D.N.A Advance: Nova Ordem do Século escrita por Sensei Oji Mestre Nyah Fanfic


Capítulo 113
A Arca x Rosemon x Freddy




Os dados de Bacchusmon escaparam pela sua enorme boca na barriga. O monstro tentou tampar com as mãos, no entanto foi inútil impedir que aquilo escapasse. Parecia um esguicho de água, pois ia até o céu. O corpo do rei ficou cheio de buracos, virando dados. O trio, que antes lutara com o monstro, correu, pois aquilo mais parecia uma bomba relógio. O corpo do vilão explodiu de tal forma que criou uma onda de choque que destruiu a ponte e várias casas ao redor. Seus dados se espalharam.

Locky parou a luta por um momento ao perceber o absurdo que ocorrera. Não estava acreditando que o rei fora derrotado por digimons mais fracos. Claro que os únicos que possuíam chikara eram os governadores, apenas; mas Bacchusmon era muito poderoso e tinha um corpo de aço.

— Não pode ser. Eles descobriram a fraqueza dele?

— Olhe com quem está lutando!

HiAndromon aproveitou a distração do inimigo para golpeá-lo com um chute. Locky caiu sobre uma casa.

Não apenas o andróide ficou impressionado com a destruição do rei, mas os soldados também. Ficaram parados ao perceberem que o seu líder fora destruído. Foi preciso Locky dar uma ordem enérgica para os soldados não vacilarem, pois ainda estavam numa guerra. 

Marsmon, que havia acabado de destruir Bacchusmon, foi econtrado inconsciente sobre o chão. Grapp foi até o seu pai e tentou reanimá-lo, mas não conseguiu.

— Ele morreu? — perguntou Volcamon.

— Não, apenas está num profundo coma. Precidamos tirá-lo daqui antes que alguém tente matá-lo — respondeu Arbomon.

Enquanto isso, Kuzuhamon não se importou nem um pouco com a destruição do seu chefe. O que ela mais queria era a destruição dos seus inimigos, sobretudo da princesa Minervamon. Na luta contra ela e contra Panjyamon, a coordenadora conseguiu transformar ambos em digimons na fase rookie ou criança. Panjyamon virou um Elecmon Albino e Minervamon uma Salamon — a mesma forma que uma Tailmon rookie. Enfim, a coordenadora sorriu maleficamente para os dois.

— O que faremos agora? Faz séculos que não fico nesta forma — disse Salamon.

— Vamos correr!

Os dois correram para os outros cômodos do castelo. Kuzuhamon gargalhou com a fuga dos dois.

— Podem correr, mas nunca vão escapar de mim. Espírito do Guia, mostre-me o caminho das minhas presas — uma alma saiu de perto dela e percorreu exatamente o trajeto deles.

Já perto dali, Beelzebumon destruiu a última nave e o último tanque do exército. Paulo lembrou-se de que os aliados haviam entrado no castelo, pediu para que ele fosse lá ajudar. O homem foi voando sem pensar duas vezes, e Paulo ficou ajudando as vítimas da guerra.

— Não se escondam! Eu vou achá-los de qualquer maneira.

Os dois ficaram escondidos atrás de uma armadura no corredor. Ela já sabia que eles haviam escondido, mas demorou-se porque queria brincar um pouco. Ela encheu-se daquilo e destruiu a armadura. Os dois correram enquanto Kuzuhamon usava almas explosivas que destruíam tudo o que tocava. 

Beelzebumon pousou no salão do trono, já destruído, quando viu o barulho. Ficou atento à qualquer movimento suspeito, porém relaxou ao ver a dupla. Pensando ser meros digimons normais, ele não deu atenção quando eles tentavam explicar que eram Panjyamon e Minervamon, e que foram atacados por Kuzuhamon. Inclusive a vilã se aproveitou e o transformou em Impmon.

— Ué, voltei a ser Impmon? Eu consigo me transformar de volta... Não deu certo...

— Ahahahahaha. Melhor do que acabar com uma princesa, é derrotar um digimon de um dos digiescolhidos. Sou Kuzuhamon, uma das cinco líderes do reino, deveria ter acreditado nos dois enquanto podia.

— Vai ser pedreira. Por que não me avisaram?

— Eu estava tentando — disse Salamon irritada.

— A única maneira de não sermos derrotados é fugirmos — explicou Elecmon.

— Fugir de quem?

— De mim hahahaha...

— Cale a boca, porque a conversa ainda não chegou aí.

— Quê?

— Vocês não deveriam ter caído num truque desses. Agora por culpa dos dois eu vou acabar enfrentando uma maluca um pouco gostosa, mas maluca.

— Quê?! Ora, atrevido! Espírito da Explosão, destrua o amiguinho roxo.

A alma explosiva foi na direção dele. Os dois se desesperaram, mas Impmon ficou parado dizendo que pararia o ataque com o corpo. O espírito tocou nele e explodiu. Kuzuhamon jurou ter destruído o pequeno ser roxo, porém quase gritou ao vê-lo intacto bem à sua frente. Os dois que estavam ao seu lado também ficaram com a boca aberta, estavam incrédulos com o que viram. Um digimon na fase criança receber um golpe direto e sair inteiro era um milagre.

— Hihihi Não há nada miraculoso em mim, exceto o fato de eu aguentar ataques poderosos — disse abrindo um largo sorriso.

— De que material você é feito? — perguntou Elecmon ainda arrasado com o que viu.

— Há algum tempo, era impensável eu fazer isso. Já morri uma vez no passado dessa forma, coloquei-me na frente de um ataque à queima roupa de um SkullMeramon... Poucos dias atrás quase morri nas mãos do Chanceler, no entanto isso não vai mais ocorrer. O treinamento que fiz foi de grande importância; lá eu aprendi a controlar bem meu poder e elevar ao extremo as minhas habilidades, mesmo não estando na forma Beelzebumon. 

— Aprendeu o Chikara? Pensei que apenas os governadores sabiam disso — falou Kuzuhamon mais calmamente.

— Meu poder, na forma Impmon, é tão alto que sequer níveis megas consegue me derrotar. Esse é o segredo do Chanceler quando me atacou como Strabimon lá no farol de Wisemon. Agora compreendo bem que eu era apenas um inseto enfrentando um elefante, mas isso jamais vai acontecer.

Kuzuhamon não deu importância ao que ele dissera, pegou uma alma e a fez ficar do tamanho de uma marreta gigante. Ela segurou a arma pelo cabo e acertou neles. Os dois correram, mas Impmon ficou. Este recebeu todo o impacto. A mulher sorriu por um momento, porém viu o outro parado, imóvel, mas sorrindo.

— Hihihihihi.... Eu disse que isso nunca mais vai funcionar comigo. Terá que usar dez vezes mais forte que isso para cogitar a me derrotar — falou orgulhoso e esboçando um sorriso sarcástico.

— Não é possível...

O pequeno roxo correu na direção dela, deu um chute em seu busto e fez com que ela caísse sobre a parede do castelo. Os dois ficaram vendo a luta, mas demoravam a acreditar que aquele pequenino pudesse lutar acima de um fase mega.

A luta de HiAndromon e Locky estava ainda frenética mesmo após a derrota definitiva de Bacchusmon. Os dois eram muito poderosos, rápidos e cheios de truques; Locky era ainda mais forte, porque era o único que dominava a técnica do chikara com certa maestria.

— ELECTRO BLASTER! — diferente dos raios de fogo e de gelo, da sua mão saíram bolas de energia elétrica. 

HiAndromon não se deixou abater,enfrentou seu rival com muita coragem e força.

Mina de Prata

Breakdramon teve que enfrentar os escravos da mina juntamente com Aiko e Geogreymon, além de KingChessmon que apareceu em última hora. O robô não se intimidou com os numerosos inimigos.

— Hehehe. Não me subestimem só porque estão em maior número. Eu sou forte demais para reles tolos como vocês. Canhão Devastador! — e o ataque saiu de sua boca que foi na direção deles. Os outros saíram de perto antes de serem pegos.

— Mega Chama! — Geogreymon lançou uma bola de fogo que causou nada no inimigo. KingChessmon também usou o seu cetro para atacar com energia, mas também não teve efeito.

O robô utilizou vários ataques que atingira aqueles que o atacaram. Todos ficaram derrotados, derrotar o coordenador da mina sem mais energia era impossível.

— Não vamos desistir. Vamos lutar até o fim para acabar com a sua influência — disse um Gekomon.

— Se prepare, porque hoje será o seu fim — falou um Gizamon.

Os digimons e alguns humanos jogavam pedras no robô gigante. Este apenas fez estremecer o chão e todos foram derrotados.

— Isso é loucula... Eles vão acabar morrendo...

— Droga! Rose precisa impedir logo a governadora — falou Aiko.

Mercuremon era um próximo inimigo que os heróis tiveram que enfrentar, falo de Rose e Lilimon. As duas ficaram entre o buraco que dava acesso aos níveis inferiores e o digimon. Este usou espelhos para atacar ambas. 

— Não vão conseguir passar por mim... A minha mestra vai fazer a arca pegar e ser a pessoa mais poderosa deste mundo.

— Isso é o que veremos. Lilimon, atacar.

— Canhão Flor!

O golpe estava para atingir o inimigo, porêm um espelho surgiu na frente e repeliu. Lilimon acabou sendo pega pelo ataque e caiu ao chão.

— Lilimon, você está bem?

— Estou sim... Ele é forte.

— Claro que sou forte, claro que nunca vão me vencer. Preparem-se porque vão... — ele percebeu que as duas estavam ausentes.

Lilimon e sua parceira correram na direção do buraco,entraram num carrinho e foram embora. Mercuremon vendo que fora enganado, usou seu poder para destruir uma parte do trilho que ficava numa ponte. O carrinho das duas acabou caindo e ambas foram ao fundo do poço.

— Lilimon me ajude!

— Rose, segure a minha mão!

As duas pegaram na mão uma da outra e ocorreu um brilho.

Enquanto isso, a governadora Queenye finalmente conseguiu pegar a relíquia da espada e levar à arca de prata. A arca era um grande navio de madeira, com partes de prata e uma estátua de Buda bem atrás. Na popa havia um motor parecido de um dirigível com hélices do mesmo metal precioso. O convés era de madeira duma boa qualidade e havia fios de energia que saíam da parte de baixo e ia para um gerador em cima. 

Ela caminhou pelo convés até chegar na cabine do capitão. Encaixou o cartão numa fenda em um painel, e fez a arca pegar de qualquer maneira. O grande objeto começou a se mover do chão e subir.

Dunga, o anão mudo, acertou uma paulada na cabeça do guarda e salvou os seus irmãos de serem executados.

— Precisamos subir naquela arca o quanto antes — disse o Mestre.

— Vamos de uma vez por todas! — falou Zangado.

Os sete anões conseguiram subir no objeto antes que este subisse alto demais. Queenye percebeu alguma alteração sobre a aeronave e foi verificar. Eles enganaram-na usando seus poderes místicos, entraram na cabine, mas a governadora já estava lá.

— Como chegou aqui tão facilmente? — perguntou um dos anões.

— Ora, não subestime o poder de um governador. Agora que estamos unidos, com o mudinho, vamos ao finalmente — ela usou um poder de cor rosa e prendeu-os numa esfera de energia. Levou-os para o lado de fora — O que acontece se eu soltá-los desta altura, por acaso sabem voar?

Antes mesmo dela concluir essa ameaça, alguém havia acabado de salvar a vida dos presos. Queenye virou-se para saber de quem se tratava e se impressionou quando testemunhou Rose mais uma vez.

— Eu sabia que Mercuremon jamais daria um jeito em você. No entanto eu tenho que fazer esse serviçozinho...

— Isso é o que veremos.

Queenye se virou e viu alguém parado atrás de si, ela não a reconheceu de imediato, e com razão. Rosemon era uma forma que a governadora jamais presenciara. Apesar do ineditismo, a vilã não se deixou abater.

— Espere um momento... Trouxe companhia? Talvez seja a sua parceira... Mas já vou logo avisando, Rose, é impossível me deter, sobretudo agora que a arca levantou voo.

— Apenas fala, mas não vejo você sujar as mãos para realizar os seus desejos. Sempre utiliza os outros para isso. Cadê sua determinação? — falou Rose, em provocação.

— Ah, queridinha, pode ter a certeza que farei esse trabalho pessoalmente — e movendo o cetro fez sua energia rosa ir na direção da digiescolhida. Rosemon fez movimento com o chicote de espinhos e a energia se dissipou.

— De mim você não passa.

— Não me interessa se vem você ou outro, eu sempre venço — ela girou o cetro várias vezes, e daquele movimento surgiu uma forte rajada. — Elísio da Rainha!

O poderoso ataque foi com tudo para cima de Rosemon. O ataque atravessou todo o convés da arca e atingiu a parede da mina que explodiu. Rosemon ficou sã e salva, defendendo-se com o seu chicote que ficou girando como uma espiral ao seu redor. Queenye não conseguiu acreditar, era o seu ataque mais poderoso. 

— Agora é a minha vez — Rosemon deu um soco no estômago da governadora fazendo ela ficar de joelhos sentindo dores. — O fato é que despertei um poder que eu nem mesma sei explicar.

De volta à luta no castelo.

Kuzuhamon foi outra que surpreendera-se com o seu rival de batalha. Impmon provou que estava bastante poderoso, fruto do treinamento do chikara que fizera dia anterior. Aguentou uma alma explosiva à queima-roupa e uma alma que virara uma marreta gigante. Ela estava estupefata... também os outros dois ao seu lado.

— De que você é feito? — indagou Salamon.

— Impressionante.... Com o seu poder, pode mesmo sobrepujar os governadores, até mesmo o Chanceler.

— Ora, não é pra tanto... Apenas fiquei forte com um treinamento de um ano. Agora chegou o momento de acabar com você.

— Estou impressionada com a sua força. Talvez devesse calcular a ideia de entrar para a nossa organização... Talvez virar um coordenador ou até mesmo o novo rei. Bacchusmon foi muito ingênuo, por isso foi destruído facilmente. Talvez você seja o mais indicado a assumir esse cargo.

— Hum, não sei. Talvez se me desse um iate para eu sair por aí velejando seria uma ideia muito melhor. Não gosto desse rolo de virar rei, ou de mandar nos outros... é pra mim não.

Kuzuhamon fez um rápido movimento com a mão, seu cetro, que estava no alto, soltou um relâmpago e atingiu o pequeno. Mesmo recebendo eletricidade, ficou normal.

— Já falei que não vai servir...

— Sei, sei. O relâmpago foi apenas uma distração. O meu verdadeiro ataque vai começar — os pés dele estavam presos no chão por uma gosta branca... uma alma, para ser exato. — Não posso te vencer com a força, mas com estratégia. Sugarei toda a sua energia com o Espiríto Esmiuçador!

Uma alma negra saiu do cetro de Kuzuhamon e foi na direção de Impmon. Estava quase tudo perdido quando uma porta do castelo abriu, revelando ser uma mulher do prostíbulo.

— Não vai fazer nada com o nosso garotão. Juramos ajudá-lo e vamos fazer isso.

— Oh! E o que uma reles meretriz vai fazer comigo? Talvez me bater com espartilhos?

De trás da mulher surgiram dezenas de outras mulheres. Todas elas correram na direção de Kuzuhamon, que ficou ocupada tentando detê-las. Lotusmon, LadyDevimon e Angewomon soltaram Impmon. Este pediu um favor a elas.

— Não vão me deter... O quê? — o cetro de Kuzuhamon desapareceu. Ao se virar, a vilã percebeu que Impmon estava destruindo o objeto. — NÃO! 

Kuzuhamon perdeu o controle das almas, e elas foram finalmente libertadas do seu domínio. Ela perdeu todas as suas energias e ficou seca como uma múmia.

Impmon, Elecmon e Salamon viraram Beelzebumon, Panjyamon e Minervamon respectivamente. Tudo que fora controlado pela a coordenadora sumiu.

— Ainda bem que voltei ao normal — disse Minervamon aliviada.

— Essa foi por pouco.

— E tudo graças à mim e às meninas do lar de caridade... para não dizer outra coisa. Sou bem forte, meninas — disse Beelzebumon mostrando o bíceps. As garotas, todas elas, quiseram beijá-lo.

Minervamon e Panjyamon simplesmente ficaram envergonhados ao ver aquela cena. Desistiram de ajudar o homem e foram ver a guerra do lado de fora do castelo.

Os soldados já estavam em menor número, mas ainda assim persistiam. Os dois foram ajudar os aliados nessa batalha.

...

ILHA SAND

A ilha Sand, quinta de Windows em diante, era a dominada pelo quinto governador do império do mal, cujo o nome atende por Akenathon. O local era predominantemente desértico, com dunas na maioria da ilha e alguns povoados separados; não tinha uma cidade grande. O formato da ilha era a de uma parabólica, com uma esfinge em baixo segurando nas costas. Como as outras, Sand também flutuava.

Akenathon era uma figura misteriosa, pouco aparecia. Apenas seus associados visitavam os povoados para pedir impostos mesmo aos mais pobres. O quartel general do governo era uma esfinge menor no meio de um oásis.

Os grupos que controlavam a ilha, e subordinados desse governador, utilizavam veículos iguais a jipes para circularem por toda a região.

Enquanto isso, Jin acordou de um sono que teve desde que foi lançado pelo poder de Beelzebinho na primeira ilha. O rapaz levantou-se, notou a cabeça enfaixada e o colchão. Depois de alguns minutos tentando se adaptar, percebeu que o ambiente ali era uma tenda igual de tribos árabes, e o chão fofo por causa da areia. Saiu rapidamente e viu algumas outras tendas. Verificou o legacy no seu antebraço, e saiu.

— Mushroomon, cadê você?

Alguns habitantes, humanos e digimons, caminhavam para lá e para cá; muitos deles usando roupas árabes. Um senhor o chamou e disse que viu Mush com outros digimons adiante. O japonês foi até uma tenda mais afastada e entrou.

— Jin, que bom que acordou — disse Mush abraçando o parceiro.

— Ele parece melhor — Goburimon estava também naquele espaço.

— Goburimon, pensei que tivesse ido embora com a Mona. Parece mesmo que aquele sujeito embaralhou tudo. Ainda sinto um pouco de dor de cabeça com tudo aquilo girando.

— Que bom que está bem, por isso mesmo achei que seria o certo te ajudar — um rapaz apareceu por trás dele. Era difícil saber o seu rosto, o pano ficou na frente. — Que bom que recobrou a consciência, Jin.

— Obrigado... mas como sabe o meu nome?

O jovem estava acompanhado por um digimon macaquinho verde, com roupa de pele e um estilingue nas costas. O humano foi até um cesto e retirou um cubo de pedra. O digiescolhido fez uma cara de dúvida, queria saber o que era tudo aquilo e principalmente quem eram os dois novos personagens... não tão novos assim.

— Acho que vou ter que me reapresentar, Jin. Koemon, ele mal consegue se lembrar...

— E pensar que eu já lutei ao lado deles. Lembra quando virei Édenmon e derrotei aquele Barbamon?

Jin se lembrou do acontecimento acerca do que ambos falavam. O rapaz retirou o pano do rosto, revelando seu típico cabelo loiro, porém agora com um corte mais curto e social. 

— Sou eu, Freddy — ele estava mais corado do que de costume. Agora com a cara bem mais séria do que anteriormente, Freddy ostentava um par de brincos, um em cada orelha — dois brilhantes.

— Fre... Freddy! Não acredito no que os meus olhos veem. Você mesmo por aqui? — disse Jin abraçando o colega.

— Claro que sim. Nunca deixei de ser digiescolhido. E sabe da novidade? Gokuwmon renasceu de um milagre e agora consegue ser Koemon na maioria das vezes.

— Que massa! Ai, minha cabeça ainda dói... Mas não vou ser derrotado por uma dor de cabeça, agora que eu soube que um dos meus amigos voltou. Aliás, por que não veio logo antes, quando ainda nem havíamos enfrentado os governadores?

Freddy olhou Koemon e percebeu que aquele era o momento de falar a verdade depois da luta contra o Barbamon. Koemon pediu para Mush e Goburimon saírem a fim de deixar seu parceiro sozinho com o amigo.

— Senta, Jin. Vai, senta — ele foi até o cubo de pedra. — Sabe o que é isso?

— Não. Eu deveria saber?

— Jin, o que vou lhe contar a partir de agora é de extrema importância. A sua vida vai mudar muito depois dessa revelação que eu farei. Prepare-se — Freddy ficou pronto para contar um grande segredo ao amigo.

Continua...





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