D.N.A Advance: Nova Ordem do Século escrita por Sensei Oji Mestre Nyah Fanfic


Capítulo 110
O Orgulho de Marsmon




Um levante de grande escala acontecia na ilha Tabuleiro. Os personagens e digimons se uniram para enfrentar os soldados de xadrez da governadora, com a ajuda de Wonka e seu homem biscoito. Os soldados, sem a ajuda da sua mestra e com o número reduzido de membros, foram caindo um por um. Era notável como as forças de defesa da governadora foram caindo de uma maneira rápida.

Rose caminhou pelo castelo, que estava sob chamas, a fim de sair e conversar com Wonka a respeito do veneno no corpo de Aiko. A moça, seguida por Lilimon e Dunga, passou pelo salão, pela porta de entrada, passou pela área em frente ao castelo e saiu pelo portão. O confeiteiro viu a garota se aproximar dele. Esta avisou que precisava de ajuda, porque, horas antes, quando ainda conversavam na fábrica, Wonka dissera que também fazia antídotos para venenos.

— Aquela bruxa ainda conseguiu ferir um dos seus amigos? Eu não gostava daquela bruxa.

— Vai nos ajudar?

— Melhor saírem logo desta ilha — ele mexeu no casaco e deu uma barra de chocolate. — Tome, isto vai resolver o problema do seu amigo. Um pedaço é o suficiente para retirar o veneno e outras impurezas do corpo.

Ela agradeceu e retornou para dentro do castelo. Não havia nenhum soldado que a ameaçasse, pois a maioria passou pelo portal, outros lutavam contra os habitantes daquela ilha.

BishopChessmon fora capturado após a breve luta que teve com Beelzebumon. Era o único digimon daquela ilha que conseguia abrir portais naturalmente, e isso fez com que a sua vida fosse poupada pela Venusmon.

Rose, Palmon e o anão trouxeram o chocolate milagroso para dar a Aiko, que estava sentado, quase desmaiando por causa do efeito tóxico do esporão de Baba Vanga. A garota deu um pedaço para ele comer, poucos segundos sua força revitalizou e ficou mais uma vez de pé. Os demais queriam provar um pouco do doce, no entanto a garota negou, explicou que provavelmente precisariam de mais um pouco, haja vista que lutarão com dois governadores em La Plata.

Paulo não quis mais esperar, ameaçou Bishop, forçou-o a abrir o portal para o reino fora da ilhas. O grupo atravessou, pronto para a próxima fase da aventura.

 

REINO LA PLATA, 18:30

Os habitantes do pequeno país foram impedidos de regressarem às suas casa para verem o evento magnífico que haveria em frente ao castelo do rei Bacchusmon. A estátua de prata fora erguida, mostrando a imponência e o poderio da majestade. Os soldados máquinas e os soldados de xadrez se misturaram a fim de garantirem a segurança máxima da cidade, inclusive naves e tanques de guerra estavam sendo utilizados. Uma segurança bastante reforçada, muito mais do que nas duas ilhas juntas.

O portal de Tabuleiro para La Plata abriu longe, dentro da floresta vermelha. Todos caíram na grama escarlate, um por um, até o canal de transição fechar.

Wesley segurou BishopChessmon pelo braço, utilizou-o como refém, caso algum soldado aparecesse. Os adolescentes se levantaram, observaram o ambiente fechado, sombrio e rubro, como se tudo ali sangrasse. Os digimons, sobretudo Lilimon que podia voar, foram verificar a segurança da região. Qualquer passo em falso e todos ali seriam descobertos, e enfrentar centenas de soldados não seria nada fácil.

— Não vão se safar dessa. É impossível lutar contra uma horda de soldados dos dois poderes reunidos — advertiu Bishop.

— É por isso que temos um plano, não? — retrucou Wesley.

— Sim, temos. Antes, porém, precisamos encontrar a minha casa. Depois que descobri que meu pai e minha irmã foram sequestrados, supus que a casa está sob vigília. Será complicado chegar até lá sem algum tipo de disfarce.

A digiescolhida caminhou para perto do grupo, ativou o seu legacy função especial para mudar de figurino, trocou a sua roupa desgastada e suja para uma nova, de princesa. Os demais ficaram impressionados com o que seu aparelho — até então com habilidade desconhecida —, pediram para que ela ajudasse com disfarces, porque seria imprescindível para entrar na cidade.

O grupo caminhou entre as árvores, entre o vermelho. Seria trágico se não fosse irônico que a floresta poderia ser o sangue das vítimas do rei maligno, porém digimons não sangram até a morte.

— Precisamos passar por todo esse campo com moinhos e agir inócuos até a casa. A estrada chega até uma encruzilhada, uma delas vai direto para Del Plata, a outra para as minas de prata, esta vai para a floresta e a outra vai na direção do oceano Net. Precisamos pegar a que vai para a cidade, porém dobrarmos na vila.

Venusmon disfarçou-se de freira, Lilimon de camponesa, Beelzebumon de caubói, Agumon usava óculos de sol e colares, Rose de princesa, Aiko de camponês, KingChessmon e Dunga usavam um casaco preto com capuz, e Paulo estava vestido como príncipe medieval.

— E não é que esta roupa combinou comigo? — a roupa de Paulo era bem chamativa, estampada, com um tipo de cachecol branco sobre uma roupa laranja, além de calças com meias até logo abaixo do joelho.

— Precisamos caminhar até a vila. O problema é que muita gente pode chamar atenção — disse Venusmon.

— Pois nossa sorte chegou — Aiko apontou para uma carruagem que se aproximava.

O grupo rendeu a carruagem que levava alguns nobres do reino. Beelzebumon foi o único que preferiu ir voando a entrar naquele local apertado. O resto foi na carruagem rumo à vila.

Castelo do Rei Bacchusmon

O grande sino dourado soou por toda a capital do reino. Eram vinte e três badaladas, representando o início da cerimônia de mais um ano de reinado do ardiloso digimon usurpador. Os soldados bateram a continência quando um membro da casa real apareceu. Era um verdadeiro monstro, muito parecido com um dinossauro metálico e com um trator.

NOME: BREAKDRAMON

FUNÇÃO: COORDENADOR DAS MINAS DE PRATA

ATRIBUTO: VÍRUS

NÍVEL: MEGA

NPD: 1.000.000

— Atenção a todos os soldados. Daqui a exatamente uma hora começa mais um ano de reinado da Nossa Graça e Majestade, rei Bacchusmon — sua voz metálica foi ouvida por todas na praça.

Todos os envolvidos na cerimônia soltaram fogos de artifício por toda a cidade, iluminando o céu noturno com muitas cores.

Pelo salão do trono, um membro da casa real caminhou para junto do rei. Era uma digimon muito parecida com Sakuyamon, porém com trajes negros. Seu nome era Kuzuhamon.

NOME: KUZUHAMON

FUNÇÃO: COORDENADORA DE ASSUNTOS EXTERNOS

ATRIBUTO: DADOS

NÍVEL: MEGA

NPD: 1.150.000

— Ouvi dizer que hoje se completa mais um ano de governo? Será mesmo necessário todos os anos ter esse tipo de festa pomposa?

— Kuzuhamon... nhenhe... Estamos em La Plata a mais de 400 anos, 403 para ser exato. Conseguimos finalmente nos vingar de Marsmon e toda a sua corja. Claro que é um feito que deve ser comemorado todos os anos. Nós cinco, remanescentes do antigo reino Planalto, conseguimos sobrepujar tudo e todos. Não será agora que esta cerimônia vai deixar de acontecer.

Queenye se levantou do trono.

— Isso mesmo, querida irmã. Sobretudo agora que estamos quase conseguindo a posse da relíquia que move a Arca de Prata, nossa futura poderosa arma de destruição em massa; além de termos também a possibilidade de obter a Gungnir. Não acha isso interessante? — disse Queenye colocando a mão no ombro da mais nova.

Nas profundezas do calabouço, Lucas ouviu as instruções de Marsmon de como poderiam soltá-lo. O sino dourado na torre do castelo era na verdade um instrumento que inibia os poderes de digimons que não tinham o mesmo dado dos cinco remanescentes da casa real, ou seja, tirando os cinco e os soldados, ninguém conseguia lutar plenamente.

Entre os corredores úmidos, de pedras e iluminados com tochas, o garoto Lucas caminhava na direção de uma porta que dava para as escadas da torre.

Minas de Prata do Reino

O lugar era colossal, bastante amplo, cheio de trilhos onde os carrinhos andavam, cheio de soldados chicoteando os antigos moradores do reino que se opuseram ao novo reinado. Havia uma montanha branca, como a neve, porém, a mina ficava dentro, recôndita dos olhos do resto do mundo. Claro que centenas de escravos sofriam os mais absurdos abusos ali dentro.

Os anões, algemados, foram levados numa carroça/jaula para a mina. Os pequeninos ficaram olhando o ambiente. Nunca entraram ali dentro.

— Saiam imediatamente e sem fazer gracinhas — disse um homem com metade do rosto mecânica e a outra humana. Todos os soldados máquinas, que não eram digimons, eram androides.

Os seis foram levados por um carrinho até os níveis mais baixos. Eram três níveis. A Arca de Prata ficava no último, escondida... Apenas os pertencentes da casa real e poucos soldados tinham a permissão de entrar naquele ambiente. Os anões, por sua vez, foram levados para o segundo nível, uma caverna vermelha a fim de acharem o cubo de Gungnir e a relíquia da arca.

— Vocês têm menos de uma hora para iniciar essa busca. Se não acharem até lá, podem ter a certeza que passarão o resto das suas vidas como escravos.

Cidade Baixa - Vila dos Moinhos

A carruagem se aproximou da casa onde Marsmon morava com sua filha. Aiko e KingChessmon serviam como cocheiros. Os homens do reino viram o veículo se aproximar, mandou parar os cavalos e pediu para que abrissem a porta a fim de saberem quem estava dentro. Abriram e viram Venusmon dando o beijo hipnótico.

O grupo chegou em casa, sem alaridos... Venusmon entrou, viu que não havia mais ninguém ali. Era o lugar ideal para formar uma ideia de como invadir o reino.

— É o seguinte, vamos esperar os outros que estão em Linux. Quando retornarem, faremos o nosso plano.

— Só espero que o Paulo e seu pai estejam bem — disse Rose.

Paulo decidiu sair da carruagem no meio do caminho. Ele foi caminhando até chegar no Arco Watchtower, lugar onde começava e terminava a cidade Del Plata. Alguns soldados que tomavam conta estavam derrubados, provavelmente o homem havia feito aquilo.

A cidade era bem parecida com as da idade média: casas baixas e de concreto, chão de paralelepípedos, pouco ou nenhum objeto tecnológico e moradores simplórios. Era como voltar ao século XV da Terra. Enquanto caminhava, os habitantes viram Paulo e ficaram cochichando.

— Aquele é um membro da casa real?

— Ele possui uma coroa. Deve ser rei de outro país.

— Se ele fosse rei, não andaria a pé.

O rapaz viu uma movimentação em um estabelecimento bem conhecido, onde entravam e saíam mulheres profissionais da vida, ou seja, putas. Era um prostíbulo. Uma garota, aparentemente humana, arrastou o rapaz para dentro.

— Pequeno rei, vai querer alguma coisa? — disse ela mexendo nos peitos.

— Estou achando um homem alto, loiro, com máscara e roupas pretas. parece que o meu radar natural veio até este lugar.

— Claro, claro. Ali está ele.

Paulo viu Beelzebumon tomando um copo de cerveja enquanto estava rodeado por um harém de humanas e digimons.

...

ILHA LINUX

A ilha, até então sede do governo das máquinas, ficou completamente em ruínas depois que o governador Locky soltou seu ataque mais poderoso. Prédios inteiros foram derrubados, casas destruídas e os moradores, digimons e digi-humanos, morreram. Foi um ataque de destruição em massa tal como uma bomba nuclear.

Cálculo de Poder: 50%

— Melhor voltar para o reino. Impossível terem sobrevivido depois desse ataque — Locky gastou metade de sua energia para utilizar um golpe superpoderoso. O androide desceu da ilha voando. O reino estava a poucos quilômetros.

Entre os escombros da cidade, um bloco de concreto se mexeu.

— Será que eu morri? Será que estou no céu e posso ver os anjos? Já estou sentindo a maciez das nuvens — falou apalpando algo macio.

— Pervertido! Pegando nos meus seios!

Arukenimon se levantou, deu um tapa em Mummymon, que caiu alguns metros à frente. O câmera ficou com a metade do rosto vermelha por causa da pancada forte do tapa.

HiAndromon se levantou e desfez seu campo de força. O androide observou o céu, percebeu que o governador havia ido embora e permitiu que Ruan saísse de dentro do carro. O digiescolhido agradeceu pelo companheiro tê-lo salvo, porém lembrou-se de Lúcia e os outros.

— Estamos bem! — Lúcia foi correndo na direção do espanhol, diminuindo a sua preocupação.

— Ainda bem. Mas como conseguiram...

— Não se preocupem. Os digimons máquinas possuem um sistema de defesa avançado. Da mesma forma como seu parceiro conseguiu formar um campo de força, nós também fazemos — explicou Volcamon.

— Os outros prisioneiros foram destruídos? — perguntou HiAndromon.

— Claro que não. Eles conseguiram passar por um portal assim que saíram. Alguns tiveram dificuldades, mas acredito que a maioria conseguiu passar. Da mesma forma como eles passaram, nós passaremos. Apenas precisamos de um monitor qualquer — explicou Grapp Leomon.

Ruan recebeu o toque em seu Legacy, era Rose tentando se comunicar. A moça avisou aos companheiros que a missão na outra ilha estava concluída, porém a situação do reino era ruim e que precisariam de todos os aliados possíveis — porque nem Mia ou Jin estavam comunicáveis e sequer sabiam de seus paradeiros. O digiescolhido afirmou que, em pouco tempo, todos os digiescolhidos, que ficaram nas duas ilhas, se reuniriam em poucos minutos. A moça falou sobre o local de encontro.

— Agora precisamos de um lugar para irmos ao reino — disse Ruan.

— Posso levá-los ao telão do jornal. Acho que não foi destruído, porque é feito de um vidro muito resistente — disse Mummymon.

 

— Isso. A gente ajuda vocês, e também iremos à La Plata cobrir os fatos. O Digimundo precisa saber o que houve com o segundo reino mais infame deste planeta — falou Arukenimon.

— Segundo? E qual o primeiro? — perguntou Lúcia.

— Nem queira saber, querida.

...

Beelzebumon entrou num prostíbulo para saber mais acerca dos acontecimentos do reino, e lá ficou. O digiescolhido viu seu pai se divertindo com algumas Angewomons, LadyDevimons, Lotusmons, além de mulheres humanas e ginoides. As garotas ficaram bajulando o homem enquanto bebia cerveja num copo grande de vidro.

— Não posso acreditar que arranjou tempo para isso. Como pode?

— Hum... Bel... Esse garoto é o seu filho? Ele parece ser apetitoso...

— Sai fora, mulher. Meu rapaz tem namorada. Ele não é dessas coisas, rapaz direito. Paulo, venha aqui para nos divertirmos um pouco.

— Se divertir enquanto todos estão preocupados?

— Acha mesmo que eu fiquei aqui sem fazer nada? — ele jogou um rolo na mão do jovem. — Isso é um mapa de túneis subterrâneos em toda a cidade. O dono do prostíbulo é bem do contra com o rei atual e amigo do antigo. Acredito que isso sirva, certo?

— Certo, mas precisamos voltar. Ruan e os outros devem estar voltando.

— Garota, ouviram o moleque, preciso ir — elas fizeram um "ahhh". — Apesar de eu ser transante, sou comprometido. Sei que sou gostoso demais, mas não estou a fim de pegar putas. Tenho que me comportar e dar bom exemplo ao meu filho.

— Sim. Pode contar conosco, caso precise de ajuda. Garanhão — disse uma.

Os dois saíram do lugar. Beelzebumon segurou Paulo e saiu da cidade voando com suas asas negras.

Ruan e os outros finalmente chegaram à Cidade Baixa. Os integrantes do ferro-velho acompanharam os digiescolhidos.

— Irmão! Como você foi? — disse Venusmon abraçando Grapp.

— Como planejamos. Conseguimos derrotar os inimigos, exceto o governador. Ele acha que fomos derrotados, por isso está com a guarda baixa — disse o príncipe.

— Oh, o que houve com Sir Arbomon? — Venusmon foi até o digimon e o viu desmaiado.

— Ele ficou ferido na luta com MetalEtemon. Parece que o circuitos dele foram queimados — respondeu Volcamon.

— E aí — disse Beelzebumon chegando.

— Paulo!

— Lúcia!

Os dois irmãos se abraçaram. A garota perguntou por Lucas, Paulo falou que ele estava ajudando pessoalmente o rei Marsmon.

Castelo do Rei Bacchusmon

— Acha que ele vai conseguir? — perguntou Minervamon.

— Tenho fé nele — respondeu Marsmon.

Lucas prosseguiu com a sua missão de subir à torre do castelo e destruir o sino. As escadas eram, por enquanto, o único obstáculo entre ele e o objeto. Subiu sem nenhum problema, porém, no terraço do castelo, alguns soldados vigiavam. Eles viram o garoto chegar.

— Que droga.

— Intruso — começaram a atirar nele. O loiro correu para trás, retornou para dentro.

Os soldados ficaram vigilantes a qualquer movimento suspeito. Era impossível destruir o sino sem fazer balbúrdia. Ele odiou pensar, mas teria que se transformar para poder derrotar os soldados.

A luz pura, a mesma que derrotou Wisemon, retornou. O garoto voltou a ter asas de anjo e marcas pelo corpo, contudo não precisou ficar seminu. Ele conseguiu controlar o poder a ponto de sua roupa casual continuar em seu corpo, apenas as asas nas costas e na cabeça apareceram. Com uma lança de luz, ele derrotou os soldados e destruiu o sino. O objeto caiu de uma altura considerável, despedaçando bem na frente de Breakdramon.

— Agora é com você...

A cela explodiu, ambos foram soltos.

— Volte para casa. Eu darei um jeito de me vingar de Bacchusmon.

— Papai, não! Ele é mais forte que o senhor.

— Ele é forte porque fica rodeado de gente forte. Preciso ir no um a um com ele. Veremos quem é o mais forte.

Breakdramon perguntou sobre o sino, mas ninguém soube o que aconteceu. Voltou para o salão do trono para explicar sobre o ocorrido ao rei. Bacchusmon não se abalou pela notícia, acreditou que a sua cerimônia jamais seria abalada.

— Gungnir e a Arca quase prontos, mais um ano de reinado e a execução do rei Marsmon por traição ao ajudar os digiescolhidos. Não há nada melhor. Ah! Locky, voltou.

Locky caminhou pelo salão até chegar perto do trono.

— Como foi sua missão em Linux? — perguntou Queenye.

— Destruí a ilha toda para acabar de uma vez com os digiescolhidos — respondeu.

— Nhenhenhe... Esse é o poder do androide mais poderoso deste Digimundo. Bom trabalho, Locky.

O governador sentou-se no trono ao lado de Queenye e Kuzuhamon. Breakdramon não tinha onde sentar, pois era grande demais. Bacchusmon voltou para o seu trono, o maior de todos, e aguardou a cerimônia.

Cinco eram os membros puros do antigo Reino Planalto:

Rei Bacchusmon: 1.310.000

Governador Locky: 2.000.000

Governadora Queenye: 1.700.000

Coordenadora Kuzuhamon: 1.150.000

Coordenador Breakdramon: 1.000.000

Era um grupo bastante poderoso, o mais forte que os digiescolhidos teriam que enfrentar.

Soldados foram arremessados dos outros cômodos para o salão do trono. Marsmon apareceu emanando uma aura alaranjada. Bacchusmon e os outros ficaram surpresos com a ação dele.

— Eu sabia que a destruição daquele sino não foi puro acaso. Alguém está com ele — disse o dinossauro máquina.

— Nhenhe... Você foi muito simplório, Marsmon. O que pretende?

— Estou aqui, Bacchusmon, para lutar contigo. Venha, vamos resolver as nossas diferenças de uma vez por todas.

— NHENHENHENHENHE!!! Faz-me rir — Queenye, Breakdramon e Kuzuhamon começaram a rir. Locky continuou sério.

— Cale a boca e lute!

Marsmon não esperou mais um segundo, correu na direção do seu arqui-inimigo. Ele poderia simplesmente voltar com a sua filha, no entanto o seu orgulho falou mais alto. O orgulho de um rei que foi humilhado durante séculos.

Continua...



Notas finais do capítulo

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