D.N.A Advance: Nova Ordem do Século escrita por Sensei Oji Mestre Nyah Fanfic


Capítulo 131
O Laboratório - Parte I


Notas iniciais do capítulo

Vem-vindos ao terceiro e útimo arco desta super saga. Começou com o arco do Wisemon, depois os 4 governadores e agora vamos focar o Chanceler, Weiz e Matsunaga.
Espero que gostem. E já começa tenso, viu. Nos próximos capítulos o laboratório de Weiz será o núcleo central. Chegou o momento da revanche.

Boa Leitura.



Arco: Chanceler

 

Capítulo 131

 

Laboratório de Weiz

O alarme foi acionado. Toda a montanha ficou em estado de alerta por conta da fuga de Diana e Gary. Além disso, uma parte do lugar fora arruinada por Phelesmon.

Os soldados — que são subalternos de Matsunaga, mas foram liberados para servir Weiz — receberam ordens diretas de Darc'mon. Eles ficaram atentos a qualquer movimento suspeito. Na parte inferior da montanha, a situação era extrema e perigosa. O grande depósito de cargas, com tratores e caminhões ficou fechado. Soldados armados saíram para a floresta. Outros ficaram perto do rio e da cachoeira atrás da montanha.

— Nada ainda. Nem sinal dos prisioneiros aqui na cachoeira. — Um soldado falava por rádio.

— Por aqui na floresta está tudo limpo — disse outro.

De volta ao laboratório, W-Weiz-W ou Blizzard viu o estrago que o "pequeno Monodramon" fizera. A sacada fora totalmente destruída pela explosão, tendo partes dela caídas sobre as árvores. A parte onde ficava o centro de controle, local em que haviam vidraças que dava para ver a paisagem fora, também destruído. O hall da casa estava com rachaduras significativas.

— Aquele maldito acabou com a minha casa! Safado. Ainda bem que acabou com a raça dele. Eu estaria morto a esta hora.

— Precisamos de você para se infiltrar na base de Gennai, por isso não o deixei morrer — falou Lady.

— Ótimo. Poupou-me porque eu vivo sirvo melhor, não é?

Dracmon informou ao seu chefe sobre o sumiço dos reféns. Weiz disse que tinha uma excelente ideia.

— No meu laboratório há um programa que mapeia em tempo real toda a montanha Tucson. Vai levar alguns minutos, mas é melhor do que nada.

Ele entrou no seu escritório. O local com vários monitores e teclados servirá para algo relevante.

Diana e Gary ficaram escondidos por algum tempo. A mulher viu uma saída de ar na parede. Dava para os dois passarem com folga. Ela entrou primeiro seguida do menino. A tubulação não era muito grande, pois logo chegaram num ponto onde havia uma queda de 90° literalmente.

— Filho, vamos ter que ir com calma. Não consigo ver o fundo.

— Cuidado, mãe.

Diana desceu a tubulação apoiando as costas na parede e as pernas esticadas encostando os pés na outra parede. Qualquer movimento brusco poderia cair num abismo desconhecido.

Weiz buscou a planta digital de toda a montanha que servia de laboratório. O mapa apareceu na tela do computador e logo foi rastreando. Dois pontos apareceram.

— Que lugar é esse?

— Uma das várias saídas de ar que temos — respondeu Weiz.

Ele pesquisou até onde as tubulações iam. Viu que ficava perto do rio, atrás da montanha. Perto da cachoeira.

Uma forte corrente de vento, acionada por Weiz surgiu por dentro das tubulações. Pegou mãe e filho de surpresa, derrubando-os.

O cientista mandou uma equipe ir buscar os dois no rio.

Atrás da montanha, os guardas foram ao longo do rio em busca dos possíveis corpos dos dois. Foram duas equipes com dois soldados em lanchas.

— Senhor, não encontramos nada.

— Aonde eles foram? — perguntou Weiz.

Dentro da tubulação, Gary conseguiu parar a queda dos dois segurando numa abertura de outra tubulação. O garoto segurou a mãe pelo braço e a puxou para dentro.

— Pensei que fosse morrer.

— Mãe, a gente tem que chamar a ajuda ao Paulo.

— Como?

—  Com isto aqui — ele riu e mostrou um rádio daqueles que os guardas usavam para se comunicar. — Consegui naquele quarto.

— Temos que sair da montanha. Tem muito ruído aqui. Se der certo, posso entrar em contato com algum digiescolhido.

Eles desceram mais de duzentos metros antes de saírem pelo esgoto logo abaixo. O túnel era feito de cimento, com as laterais maiores e no meio com um pequeno córrego. Correram até saírem por um portão na base da montanha.

— Vamos precisar correr. Acabei de ver uma câmera de vigilância logo ali...

— Esta? — disse ele com a câmera na mão.

— Como assim? Destruiu a câmera sem que eu percebesse? O quão rápido você está?

Diana deixou pra lá e correu floresta adentro. Os dois foram se esconder dos guardas que caçavam ambos.

...

A chuva parou na região do país de Vênus, apesar das nuvens ainda estarem nubladas. Restou apenas água e escombros. Certamente levará algum tempo para o local voltar a se reconstruir por completo.

Romena ajudou Mona-sama a levar o corpo de Xena para dentro do bunker. As amazonas começaram a chorar e a realizar uma reunião fúnebre em memória da grade líder agora morta. 

— Filha... por que não fica comigo?

— Eu tenho muito trabalho a cumprir. A agência precisa que eu reporte o que houve nesses dias. Espero a senhora, mamãe.

Mona viu Romena ir embora. A mais nova sequer olhou para trás.

Shutumon acordou da maca improvisada. Viu Mona sozinha com ela. Numa conversava breve, a digimon soube da morte da mãe na luta contra Sanzomon. Correu até o local onde o corpo estava sendo velado. Foi um sofrimento.

Romena avisou aos digiescolhidos da sua partida repentina. Mia pediu para que ela falasse com Emma sobre aquele assunto dela ser uma agente secreta. Depois de uma despedida, a mulher levou Conceição junto para a Terra.

Horas depois...

Paulo se enxugou e vestiu uma outra roupa dada por Babamon. Ele ficou pensando nos últimos momentos em que viu o seu parceiro digimon matar Petermon bem na sua frente. Foi a maior tragédia que viu pessoalmente. Pior até mesmo que a morte do seu pai como Impmon na Ilha Arquivo anos antes. Foi horas depois que soube da morte de Xena. Deu os pêsames a Kazemon e Shutumon. O corpo da imperatriz ficou sobre uma mesa de pedra dentro do bunker.

— Quero saber o porquê do Petermon não ter desaparecido — disse Nashi.

— Teve um caso que eu vi de digimon que morreu, mas não explodiu em dados. São casos raríssimos, mas acontece — respondeu LinK.

Petermon foi levado para uma sala ao lado do pátio onde o corpo de Xena estava sendo velado. Babamon assegurou aos digiescolhidos que cuidaria do digimon e que o enterraria conforme o costume humano. Eles agradeceram.

— Que foi? — perguntou Impmon.

— Sei lá... eu me arrependo de ter falado aquilo ao Phelesmon.

— Então ainda gosta dele?

— Eu não tive tempo suficiente para saber se eu realmente gosto. Sempre quis saber sobre o meu digimon.

Os dois foram interrompidos pelo tritão que acabou ficando sozinho. Logo depois os demais membros do grupo.

Era quase noite. Um dia inteiro havia se passado desde a chegada deles no país. Uma procissão com as moradoras do país levando o corpo de Xena para ser enterrado perto da colina onde ficava o chateau. A cerimônia fúnebre durou quase uma hora até ela ser enterrada num sarcófago. Imediatamente levantaram uma estátua da humana ali mesmo. Kazemon e Shutumon se tornaram as governantes que herdaram da mãe.

— Perdão por tê-lo maltratado. Eu sempre segui a linha de raciocínio da minha mãe, mas nunca parei para pensar que ela estava equivocada com os homens e digiescolhidos.

— Não precisa pedir desculpas. Conseguimos superar um obstáculo, né?

— Estão com fome? Preparamos um banquete. Já está quase anoitecendo e é bom revigorar as energias quando partirem pela manhã — disse Babamon.

Paulo se levantou e avisou.

— Papai e eu iremos partir ainda hoje à noite — os outros ficaram surpresos. — Vamos ajudar Gaia e invadiremos o famoso laboratório do titio.

Gaia riu da fala do garoto. Agora sim viu firmeza na decisão do sobrinho. Naquele momento ele já havia se revelado como Gaia ao grupo de Mia.

Por falar nela, horas antes, foi buscar Betamon com a ajuda de uma amazona. Encontrou o parceiro desmaiado na praia e o levou de volta para o país de Vênus.

— Não posso partir contigo à noite. Preciso esperar que Betamon se recupere. Ele foi muito bem em derrotar Leviamon.

— Então vamos nos dividir em dois. Meu pai, eu e Gaia partiremos ao laboratório de Weiz ainda noite. Você e Nashi vão à próxima ilha darem apoio à Lúcia e os outros; LinK precisa ficar pois chamou ajuda do Gennai para restaurar a cidade.

A conversa foi interrompida por Kazemon que chamou-os para o banho e o banquete.

Na casa de banho — parcialmente destruída — os visitantes ficaram separados entre homens e mulheres. Paulo, Impmon, Gaia, LinK, Nashi , Kotemon e Betamon ficaram numa sala; Mona e os Pagumons, Mia, Shutumon e Kazemon ficaram num outro quarto.

— Diz aí, Gaia, como consegue viver cheio de pelo? — perguntou Nashi.

— Isso é pergunta que faça, moleque? — Ele encostou na parede da fonte termal. — É normal. Não sinto tanto calor. Por incrível que pareça eu sentia mais calor como humano.

— Que foi? — perguntou Impmon.

— Pensando na minha irmã.

 

Ilha Sand

Os digiescolhidos conseguiram bater em retirada antes que os capangas do governador pudessem achá-los. Saíram da arca e andaram pelas dunas da ilha Sand. Viram umas tendas armadas num acampamento. Lúcia liderou a equipe.

Os moradores daquele acampamento estavam todos ausentes. Não havia ninguém. Estava um clima bastante suspeito.Desde que chegaram na ilha, nenhum sinal de vida.

— Parece até que evaporaram — disse Rose.

— Não importa. Precisamos nos esconder por agora — falou Lúcia.

Arukenimon e Mummymon foram vasculhar o acampamento na busca de alguma pista. O digimon múmia caminhou até chegar num monumento velho na forma de Esfinge.

— Gozado.

— Que foi, Mummymon?

— O rosto dessa esfinge é estranho.

O monumento olhou para eles e deu um sonoro "olá". A dupla ficou branca de medo e gritaram. Os que estavam na tenda rapidamente saíram.

— O que é isso? — falou Palmon.

— Como fazem barulho. — A esfinge se levantou. — Nunca viu algo como eu.

— Nunca vivo — respondeu Aiko.

— Na verdade eu era um digimon, mas fui transformado nisso aqui pelo governador Akenathon.

— Como assim? — perguntou Lucas.

— O governador Akenathon gosta de brincar com a vida e a morte. O poder dele é peculiar, pois consegue coisas que nenhum outro digimon consegue. Um exemplo é que consegue retirar a alma do corpo dos digimons e humanos e nos transforma em objetos. Ficamos impedidos de usar nossos poderes nesta forma.

— Uau. Cara, conseguiu me dar um susto daqueles — disse Mummymon.

— Desculpa. Acontece que a população toda da ilha virou objetos, pois aconteceu algo com outros governadores... cof cof!

— Está bem? — perguntou Lúcia.

— Sim... Eu que sou meio velho.

Panelas, cadeiras e outros objetos vivos se aproximaram dos digiescolhidos. Eram dezenas deles. Eles eram a prova do poder do governador desta ilha.

LadyMummymon invadiu a arca de prata junto com os capangas. Os Skulls logo tomaram tudo que foi de valor ou alimentos que estavam guardados.

— Não tem ninguém aqui.

— Acho que saíram antes de chegarmos. Espertos. Avise ao Nitemare imediatamente.

— Sim.

DIGIMON: LADYMUMMYMON

ATRIBUTO: VÍRUS

NÍVEL: PERFEITO

NPD: 2.800.000

Nitemare recebeu a mensagem de que os digiescolhidos haviam escapado. De antemão souberam do paradeiro do grupo de Astamon. Estavam quase no encalço deles.

DIGIMON: SKULLSATAMON (MUTANTE)

ATRIBUTO: VÍRUS

NÍVEL: PERFEITO

NPD: 3.250.000

 

Bem distante da quinta ilha, o grupo de Jin finalmente encontrou a vila da resistência. Ficava entre uma fenda no meio de dias montanhas. As casas ficavam dentro de cavernas na geleira. Para ter acesso era preciso subir, mas não havia meios de fazer isso.

— São pelo menos cem metros daqui até a caverna. Como subiremos? — indagou Freddy.

Dorulumon sabia um jeito de subir e descer.

Palácio de Gelo

A reunião com Major e Megido foi frutífera. Os três governadores concordaram em compartilhar o mesmo território. As três últimas ilhas se transformaram numa só. Tudo isso em meio ao decreto do governo para sitiar o planeta por completo. O Digimundo estava um caos.

...

Diana correu com o seu filho para dentro da floresta ao redor da montanha. Conseguiram enfim escapar das garras do cientista. Porém, tiveram que se esconder da patrulha tanto na floresta quanto no rio próximo.

— Filho, você me deu uma ótima ideia. O Paulo me disse uma vez o número do digivice dele.

— Então liga.

— Está com ruídos. Preciso ir para um local menos fechado. — A mulher e o filho estavam dentro de um tronco velho.

Diana pediu ao filho para continuar escondido enquanto saía para perto do rio a fim de achar um bom sinal de rádio.

Já dentro da montanha, Weiz perdeu a dupla de vista. Pediu aos seus guardas que localizassem imediatamente o paradeiro deles com a condição de puni-los caso não encontrassem.

— Senhor. Senhor — falou alguém pelo rádio.

— O que foi?

— Encontramos uma falha na base da montanha. São rachaduras enormes.

— Maldito Phelesmon. Acabou com a minha casa. Será que você o matou?

— Claro que sim. Joguei o corpo na cachoeira. Não deve ter sobrado muito dele.

Weiz teve uma ideia genial. Correu para os quartos que ficavam num corredor próximo ao elevador. Entrou num depósito e viu a entrada de ar aberta.

— Chefe, eles mexeram naquelas caixas — disse Darc'mon.

— E daí? Não há nada de relevante.

— Há sim. Os rádios usados para nos comunicarmos. Eles eram quase velhos, mas acho que ainda funcionam.

— Dá pra localizar.

— Sim. Cada rádio tem um chip que o sistema pode localizar.

Weiz saiu depressa para o seu escritório.

Diana se aproximou do rio, tentou mexer no rádio comunicador. O sinal era ruim, o aparelho era de segunda mão. Finalmente conseguiu enviar a mensagem.

— Paulo, socorro. Gary e eu fomos presos por Daregon numa montanha rochosa. Venha rápido! Tem...

A água do rio explodiu bem diante dela. Um digimon em forma de harpia branca apareceu.

— Achei ela, chefe.

— Ótimo. Traga-me agora.

— Paulo, a montanha é rochosa... tem uma cachoeira atrás com um rio e uma floresta... Me solta!

A harpia segurou Diana pelas pernas e saiu voando. O rádio caiu na água.

— Mãe! Não!

— O garoto. Peguem ele — ordenou a harpia.

— Corre, filho. Fuja e ache o Paulo!

Os guardas correram atrás de Gary, mas ele conseguiu derrotá-las. Em seguida mais guardas apareceram, em dezenas. Iniciou-se uma caça.

 

País de Vênus

— Quero agradecer por tudo o que vocês fizeram a nós.

— Nós que agradecemos, Babamon. Finalmente o país de vocês poderá ser uma nação mais justa.

Paulo se despediu das habitantes do país e dos amigos. Mia afirmou que encontrará com Lúcia pela manhã. Kazemon agradeceu ao garoto e deu uma mochila de suprimentos como comida e água. Eles agradeceram e partiram.

— Muito estranho ter que deixar os meus amigos para trás assim.

— Com saudades da sua namorada? Quando serei sogro?

— Pai!

— A questão agora é salvarmos a minha família das mãos de Weiz. Fiquei imaginando em como eles passaram o dia naquele lugar. Isso me deixa muito irritado.

— Gaia, não tem ideia de onde é o laboratório dele?

— Nem faço ideia.

— Mas o senhor sabe — respondeu Paulo a Impmon. — Lembra que Blizzard lhe transformou em Beelzebumon? Talvez nesse lugar.

— Eu sei, mas não tenho quase lembrança alguma. Essa parte da minha memória foi apagada.

— Teremos que ir procurando. Não vai ser fácil — disse Gaia.

— Esperem. Estou recebendo uma mensagem.

O legacy de Paulo recebeu uma mensagem de voz...

...

A harpia deixou Diana de volta à montanha. Weiz riu da cara da irmã ao vê-la novamente.

— Bem-vinda de volta. Sabe de uma coisa, mudei de opinião. Não vou desfazer da mente do seu filho... resolvi dissecá-lo como uma rã.

— Eu te mato!

— Levem-na para a cela. Preciso procurar o garoto antes que fique muito tarde. Encontrem depressa.

— Sim, chefe.

Enquanto isso, uma torre negra surgiu do nada no meio da floresta. Diferentemente das torres negras de antigamente, esta era formada por cristais enormes em conjunto parecida com cristal de gelo. Um rapaz, humano adolescente, ficou tocando na torre. Ele era branco, usava um boné de marca na cabeça e óculos escuro. Vestia uma camisa azul e calça branca. Havia uma mochila em suas costas e um aparelho quase igual um legacy no braço direito.

O rapaz misterioso de cabelo azul escondeu-se ao sentir a presença de alguém. Gary humano correu para perto da torre negra. Estava cansado de tanto correr. O garoto misterioso apenas olhava a criança de longe.

 

Nova Cidade do Princípio

Slash agradeceu a gentileza de Elecmon por cuidar do ovo de Hagurumon. O digimon elétrico entregou o ovo para o homem. Ele se despediu e foi embora de volta para a base de Gennai.

O digivice do homem alertou até que Monodramon saiu de uma só vez.

— Que houve?

— Sinto a presença de alguém.

— Inimigo?

— Não. Parece que está enfraquecendo.

Monodramon saiu correndo pela floresta até ficar perto de um rio. Slash viu sob as folhas um corpo de alguém ainda vivo. Aproximou-se com cautela e retirou as folhas. Revelou ser Phelesmon ainda vivo.

Continua...



Notas finais do capítulo

Este arco vai ser menor que o anterior. Até mais e bom começo de ano.



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