Depois De Nove Anos escrita por Morgana Salvatore


Capítulo 27
Capitulo 27





Assim que me aproximei da porta, a mesma abriu, me surpreendi ao ver que o Edward estava ali abrindo a porta para mim;

_Oi. Cumprimentei ele.

_Oi?_ ele perguntou, era fácil percebe que ele estava zangado com alguma coisa.

_O que você estava fazendo com aquele cara?

_Aquele cara e meu amigo e tem nome, e eu tenho direito de sair com quem eu quiser, eu sou livre_eu disse eu jamais deixaria que um homem mandasse em mim.

_Então você voltou com ele_ ele gritou

_Fale baixo, nosso filho está dormindo você vai acorda-ló_ eu disse, ele me olhou com raiva

_Agora me da licença que eu vou colocar o Antony na cama depois eu venho para conversamos.

Eu passei por ele, deixei minha bolsa em cima de um dos sofás da sala de estar e subi , percebi que ele me seguia, mas não me importei. Coloquei o Antony na cama dele, ele nem se mexia se não estivesse respirando eu poderia realmente pensar que estava desmaiado, tirei o sapato e a bermuda dele, o cobri e dei um beijo no rosto dele. Apaguei a luz e sai do quarto o Edward me acompanhou.

_Podemos conversa agora?_ ele perguntou.

_Claro. Respondi, me virei para encarra-ló;
_Mas fale baixo o nosso filho está dormindo não quero acorda-ló.

_O que você estava fazendo com aquele cara?_ ele perguntou.

_Eu fui ao shopping e encontrei o Jake lá.

_Ai resolveu ficar com ele. _ ele me interrompeu.

_Isso e você quem está dizendo. Eu e o Jake somos amigos, tudo que aconteceu pode até ter nos afastado um do outro mais ainda somos amigos, e escute bem não e por que ele já foi meu namorado antes ou por que eu estou com você agora agora que eu vou me afastar dele_ eu disse.

_O que vocês estavam fazendo juntos até essa hora?_ ele perguntou novamente como estivesse me interrogando e isso me deixou irritada ele não tinha o direito de fazer isso.

_Não vou responder essa pergunta, eu confio em você e espero que você faça o mesmo comigo, eu não lhe deu motivos para desconfiar de mim e mesmo se tivesse dado, eu mando na minha própria vida agora saio com que eu quiser quando eu quiser, sei que pode está parecendo grosseria mais a verdade e que eu te amo e já mostrei isso de mais a você , agora que tal você para de ser egoísta e me mostrar que me ama também_ eu disse seriamente, eu estava cansada de toda hora ter que fica falando para ele que eu o amava_ e agora se me der licença eu vou dormi, quando sair fecha a porta. Eu disse me virei e comecei a caminhar em direção ao meu quarto.

_Amor espera eu só fiquei louco de ciumes, você me pede provas de que eu te amo será que você não e capaz de notar que esse ciume e a maior prova de amor que eu possa te dar...

_Ciumes não e prova de amor e sim de possessão_ eu disse, eu ia entrar no meu quarto e deixar ele falando sozinho, mas ele me impediu me segurando pela cintura, em um abraço.

_Eu te amo, me desculpa pelo meu comportamento exagerado, eu não devia reagir assim, se eu tivesse ido com vocês nada disso teria acontecido, mas eu optei por ficar naquela merda de reunião_ ele disse e me virou fazendo eu olhar para ele_me desculpa eu não quero brigar com você, eu te amo.

Eu preferi não responder, não queria brigar com ele colei meus lábios nos dele, ele me agarrou mais, pressionando meu corpo na parede, nosso beijo era tomado por paixão, elevou as mão para os meus seios e os apertou suavemente arrancando um gemido meu, encaixei minha perna na cintura dele o que fez minha saia levanta deixando metade das minhas cochas a mostra, afastei meu corpo do dele e retirei minha blusa, ele me puxou e voltou a me beijar, começou a acariciar minhas cochas eu podia sentir a ereção dele muito próxima minha intimidade e isso me fazia ficar mais quente, ele mesmo tirou a camisa era incrível que mesmo com quase trinta anos ele ainda tivesse aquela barriguinha sarada, arranhei o abdome dele, ele colocou as mão na minha cocha apertando-as.

_Tira essa saia_ ele pediu, me colocou no chão para que eu o fizesse naquele momento um segundo de razão passou pela minha cabeça, e eu não o fiz;

_Não podemos fazer isso aqui_ eu disse o Antony podia acorda e seria uma situação constrangedora se ele nos fraga-se no corredor;

_Então vamos para seu quarto_ ele me pegou no colo e entramos no meu quarto, ele me deitou na cama e se deitou por cima de mim, passei a mão pelo corpo dele, fazer amor com ele era sempre como se você a primeira vez, era sempre algo novo. Eu desci minhas mãos pelo peito dele, barriga, até chegar no cós da calça dele, abri a barriguilha e desci a calça dele, o máximo que eu conseguir, pois com ele deitado em cima de mim ficava difícil me movimentar, ele distribuiu beijos pelo meu rosto, pescoço, colo, até chegar aos seios, ele com certa agilidade retirou meu sutiã, apalpou meus seios e depois colocou-os na boca, com certa lentidão senti ele usar a linguá para me provocar, eu gemi, possuída de uma força anormal eu consegui empurra-lo, subi em cima dele, sentando sobe o pênis dele, que estava extremamente duro entre as minhas coxas, ele apertou meus seios, enquanto beijava meu pescoço ele voltou a nos virar na cama, ficando por cima de mim, ele voltou a me beija, as mãos dele passeando firmes pelo meu corpo até chegar na minha calcinha ele começou a descer o fino tecido até que estivesse totalmente fora do meu corpo, ele voltou a passar a mão pelo meu corpo o toque dele sobre minha pele era firme, ele se colocou entre minhas pernas e me penetrou, não contive um gemido, as estocadas eram firmes e fortes, os lábios dele castigavam meus lábios, pescoço, me colo, meus seios, assim como eu castigava as costas dele com a unha, meus gemidos eram altos, sem nenhum tipo de restrição eu rebolava no membro dele, enquanto ele estocava rapidamente continuamos na quela dança de corpos por minutos incontáveis, até que alcançamos nosso prazer juntos.

[...]

_Estou exausta. Comentei
_Eu também._ ele disse, deixei que minha mão deslisasse pelo peito dele.

_São que horas?_perguntei, tínhamos passado tanto tempo na cama. _Já vai dar cinco horas da manhã_ respondeu olhando as horas no relógio.

_Não acredito já são isso tudo.

_O Tempo passou voando. _ ele disse e acariciou minhas costas.

_Concordo._ eu disse e depositei um beijo no peito dele.

_Eu te amo_ ele disse e me beijou, nossas bocas se moviam em sincronia, ele se deitou sobre mim.

_ Eu te amo tanto, casa comigo?
Olhos nos olhos, coração acelerado, folego perdido por causa do beijo anteriormente dado.

_Não. _ Respondi sem precisar pensar, eu sabia que se eu não quisesse perde o Edward futuramente, nos dois precisaríamos fazer tudo certo dessa vez se não não teríamos uma segunda chance se algo desse errado dessa vez nosso fim seria pra sempre e eu não estava preparada para isso.

_ E serio, casa comigo?

_Não. Respondi novamente, eu pude percebe que ele tinha ficado chateado, ele saiu de cima de mim e se sentou perto dos meus pés.

_Por que não?_ ele perguntou.

_Nos não nos conhecemos._ Afirmei

_Você está de brincadeira não é?_ Perguntou, ele deu uma gargalhada_ Nos conhecemos praticamente a vida toda.

_Edward faz nove anos que nos não nos víamos antes de você aparecer em Londres fazendo minha vida vira de cabeça para baixo, temos que fazer as coisas como um casal normal.

_O que você quer dizer com isso

_Olha Edward eu quero que as coisas funcionem dessa vez.

_Eu também quero que tudo der certo.

_Então não custa nada nos darmos um tempo para que possamos nos conhecer, até por que nos temos um filho e não será nada saudável para ele ter os pais brigando_ eu disse.

_Mas podemos pelo menos morarmos juntos?_ ele perguntou.
Balancei a cabeça negando, morar junto era o problema, a convivência podia não dar certo.

_Ok, eu acho que posso me dar com isso desde nos não percamos isso_ ele disse e me beijou se colocando por cima de mim.



Notas finais do capítulo

Bom espero que gostem, não se esqueçam de comentar.
O próximo será um capitulo Bônus do Carlisle.



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