximou-se da entrada da montanha. Não foi visto pelos capangas.

— Tudo bem. Tudo bem. Pedirei para Darc'mon e os outros para ficarem de olho nela enquanto irei fazer esse serviço ao velho Matsunaga.

— Não se esqueça que ele não é mais velho. Agora parece mais jovem do que nunca.

— Aquele velho não dá ponto sem nó. Invadir a base secreta do Gennai para algum fim que ele tanto quer. Você sabe?

Lady B. nem assentiu e nem negou. Também estava por fora dos planos do seu imperador.

Já era noite. Os guardas foram para a floresta a fim de procurarem algum indício do garoto digimon. A explosão que destruiu o montro fez um grande estrago.

O rapaz misterioso conseguiu entrar na montanha sem ser visto. Retirou um iped da mochila e viu toda a estrutura do laboratório. Quem é ele? E o que quer?

...

Ilha Sand

— Chefe Galdino! Chefe Galdino! Não encontramos nenhum code crown, nem vestígios dos digiescolhidos. Acho que fugiram.

— QUÊ?! O que direi ao Supremo Mestre?

Galdino pediu para chamarem o Astamon, mas os soldados informaram que ele havia deixado todos chupando dedo. Nem mesmo os piratas conseguiram impedir que o pistoleiro desaparecesse.

— Aquele rato idiota nos traiu? — perguntou o crocodilo humanóide.

— Não sei o que ele pretende, mas parece que caímos feito um pato nos planos. Aquele homem é perigoso, não confia em ninguém, trai na cara de pau — disse Splashmon.

Os piratas Splash e os soldados da aranha foram cercados por dezenas de Skulls.

Astamon usou todos para chamar a atenção dos inimigos e assim ter o caminho livre para ir em direção ao governador da ilha. No caminho alguns skulls foram facilmente derrotados. Entrou no quartel general e foi à sala do sarcófago.

— Hey, não pode entrar aqui. O local do senhor Akenathon é sagrado e... Ahhhh — Astamon de um tapa na pequena múmia que ficava em seu caminho.

— Vamos, Akenathon. Saia do sarcófago. Tenho algo interessante para lhe propor.

— Então você veio...

O sarcófago se abriu. Uma mão enfaixada surgiu repentinamente. Uma forte pressão fez com que Astamon.

"Que poder incrível. Diferente de qualquer outro digimon que já vi. Mais forte do que eu."

Akenathon pôs os pés nos chão, causando um certo estrondo. Era um digimon alto, de quase cinco metros de altura.

— Você é um dos intrusos. Não creio ser amigo dos digiescolhidos. Com quem trabalha?

— Não sei se já percebeu, mas a sua ilha foi dominada pela bandeira da aranha.

— Percebi.

— Se fosse outros governadores, teria impedido os soldados da aranha e depois a explosão. Você não deu a mínima, porque não dá a mínima para o Chanceler, não é, Pharaohmon?

DIGIMON: PHARAOHMON

NOME ALTERNATIVO: AKENATHON

OCUPAÇÃO: GOVERNADOR

LOCAL: ILHA SAND

ATRIBUTO: VÍRUS

NÍVEL: MEGA

TIPO: FANTASMA

NPD: 4.500.000

PODERES: OS PODERES DO REI DAS MÚMIAS SE RESUME A MANIPULAÇÃO DAS ALMAS DOS VIVOS E DOS MORTOS. O TÁRTARO É UM CAMPO IMAGINÁRIO QUE ELE CRIA PARA ARRASTAR SUAS VÍTIMAS AO VALE DA MORTE.

DESCRIÇÃO: O governador Akenathon é o mais misterioso, atrás de Beelzebinho. Consegue permanecer calmo mesmo sob tensão. Quando a ilha Sando foi invadida, ele permaneceu calmo e deixando tudo aos seus subordinados. É o governador menos obediente do governo mundial.

— Tem razão — assentiu Akenathon sem pensar duas vezes.

Astamon sorriu. Acabou de arranjar um futuro aliado.

 

Enquanto isso na ilha de gelo, Dorulumon finalmente chegou na vila secreta da resistência. O local ficava numa fenda no meio de uma montanha gelada. Não havia nada para fazer os humanos subir.

— Como faremos para escalar? — perguntou Freddy.

— Melhor subirmos logo, pois estou congelando — disse Jin ficando azul de frio.

Dorulumon pediu para que eles esperassem dentro da fenda enquanto pedia ajuda. Então o digimon deu um pulo e foi escalando a fenda alternando as paredes. À medida que ele pulava, suas patas alcançavam as pedras encravadas nas paredes que serviam como naqueles muros para escalada. Enfim, ele chegou à caverna e logo foi recebido por um guarda.

Dentro da caverna estava a Vila da Resistência. Uma cidade inteira dentro da montanha. As casas eram esculpidas a partir da rocha da caverna, os moradores circulavam pra lá e pra cá tranquilamente, os soldados usavam roupas de pele com pelos brancos.

Dorulumon entrou na casa do Capitão Cold. 

— Por que podemon confiar nessas pessoas?

CAPITÃO COLD

DIGIMON: FREEZEMON

APARÊNCIA: Ele parece um homem humano com o corpo de yeti. Do pescolo para baixo possui muitos pelos brancos e um corpo musculoso, usava uma calça estilo militar e botas pretas. O seu rosto era o de um humano, e usava uma máscara que escondia os olhos; máscara de urso polar que deixava o nariz e a boca à mostra.

— Eles são os digiescolhidos. Vieram também derrotar o Chanceler.

— Subam os digiescolhidos imediatamente!

...

O sistema de defesa da montanha Tucson entrou em pane naquela mesma noite. Weiz estava para subir ao topo da montanha e pegar o seu helicóptero particular quando soube da falha do sistema. Foi algo surpreendente, haja vista que o laboratório nunca tivera algo assim.

— Que inferno. O universo resolveu conspirar contra mim esta noite?

— Isso vai atrasar a nossa ida — disse Lady B.

Darc'mon disse que o hacker invadiu o sistema e que levará um tempo para que tudo voltasse ao normal. O fato é que eles estavam vulneráveis a um ataque.

— Peguem o moleque!! Achamos ele! — disse um soldado em cima de um Flymon.

Gary correu na direção onde estava a torre negra, mas nada encontrou. Apenas um buraco grande deu lugar a torre.

— Droga. Ah! — Ele topou e caiu dentro do buraco.

Harpymon foi a única a encontrá-lo. A harpia desceu para dentro do buraco e desafiou o garoto para uma luta.

— Que tal, garoto? Assim você se exercita.

Claro que Gary ficou assustado.

Um tanto longe dali, soldados eram derrotados um por um. Isso acontece porque eles davam de cara com Bancholeomon e Beelzebumon.

Gaia segurou um soldado pela camisa e perguntou onde estava a sua esposa, mas o soldado ficara inconsciente.

— Gente, acho que achei onde fica o QG do Weiz — disse Paulo enquanto observava a montanha Tucson por um binóculo. Ainda estavam distantes, porém finalmente chegaram à floresta.

— Vou correr na frente — Gaia correu com tudo.

— Paulo, sobe nas minhas costas.

— Vai correr também?

— Não, voar.

— Espera. Vai com calma! 

Paulo subiu nas costas do seu pai e foram voando pela floresta. O clímax no laboratório de Weiz está chegando e nada pode detê-lo.

Gary ficou assustado ao ver Harpymon encará-lo de frente. Nunca batalhou antes, nunca esteve perto de um digimau, não sabia como se proteger numa luta.

— Hahaha. Parece que temos uma criança assustada aqui.

— Que-quem está assustado?

— Você! Suas pernas não param de tremer hahahahaha.

 

País de Vênus

A essa altura todos os digiescolhidos haviam partido. Kazemon suspirou de saudades. Shutumon foi ajudar a reconstruir a cidade com a ajuda de Babamon e as amazonas.

Mona-sama viu o corpo de Petermon deitado numa mesa de pedra ainda dentro do bunker. As amazonas estavam do lado de fora ainda resolvendo onde enterrá-lo. Ainda regia a preconceituosa lei de não abrigar homens naquela cidade... por isso estavam com dificuldades de se decidirem. Mona entrou no quarto do corpo do digimon. Foi passar sua mão no rosto dele quando teve uma surpresa.

— Meu Deus!

A mão de Petermon agarrou o braço de Mona. O jovem abriu os olhos logo depois, mostrando que ainda estava vivo.

Continua...





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